Notas iniciais
HILLO POVO ABENÇOADO! >.
Como vocês estão? Espero que muitíssimo bem. ^_^
Vejamos, primeiro de tudo, se vocês quiserem ver o sobretudo do Edward - que no capítulo anterior eu coloquei o bendito link no capítulo, mas ele não quis abrir, como me informou a Sofia (obg Sofia ^^) -, vocês podem voltar lá no capítulo 7, que nas notas iniciais eu coloquei o link bonitinho para vocês verem, ta bem? xP
Vejamos, segundo, deixem carregando Taylor Swift - Haunted: http://www.youtube.com/watch?v=uy7fbKWm5WY
Vejamos se tem "terceiro"... (hmmm)... AH! CENAS BEWARD! ♥ OKSOAKSOPAKSP'
BOA LEITURA! xD

As coisas estavam desconfortáveis naquele momento dentro da cabana. Edward já havia a adentrado e fechado a porta, agora a olhava com uma sobrancelha arqueada, permanecendo atrás da poltrona que Sarah estava sentada minutos atrás.

Seja o que elas haviam conversado, Edward podia concluir que havia mudado totalmente o humor de Isabella.

— O que você ta olhando? Tira uma foto que dura mais tempo. — Irritação. Indiferença. Dor. Ele pôde detectar esses sentimentos no timbre de sua voz.

— Mal passou um dia ao meu lado e já está conseguindo ser tão mal humorada quanto eu. — Puxou a curvatura de seus lábios em um sorriso. O sorriso torto, aquele primeiro sorriso que ela havia visto nele sem que tivesse desdenha, frieza ou arrogância. — Não sei se fico contente de estar influenciando você ou se fico aborrecido por estar sendo um mau exemplo. — Sua voz era divertida, porém o sorriso havia se dissipado.

Bella não entendia o porquê de o rabugento e sisudo Edward estar tão... bem humorado.

— Acho que dormir é saudável para você, sabe você deixa de ser tão ignorante, bruto e insensível. — As palavras dela despertaram nele uma surpresa curiosa e divertida.

— Devo agradecer pelo conselho ou concluir que você tem reparado muito bem em mim? — Arqueou as duas sobrancelhas.

— Quando se tem um cara sinistro como sequestrador em uma cabana na qual não se tem nada para fazer, você acaba reparando em coisas nas quais não repararia se tivesse um baralho para jogar paciência. — Sua voz saiu calma e provocativa.

Edward balançou a cabeça negativamente e bufou.

— Lembre-me então de pedir a Sarah para lhe trazer um baralho, para que você pare de reparar em caras sinistros e não se torne ignorante, bruta e insensível como eu. — Dessa vez foi à vez dele de provocá-la. — O que acha princesa?

Princesa.

— Não me chame assim. — Suas palavras saíram pausadamente e ela o olhou com mais intensidade do que antes, finalizando: — Nunca mais.

— Desculpe, mas eu a chamo como eu bem entender e — jogou de ombros caminhando e parando em frente a ela. — pelo o que eu entendo você é uma princesa. — Suas últimas três palavras saíram frisadas atiçando ainda mais a raiva que Bella sentia.

Raiva que não sabia ao certo a quem direcionar, quer dizer, aos Swan por terem mentido para ela? A Sarah por ter fingindo ser sua melhor amiga? Pelo, seja lá quem for que contratou Edward e sua ex melhor amiga para sequestrá-la e a ter feito automaticamente descobrir a dolorosa verdade? Ao Edward por ser tão... Edward!?

Naquele momento Bella não tinha certeza se podia direcionar sua raiva a apenas um deles ou para todos ao mesmo tempo, todavia, ela tinha certeza de uma coisa: Edward fora contratado para sequestrá-la e pelo o que Sarah havia deixado claro ela era uma princesa, o que a fazia concluir o obvio, Edward não podia a machucar e isso era o segundo item de sua lista para conseguir escapar dali.

Primeiro, esperar Edward aparecer.

Esse item não foi concluído como esperava, pois quem apareceu foi Sarah, mas não fez diferença já que dependendo de quem tivesse aparecido fez com que o segundo item se concluísse:

Segundo, descobrir o que Edward queria com ela e se ele era perigoso o bastante para lhe fazer algum mal como matá-la.

Não, ele não era perigoso o bastante para machucá-la ou matá-la, pois quem o contratou quer a viva e concluiu que automaticamente inteira, ou seja, sem machucados. O que a fazia pensar convictamente em realizar seu terceiro e último item:

Terceiro, ao descobrir o que ele queria iria ver suas possibilidades de conseguir fugir sem perder algum membro do seu corpo ou sua vida.

— Creio que esteja com fome. — Edward ao perceber que Bella estava perdida em pensamentos e que não o iria responder, decidiu fazer algo para eles comerem.

Bem, ele teve que cuidar de Sarah durante longos anos e esses anos o fizera aprender coisas que a maioria dos homens não sabia fazer, como cozinhar, organizar a casa e cuidar de sua irmã com tanta responsabilidade ao ponto de se sujeitar a virar um caçador de recompensas, apenas para não vê-la passar fome.

Ele caminhou em direção à cozinha e se virou fitando as costas de Bella ao perceber que ela não o havia respondido.

— Milady? — Ele a chamou, porém ao invés de Bella olhar para ele e o responder, ela saltou do sofá e correu em direção a porta a abrindo rapidamente e voltando a correr em direção à floresta, mas a escuridão da noite estava dificultando sua visão, visto que, isso não a impediu de direcionar seus passos rápidos para qualquer direção onde tivesse menos árvores — para que não ocorresse dela desastradamente acabar se chocando contra alguma delas — dando a chance de Edward a pegá-la novamente.

Esse último mencionado de olhos verdes, não pensou duas vezes ao colocar seus pés para correr atrás da princesa. Apesar da escuridão, ele conhecia bem aquela região. Conhecia bem ao ponto de saber que Bella estava correndo em direção a um...

— PARE! — Ele gritou, porém Bella não atendeu ao seu pedido e caiu em um barranco.

— AHHHHHHH! — Bella gritou e seu instinto de sobrevivência, ou seja lá o que a acompanhava com frequência, sempre a alertando de perigos próximos, a fez segurar em um raiz enterrada sobre a “parede” do barranco. Ela percebeu que seu rosto estava molhado, porém constatou também que não estava chorando.

Chuva!

Que ótimo momento para o céu resolver começar a chorar! Talvez sua desgraça fosse tanta, que até o céu compartilhasse de suas misérias e tristezas, tentando a avisar que ele estava do seu lado. Mas até confiar no céu estava difícil, pois ele podia a trair a jogando um raio. Embora, pensando bem, fosse uma boa ideia ele lhe jogar um raio e todo esse pesadelo que se tornara sua vida, acabasse de uma vez por todas.

Edward acelerou seus passos e ao chegar próximo ao barranco de aproximadamente 300 metros, se debruçou sobre ele e olhou para baixo. Ao ver Bella agarrada a uma raiz, um sentimento de alivio o tomou, mas logo tal sentimento desapareceu dando lugar a fúria.

— O que diabos você tem na cabeça? Ta tentando se matar? Porque se sim, poupe esforços e peça a mim, pois sentirei um enorme prazer em fazê-lo para você! — Ele gritou irritado e estendeu sua mão para ela.

— Poupe esforços você, e me deixe cair e assim morrer! — Gritou de volta.

— Garota não me faça puxá-la para cá só para eu ter o gostinho de te jogar de volta! — Se a situação não estivesse tão horrivelmente trágica Bella poderia rir, pois até mesmo se Edward tivesse usado um tom aborrecido, suas palavras ainda iriam parecer engraçadas, mas seu tom havia sido apenas espontâneo e sarcástico, como se ele estivesse a monopolizando para ela realmente segurar sua mão e ele a jogar do precipício novamente.

Ela não sabia o porquê — talvez por ter um fiasco de esperança de que ele realmente a jogasse —, mas com uma de suas mãos alcançou a dele.

Edward suspirou pela teimosa de Isabella ter aceitado sua mão e ele logo a puxou para cima, se colocando de pé e quando ele a trouxe para a superfície ela ficou igualmente em pé a sua frente, na verdade bem colada a ele, pois o espaço que ela tinha era mínimo, honestamente, apenas a metade de seus pés estava sobre a superfície.

Eles ficaram se encarando por alguns segundos. Edward segurando uma de suas mãos e a outra ele colocou em suas costas, já Bella colocou sua mão livre sobre o tórax dele. Ambos continuaram se encarando com firmeza. No fundo, apesar do alivio dela não ter morrido, Edward estava revoltado por sua rebeldia.

— O que foi? Pensei que ia me jogar de volta. — Bella o provocou ainda mirando seu olhar nos olhos esverdeados, que estavam semicerrados. Ao falar seu halito encostou-se à face de Edward, que suspirou e então suas respirações quentes se misturaram deliciosamente.

— Não me tente princesa rebelde. — Ele chegou mais para frente a fazendo ir para trás.

Agora apenas a ponta dos pés dela estava sobre a superfície. Ele enxergou desespero em suas orbitas achocolatados e sorriu ironicamente.

— Para alguém que estava tão ansiosa para morrer você parece bem assustada agora, não é mesmo? — As gotículas de água que caiam do céu começaram a se intensificar os deixando ensopados.

Taylor Swift — Haunted

Taylor Swift — Assombrada

Bella travou o maxilar e se segurou com força na camisa dele.

— Eu não tenho medo de você. — Sua voz soou fazendo Edward dá uma discreta risada harmoniosa, que fez todos os pelos do corpo dela se eriçar.

— Mas é claro que tem. — Respondeu aproximando seus rostos e a olhando seriamente, e intensamente dentro de seus olhos.

— O que o faz pensar que eu tenho? — Arqueou uma sobrancelha e chegou mais para frente, sentindo que estava a ponto de escorregar barranco abaixo novamente. Pelo menos se ela caísse o levaria junto. Sorriu com a ideia.

— Deixe-me pensar. — Ele desceu sua mão para a cintura dela e a levantou no ar. Bella soltou sua mão da dele e apoiou as duas nos seus ombros, enquanto ele apertava — dessa vez com as duas mãos — a cintura dela mais firmemente e a colocava no chão outra vez, porém distante do barranco. — Você se encolhe quando eu me aproximo, não consegue sustentar meu olhar por muito tempo e quando eu digo milady ou princesa — uma de suas mãos, que estavam ainda sobre a cintura dela, subiu até seu peito esquerdo. — seu coração dispara. — A última frase ele soprou em sua face.

Bella engoliu em seco pela aproximação ainda existente entre eles e apertou suas mãos sobre os ombros dele.

— Primeiro, eu não me encolho de medo, é de nojo. — Edward abriu um sorriso desdenho e ela não deixou se abalar prosseguindo: — Segundo — ignorando o alerta que soava em sua mente, ela se aproximou mais de sua face ao ponto de seus narizes se tocarem. —, eu consigo sustentar seu olhar, que particularmente não me intimida em nada. — Ele semicerrou os olhos e travou o maxilar. Bella levou uma de suas mãos sobre a dele em cima de seu peito, e a retirou de lá. — Terceiro, se meu coração dispara quando você me chama por estes nomes, vai por mim não é de medo, é de raiva mesmo.

— Tão abusada e rebelde, princesa Campbell. — E lá estava ele novamente a atiçando para a fúria. — Deve ser triste passar quase 18 anos de sua vida achando que pertence a uma família feliz e unida, quando na verdade essa família não passou de uma farsa. — Bella sentia seu sangue ferver e seu coração cavalgar enlouquecido de ira dentro de seu peito.

— Cala a boca. — Sussurrou estridente.

— E pior ainda é ter tido uma amiga que apenas sustentou toda essa mentira, não é mesmo princesinha perdida? Deve ser um sentimento revoltante que no final, literalmente, você não passa de um brinquedinho na qual todos conseguem a manipular.

— Cala a boca! — Gritou enraivecida.

— Vem fazer princ... — Edward foi interrompido pelos lábios furiosos de Bella, que esmagaram os seus o fazendo calar.

As mãos de Edward se espalmaram contra as costas de Bella e a puxaram mais de encontro ao seu corpo molhado pela chuva. Ela levou suas mãos à nuca dele e ora ou outra puxava os fios de seu cabelo. Suas bocas se devastavam em busca de mais território e em suas cabeças nada de coerente se passava. Edward invadiu a boca de dela com sua língua e a explorou avidamente, a língua dela logo se enroscou com a dele e elas travaram uma batalha, eles queriam... eles necessitavam de um vencedor!

Bella arranhou sua nuca lentamente o fazendo gemer contra sua boca. Ele passou suas mãos pelas laterais de seu corpo e sugou seu lábio inferior e em seguida o mordiscou. A chuva em suas faces fazia com que o beijo ficasse mais molhado e os estimulassem mais a prosseguirem com aquele ato urgente e... deliciosamente gostoso. Mas seus pulmões exigiam por oxigênio e eles se separaram ofegantes e com as testas coladas.

Eles ficaram se encarando por longos segundos, seus lábios inchados e suas cabeças estavam confusas pelo o que acabara de acontecer.

— Você me beijou. — Edward a acusou sem tirar as mãos de sua cintura.

— Você me provocou. — Ela sibilou enfurecida, mas ela estava mais enfurecida consigo mesma. O que deu nela para cometer tal loucura? A droga que James dera a ela ainda estava circulando por seu organismo? Ela sabia que não, mas era a única desculpa a qual ela se agarrava desesperadamente.

— Não faça mais isso princesa rebelde. — O semblante de Edward era... hmmm. Um semblante sem foco, apenas. Ele estava extasiado.

— Poderia tirar suas mãos de mim? — Bella perguntou com uma sobrancelha arqueada.

— Só quando você tirar as mãos do meu cabelo. — Respondeu a altura, fazendo com que ela corasse levemente.

Ambos se soltaram. Bella olhou para o chão ainda repassando os últimos fatos em sua mente e não conseguindo acreditar neles. Ela havia beijado Edward Cullen, seu sequestrador! Sua mente gritou o que ela tentava esquecer.

Um raio surgiu no meio do céu acompanhado por um estrondoso trovão, chamando a atenção dos dois.

— Melhor voltarmos para a cabana. — Ele comentou e ela o olhou abraçando a si mesma. Um vento gélido começou a assoprar lhe causando um arrepio na espinha. — Você vai andando como uma boa e adorável prisioneira ou eu terei que carregá-la sobre os ombros? — Ele perguntou seriamente e ela lhe lançou um olhar duro.

— Nem se atreva a colocar estas mãos sobre mim novamente. — Suas palavras eram carregadas de veneno.

— E diz isso a pessoa que segundos atrás estava me agarrando. — Sorriu sarcasticamente.

Bella travou o maxilar e concluiu duas coisas naquela terrível noite chuvosa:

Primeira, o terceiro item de sua lista fracassou miseravelmente.

Segunda, nunca beije um caçador de recompensas arrogante, sarcástico, indiferente e que se acha o dono da verdade, do contrario ele jogara isso na sua cara durante o resto de sua existência.

~*~*~

Suas mãos cruzadas sobre a mesa retangular de mogno, estavam paradas ali há algum tempo. Tempo o qual Fausto não conseguia calcular. Ele tinha cinco dias até se encontrar com Isabella, mas não era realmente isso que o deixava ansioso ou preocupado. Puxou suas mãos da mesa as repousando em seu colo e se encostou a cadeira de couro giratória, a qual estava sentado.

Assim como todo ser humano, ele possuía um segredo, bem outro segredo além de saber que a filha do Rei e da Rainha estava viva. Um segredo, no qual, fosse mais perturbador do que o segredo de Isabella.

— Fausto? — O homem de cabelos negros e olhos sem brilho algum levantou sua cabeça e olhou para a linda mulher a sua frente.

Estatura pequena não ultrapassando 1,70 de altura, cabelos até o meio das costas com as pontas onduladas, castanho escuro. Olhos castanhos claros, lembrando a tonalidade saborosa do avelã. Nariz desenhado em linhas retas, boca rosada na qual sempre continha um sorriso verdadeiro. Seu corpo era esbelto, apesar de seus 37 anos de idade. Sofia Holmes era a mulher mais gentil e doce que Fausto Harvey conhecera em toda sua vida.

— Sofia. — Fasto se levantou com um de seus poucos sorrisos no rosto e a cumprimentou. — Está linda. — A elogiou e as maças do rosto de Sofia logo ficaram vermelhas.

Sofia vestia um lindo vestido longo, indo até seus pés, azul com detalhes em branco. A saia era majestosamente rodeada de brilho, sua cintura fina era bem delineada pelo tecido, o decote em seus seios era comportado, mas ainda assim, para Fausto ela estava incrivelmente sensual. Seu rosto era marcado por uma leve, porém espetacular maquiagem, ela usava um par de brincos prata, que brilhavam quando a luz da lâmpada o alcançava. Os fios de seu cabelo estavam presos no alto e com alguns soltos propositalmente, lhe dando um ar mais doce do que ela já exalava.

— Obrigada, Fausto. Tu és sempre muito gentil comigo e adora deixar-me constrangida. — Ela se aproximou dele com um sorriso simpático nos lábios. Fausto saiu de trás de sua cadeira e ficou de frente para ela e lhe capturou a mão, depositando em suas costas um singelo beijo.

— Não digo nada além da mais pura verdade, madame. — Sofia puxou sua mão da de Fausto e a colocou ao lado de seu vestido, assim como a outra mão, e fez uma reverencia perante a seu amigo de longa data.

— Sendo assim eu fico bastante agradecida, senhor Harvey. — Ela se levantou e ambos sorriram matreiramente um para o outro.

— Como foi de viagem? — Ele deu a volta em sua mesa e voltou a se sentar novamente em sua poltrona. — Sente-se. — Pediu a ela indicando a confortável cadeira revestida de estofado fofo, que ficava a sua frente.

Sofia o agradeceu e se sentou.

— Ah, foi esplendido Fausto. Portugal como sempre muito bonita e hospitaleira, seja para estrangeiros ou para seus conterrâneos. — Enquanto falava seus fios de cabelo solto balançavam hipnotizando a Fausto.

— Fico feliz que tenha gostado de retornar ao seu país natal, querida. — E ele realmente estava. — Não me leve a mal, mas você não devia ter voltado para Leesburg? — Arqueou uma sobrancelha.

— Oh, sim. — Se encostou ao estofado e arrumou seu vestido sobre suas pernas, sorrindo. — Mas sabe como é minha sobrinha Rosalie. — Ah, Fausto sabia e sorriu, mas logo seu sorriso se desfez.

Ela sabia da paixonite que Rosalie tinha por Emmett e também sabia que seu filho correspondia a seus sentimentos, mas a nada esse romance deles, desde crianças, o agradava muito. Pois ele batalhava para seu filho ficar com alguma das princesas Campbell, para que ele se tornasse Rei e enquanto houvesse Emmett em algum “rolo” com outra moça — mesmo que seja a sobrinha de sua amiga baronesa, Sofia — seus esforços seriam em vão.

— Sim, eu sei. — Ele disse amargamente.

— Ora, Fausto. — Sofia semicerrou os olhos. — Não faça assim. Logo quando ela soube que vocês estavam aqui em Dinamarca quis vir correndo para ficar ao lado de Emmett. Você sabe que eles se gostam.

— Sei e é isso que me deixa... — Suspirou não finalizando sua frase. Não queria deixar Sofia mais aborrecida que já estava.

— Ainda com a ideia de casá-lo com uma Campbell? — Perguntou seriamente.

Sofia era uma das pouquíssimas pessoas que sabia todo segredo que Fausto escondia sobre Isabella — e sobre outras pessoas — e não concordava em nada com o plano maléfico de seu amigo astuto, mas ele — apesar de na maioria das vezes fazer a vontade dela — não lhe dera ouvidos quando ela pediu que ele desistisse de casar Emmett com a “falecida” Princesa Isabella.

— Obviamente, minha cara. — Passou a mão pelo queixo tocando sua barba. — Não lhe disse que já a peguei? — Se inclinou sobre a mesa em sua direção e ela arregalou os olhos.

— Como? — Ela perguntou descrente e sua voz fez eco pela biblioteca, que havia no palácio do Rei e da Rainha de Dinamarca.

— Oh, sim. — Ele expandiu seu sorriso. — Contratei dois caçadores de recompensas e os mandei vigiá-la em São Francisco, após alguns meses eles a sequestraram e agora a estão mantendo presa na cabana, na qual ironicamente nascera. — Bateu a palma de sua mão uma na outra e retornou a se encostar-se à poltrona, com um sorriso vitorioso nos lábios.

— Você sabe que isso não me agrada em nada Fausto. Isso é doentio, não sei por que acha que é submisso aos Campbell, eles sempre foram tão amistosos com você e Emmett. — Disse inconformada e o semblante de Fausto ficou sério.

— Mas até quando? Você não entende Sofia e também não espero que algum dia entenda. — Suspirou e passou a mão pelos fios de seu cabelo preto. — Veja bem, não preciso que você concorde, só preciso que você não saia do meu lado. — Sua última frase saiu baixa.

Sofia abriu um sorriso triste nos lábios e se inclinou para frente, pegando uma das mãos de Fausto, que estava sobre a mesa. Ele a olhou quando sentiu seu toque.

— Te aguento há mais de 20 anos, acha mesmo que depois de te suportar durante tanto tempo vou te deixar agora? — Dessa vez ela tinha um sorriso amoroso e travesso ao mesmo tempo, nos lábios.

— Se você quer saber — ele também se inclinou em sua direção ficando a poucos centímetros de sua face e segurou a mão dela com as suas duas. — também não foi nada fácil te aguentar durante tanto tempo, porém foi um sacrifício que tive prazer em cumprir, e faria de novo se precisasse. — Lhe devolveu o sorriso e Sofia corou novamente.

— Bem, — ela se afastou constrangida e Fausto arqueou uma sobrancelha — caçadores de recompensa? — Ela riu discretamente e Fausto voltou a sentar-se direito em sua poltrona. — Se você soubesse as pessoas que me vieram à cabeça, você estaria rindo junto comigo.

— Então me permita acompanhá-la. — Dito isso ele riu, mas ele riu mais da reação de perplexidade que ela fez do que o enredo que a conversa havia tomado.

— O que? — Ela se levantou sobressaltada. — Você contratou os CULLEN?!

Notas finais
o.Õ :OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
Bem, alguém pode me descrever esse capítulo, pq até eu estou sem palavras! POSKAOPKSOPASKAPSKOA'
Gostaram das cenas Beward? >.
Quem será essa Sofia hein? >.
Que outro segredo é esse que o Fausto esconde? >.
E por que Sofia ficou surpresa em ser os Cullen? :OOOO
Tantas perguntas né lindas? OPKSOPAPSOA'
Mas prometo que o próximo capítulo não demora a sair. >.<
Pessoal, tenho uma amiga que começou uma fic agora, deem uma passadinha lá se der: https://www.fanfiction.com.br/historia/219919/Segredos_Trancafiados
Bem, sei que QSE está no começo, mas o que vocês acham? Ela está merecendo recomendações? >.
Nos vemos daqui alguns dias. ^_^
Beijooos e se cuidem! ;******