Quem Matou Paulina Martins?

9 Capítulo 9 - Convite para festa


Notas iniciais
Eu quero pedir desculpas pelo erro gigante q cometi, mas daí tenho q postar o cap nove, entao aí vai meus amores:

Paulinha, Esthefanie e Raimundo chegam na mansão. Paulinha não fala nada, apenas sobe para seu quarto, toma um banho melhorado agora, depois desce para a sala de jantar *mas que agora era pra almoçar* E almoça bem quietinha, sem falar absolutamente nada, comia de cabeça baixa, como se estivesse triste, e era o que estava.

Vovó Piedade: Paulinha, por que está tão quieta assim? Você estava tão contente hoje cedo e ontem, e agora tão recaída!?

Paulinha levanta a cabeça, força um sorriso e diz:

Paulinha: Ahh vovó, não é nada não, apenas estou cansada do dia de hoje.

Vovó Piedade nada fala, continuam o almoço todos em silêncio. Depois, Paulinha sobe para seu quarto, assiste um pouco de tv e adormeçe. Mais para o meio da tarde, é acordada pelo barulho de seu celular tocando no bidê.

Paulinha, ainda de olhos fechados, apanha o celular e atende.

Paulinha: Alô?

Amanda: Oi Paulinha, sou eu a Amanda!

Paulinha não queria acreditar no que estava ouvindo nesse instante. A Amanda, a líder das meninas que maltrataram ela hoje na escola, estava ligando para ela?!

Paulinha: O que você quer???

Amanda: Bom Paulinha, eu queria mesmo era pedir desculpas a você, eu fiz aquilo sem pensar, eu não sou má como você pensa, só que meu jeito é agressivo e indelicado. Você me perdoa?

Paulinha, sempre muito ingênua, disse:

Paulinha: Está bem Amanda, eu te perdoo.

Amanda: Ai que bom Paulinha! Pra mostrar que estou arrependida, te convido para minha festa de aniversário, vai ser no sábado de noite!

Paulinha: Eu vou falar com minha família, se eles deixarem eu irei!

Amanda: ótimo amiga, vejo você na escola, tchau tchau!!!

Paulinha desliga o telefone e fala consigo mesma:

Paulinha: A Amanda dizendo isso? Será que está mesmo arrependida? Bom, pelo que parecia acho que sim, até me convidou para a festa dela! Eu vou aceitar sim, com certeza a vovó vai deixar, afinal, ela não sabe da história. A tia Esthefanie só sabe que foram umas meninas que fizeram isso comigo, não desconfia que foi a Amanda e a Mariana. Ela vai topar sim! E eu vou agora mesmo pedir!

Paulinha coloca as pantufas, abre a porta de seu quarto, desce as escadas correndo e encontra sua tia e sua avó na sala de estar.

Paulinha: Tia Esthefanie, vovó, preciso falar com vocês.

Esthefanie: Pode falar Paulinha.

Paulinha: A Amanda, minha colega na escola, me ligou agora convidando a ir na festinha de aniversário que ela vai dar, eu posso ir?

Vovó Piedade: Não vejo problema algum em não ir na festa.

Esthefanie: Pode sim Paulinha, mas tome cuidado e não seja mal educada.

Paulinha: Eba! Vai ser no sábado de noite, na mansão dos pais dela!

Paulinha brinca em seu quarto, sozinha como sempre. Nem nota a hora passar. De repente, sente um aperto em seu coração, e fala:

Paulinha: Ai! Que dor aqui... Sensação estranha... Quem está aí?

Paulinha sentia como se estivesse mais alguém naquele quarto, não um ser humano, mas alguém que já tinha morrido, como um espírito.

Paulinha resolve sair daquele quarto, não gostava dessas coisas, mas quando foi abrir a porta estava trancada. Então falou:

Paulinha: Mas quem fez isso??? Por favor me deixem sair!!! — Já com medo.

De repente, um espírito de luz aparece no quarto, com um forte brilho em seu redor, Paulinha teve que colocar as mãos em volta de seus olhos, pois o brilho e a luz que refletiam estavam muito fortes.

Paulinha consegue abrir novamente seus olhos, quando enxerga a pessoa, se assusta um pouco.

Paulinha: Você???

Espírito: Sim Paulinha, sou eu, eu sou a senhora que viu na praça! A senhora em que conversou, que desabafou seus maiores sentimentos!

Paulinha: Mas como assim senhora? O que você tem haver comigo? Como é seu nome? Você já morreu???

Espírito: Paulinha, não tenhas medo, eu sou sua avó, Paula, a mãe de Paulina, sua mãe. Eu não irei fazer mal a você, não precises temer.

Paulinha ficou espantada com o que essa velhinha falou. Era a dona Paula, a falecida mãe de Paulina.

Paulinha: Você sabe alguma coisa sobre minha mãe? Ela está com você?

Paula: Menina, as pessoas, sejam vivas ou mortas, sempre estão com a gente, não importa o que aconteça.

Paulinha: Eu sei senhora, mas eu quero saber se a mamãe já morreu ou está viva!

Paula: Por isso eu vim menina, para te falar disso! Não deixes de acreditar em seus sonhos, eles um dia vão se tornar realidade! Agora tenho que ir, estão me chamando! Adeus Paulinha, minha neta...

Paulinha diz: Não, dona Paula! Espere! Não vá! A minha mãe está aí? Dona Paula...

Notas finais
Gostaram? nunca fiz um capítulo em tão pouco tempo! foram exatamente 20 minutos!!! bye bye!