Queen Sweet Evil?

2 Capítulo 1 Esse é meu final feliz


Notas iniciais
olá , bem com uma grande demora mas ai esta o primeiro capítulo e espero que gostem da rainha má, pois é uma protagonista má mas que amamos sempre lembrando essa fic é spin off de Hook In Love, e teremos muitas ligações entre elas futuramente e cada detalhe é importante. boa leitura

Queen Sweet Evil?
Capítulo 1
Esse é meu final feliz

Tempos atuais:
Assim que Regina entrou em seus aposentos, a rainha de longos cabelos negros e olhar marcante, estava vestida com um de seus vestidos mais finos, ela gostava do glamour e da riqueza, que ela havia adquirido com tudo que fez. Sem arrependimentos ela foi até a janela como fazia todos os dias e observou o horizonte, o pôr-do-sol nunca fora mais lindo e intenso como estava sendo há anos, desde que o reino era dela.
Ela sorriu pensando que esse era o final feliz que sempre almejou, tudo valeu a pena cada pequeno detalhe arquitetado.
− Posso entrar?
− Claro, trouxe o que lhe pedi?
Regina virou-se encarando o homem de cabelos grisalhos que entrava segurando um pequeno saco feito de tecido, ela sorriu lembrando-se do que havia exigido, pois a rainha não pedia ela exigia.
Assim que ele estendeu o pequeno objeto até as suas mãos, seus olhos brilharam.
− Diga-me o que é de tão importante que está aí dentro?
− Não me lembro de te autorizar a fuxicar sobre minhas coisas.
− Foi só curiosidade.
− Minha piedade com seu caso, não se remete ao que você representa, eu só quero que você se lembre sempre disso... Pai.
Regina olhou firme nos olhos do homem que engoliu a saliva em seco, ele amava a filha para ir contra a ela, poderia não aceitar tudo que ela fazia, porém ele ainda via a bondade que viu há muitos anos, ele ainda via a pequena Regina, aquela cujo amor por cavalos a levava a ser a melhor hipista de todo reino, aquela cuja coragem a levou a sempre se destacar entre muitos, e aqueles cujos brilhos nos olhos sempre o deixava com o coração amolecido, ele nunca a recusara nada, e não iria recusar aquele capricho, o de ser uma rainha.
Regina abriu o saco e retirou de dentro um pequeno coração brilhante, ela sorriu, se sentiu realizada.
− O caçador disse algo especifico?
− Não, ele somente me entregou isso e se foi. — Henry queria saber de quem pertencia o coração, mas preferiu não se intrometer.
− Sei que quer saber de quem é. Pois bem, eu só posso dizer que estando com esse coração, eu estou com tudo em controle, e posso dizer também que realmente esse é meu final feliz.
− Não há final na vida até que morremos.
− Deixe de ser tolo, ninguém morre.
− Se for assassinado sim.
− Mas ninguém ousa me desafiar.
− Falando em te desafiar, quando a frota diária do castelo estava vindo do recolhimento dos impostos, fomos atacados novamente.
− Mais uma vez? Onde?
− Novamente durante o trajeto na floresta de Sherwood.
− Maldição! Ele ousa me afrontar, os guardas nunca conseguem chegar a esse ladrão miserável!
− Ele se intitula herói.
− Herói? Como herói? Ele rouba, e só porque distribui para a ralé ele se acha no direito?!
− Regina acalme-se! Ele somente distribui a quem mais necessita.
− E você ousa dar uma justificativa a ele! Esse... Esse...
− Acho que ele se chama Robin Hood.
− Não me venha dar nome ao diabo, ele é um ladrão, ele quer dar ao povo meu ouro, meu por direito, esse mesmo povo que me rejeitou, aquele cujo eu sempre tentei ajudar e ganhei o desprezo, ele não merece , esse povo merece exatamente o que tem!
Regina ficava enfurecida, pois ela tinha uma raiva do povo que a rejeitou quando ela assumiu o trono assim que se casou com o rei George.
− Regina o povo só reage ao que recebe.
− Já lhe disse que não me venha interferir em meu reinado, eles têm o que merecem, George estava com o reino pior que isso quando eu entrei em sua vida patética, e aí? O que eles quiseram? Rejeitaram-me assim que a herdeira estava com idade, mas não, esse é meu reino e de mais ninguém, e agora se me der licença, eu vou colocar esse coração em seu devido lugar.
Regina deixou seu pai e foi andando pelo corredor do castelo, ela desceu as longas escadas até chegar à biblioteca ela puxou um dos livros e uma porta secreta se abriu revelando uma longa escada, Regina desceu por ela e chegou a seu cofre pessoal, ele era composto por várias pequenas gavetas douradas e podia se ouvir o bater de vários corações, ela se sentiu realizada ao abrir a gaveta ao alto e colocar dentro o coração brilhante em suas mãos.
— Sim agora você pode fazer exatamente o que eu desejar.
Regina virou-se e observou quase todos os corações que estavam presentes naquele lugar, quase todos que eram importantes para ela, quase todos que poderiam se voltar contra seu reinado.
Regina subiu fechou o cofre e andou pelo castelo quando ela sentiu aquela sensação que ela conhecia bem.
— Mamãe.
Regina sussurrou, em todos os reinos ela era a única que ainda a deixava receosa, a única em que Regina temia, mas um dia ela fez com que esse medo fosse algo do passado.
Alguns anos antes
— Regina, você sabe que somente controlar o coração do Rei não fará de você uma rainha eternamente.
— Por que mãe você não consegue ficar feliz pelo que eu consegui, sempre querendo que eu me destaque mais e mais?!
— É para seu bem, sabe que eu só quero que você seja a rainha eternamente.
— Pois Bem mãe, eu estou satisfeita com o que eu mesma consegui!
Regina se retirou deixando sua mãe ali parada, mas Cora tinha outros planos, ela foi até seus aposentos e começou a preparar uma de suas poções já era a terceira dose dela, precisavam de dez, ela sorriu e saiu em direção à cozinha.
— Essa é a bandeja que será levada ao rei? — Cora perguntou a uma das criadas, e ali depositou mais uma dose da poção.
Não demoraria muito até que o rei estivesse doente o suficiente para não mais pode reinar, e pior ele estaria mais próximo de sua morte.
Cora voltou para seu quarto e não antes de olhar para quarto da pequena Branca de Neve que dormia tranquilamente.
— Você pequena será a próxima, esse reinando será de Regina custe o que custar!

Tempos atuais

Assim que Regina sentiu a presença de sua mãe ela correu em direção a porta do castelo, e verificou se o feitiço de proteção ainda estava intacto, ela se sentiu aliviada que sim ele ainda estava presente, um alívio percorreu em suas veias.
Regina foi em direção aos aposentos e estava tranquila que aquilo foi somente uma sensação, Cora jamais voltaria não depois de ser expulsa da forma que foi, o feitiço feito em conjunto com o próprio Senhor das Trevas não poderia ser desfeito nem pela magia forte de Cora.

Assim que Rainha observou seu reflexo no espelho, não tinha dúvida de sua beleza, completa como sua riqueza, o que ninguém sabia era o que se passava no coração daquela que todos temiam.
Ela se sentia só, mas ela não admitia nem a ela mesma, ela somente se erguia a cada dia com mais riquezas e mais conquistas.
Pela manhã o castelo estava quieto o bastante para ela poder ouvir o simples cantar dos pássaros, o que foi um espanto os pássaros não vinham ao castelo desde...
Ela se levantou rapidamente.
— Branca de neve! — ela sussurrou vestindo um casaco e saindo correndo.
— Guardas verifiquem o castelo, Branca de Neve pode estar pelos arredores.
Regina correu até a estante de livros e abriu a porta do cofre desceu correndo até chegar a gaveta do coração que o caçador a trouxe na noite passada.
Assim que Regina abriu a gaveta ela segurou firme em suas mãos, e sussurrou.
— Mostre-se se estiver no castelo.
Regina continuou com o coração em suas mãos e andou pelo castelo em busca daquela que poderia tomar seu trono.
Ela observou os guardas andando de um lado a outro e nada.
— Alteza, não há nenhum sinal de Branca de Neve.
— Procurem seus incompetentes eu ouço os pássaros!
Regina subiu até o quarto que ela não entrava há anos, o que foi quarto de sua mãe, ela descobriu o espelho em seu desespero, ela sabia que jurou não usar nenhuma magia que tenha vindo de sua mãe, desde que ela a expulsou do castelo Regina não queria dar o braço a torcer que necessitava de sua mãe e nem dar-lhe esse gosto, sabendo que sempre que usava algo que veio de sua mãe ela ficava sabendo, mas ela estava desesperada, então descobriu o espelho e...
— Mostre-me Branca de Neve!
Naquele instante o espelho mostrou, Branca estava na aldeia em que vivia com os anões e seu marido exilados, ela não aparentava felicidade o que fez a Rainha sorrir, mas também não aparentava nenhum sinal que estivesse sem seu coração.
— Levante-se! — Regina sussurrou ao coração e isso deveria fazer Branca se levantar e nada.
— Maldição!
Neste instante ela esmagou o coração em suas mãos o fazendo virar pó, e assim ela teve a de certeza que não estava possuindo o coração de Branca de Neve.
— Caçador maldito mentiroso!
Regina saiu do quarto e desceu as escadas.
— Parem as buscas!
Era inútil tudo aquilo, mas ela tinha certeza de uma coisa: havia alguém mexendo com ela, estava em sua mente.
Na floresta de Sherwood, Robin ainda observava seu filho entre as árvores ele lembrava sua esposa falecida e de como eles se divertiam juntos.
— Robin?
— Sim.
Ele foi retirado de seus pensamentos por um de seus homens.
— Já distribuímos o último carregamento entre as aldeias exiladas, mas ainda foi pouco.
— Os exilados estão aumentando consideravelmente, o povo não aguenta viver desta forma.
— Sim, mas não poderemos proteger muito mais aldeias Robin, a magia que temos é fraca comparada a da Rainha e se continuar aumentando desta forma não será nem suficiente para nos esconder!
— Eu sei disso meu caro.
Robin assoviou e um pássaro pousou em seu ombro, ele retirou um pequeno pedaço de papel de seu bolso e amarrou nas patas do animal.
— Sabe onde levar isso.
O pássaro voou.
— Para onde ele vai?
— Levar o recado a Branca de Neve, temos que reunir o conselho, nós devemos ter mais ideias, não podemos ficar exilados desta forma!
Robin continuou observando seu filho.
— Não quero essa vida para ele.
Assim que Robin observava o rio ouviu quando as pessoas estavam se animando, e percebeu quem chegava, Branca de neve sim a herdeira por direito do reino encantado.
— Salve Branca!
— Robin! — os dois se abraçaram lembrando seu tempo de floresta juntos, e de seus roubos.
Quando Branca foi expulsa do castelo pela Rainha Regina, ela viveu exilada e se não fosse pela a ajuda de Robin ela não sobreviveria na floresta.
— Encantado!
— Robin, como tem passado? — os dois apertaram as mãos.
— Lemos seu recado, o que está havendo?
— Bem vamos nos sentar e esperar que todos cheguem.
— Todos?
— Sim, eu enviei recado a todos do conselho.
Aos poucos outros líderes de outros exilados chegavam, Mullan era a líder do norte, Aurora que cuidava de seu pequeno povo que sobrou, e enfim ela chegou Bela.
— Acho que todas as nossas princesas estão aqui.
Robin começou a falar até que o grilo subiu na mesa.
— Olá grilo!
A reunião começou e Robin tinha a preocupação do aumento de pessoas se exilando para fugir da opressão de Regina, e enfim chegaram a um consenso.
— Temos certeza de que essa é a única solução?
— Sim creio que sim, então devemos começar a colocar o plano em prática.

Notas finais
Espero que tenham gostado e ate o proximo e deixem sua opinião