Quebrado
2 Lamúrio
A situação em que ambos os times se encontravam era algo que o médico da equipe Vermelha gostava de chamar de cessar-fogo. Ambas as equipes estavam ali por ordens da chefe, mas nem os Vermelhos ou Azuis tinha a remota ideia do que diabos estava acontecendo.
O médico vermelho começou a refletir sobre por que ela havia os enviado para lá. O campo de batalha congelado era rodeado por pinheiros em um imenso deserto branco. Quase todas as estruturas eram feitas de madeira de pinho, construídas especialmente para se manter unida frente ao frio severo. Eles estavam longe ao norte, e Médico Sabia que ali o clima era naturamente frio, mas ainda assim nada comparado ao seu país de origem. A neve era de alguma forma diferente entre este território americano e sua casa na Europa. Ele não sabia como explicar, ele apenas sentia que aquilo era verdade. Ele se afastou de sua equipe, que estavam reunidos no lado direito na frente da Grande Cabana de madeira, todos própriamente vestido para o frio. O Azuis, por sua vez, estavam ativos no lado esquerdo do edifício, lutando para não olhar para os Vermelho — ou fazer qualquer tipo de contato de qualquer maneira.
Médico achava que tudo aquilo era besteira, ele estava mais que cansado de ouvir seu time chingar os Azuis pelas costas, em sua opinião profissional tudo aquilo era simplesmente infantil e ridículo. Ele seria combates muito mais confortável, morrendo e renascendo novamente. Ea tensão entre as equipes foi apenas irritantemente irritante.
A neve estalava sob seus pés ao passar, deixando para trás vários pares de pegadas na branca neve de inverno. O som era bom em seus ouvidos, o homem amava a neve — e frio em geral.
Ele terminou sua pequena caminhada, parando em cima de uma rocha; lugar, este, onde poderia observar as belas paisagens montanhosas. O Sol estava caindo lentamente e beijava o horizonte; o céu, um tom surpreendente de um leve rosa-laranjado — que em breve daria lugar a um azul mais claro – e as nuvens tinham uma coloração parcialmente laranja. A claridade da luz do Sol batia por trás das árvores por, colorindo-as levemente num tom claro e de certa forma puro. A neve também fora pintado de laranja e Médico pôde sentir os raios de Sol tocando sua pele, deixando para trás um calor confortável. A vista daquele lugar era inegável.
Aquele lugar nevoso não era nenhum com qual o médico estava acostumado, não, eles haviam sido enviados para outro campo de batalha, um local frio carinhosamente chamado de Isolation— por ordens da Administrador — e Médico lembrava de pensar como tranquilo e perturbador o local parecia no momento em que pisou há. No entanto o que realmente o incomodava não era a atmosfera inquietante do lugar, ou que eles estavam no novo ambiente para o combate diário, mas porque eles não estavam lutando, eles não tinham a permissão para tal — dada também pela Administradora — caso contrário, eles já estaria matando uns aos outros como de costume. Não estava nevando muito ou nada a incomodar o combate, havia apenas
Silêncio
"Eu não gosto daqui" Médico lembra-se de ter dito "O que precisamos fazer?" Ele se lembra de perguntar ao Spy Vermelho ao chegarem lá, quem surpreendentemente deu de ombros. Spy, aquele conhecido por todo mundo por saber tudo, não tinha a menor ideia de por que diabos eles estavam ali.
Assim, ambas as equipas apenas olharam uma para a outra; não com ódio, no entanto, mas com algo próximo a constrangimento. E ali ficaram padados por uns bons dez minutos.
Pelo olhar em seus rostos – visto de alguns metros de distância consideráveis — Medic poderia ver algum tipo de curiosidade nos olhos do seu companheiros em direção ao Azuis. E, surpreendentemente, o Azuis os observavam da mesma forma, pelo menos do seu ponto de vista distanciado. Eles realmente queriam saber se o time adversário era tão mau quanto um pensava do outro.
Quando, de repente, alguém quebrou o em uma tentativa de tentar diminuir o constrangimento no ar; Escoteiro se não estou enganado.
"Então, hein ..." O Scout vermelho engoliu em seco, tentando pensar no que dizer "Como é que vocês estão?"
Talvez porque sua voz estava um pouco instável, ou devido à incasualidade as palavras – os motivos realmente não importavam – mas de uma forma ou de outra, todos riram. Todos — exceto pelo médico do time vermelho, é claro.
Esse foi o primeiro e oficial – e não agressivo – tipo de contato, e logo os times estavam falando entre si. Os soldados foram os primeiros a se aproximam um do outro, e depois de alguns segundos je estavam conversando avidamente sobre os vários tipos de lançadores de foguetes. O Spy vermelho seguiu, então, o exemplo do soldado, e saudou o Blu Sniper casualmente, e eles começaram a falar logo depois. E assim, um por um, começaram a interagir. Tímidos no início, mas não demorou muito e todos já estavam falando animadamente.
De longe, Medic avistou um grupo estranho: os dois Pyros e o Sniper Vermelho. O médico arqueara as sobrancelhas perante a cena, mas aquilo não o surpreendeu realmente. Sniper e Pyro — na equipe Vermelha — sempre tinham sido bons amigos desde o início. Tal amizade que Medic duvidara que iria se manter por muito tempo, mas ele estava muito enganado. O Pyro e o Sniper Vermelhos passaram de bons amigos para amigos inseparáveis, e tudo eles faziam juntos. Durante as lutas, por exemplo, a obrigação de Sniper — é claro que ele não era obrigado a isso, mas o australiano sentia esse tipo de responsabilidade para com Pyro e até mesmo Medic sentia algum tipo de inveja com relação a isso — de proteger seu amigo piromaníaco. Pyro, por sua vez, sempre fora pontual com os spychecks ao redor de seu amigo australiano. De fato eles faziam uma dupla perigosa.
E por isso a surpresa não foi realmente grande no Medic ao ver que Sniper estava falando com não apenas um, mas com os dois dos Pyros. O vermelho, extremamente feliz como de costume, falou algo indecifrável aos ouvidos do doutor, sua voz impossível de ser entendida por devido a máscara de gás que usava constantemente. Sniper, no entanto, rira como se ouvido a piada mais engraçada de todos os tempos, logo o Pyro Azul junta-se aos risos. Como diabos Sniper conseguia entender aqueles dois lunáricos?
De uma forma ou de outra, todos estavam se divertindo e conversando. Foi uma boa mudança de atmosfera após todos esses anos de matanças entre os times.
Bem, todo mundo, mas o médico vermelho, que ainda estava em sua rocha escorregadia, longe de tudo e todos enquanto observa tudo com olhos penetrantes. Ele não confiava em nada daquilo e, olhando para trás agora, ele percebe que ele deveria ter seguido seus instintos naquele momento e ter saído de lá.
"Você está bem?" De repente uma voz ressoa atrás dele. Medic virou-se, calmamente, apenas para encontrar o médico Azul atrás de si, um sorriso gentil em seu rosto. O médico Azul usava um cachecol, o chronoscarf, para se proteger do frio. O médico Vermelho, por sua vez, usava apenas seu montain cap para protegê-lo do vento gelado — não que ele estivesse incomodado com o frio, ele só gostava de usar aquele chapéu. O médico vermelho assentiu, uma resposta à pergunta do outro doutor.
O médico Blu nada disse por algum tempo, ele parou, observoue adimirou o ambiente frio ao lado de seu antigo inimigo. Mas o silêncio não se tornou estranho, na verdade tornou-se uma ponte para ligar os dois doutores. Nenhum deles via o silêncio como um incômodo ou algo a ser evitado, não, na verdade eles apreciavam a quietude e tranquilidade do lugar, a assim se sentiam mais confortáveis do que se eles estivessem falando. Esse era apenas o jeito como ambos eram.
Minutos se passaram, e o falatório atrás de ambos ficou ainda mais animado. Em seguida, o médico da equipe vermelha decidiu dizer algo para o doutor ao seu lado, uma tentativa de puxar conversa.
"Então ... você sabe porque estamos aqui?" Ele perguntou, mantendo sua postura fria.
O médico Azul deu de ombros.
"Eu não sei" ele suspirou, ajeitando o cachecol distraídamente "A Administradora apenas nos pediu para estar aqui"
"Sim, o mesmo para nós"
Logo em seguida o silêncio se instalou novamente.
E assim, em meio à quietude – limitada pelo som das conversas que ecoavam atrás deles – o médico vermelho começara a sentir alguma simpatia para o doutor Azul. Tal simpatia começara a aflorar pois, primiro porque ambos eram homens de ciência, e segundo porque aquele homem parecia extremamente calmo e simpático. Quase o oposto de si mesmo. De uma forma ou de outra, o médico da equipe vermelha estava feliz por estar em tão boa companhia.
"Qual é a sua especialidade?"
"O que?" Medic virou para ele, confuso. O doutor blu sorriu brevemente e perguntou novamente.
"Sua especialidade. Qual é?"
"Oh" o Vermelho murmurou "Eu trabalho em campo", disse ele simplesmente, seu sotaque tipicamente alemão nunca deixando sua voz.
"Interessante" o Azul fez uma pausa, seu dedo enluvado tocando o queixo "Um médico de campo, então? Bom, isso explicaria porque nunca nos encontramos nos combates"
"Então você é um médico de cura?"
"Sim"
"Hm" uma conversa simples entre homens 'simples' – quando se tratando de ambosos doutores, o termo simples se tornava extremamente relativo, não havia simplicidade emnenhum deles – o médico Vermelho não poderia pedir nada melhor. Medic era especializado, especialmente, em combates. E apesar de ser apenas o curador da equipe, o médico vermelho sempre se saíra muito bem no campo de batalha. Suas responsabilidades em combate eram, além de manter seus companheiros vivos na medida do possível, era também defender ou atacar em determinadas situaçőes pois conseguia manejar sua arma de seringas tão bem quanto um Scout com sua pistola, e suas habilidades com a serra de ossos era inigualável. O doutor azul, no entanto, tinha a especialidade voltada para a cura quase que exclusivamente. Nunca atacava diretamente e precisava fugir quase sempre em situações de combate direto. Por outro lado seu auxÍlio era indispensável na equipe Azul uma vez que conseguia, facilmente, manter todos os integrantes de seu time vivos e bem – coisa que o médico vermelho por vezes não conseguia – e além das Ubercharges, é claro, que sempre pareciam chegar nas horas mais críticas do combate quando o time azul se encontrava em desvantagem. Sim, apesar de serem médicos de guerra suas metodologias eram completamente diferentes.
O médico Azul, em seguida, virou-se e olhou para seu novo companheiro doutor, pronto para dizer algo a mais
Quando um som de explosão ecoou não muito longe de onde eles estavam, e tudo ficou em silêncio. Até que a voz da Administradora explodiu dos alto-falantes, deixando-os todos ligeiramente surdos.
"ATAQUE DE ROBÔS IMINENTE. PREPAREM-SE PARA A BATALHA"
A voz súbita viera e fora em questão de segundos, surpreendendo a todos e finalizando toda a conversa fiada que ainda durara. Sniper, que estivera conversando com os Pyros anteriormente, ficara em silêncio e imediatamente obsevou em volta, vigilante como sempre. Seus olhos se encontraram com os do médico vermelho, e ambos trocaram olhares preocupados.
"Huh !! Huddah huddah. Hmmmmph huddah" Blu piro exclamou para Sniper e o Pyro vermelho.
"Huddah, huddah !!" e o vermelho concordou com o azul "Huddah, hudah, hmmmph !!" disse ele.
"Sim, você pode estar certo..." Sniper respondeu, mas ele ainda se sentia incomodado "É só que ... Eu não sei ..."
"Todo mundo! Se preparem!!" a voz grave e carregada de sotaque russo do Heavy azul assustou a todos por um breve instante "Hora de matar robôs pequenos!!"
E os membros das equipes, Vermelho e Azul, aplaudiram, gritaram gritos de guerra e comemoraram.
As duas equipes já havia lidado com os robôs antes, mas sempre separadamente. Normalmente a Administradora enviava-os em diferentes missões contra os robôs para mantê-los afiados, era como um treinamento, mas um pouco mais difícil. No entanto, desta vez, eles estavam confiantes demais, porque eles iriam lutar juntos e, além disso, eles agora eram amigos. Todos e cada um dos mercenários realmente pensava que eles iriam ganhar facilmente. Todos, mas o médico do time vermelho, que ainda tinha uma mau pressentimento em relação a tudo aquilo.
"Venha, Doutor !!" disse o Heavy vermelho; Medic assentiu e respondeu.
"Sim"
Quando uma mão — uma mão envolta por uma luva de borracha azul — tocou seu ombro. E Medic se virou novamente.
"Boa sorte" disse o médico Blu com um sorriso.
"Obrigado" ele sorriu de volta "Boa sorte para você também" em seguida, o outro médico foi embora. Isso fez Medic pensar: talvez ele estivesse apenas sendo paranóico, e a missão seria, de fato, fácil. Fui um idiota, ele pensa no momento presente, amargo em sua imbecilidade. Ele deveria ter confiado em seus instintos. Agora é tarde demais.
A primeira onda de robôs viera, e, de fato, fora fácil, limitando-se a um máximo de quinze demobots. Ambas as equipes trabalharam em conjunto e os robôs foram apagadas da existência com facilidade digna de inveja. Ninguém fora ferido.
Heavies estavam rindo, os soldados estavam sorrindo e aplaudindo, assim como resto do grande grupo. Eram tinham certeza de que venceriam tal desafio. Mal sabiam eles que estavam completamente enganados.
Mas, então, a segunda onda chegou, e foi aí quando as coisas ficaram complicadas.
O primeiro robô da segunda onda saltou da estrutura de madeira no alto da grande rocha coberta de neve, de onde vinham normalmente, caminhou e parou bem na frente dos mercenários. Seus passos faziam tremer a terra, e todos os olhares foram atraídos para aquela monstruosidade gigantesca. Todos pararam de rir imediatamente para encarar o robô, o medo se formando em seus rostos.
Chamar aquele monstro de robô era um equÍvoco.
Apenas um Demobot estava diante deles. Mas ele não era um Demobot comum. Ele era grande, cerca de sete metros de altura, segurando uma Half-Zatoichi, usando um capacete de samurai e um escudo. Seus olhos brilhavam em azul, colocando medo no coração de cada mercenário ali presente. Oh, isso não é bom, Medic se lembra de pensar ao olhar a coisa nos olhos. Aquilo seria um verdadeiro desafio.
Para dizer o mínimo.
E porque eles estavam assustados e distraÍdos pelo demobot gigante, ninguém percebeu os menores que se aproximam e moravam nos times com seus lançadores de granadas por trás daquele gigante.
Em questão de segundos gatilhos foram puxados, e pelo menos cinquenta granadas brilhantes azuis foram lançadas na direção deles.
Mas para a sorte de todos, os pyros notaram a ameaça que se aproximara, e avançaram para defender o resto dos mercenários.
"Huddaaaaah !!" Pyro azul anunciou, usando seu jato de ar para empurrar as granadas para longe das equipes. Projéteis voaram por toda parte, menos perto dos mercenários, e médico vermelho ficou surpreso ao ver que Pyro, alguém que sempre considerara um monstro que ele que sem coração, defendendo-o e aos outros. As granadas voaram de volta para os demobots e mataram boa parte deles, empurrando ligeiramente o grande monstro de metal para trás.
Enquanto isso os mercenários despertaram de seu transe de terror apanhavaram as armas e começaram a atirar contra os bots. Eram projéteis voando por toda parte, e fogo, muito fogo uma vez que ambos pyros estava tentando atacar agora. Uma verdadeira confusão.
E porque todos estavam ocupados demais evadindo as granadas e atacando, ninguém realmente deu atenção quando o Demobot gigante enfiou a espada no chão até que fosse tarde demais.
Os mercenários sentiram o impacto da lâmina quando o chão tremeu – e aquele ato em si fora surpreendente, nunca em milhares de anos Medic pensou que veria um robô fazer aquilo – mas o que o grande robô fez após aquilo foi o que surpreendeu a todos. Apesar de seu tamanho o grande Demobot foi rápido. Ele se agachou e estendeu as mãos para alcançar os Pyros – sua escolha fora óbvia, o robô apenas os escolhera por estarem mais perto. E, com um único movimento, ele agarrou ambos os Pyros, segurando-os firmemente, como dois bonecos.
"Mmmph Mmmmmmmmph !!!" gritou o Vermelho, desesperado, ao tentar queimar o rosto do robô para se libertar. O Azul, porém, deixara cair o lança-chamas no caminho para cima, e pôde apenas gritar de terror. Fútil tudo aquilo. As ações dos piromaníacos serviram apenas para irritar o grande monstro metálico que, por sua vez, começou a apertar os dois.
"HPMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMHHH!!!!" eles gritaram simultâneamente, tentando afastar as grandes mãos que os pressionavam. O Degreaser caira da mão do Pyro vermelho no chão com um baque surdo.
Supresa não era pouca nos olhos de Medic, ao perceber o que aquele robô louco estava fazendo. Ele estava apenas ... Esmagando os Pyros. Esmagando-os como insetos.
A pior parte era that eles estavam, de fato, se contorcendo como insetos.
"Sniper !! Atire nele !! Mate-o AGORA!!!" lembrou-se de ter gritando loucamente. A expressão no rosto do Sniper vermelho era de puro desespero ao observar seu amigo ser esmagado vivo. Mas depois o grito de Medic, ele pareceu acordar do transe e atirou. Faíscas de metal contra metal explodiram no local onde as balas o atingiram, mas nenhum dano real fora causado.
"Solte eles seu filho da mãe desgraçado!!" Medic ouvira o Sniper gritar em fúria "SOLTA ELES SEU ROBÔ MALDITO!!"
Os tiros persistiram, mas nenhim deles realmente fizeram alguma coisa contra o gigante de aço. As balas o atingiam, de fato, mas deixaram apenas arranhões para trás.
O Sniper vermelho continuou gritando.
"SEU FILHO DA PUTA DESGRAÇADO, SOLTE ELES AGORA!!"
Medic nunca tinha visto Sniper — o calmo, sincera homem australiano — em tamanha ira. Mas toda a gritaria não fez nada para distrair o grande robô, que olhava intensamente o Pyros, assim como uma criança descobrindo algo novo. A descoberta, no caso, foram os dois Pyros se contorcendo e gritando de dor como loucos em suas mãos. Medic só podia imaginar a quantidade de dor que estavam sentindo.
Os sons de estalar de ossos quebrando eram audíveis, mesmo com a distância de dez metros do Medic e as vítimas do Demobot.
Ele só apertara e esmagava os dois quando
Quando o sangue de repente explodiu de suas mãos, e os pyros pararam de se mover.
O Pyro vermelho convulsionou pela última vez quando centelha de vida deixou seu corpo destroçado. O vermelho do sangue era escuro e coloriam ambas as roupas de borracha com um tom da morte. Escorria de seus corpos e das mãos grandes e metálicas para o chão, para a neve, os sangues se misturando ali. peito do Pyro foi para subiu e desceu uma última vez antes de finalmente parar, o último sopro de vida para sempre perdido na nevasca.
Medic parou de respirar por um momento, não acreditando. Ambos os Pyros, as criaturas mais aterrorizantes Medic tivera o prazer de conhecer e lutar, estavam mortos. Assassinados com violência desnecessária.
O silêncio instalou-se novamente, a atmosfera pesada da realização sombria recaiu sobre os mercenários.
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