Dos sonhos que vem e vão:

São, portanto, fonte dos maiores desejos.

Outrora compostos com os mais delgados corpos,

e condizendo a espécime que vem.

E abstraído das lacunas que

compuseram um dia a tua enferma sanidade,

Apoiar-me-ia nos teus ombros morenos,

mas já não mais vistos e descabidos.

Mas que, sob seus fios negros e luminosos

tornavam-se a fonte de meu feltro e meu absinto.

Transbordou do cálice da vida

outra utopia do meu bem querer.

Após derramar da bebida salpicada de suor,

o ti esguio pusera-se a incitar:

De lá que vem e vão!

E logo puseram a voltar.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.