Que Os Jogos Comecem!
18 - Patrick - gritou. - não pode ser. - Alice.
A Alice é má e vocês vão ver uma amostra grátis de tortura MUAHAHA, sorry pela demora!
Acordei com horríveis dores de cabeça, mais também ninguém mando se embebedar com o Patrick, só pra ganhar o que mais queria. Estava na minha casa, e nem pergunte como eu cheguei lá, virei pro lado e encontro Patrick dormindo perfeitamente, porque tinha que ser tão gostoso? Porque não podia ceder pra mim, seria tão mais fácil. Mas não Patrick sempre foi o garoto que seguia caminhos ao contrário.
Desci pra tomar a porcaria de remédio pra dor de cabeça, adentrei na cozinha cambaleando, peguei o remédio e tomei, resolvi levar pro vadio do Patrick. Desde quando me entendo por gente eu tento pegar ele, mas ele sempre se recusa a ficar comigo ou com qualquer garota do colégio, já chegaram a chama-lo de gay, mas foi coisa do momento, porque depois ele apareceu namorando uma garota que aproposito me odiava, e já entrará algumas vezes no meu jogo, mas também eu não tenho total culpa, ela fazia por merecer.
Cheguei ao quarto e encontrei ele ainda dormindo, mas agora de bruços. Acordei o gentilmente.
- Patrick acorda. — cutuquei-o.
- Hã. — resmungou ainda de olhos fechados.
- Você tem que acorda inferno! — Gritei.
- Ai minha cabeça Alice, fala baixo.
- Ninguém mandou beber ontem, toma esse remédio e vá pra casa, sua mãe deve ta preocupada, não que eu me importe.
- HAHA, grande piadista.
- Anda logo.
Desci novamente pra comer alguma coisa, tava morrendo de fome, senti meu celular vibra entre os peitos — ainda tava com o vestido de ontem, e eu coloquei o celular nos peitos :) — peguei-o.
"Preciso falar contigo urgentemente, ta em casa? XOXO. David."
"To, espera o Patrick ir embora, te mando uma mensagem avisando. Parker"
Nem esperei a resposta dele e preparei algo pra comer e vi o Patrick na porta da cozinha encarando o meu sanduíche.
- Tu quer?
- Claro, eu to morrendo de fome.
- Vai pra casa e come um.
- Você é má sabia.
- Com todo orgulho.
- To saindo.
- Tchauzinho namorado. — disse rindo.
- Se fosse pra valer.
- Não é porque não quer.
- Não, não é porque nenhum de nós dois nos gostamos de verdade. — Dito isso saiu andando.
Mandei a bendita mensagem pro David: "Pode vim, ele já foi.Parker".
Não demorou muito e o bendito tava batendo na porta.
- O que tu quer?
- Eu ganhei.
- Hã?
- Eu transei com a Rachel, eu ganhei a aposta.
~
Ainda sem acreditar fui pra casa do Patrick, agora eu não ficaria por causa da aposta, ficaria por orgulho, David nunca me ganhou em nenhuma aposta, como aquela patricinha foi ceder tão rápido? Ela não tinha orgulho de si própria não? Ainda bem que ela foi embora pra casa dela, num ia aguentar olhar pra cara dela. Mas tinha que fazer algumas coisinhas antes.
Flashback ON ~
Depois que David saiu daqui com essa história fiquei perturbada e liguei para o Nick.
- O que quer Alice.
- Sequestre a vadiazinha, enlouqueça.
- Já sei bem o que fazer.
Flashback OFF ~
Ele me contou seu pequeno plano, mas que faria ela enlouquecer, sabia que ela cairi-a nessa fácil-fácil.
- Alice você por aqui.
- Me encontre nas Montanhas as 20h ou a princesinha explode — disse saindo da casa dele, com certeza ele não tava entendendo nada.
~
Subia a montanha na qual Nick e Rachel já estavam, logo chegaria Patrick pra começar a diversão. Escutava alguns gritos sabia que era a Rachel.
- Onde ela está? — Perguntei assim que vi Nick encostado numa árvore.
- No trailer. — Disse e aponto prum trailer que até então não tinha o visto.
- Ela está enlouquecendo né? Estou ouvindo os gritos desde alguns pontos lá em baixo.
- Pois é, não acredito que ela caiu nessa de bomba de 5 min.
- Como eu disse ingênua.
Rachel POV.
Algumas horas antes do ocorrido.
Estava indo pra casa quando encontro Nick na rua.
- Oi Nick — disse sorridente.
- Oi Rachel.
Senti algo no meu nariz e apaguei. Acordei em uma espécie de Jaula, olhei em volta, vi a fechadura e tentei de alguma forma sai dali, mas tava fraca.
- Se eu fosse você não gastava suas forças, porque não tem como sair daqui.
- Por favor me tira daqui.
- Não posso querida, só estou fazendo o meu trabalho.
- Eu te pago se me tirar daqui, mas por favor me solta.
- Escuta aqui, eu só vou falar uma vez e quero que escute bem ta me entendendo? — assenti — isso aqui — ele apontou pra uma especie de bomba — vai explodir em 5 min, então é melhor ficar quietinha. Eu prometo que não vai doer nada. — Ele ativou a bomba e saiu.
Comecei a gritar, o barulho da tal bomba me enlouquecia, a cada vez que se passava um minuto eu gritava mais ainda. Eu não queria morrer, não dessa forma, eu nem sei porque existe pessoas que querem o meu mal, o que eu fiz? Eu sempre sou boa com as pessoas. Comecei a chorar, ouvi alguns sussurros do lado de fora e logo escutei uma voz gritando, logo reconheci era a voz de Patrick.
- CADÊ ELA . — Ele gritou.
- PATRICK, SOCORRO, ME TIRA DAQUI POR FAVOR. — comecei a gritar. A bomba faltava 1 min e 30 seg.
- RACHEL. — Ele gritou de volta, logo escutei um barulho e freada e logo um impacto. Não podia ser o que estava pensando, não com o Patrick não, por favor não. 30 minutos, gritei mais alto.
- PATRICK. – Gritei.
- PATRICK. – Escutei a voz da... Alice?
Alice POV.
- CADÊ ELA. — Patrick chegou gritando.
- PATRICK, SOCORRO, ME TIRA DAQUI POR FAVOR. — Ela começou a gritar, vadia.
- RACHEL. - Ele gritou e foi a caminho do trailer.
- Patrick espera. — Um carro veio numa velocidade assustadora, causando um barulho alto.
Escutei os gritos da Rachel.
- PATRICK. - Ela gritava.
- PATRICK. - gritei. — Não pode ser.
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