Que O Jogo Comece...
29 Não se esquece disso
Notas iniciais
Eu fico a cada dia mais feliz com os comentários da fic, vocês não sabem o quanto me deixam feliz pessoal... Sério! ^^ Eu tinha que dizer isso. kk' Por que é verdade.
Bom, em relação ao Cap... Ele é um P.O.V. Nathaniel e (como sempre) eu espero que gostem. ^^
Boa leitura pessoal!^^
Dica mais do que perfeita: http://fanfiction.com.br/historia/222258/Te_Beijar_Ou_Te_Matar/ageconsent_ok
P.O.V. Nathaniel
Ingênua, sempre tão ingênua. Eu não entendia como ela podia realmente não perceber as más intenções daquele desgraçado do “Nikael”. Quem ele pensava que era para tocar na Amy?! A minha Amy... Tão ingênua.
– Nathaniel! – ela gritou quando eu ia entrar em casa, eu parei.
– Como você pôde? – eu não entendia como ela podia ficar tão tranqüila com uma violação daquelas.
– Eu já disse Nathaniel! Foi um acidente! – eu sabia que não havia sido um acidente.
– Não foi um acidente para ele, Amy. – eu disse me aproximando e segurando os braços dela enquanto olhava nos seus olhos. – E eu não vou deixar que um garoto qualquer fique tocando em você! – eu não aturava que ele a desrespeitasse.
– Mas você pode tocar à vontade na Cheryl, não é?! – a Cheryl... Ela estava com ciúmes. — Não se preocupe Nathaniel, eu sei me defender sozinha! – não, não sabe.
– A Cheryl é nada mais do que minha prima, Amy. – eu comecei, mas ela me interrompeu.
– Uma prima que dorme com você?!- eu me surpreendi com o que ela disse, mas depois me lembrei que ela poderia ter nos visto pela janela do quarto dela.
– Nós só dormimos na mesma cama, não fizemos nada além de dormir. – era verdade. — E o quê uma garota como você poderia fazer para se defender?!- eu queria protegê-la.
– Bom… Ela veio caminhando devagar e sensualmente até mim olhando nos meus olhos a todo o momento, eu me surpreendi um pouco, pois no olhar dela tinha algo que eu nunca tinha visto antes... Malícia. Eu adorei aquilo. Quando ela chegou a certa distância aproximou o rosto dela do meu e passou a mão direita dela pelo meu rosto suavemente até descer devagar com o dedo indicador pelo meu pescoço. Eu me arrepiei com o toque dela. Ela chegou o rosto dela mais perto do meu e sussurrou no meu ouvido: – Penso que isso seria o suficiente. – ela disse enquanto pressionava o dedo indicador no meu pescoço. Tudo escureceu de repente e eu perdi o controle do meu corpo.
Eu me acordei no chão, com a cabeça sobre as pernas da Amy. – Am... O que você fez? – eu ainda estava um pouco confuso.
– Eu... Deixei-te inconsciente. – ela disse baixo.
– Por que fez isso? – eu estava mais calmo.
– Você perguntou o que eu poderia fazer para me defender, eu te mostrei. E eu sempre quis deixar alguém inconsciente. – ela parecia arrependida, a expressão dela era linda.
– Eu até fico feliz que tenha sido eu. – eu sorri.
– Por que? – ela perguntou rápido.
– Por que, senão, outra pessoa estaria recebendo esse carinho. – ela corou e parou de me acariciar. – Não para, Am. – eu pedi e segurei as mãos dela contra o meu rosto. Ela continuou me acariciando, eu fechei meus olhos apreciando a carícia dela.
– Acho melhor a gente se levantar. – ela disse.
– Não, está bom assim. – eu pronunciei a observando.
– Vamos Nathaniel, levanta. – ela disse sorrindo. Nós dois nos levantamos. – E me desculpa, por favor. – ela disse olhando para baixo.
Eu sorri. Apesar de tudo, eu estava gostando daquele momento. Mesmo com aquela minha primeira crise de ciúmes. E também... Nós poderíamos fazer as pazes de uma ótima maneira. – Não tem do que se desculpar. Eu que peço desculpas, não devia ter discutido com você. – eu passei a mão pelo rosto dela.
– Por que ficou tão bravo? Eu nunca tinha te visto assim antes. – ela parecia realmente não saber.
– Por que eu não posso ver outro garoto te tocando. – eu segurei o rosto dela com as minhas mãos, olhando-a nos olhos. Eu não podia pensar que outro homem a tocasse.
– Só por que ele tocou no meu seio? – ela segurou as minhas mãos. — É só um toque, Nathaniel.- é claro que não era só um toque e ela sabia disso. Ela queria me acalmar.
– Sim, mas não é só um toque. – eu segurei forte nas mãos dela. Ela sorriu me admirando e me empurrou para trás de uma parede da entrada da minha casa. Ela, que segurava as minhas mãos as colocou sobre seus seios macios e fartos e fez com que eu os apertasse, eu gemi baixo. Eu pude sentir muito bem os seios aprazíveis dela, pois o tecido da blusa dela e aparentemente do sutiã dela também, eram finos. Tocá-la assim me excitava. Eu vi no rosto dela também uma expressão de prazer. A Amy estava tão ousada e sexy... Aquele era um lado dela que eu não conhecia. Ela sempre conseguia me surpreender, outra coisa que eu amava nela.
– Resolvido. – ela disse e se virou para ir embora, mas eu a puxei pela mão e a trouxe ao meu encontro. Ela realmente pensou que faria algo desse tipo e sairia impune? Com certeza não, ela não sairia de perto de mim sem sentir mais prazer do que eu... Eu estava disposto a torturá-la e com muita vontade, afinal, ela tinha me deixado excitado... Eu a queria demais. Uma ótima maneira de fazer as pazes.
Eu a levei até a parede e a cerquei com meus braços, olhando-a fundo nos olhos. – Assim eu não consigo me controlar Amy... — eu comecei a beijar o pescoço dela com avidez. -... Sua pele é tão macia e deliciosa... – eu a provava com muita vontade, saboreando-a. Eu a mordi de leve. — Eu posso te morder todinha? – era exatamente o que eu queria, tê-la totalmente.
– Nathaniel. — ela disse baixo. Eu sentia a respiração dela descontrolada.
– Isso... Agora geme o meu nome... Geme para mim, Am... – eu estava me satisfazendo. Ela não sabe o quanto eu apreciava aquilo. Eu queria ouvi-la gemer o meu nome, implorar por mim, como eu imploro por ela. Eu comecei a lamber o pescoço dela lentamente, subindo a minha língua até atrás da orelha dela e depois arrastando meus lábios sobre a sua pele. As reações dela eram de muito prazer. Ela estava arrepiada e estremecia contra mim.
– Nathaniel! – ela gemeu o meu nome. Eu fiquei ainda mais excitado a ouvindo gemer.
– Seu gemido é muito lindo Am... Eu estou ficando excitado. — eu continuava a beijando e passando a língua pela sua pele nua.
– Nathaniel, não... — a voz dela falhava. Eu me divertia notando o prazer que ela sentia.
– Por que Am? — eu perguntei ainda a beijando.
– Não Nathaniel... – ela me dizia para parar, mas o corpo dela reagia querendo mais a cada toque meu na sua pele.
– Não quer que eu te beije assim Am? – eu perguntei a beijando, sedento pela pele dela.
– Eu... – ela começou, mas eu a interrompi. Embora ela tivesse dito que era só um toque, eu sabia que ela jamais deixaria que tocassem nos seios dela. Eu a conhecia o bastante para saber que ela não era esse tipo de mulher, ela nem mesmo mostrava as lindas curvas do corpo dela comumente. Se ela tinha me permitido tocá-la, ela realmente me amava. Eu a segurei pela cintura, subindo minhas mãos por seu corpo, enquanto eu ainda beijava seu pescoço. — Não Nathaniel... — ela continuava.
– Por que Am? Você não está gostando? – eu a tocava mais intimamente a cada segundo, estava afoito, louco para tocá-la novamente. Ela podia notar minha excitação claramente pelo tom da minha voz. — Eu posso te tocar, não posso? – minhas mãos quase tocavam os seios dela novamente.
– Não Nathaniel... – ela segurou minhas mãos e fez com que eu a abraçasse.
– Só me responde por que. –eu mordi o lóbulo da orelha dela.
– Por que... Eu... Não... – ela falava pausadamente. Já era o bastante para ela.
Eu me afastei dela sorrindo. — Viu como não é apenas um toque, Am? – o meu sorriso se tornou ainda mais largo vendo-a daquele jeito por minha causa. Ela estava ofegante e ainda encostada na parede, na qual ela se apoiava. No pescoço dela as marcas avermelhadas dos meus beijos e chupões. Tudo isso a tornava ainda mais desejável.
– Eu sei que não é só um toque. O que eu quis dizer é que para mim foi nada mais do que apenas um toque. – ela disse tentando se recompor.
– Eu sei. – eu sorri. – Eu só quis te mostrar que você não sabe lidar com um homem excitado. – eu disse a envolvendo pela cintura. – Por isso é melhor que não deixe um homem qualquer tocar em você e sair impune dizendo que foi um acidente.
Ela sorriu. – Obrigada Nathaniel, pela boa intenção. – ela me abraçou. – Mas eu sei me cuidar.
– Não. Não sabe, Am. – eu a abracei mais forte. – Mas se você deixar, eu vou cuidar de você. – eu a olhei nos olhos. – Não vou te deixar gemer o nome de nenhum outro homem. – eu disse sorrindo provocante. – ela corou no mesmo momento. Eu beijei a testa dela. – Eu te amo, Am. Não se esquece disso.
– Eu também te amo Nathaniel e... – ela parou um pouco e sorriu acariciando meu rosto. –... Eu nunca tive um amigo tão ciumento quanto você. – ela disse com humor.
– Igualmente, Srta. Hansen. – eu também sorri.
– Eu não sou ciumenta! – ela disse se afastando se mim.
– Ah! Não é? Então por que ficou brava por eu ter dormido com a Cheryl? – ela não disse nada por um momento.
– Com licença, Nathaniel. Eu tenho que fazer um trabalho. – ela disse e saiu caminhando.
– Eu vou com você. – eu disse me aproximando dela.
– Como? – ela perguntou me olhando.
Eu sorri. – Eu disse que ia cuidar de você e eu já passei pelo segundo ano, eu posso te ajudar com o trabalho. – ela sorriu e seguiu caminhando. – E Am... – eu a puxei pelo braço de novo. -... Pode ir dormir comigo quando quiser. Eu vou adorar sua companhia.
– Amanhã. – ela sorriu. Não podia ser...
– Amanhã? – eu perguntei não acreditando.
– Amanhã eu durmo com você, Nathaniel. – ela sorriu meiga. Eu ficava admirado pelo modo como ela não maliciava algo assim.
Notas finais
Espero que sim. kk'
E a Amy fica cada vez mais safada, não acham?! Não sei o que está havendo com essa garota. kk'
É isso gente, beijos! ^^
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