Que O Jogo Comece...
26 Em toda a minha vida
Notas iniciais
Peço mil perdões por demorar tanto para postar, mas tive alguns grandes problemas. Só para começar, escrevi o Cap. domingo à tarde, mas o Word não salvou, então tive que re-escrever. Depois tive problemas familiares, coisa grave,infelizmente. E ontem, quando eu ia postar... Faltou luz. ¬¬
Mas, falando de coisas boas... Eu queria agradecer à linda da DaianaMR pela maravilhosa recomendação! Muito obrigada fofa! *-* Esse Cap. é dedicado à você querida!
E muito obrigada à todos pelos adoráveis reviews.*-*
Bom... Falando do Cap, ele é um P.O.V Nathaniel e um pouquinho P.O.V Amy. Espero que gostem de saber quem é a Cheryl. kk'
Boa leitura pessoal! ^^
P.O.V. Nathaniel
Eu me surpreendi quando senti a mão dela tocando a minha coxa. Abri meus olhos e vi um sorriso divertido nos lábios dela... Ela estava me provocando. Levei minha mão à coxa dela e em seguida a apertei com vontade. Eu estava louco de desejo por ela.
Eu a ergui em um impulso e não acreditei quando ela encaixou suas pernas no meu quadril. Eu a levei desse modo até a cama dela olhando fundo em seus olhos como se implorasse com o olhar o consentimento dela para o que iríamos fazer. Eu comecei a beijar o pescoço dela devagar, provando o gosto doce de sua pele macia. Ela não interferiu. Assim eu fui tornando o beijo mais agressivo, eu tinha sede da pele dela.
– Nathaniel... Acho melhor pararmos de brincar. – eu a ouvi, mas não assimilei bem o que ela disse primeiramente.
– Brincar? – eu perguntei no intervalo entre um beijo e outro no pescoço dela. A minha voz mostrava claramente minhas intenções.
– É... A música já acabou... – ela continuou.
Eu sorri contra a pele dela enquanto segurava forte na sua cama. Eu havia pensado que a Amy estava me seduzindo. O que doze dias sem sexo não poderiam fazer comigo?! – Me desculpa Am. – eu disse e saí de cima dela. Eu estava saindo de cima da cama dela quando ela segurou meu braço.
– Deita do meu lado? – eu não achava uma boa idéia. Era difícil estar junto com ela, deitado ao lado dela então... Seria ainda mais difícil me controlar.
– Eu não acho que seja uma boa idéia. – eu afirmei.
– Por quê? – a voz dela era fraca, a expressão do rosto dela era muito linda.
– Por que... – Eu tentava escolher as palavras. Eu não podia dizer que eu estava a doze dias em jejum sexual por causa dela, que eu estava excitado naquele momento por causa dela, e que era difícil respeitá-la dessa forma. –... Eu estou carente, lembra? – foi a melhor frase em que consegui pensar. E não era mentira. Eu estava carente de sexo. E eu... Pela primeira vez, não queria estar com uma garota qualquer. Eu sabia que só me satisfaria se fosse com ela e eu só queria se fosse com ela, por que eu a amava.
Ela se levantou na cama, ficando de joelhos e me abraçou. A cabeça dela estava encostada no meu peito e os braços dela me envolviam pela cintura. — Ajuda se eu te segurar e não te soltar mais? – ela era tão doce... Eu senti algo comprimindo meu peito com aquele abraço, o estranho é que não era algo ruim.
– Eu estou ouvindo o seu coração bater… Ele bate rápido. – ela lembrou as palavras que eu havia dito a ela no nosso abraço do parque. Eu beijei a cabeça dela e depois desprendi os seus braços da minha cintura segurando levemente as mãos dela e me ajoelhando no chão olhando nos seus olhos.
– Eu te amo, Amy. – Eu senti necessidade de dizer... Era a mais pura verdade. Eu a amava tanto que me surpreendia mais a cada dia. Eu estava obcecado por ela. A presença dela me deixava agitado, eu sentia a todo o momento vontade de beijá-la, de abraçá-la, de dizer palavras amorosas que eu nunca diria antes para ninguém, de protegê-la e cuidar dela. Eu estava louco, louco de vontade de tê-la.
Eu esperava ansioso pela resposta dela. De repente, cada segundo parecia um minuto. O tempo não passava. Eu via o que eu sentia nos olhos dela, mas aquilo era novo para mim. Eu não tinha certeza de nada.
– Eu também te amo, Nathaniel... – nunca antes uma frase tinha me deixado tão feliz. Eu aproximei o meu rosto do dela, ela correspondeu. Eu ia beijá-la, sentir o delicioso sabor dos lábios dela de novo, mas ela como sempre me surpreendeu. Não de uma maneira exatamente ruim, mas incômoda. Ela me abraçou. -... Você é o meu melhor amigo. – eu levei um choque muito grande. Eu não pensava direito. O meu corpo pesou e os meus braços que a envolviam cederam consideravelmente. Toda a alegria que eu havia sentido tinha se dissipado. Ela havia entendido à que tipo de amor eu me referia. Ela havia me rejeitado. A única mulher que eu amei de verdade em toda a minha vida, foi a única a me rejeitar em toda a minha existência. Mas eu não conseguiria deixar de amá-la mesmo que eu quisesse. Eu iria conquistá-la, ou pelo o menos tentar. E se ela me queria como amigo...
Eu a virei enquanto me levantava e deitava na cama dela, deitando-a sobre mim e a envolvendo. Eu respirava fundo, o ar parecia faltar.
– Am... Me diz algo sobre você. Algo que ninguém saiba. – Eu acariciava a cabeça dela com a mão direita, brincando com o seu cabelo.
– Algo... Que ninguém saiba? – ela perguntou para si mesma. – Bom... Eu já dancei como louca no meu quarto quando ninguém estava olhando. Não! Espera! Meu melhor amigo me viu. – ela disse divertida. – E você Nathaniel? Me conte algo sobre você. – ela continuou sorrindo.
– Algo sobre mim? – eu pensei um pouco. – Eu já... Chamei a minha melhor amiga de vadia... Eu tenho que pedir desculpas para ela. – mesmo que fosse uma idiotice, eu queria pedir desculpas a ela por causa daquilo. Ela me olhou semicerrado. – Me perdoa? – eu perguntei olhando nos olhos dela. Ela sorriu.
– Eu ouvi quando você disse. – eu me surpreendi. – E eu já tinha te perdoado. – ela disse e puxou os meus braços contra ela, fazendo com que eu a envolvesse mais apertado. Ela não faz idéia do quanto eu gostei daquilo. – Mas... De verdade... O que eu nunca contei para ninguém é que... Uma vez eu saí escondida de casa... – ela sorriu olhando para o nada. –... Meus pais não queriam me deixar ir a uma festa de uma amiga e eu combinei tudo com a Jen, mesmo ela não querendo que eu saísse escondida... A Jen sempre me ajudou. Mas... Eu estava brava com os meus pais e então me embebedei na festa e comecei a dançar descontrolada, como eu estava dançando quando você chegou. – ela estava corada. Eu sorri, ela ficava ainda mais linda envergonhada. – Ninguém mais sabe disso a não ser eu e a Jen. – ela terminou.
– Eu queria estar nessa festa. – eu sorri para ela, que ficou mais envergonhada. – E o meu maior segredo, na verdade, é que eu já passei a noite na cadeia. – ela me olhou surpresa. – Eu fui a uma festa com uns amigos e bebi até não poder mais. Eu ainda era menor de idade, mas, diferente de você, eu não tenho sorte. – ela sorriu com o comentário.
– Sempre a bebida. – ela descontraiu.
– E mesmo bêbado eu dirigi o carro de um amigo, já que ele estava pior do que eu. E eu acabei quase me envolvendo em um acidente. Por sorte eu consegui desviar antes que um carro nos atingisse. – me lembrei do que aconteceu a seguir. – Meu pai me deixou passar a noite na cadeia, já que... Eu também tinha ido à festa contra a vontade dele, assim como você. E ele também me deu uma bronca depois disso. Eu também nunca me esqueci da preocupação da minha mãe quando cheguei em casa. – eu sorri me lembrando.
– Eu queria poder ter te dito para não ir a essa festa... Queria poder ter ajudado. – a preocupação dela me deixava muito feliz. E ela não sabia, mas só a companhia dela me ajudava.
– Você já me ajuda muito Am. Nem todos têm o privilégio da companhia de uma garota como você. – era muito bom estar com ela daquela forma, ou de qualquer forma.
– Uma garota como eu? – ela parecia confusa.
– É... Inteligente, linda, divertida, educada, meiga e... Sexy. – eu disse a última palavra de maneira mais divertida.
– Eu... Sexy? – ela estava surpresa.
– Você não se acha sexy? Não pareceu quando você estava dançando. – eu sorri malicioso.
– Não, não acho. – ela estava cada vez mais corada.
– Eu não sei se tem como dizer uma coisa dessas com todo o respeito... Mas, com todo o respeito Am... Você é muito sexy. – eu não queria envergonhá-la, mas parecia que eu estava deixando-a ainda mais corada.
– Obrigada, eu acho. – ela continuava envergonhada.
– Não tem que me agradecer. – eu beijei a cabeça dela.
Conversamos durante um tempo.
– Eu acho que já vou para casa. – eu disse. – Teremos que sair outro dia. – eu permanecia deitado na cama dela com ela sobre o meu corpo.
Ela sorriu. – É, parece que sim.
– Justo hoje que eu tinha pedido permissão... – eu queria dizer a ela que eu tinha pedido a permissão do pai dela para levá-la para sair, queria ver como ela reagiria.
– Como? – ela perguntou confusa.
– Eu pedi permissão para o seu pai para te levar para sair. – eu disse com um grande sorriso nos lábios.
– Pediu... Para o meu pai? – ela se sentou rapidamente na cama, me olhando surpresa.
– Sim. – eu sorri ainda mais largo.
Ela me abraçou muito forte, me fazendo cair na cama dela com ela em cima de mim devido ao impacto. Ela parecia muito feliz, tanto quanto eu depois de ver o sorriso dela. Ela se ergueu devagar e ficou com os braços e as pernas ao redor do meu corpo... Tão sexy. Ela aproximou o rosto dela do meu, íamos nos beijar. Mas minha doce futura sogra apareceu...
– Filha, eu... – era a mãe da Am. – Nossa! Desculpem-me por interromper... – muito gentil, a minha futura sogra foi fechar a porta para nos deixar a sós.
– Não mãe, a senhora não interrompeu. O Nathaniel já estava de saída. – a Amy disse apavorada. Eu tive que sorrir vendo o rosto envergonhado dela.
– Adeus Sra. Hansen. – eu disse sorrindo enquanto era puxado pela Am para fora do quarto dela pelo braço.
– Adeus Nathaniel. – minha futura sogra respondeu e sorriu divertida.
Descemos a escada correndo e saímos da casa da Am.
– Me desculpa. – ela disse enquanto saíamos da casa dela.
– Tudo bem. Eu que peço desculpas. – disse sorrindo. A expressão dela ainda me divertia.
– Sempre a minha mãe. – ela lamentou revirando os olhos.
– Eu gosto da sua mãe. – era verdade.
– Eu também, só queria que ela fosse mais... – ela pensou um pouco. – Discreta. – concluiu.
– Ela conseguiu criar uma filha perfeita sendo da maneira que ela é... Então acho que... – eu não pude terminar... Uma garota veio correndo na minha direção e se jogou nos meus braços. Em primeiro momento eu me surpreendi, mas depois notei quem me abraçava.
– Nate! – era a Cheryl. Fazia muito tempo que eu não a via.
P.O.V. Amy
– Cheryl?! Há quanto tempo! – o Nathaniel a abraçou erguendo-a do chão e me deixando parada lá olhando para eles. Ele parecia muito feliz em revê-la. Admito... Eu estava com ciúme.
– Muito tempo, não é gostoso?! – a Cheryl disse quando ele a soltou. Eu nunca entendi bem a relação deles, que para mim, era bem estranha. Ela parecia ainda mais apaixonada pelo Nathaniel do que há três anos parecia. – Você está ainda mais delicioso que três anos atrás. – ela disse com humor logo mordendo o lábio inferior. O Nathaniel esboçou um sorriso divertido. Eu realmente não entendia. – E quem é essa garota?! – ela perguntou ao Nathaniel sorrindo olhando para mim. – É sua nova namorada? – ela falou baixo e sorriu maliciosa, logo dizendo algo perto do ouvido do Nathaniel enquanto batia de leve com o cotovelo em seu braço.
– Não se lembra de mim? – eu perguntei sorrindo sem humor. Era engraçado ela não se lembrar de uma pessoa que torturou durante tanto tempo.
– Eu deveria? – ela perguntou confusa olhando para o Nathaniel.
– Não se lembra da Amy, Cheryl? – era a vez do Nathaniel de perguntar.
– Eu... — ela pensou por um momento. -... Acho que não. A única Amy que eu me lembro é a... – ela parou por um momento me observando admirada. -... Hansen?! – ela se jogou em mim como tinha se jogado no Nathaniel. Aquilo me surpreendeu... Cheryl Collins, a prima paterna do Nathaniel, que me torturava junto com ele há três anos me chamando de “senhorita perfeita”, agora me abraçava. – Nossa Amy! Como você mudou! – ela disse me observando de cima a baixo. – E... Por favor, me perdoe pelo modo como eu te tratava no passado... Você não merecia aquilo. – ela parecia arrependida.
– Tudo bem. – foi tudo o que eu disse.
– Bom... Já que eu já interrompi o clima entre vocês eu acho que não tem muito problema se eu roubar o meu primo por um momento, não é? – clima?
– Não tinha clima nenhum. – eu falei rápido. O nathaniel sorriu olhando para baixo com uma expressão estranha.
– É... – ele olhou fundo nos meus olhos de uma maneira diferente. -... Não tinha clima nenhum. – ele parecia decepcionado. Ele me deu um beijo no rosto e depois me abraçou. Eu segurei forte na camisa dele por algum motivo, acho que a presença da Cheryl me deixava apreensiva já que ela me lembrava o que havia acontecido há quatro anos... A primeira vez que o Nathaniel brincou com meus sentimentos.
– E depois dizem que não tinha clima nenhum. – ela sorriu convencida olhando para nós, que ainda estávamos abraçados. Eu me soltei do Nathaniel rapidamente.
– É só por uma noite, está bem Amy? Eu preciso falar com esse gostoso aí. – ela sorriu olhando para o Nathaniel. — Amanhã vocês namoram à vontade. – ela disse o puxando pelo braço. Eu não tive tempo de responder.
Eu tinha que admitir... A volta da Cheryl me deixava nervosa. Mesmo que eles fossem primos, eu tinha ciúme da Cheryl.
Notas finais
Bom, espero que a resposta seja sim. *-*
Espero por reviews, ok? Quero saber o que acharam. ^^
Então... Beijos!
Dica mais do que perfeita: https://www.fanfiction.com.br/historia/222258/Te_Beijar_Ou_Te_Matar/ageconsent_ok
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