Que Droga, Stoll! - Coleção LDC
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Outra deles crianças, como eu amo escrever esse tipo de one ♥
Ele estava conseguindo! Quase no topo! Vamos, Travis, você consegue!
Um escorregão. A queda.Não foi dessa vez que Travis Stoll subiu ao topo da parede de escalada.- Ah! — Gritou ao sentir o impacto, caindo sobre o braço direito. — Socorro!- Droga, Travis! — Connor virou o rosto na hora em que viu a fratura exposta, aquilo era nojento! — Quíron! Quíron! — O centauro chegou trotando e abriu espaço entre os campistas que viam o filho de Hermes se retorcer no chão e chorar de dor, próximos dele apenas dois filhos de Apolo tentavam mover seu braço, tirando ainda mais lágrimas de seu rosto. E uma filha de Deméter, a pequena Katie Gardner, que, de olhos fechados para não ver o ferimento, acariciava seus cabelos e sussurrava que tudo ficaria bem.O centauro afastou os curiosos e numa maca levaram o Stoll para a enfermaria, onde espalharam gases ensopadas em néctar pelo braço do rapaz.- Katie, pode dar ambrosia para ele? — A garotinha assentiu correndo até o armário e pegando com uma concha uma boa porção do alimento divino pondo em uma tigela, pescou uma colher de um pote na estante de carvalho e tentava dar colheres da comida, mas Travis tinha os dentes cerrados de dor e sua mão tremia de nervosismo.- Stoll! Abra a boca! — Sua voz fina não ajudava nara ela demonstrar-se brava. — Quíron, ele não quer comer! — Estava apavorada, era muito sangue naquelas gases!- Acalme-se, Katie, ele só está com dor, dê aos poucos. — O centauro conseguiarircom Travis naquele estado?- Mas isso vaitirara dor! — Agora dirigiu-se ao menino que suava frio. — Travis Stoll ou você abre essa boca ou vou quebrar todos os seus dentes pra fazer essa ambrosia entrar aí! — Quíron riu trocando as gases, fazendo Travis soltar um grito, que foi abafado com a colher generosa de ambrosia que Katie depositou guela abaixo. — Obrigada, Quíron.- Travis, come isso! — Agora era mais Connor para o coro da preocupação.- Acho melhor comer tudo, rapazinho, seu irmão e Katie não parecem dispostos a te deixar descansar. — Acariciou os cabelos do pequeno e dos outros dois saíndo da enfermaria.- Vamos, Trav, coma... — Katie largara a colher no prato e acariciava os cabelos suados do menino, que arfava.- Dói... — Gemeu.- Eu sei, mas você tem que comer isso, pra melhorar! — Ela enfiou mais uma colherada pela boca dele, que resmungou de dor. — Connor, ajeite i travesseiro dele. — O pequeno fez isso, mas estava verde pela quantidade de sangue. — Pode ir lá fora, eu cuido dele. — Mas Katie também não conseguia olhar para o ferimento, tinha sangue e algo... Verde?- Kay... — Falou com os olhos quase fechando.- Eu sei, você me odeia, se você morrer não é pra mexer nas suas coisas. Stoll, você diz isso toda vez que corta o dedo. — Ele riu fraco e a sua cabeça tombou antes de dormir.Katie fez um muxoxo, era muito pequena pra tudo isso, todo esse sangue e... o negócio verde. Ela tinha só oito anos! Mas já se comportava como uma adulta rabugenta, de acordo com o Stoll. Abriu a boca dele com a colher jogando mais ambrosia lá dentro. Ele teria que melhorar, nem que pra isso ela precisasse dar toda a ambrosia do acampamento pra ele.Suspirou e olhou para o rosto adormecido do pequeno, ele podia ser insuportavelmente irritante, mas ainda era seu amigo. Seu único e melhor amigo.
Notas finais
Já estou começando a ser perdoada por ter ficado todo esse tempo sem postar?
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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