Quase sem querer
21 Capítulo 21
Notas iniciais
P.O.V de Leco:
Quando eu vi a Laura chegando com um mauricinho filho da puta minha vontade era de mata-lo ali mesmo. Mas me contive. Caralho, aquela patricinha gostosa era pior que cocaína. Nunca, em toda a minha vida eu pensei antes de matar.
Vi eles marcando para ele vim busca-la para passar un tempo sozinho.
Meu pau que eles vão passar um tempo sozinhos.
Fiquei o resto da tarde na portaria e vi quando ele estava chegando.
–Agulha, deixa esse ai comigo-falei pegando minha arma.
Quando ele foi chegando pulei em sua frente. Podia ver que ele tava cagado de medo.
–Cara eu não quero confusão, só tô esperando a Laura.
Ri dele.
–Ouviu isso agulha, ele não quer confusão.-o agulha, que estava ao meu lado, riu- Mas eu quero confusão.-Falei ameaçador.
Ele estava quase chorando. Como a Laura podia namorar com um bixona como aquele?
–Aqui é o meu território, eu mando, entendeu seu filho da puta.
–Não xinga minha mãe...
–Ou então o quê? Vai me bater- disse apontando a arma para ele.
Ele estava paralisado, destravei a arma e continuei apontando para ele.
–Cara eu não te fiz nada, porque você tá implicando comigo?
–Eu não estou implicando com você, EU NÃO IMPLICO COM NINGUÉM, CACETE. Se eu tenho um problema com alguém eu o mato e pronto. Fim da confusão.
–Desculpa cara, eu não queria te ofender.
–Eu também não queria te matar, mas vou fazer isso.
Mirei a arma bem na cabeça dele.
–Se você me matar a Laura vai pirar, ele vai te odiar.
–Eu não tô nem aí.-o que é uma mentira, já que eu estava fazendo tudo isso por ela. Ele tinha razão, se eu o matasse a Laura nunca mas iria olhar em minha cara. O que está acontecendo comigo, o fodão e gostoso do Leco pensando antes de matar por causa de uma garota?
–Vou te dá só um aviso seu FILHO DA PUTA, eu vou te deixar vivo, mas sua cara me dá nojo- cuspi na cara dele- não quero mas te ver no meu morro, se eu te ver aqui eu te mato.-ele começou a sair.-VOLTA AQUI- ele voltou devagar- eu já mandei você ir? Eu acho que não.
Fui na direção dele e lhe dei um murro, continuei batendo até que ele já estivesse com hematomas o suficiente e dei dois chutes em sua costela. Quis fazer algo básico para ele se lembrar de mim. Queria continuar a torturar ele, mas se eu continuar não vou conseguir para até matar. E a Laura me mataria em seguida.
–Pode ir agora mauricinho.
Ele saiu cambaleando e chorando. Homem que chora não deve ser chamado de homem. Mas é um gay fodido da porra.
–Se alguém abrir a boca sobre o que aconteceu aqui pra Laura, pode se considerar morto. OUVIRAM BEM!
Todos que tinham vindo ver o meu momento tortura confirmaram, eu podia ver o medo em seus olhos.
Eu sabia que o Caio podia contar pra Laura, mas tinha uma chance de ele não querer mostrar a ela o quão idiota é.
Fui pra casa tomei um banho e sair de carro. Passei pela ONG e vi a Laura com o Vitor. Dei uma carona para eles e a Laura começou a me acusar de coisas que eu tinha feito. Até que ela falou da Sol, que ela ainda tinha hematomas e saiu do meu carro batendo a porta.
–Maluca.
–Qual foi chefe?
–A Laura que me acusou de ter deixado a amiguinha dela cheia de "hematomas". Mas eu só dei um tapa nela.
–Chefe aquela loirinha tem cara de louca.
–Vou ter que fazer uma visitinha para ela.
Mulheres.
–Olha só chefe, carne nova no pedaço.
Ele apontou pra um gostosa de saia. Ela tinha um bundão e estava com uma saia bem curtinha que mostrava quase tudo. Delícia.
–Já comi essa, ela é mó arrombada. Vai lá e ataca fera, mostra que esse teu brinquedinho funcionar.
–Falou chefe.
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