Quase isso...
2 O Pênis Alaranjado do Mikey.
Notas iniciais
Capitulo 2
_Qual das duas divas usa bronzeador?- diz Mikey saindo do banheiro com uma toalha enrolada nas pernas.
_Eu uso, por que?- diz Daniel, fazendo uma face de confuso, segurando uma caneca, com café.
_Descabelei o palhaço com ele ontem!- diz Mikey tirando a toalha...
_Por que, que você não leu a embalagem?- diz Daniel, sorrindo muito.
Eu sorrio.
_Porque eu estava meio bêbado.
_O que?- eu e Daniel falamos sorrindo.
_O bichão aqui está laranja.- diz Mikey tirando a toalha e nos mostrando seu pênis alaranjado.
Eu e Daniel quase tivemos um ataque de risos.
_Olha isso meu Deus!!- Daniel diz.
_Haa! Não.- digo.
_Quem diria que isto iria acontecer com você!- Daniel diz- Eu nem sabia que podia mudar de cor.
Eu tenho um ataque de tosse.
_Seu pinto parece uma girafa triste...- digo.
_Parece um cone de trânsito. – diz Daniel, levando sua caneca de café até sua boca.
_Chega!! Deu.- Mikey diz, enquanto coloca a toalha sobre suas partes intimas.
_Tá parecendo um bolo de mexerica com chocolate.- diz Daniel.
_Tá me tirando?
_Parece o Visconde de Sabugosa cansado.- digo.
_ Tá tão estiloso que parece uma abelha usando um gorro.- diz Daniel, levando a caneca de café até sua boca, após tomar um gole, vem uma risada, e ele cospe tudo.
_Tá, Tá, já chega, o que aconteceu com vocês dois ontem a noite?
_Vai se vestir, ai vamos para o Café, e lá conversamos.- digo, enquanto levanto do sofá.
...
_Eu surtei e fui embora, não sabia o que fazer.- digo.
_Ela paga as próprias contas, assim, é o pão de cada dia dela, roubou uma prostituta.- diz Mikey.
_Eu não roubei nenhuma...- uma mulher vem nos servir...-ela.
_Roubou sim, roubou uma prostituta, você é um Robin Hood sexual.- diz Daniel.
_Eu não roubei ela. E, e se é o problema, porque todo o resto dela é perfeito, ela é inteligente, ela é engraçada, ela é... o tipo de garota que eu namoraria.- digo, olhando fixamente para frente.
_Se ela não transasse com vários caras por dinheiro, né.- diz Mikey.
_É.
_É, isso é a única coisa que impediu esse relacionamento.
Mikey sorri.
_Ha! Vão se foder.
Os dois sorriem.
_Você ficou amigo daquela menina Mikey? A de óculos?- digo.
_Não! Consegue fazer isso tão rápido assim?
_Você tem que fazer ela dar risada! Criar um laço.
_É mesmo.- diz Daniel.
_Vai, dá seu celular ai.-digo.
_Dá o celular.- Daniel, ajuda.
_Não!
_...vivemos ne um mundo extremamente eficiente.- diz Daniel, movendo o garfo para um lado e para o outro.
_Se você não fizer isso, outro cara pode estar fazendo isso agora mesmo. -digo.
_ Olha...ontem a noite foi muito bom, tá eu me diverti, e vocês foram de mais. Tá, obrigado.
Mas eu vou ligar para a Vera, porque a gente tem que resolver... algumas coisas. -diz ele, mexendo no celular.
_Nããão! Péssima ideia!
_Você vai mesmo fazer isso?- digo.
_Você se divertiu tanto ontem à noite.
_É.- digo, me retorcendo na cadeira.
_Nossa!- diz Mikey, olhando espantado para o celular.
_O que?- diz Daniel
_Ela...ela mudou.
_O que? Do que... do que, que você está falando?- Daniel repete.
Mikey olha para Daniel, e volta a encarar o celular com as sobrancelhas curvadas.
_Hã... a Vera... estava escrito casada, e agora...não... e agora não está nada.
Daniel olha para ele, depois para mim, eu olho para Daniel, depois nós dois olhamos para Mikey. Ele fica olhando para a mesa, e começa a escorrer lagrimas de seu olho direito.
_Casei com uma mulher inteligente. Casei com a mulher certa. Não é?- ele nos olha, como se esperasse uma resposta, mas já sabia qual seria.- Fui para uma faculdade de medicina depois do colegial, eu fiz o que tinha que fazer... Segui o roteiro. Ele nos olha, confuso.
_Vai ver o roteiro dela era outro.- digo.
_Era o mesmo roteiro.- diz ele.
_O mesmo roteiro? Você precisa de mais experiência com roteiros.- diz Daniel
_Talvez a gente devesse te ajudar a fazer um roteiro melhor.- digo.
_Olha só... eu não preciso disso, eu tenho que ligar para a Vera e tenho que resolver tudo isso sozinho.- diz ele pegando o celular.
_Não. Mikey.- digo.
_Eu vou ligar para ela e resolver tudo isso...
_Mikey espera.- digo.
_...eu tenho que ligar para ela.
_Mikey, para. Me mata ver você assim.
_É. Escuta cara! Essa é a nossa chance de se divertir.- diz Daniel.
_ Isso tem haver com todos nós cara! Eu acho que é uma chance da gente continuar junto.- digo.
_Quando vamos ser independentes? Aos trinta vamos ter filhos, vamos ter uma vida chata, então a hora de curtir é agora.- diz Daniel.
Nós olhamos para Mikey, ele está sério. E respirando fundo.
_Eu não sei...
_A gente vai ficar solteiro igual à você.- digo.
_Vamos ficar solteiros com você.- acrescenta Daniel.
_A gente vai manter a noite passada viva o máximo que for possível.
_Ninguém aqui começa um namoro.
_É, e ninguém muda o status.- digo- combinado?
_Eu estou dentro!- diz Daniel, levantando sua caneca de café.
_ Eu estou dentro!- repito. Olhamos para ele.
_Vamos lá!!- Daniel interage.
_Vai!!
_VAMOS LÁ!!- Daniel grita.
_Amigo.- digo.
_Mikey... você está dentro?
Ele retorce a boca e diz: _ Demorou! Eu estou dentro.
Sorrimos e brindamos com nossos cafés.
_Caramba! Olha que gata ali...- diz Daniel.
...
Entro na sala de apresentações, segurando uma placa de exemplo, de uma capa de livros... Daniel vem logo atrás...
_Hã... olha quem vem ai...- diz Fredd.
_Hã... Oi.- digo.
_Ainda bem que vieram.- ele repete.
_É...- digo.
_ Olha gente, eu estou bem animado com está capa.- Daniel diz.
_Hã... vamos lá.- digo, enquanto coloco a placa em um apoio para todos a verem.
_Muito bem...- diz Fredd.
Daniel se senta, eu me sento na cadeira logo a seu lado. Olho para frente, para o lado de minha chefe... e ... vejo a garota... a tal ‘prostituta’, ela está me olhando, com um olhar metralhador.
_Então...Pessoal...Como estão?- digo com a garganta seca.
Ela continua me olhando...
_Beleza!- diz o Fredd.
Ela me olha, balança a cabeça, e sorri. O tipo de sorriso que sua mãe dá após você fazer uma coisa errada na frente das visitas. Aquele olhar que diz ‘’ depois nós ‘conversamos’’. Daniel, há encara. Ele ainda não sabe que é ela a tal prostituta.
_Então... vocês... querem falar um pouco sobre a abordagem nesta capa?- diz nossa chefe.
Eu escrevo ‘’PROSTITUTA’’ em um bloquinho de papel com uma flecha apontando para a garota. Daniel olha e fica inquieto.
_É... eu adoraria uma explicação. –diz ela, frangindo as sobrancelhas e balançando a cabeça positivamente.
Daniel me olha... e morde os lábios... Eu olho para o desenho...
_Hã... ela é...ela é o que é...- digo.
_Ela é o que é? Falamos isso quando recebemos uma multa.- diz uma mulher, no fundo da sala.
Daniel sorri, aquele tipo de sorriso, que diz ’eu não queria estar na sua pele, mas... já passei por isso’.
_É... eu sei.- digo.
_Me parece que esse cara quer fugir. – diz a garota, fazendo uma cara de deboche.
_Ele quer é?- diz Daniel.
_E queremos que ele fique, é a fantasia dos homens dessa cidade.- diz a mulher do fundo.
_Parece que ela vai levar ele para casa... confiar nele. E depois de dormirem juntos, ele prova ser um grande imbecil e não fica com ela por algumas horas.- diz ela, dando a volta na mesa e vindo em minha direção.- Então me diz... Jason, por que o cara não ficaria? Hum?
_Senhorita Zusak, eu poderia ir conversar com a moça lá fora?- digo.
_Claro!
...
Vamos para a biblioteca que tem no prédio onde eu trabalho. Sentamos ao redor de uma das mesas que tem lá, as luzes dos abajures que estão em cima da mesa são tão forte que refletem em seus olhos verdes que dão uma impressão que lá dentro tem um arco-íris. Coloco minhas mão sobre a mesa e digo:
_Pensei que fosse uma prostituta.
Ela fica parada, me olhando com sua má postura, e seu cabelo desta vez está solto, ao mesmo tempo que são cacheados, são lisos, isso é impressionante. Ela está com uma saia social vermelha, sapatos de salto alto, pretos, e uma blusa preta de manga comprida. Parece que em qualquer outra mulher este estilo ficaria sem graça, ela, em exceção.
_O quê? – pergunta ela, com uma face de que gostaria de rir. Mas não sorri.
_Prostituta! – digo, em um som alto e claro o suficiente para ela ouvir.
_Por que? – interroga ela, agora, com uma cara de quem está confusa. Ela arregala os olhos.
_Porque eu vi os sinais.- digo.
_Mas que sinais?- pergunta, ainda com os olhos arregalados.
_Estava com bota de prostituta...
_Muita gente usa.
Retorço meu rosto, e digo:
_Vi um monte de camisinha.
_Talvez estivessem lá porque eu não faço muito sexo!!...- diz ela, tentando gritar, mas não grita.
_Então! Achei que era um sinal de prostituta.
Ela retorce o rosto.
_O que? Um sinal de prostituta?
_E, aquele ‘ A História do Ouro’?
_Foi uma pesquisa para um livro.
_Tinha uns envelopes cheios de dinheiro.- digo, cruzando os braços.
_Eu pago meu aluguel em dinheiro para não cobrarem impostos. Huuuuum! A quanto tempo você mora em Nova York , Huuuum?
_Não o suficiente...- digo com uma face de espanto.
_É! – diz ela se levantando discretamente da cadeira do outro lado da mesa.
_Espera... eu posso te compensar?- digo, levantando a mão- deixa eu te compensar.
Ela se vira, e olha para mim. Levanto as sobrancelhas...
_Você quer me compensar?- pergunta, se escorando em outra mesa.
Eu levanto.
_Posso?
_Eu não sei...- ela chega perto de mim, e abaixa a cabeça- fica com meu telefone...
Ela anota o telefone, em um bloquinho de papel, rasga uma folha, e me entrega...
_...E... talvez posa.- ela arruma a postura, e me encara.
Eu sorrio, ela sorri, e desvia discretamente o olhar.
E sai pela porta da biblioteca.
Sorrio, e olho para o papel que ela me entregou...
‘’Vai se foder’’. Estava escrito.
Sorrio mais ainda.
...
_É, cara, todo mundo sabe que não pode chamar uma garota de prostituta. Até prostitutas odeiam ser chamadas assim.- me aconselha Daniel.
Mikey sorri.
Estamos andando...
_Eu vou me aproximar da Espn! — digo.
_Não, não vai. Não vai não- diz Daniel, rindo.
_Eu vou até colocar ela na listinha.
_Perai! Listinha?- pergunta Mikey.
_É! Listinha é um grupo de meninas que você fica mais não pode mandar a mensagem errada.- explica Daniel.
_E qual seria?
_Que quer namorar uma delas.- digo, enquanto levo minha caneca de café até a boca.
_Voce tem que começar a fazer a listinha.- diz Daniel para Mikey- vai ajudar a melhorar um pouco a transição.
_Nããã...não. eu não preciso de listinha.
_Precisa sim!- diz Daniel.
_Haaa! Eu não consigo manter uma mulher, por que eu iria querer um monte delas?
_Fica com uma delas por pouco tempo e depois solta ela de novo para o mundo!!
_Como caras de faculdade!- acrescento.
_É.
_Pensa na Listinha, como um rejuvenescimento físico.
_Muito físico.- acrescenta Daniel.
_E espiritual da... alma masculina. -digo.
_É, que está na cara que vocês não tem. -diz Mikey.
_Pensa em um spar. –digo.
_Spar... para o seu pau.- acrescenta Daniel.
_É, seria um spau. –digo.
_É... Voce só tem que valorizar alguma qualidade que ela tenha.
_Huuuuum! –sussurra Mikey.
_Mulheres amam valorização. –digo.
_Vocês são idiotas! –afirma Mikey.
_Você é idiota. –diz Daniel.
...
Decido fazer um HQ, para a Espn! Pedindo desculpas...
Mando pelo correio.
...
Ela me liga, evidentemente, meu número estava na caixa do HQ. Marcamos de ir tomar um café, hoje mesmo. Vou na casa dela, e nós dois saímos para tomar um café, em uma noite de inverno.
...
_Foi realmente um mal intendido. – digo.
_Que tipo de mulher eu seria se uma hora eu não achasse engraçado? – pergunta ela, sentada na cadeira de uma cafeteria. Com seus ombros curvados.
_Você seria... provavelmente como qualquer outra mulher.
Ela dá risada.
_...Eu acho...- acrescento.
Ela continua sorrindo.
_E... eu sinto muito mesmo. -digo.
_ Mas eu não sou como qualquer outra mulher? — pergunta ela, levando o café até seus finos e suaves lábios.
_Não. –digo, antes que o café chegue em seus lábios.
Ela me olha assopra a fumaça do café, dá um sorriso, e diz:
_Huuuum!- sorrindo.
_Não, acho que não. –repito.
...
_E então, eu desenvolvi meu próprio estilo. –digo.
_E, agora você... -diz ela.
_Faço capas de livros. –eu a interrompo- entre outras coisas.
_Faz pessoas acreditarem em algo o suficiente para quererem comprar. – diz ela, com um olhar inofensivo.
_Eu faço as pessoas acreditarem na superfície, fazer exatamente aquilo que seus pais pediram para não fazer. –digo.
_Julgar o livro pela capa! –diz ela abrindo um sorriso.
_Exatamente. –digo, sorrindo.
_Uauu. Mas não podia fazer. –ela sussurra.
_Viu, eu fui encorajado.
Ela sorri.
_Um outro exemplo de criação normal e horrível. –digo.
Ela continua sorrindo.
_Espera, o trabalho que você tem agora, é o que você quer mesmo fazer?
_Quer saber... é divertido, mas dizer que eu o amo... –faço uma face de deboche.
_Não o ama.
_Não.
_Não quer amar alguma coisa? –ela pergunta.
Eu a olho por um tempo, e me perco em seus olhos...
_...e você? Ama o que faz? – ignoro a pergunta dela.
_Eu comecei uma nova serie de leitores, os autores vão e podem falar sobre o trabalho deles.
_Incrível. – digo.
_É, é legal. –diz ela, abrindo um sorriso.
_E as pessoas vão? – pergunto.
Ela cessa rapidamente o sorriso e diz:
_Não!
_Não? – começo a sorrir.
_Não...não... mas...não, tudo bem...eu achei que se continuasse fazendo isso, poderia ser uma coisa muito incrível.
Nós começamos a sorrir.
_Você... deveria ir a uma delas se estiver por perto.
_Ha! Será? É que eu fico com medo de ser o único.
Ela sorri, o tipo de sorriso que diz ‘essa foi boa, mas vou me vingar’... no final da risada ela faz um barulhinho de porco, eu sorrio.
_Desculpa... –diz ela ainda sorrindo.
Eu tomo um gole do meu café.
_Foi uma risada estranha! –diz ela, colocando uma mecha de seus cabelos atrás da orelha.
Eu começo a sorrir mais.
...
Decidimos sair para andar um pouco.
_Esse é meu lugar preferido na cidade. –diz ela.
_É!
Ela sorri.
Eu sorrio.
_Eu sei que... eu romantizo a ideia, mas... fala sério... isso é um sonho meu, ter a chave do parque Glands.
Eu a olho, ela está olhando fixamente para os portões do parque, quase abrindo um sorriso. Está de boca meio aberta.
_O charme de Nova York é que você é rodeado por coisas que não pode ter. –digo.
Ela fecha a boca, pisca umas duas vezes, e olha para mim...
_O charme de Nova York é que ela te faz achar que pode tê-las. –ela me olha.
Eu a encaro.
Ela me encara.
Eu me aproximo...
Me aproximo mais...
_Sabe... eu adoraria olhar por dentro antes de comprar. –diz ela. Virando o rosto para a casa do lado do parque.
_Eu também. –digo -mas enquanto isso, a gente podia ir para a minha casa, na verdade ela é bem parecida, a diferença é...tudo que tem lá dentro.
Ela sorri.
_Eu tenho que ir para casa.
_Tá bom. Então vamos para a sua casa, você é uma ótima negociadora. –digo sorrindo.
_Esse tipo de coisa sai fácil da sua boca, não é?
_Só estou tentando te fazer rir. –digo.
Ela me dá um beijo na bochecha esquerda.
Me encara, e passa pela minha frente. Indo embora.
Eu fico parado, a seguindo com meus olhos.
_Não gosto de como está dando certo. –ela diz.
Viro para trás e vou embora.
...
Ligo para o Mikey...
_E ai? Tá em casa?
_Não, estou no hospital, e você?
_Eu estou indo para casa. –digo.
_Beleza! E ai? Como que foi?
_Foi incrível cara! Ela é incrível.
_Então ela vai para casa com você?
_Não exatamente. –digo enquanto pego a chave de casa, e abro a porta.
...
Ligo para a Rose...
Tocam a campainha... meia hora depois...
_Oi –digo
_Depois da meia noite não, sério? –diz ela.
_Eu não conseguia dormir. –digo, estendendo a mão para pegar as cervejas que ela trouxe.
_Huuuum.
_Que bom te ver. –digo.
_Haam!
Ela entra, e me deixa em pé na porta, vai para meu quarto, eu guardo as cervejas e vou atrás dela.
...
Amanheceu.
Ela está de quatro em meu colchão no chão, está com uma blusa grande, que está caída em seu ombro direito, uma blusa cinza. Eu estou encima dela, fazendo um movimento consecutivo com minha cintura, o cabelo dela está caído todo de lado, ela está com a respiração ofegante, eu estou com a respiração ofegante... Ela está gemendo... um gemido inocente, isso me excita cada vez mais.
_Então... Jason, aonde isso vai dar? –diz ela com a respiração ofegante.
Estou beijando sua orelha direita.
_Merda. –falo, em voz bem baixa.
_Olha, eu... olha...-coloco minha mão direita em seu seio direito, o apalpo, diminuindo cada vez mais o movimento da minha cintura, minha mão apalpa o seu seio direito com a mesma velocidade que estou usando para movimentar minha cintura...agora — ...eu acho que você é uma menina incrível, e se eu estivesse em um outro momento da minha vida...talvez, mas, agora você sabe que eu não estou querendo nada sério. –digo, diminuindo a velocidade cada vez mais... retiro minha mão de seu seio, e me apoio com ela no colchão.
_É, é, é, assim que parar de ser divertido para um de nós. –diz ela, se mexendo para frente e para trás lentamente... eu a acompanho.
Mikey abre a porta do quarto rapidamente, gritando:
_Ei! Jason! Como que foi com a prostituta!?
Rose fica parada de quatro. Eu fico de joelhos atrás dela.
_Me chamou de prostituta? –pergunta ela, apontando para si mesma...
Mikey faz uma face de confuso.
_Nãã...não... é que... eu quis dizer a outra...é...é acho que acabei de falar bobagem.
_Você acha?
Eu continuo de joelhos atrás dela... uma mão segurando seus quadris, e a outra coloco sobre minha testa.
_Sim!
Mikey fica parado na porta, segurando a maçaneta, olhando para nós com uma face de confuso, franzindo as sobrancelhas.
_Ei Mikey! –digo.
_Huuuuum! –sussurra ela.
Mikey fica nos olhando e balançando a cabeça positivamente...
_Mikey!! –digo, calmo.
_Haam? –ele pergunta, com uma expressão de que acabou de sair de transe.
_Dá para fechar a porta?
Mikey fecha a porta rapidamente .
_Tá.
Rose se levanta e se veste, sem dizer nada.
Eu não digo nada também.
Ela sai do quarto, batendo a porta.
Saio logo atrás dela... Mikey está fazendo o café.
_Olha, eu queria me desculpar. –diz ele, segurando uma caneca de café.
_Não esquenta! –diz ela colocando seu cabelo para trás.
_Café? –pergunta ele.
_Não, valeu, tenho que correr. –diz ela enquanto veste sua jaqueta. –bom... pelo menos ele oferece.
Ela me olha.
Eu a olho, com as mãos no bolso.
_Eu também ofereço.
_Você nunca ofereceu.
_Sinto muito por tudo que eu falei, que eu estou falando, e que eu possa vir a falar no futuro...? –Pergunta Mikey, franzindo as sobrancelhas.
_Se desculpando... que fofo. –diz ela, indo em direção a porta –gosto mais dele do que de você, anota ai.
_Anota ai, ele é beem melhor que eu. –digo, enquanto a acompanho.
_É verdade. –diz o Mikey.
_Tchau... –diz ela.
Fecho a porta...
Mikey me ataca alguma coisa...
_Então saiu com a...?
_Espn –acrescento.
_E veio para casa transar com a...?
_Rose. –digo, passando a mão em meu peitoral.
_Meu Deus!!
_Eu fiz isso por você... –digo, apontando para ele.
_Fez isso por mim!? – pergunta ele, apontando para si mesmo.
_É!
_Transou com uma mulher linda por mim!?
Ele faz uma face de deboche.
_É! Por você! –digo, enquanto sento-me no sofá.
_Valeu! Obrigado! –diz ele, levantando as mãos para cima.
Eu dou risada.
_Se eu precisar de outra transa pode deixar que eu te aviso. –diz ele.
_Só estou montando minha Listinha cara... a Espn está chegando lá... a Rose hoje me deu ‘um Então’ ...
_Um Então?
_É. Um Então! Quando o assunto é mulher nunca vem nada de bom depois da palavra
‘Então’ ... Então... onde isso vai dar? Então o que é tudo isso? – dou exemplos.
_Você recebeu um Então?
_É, acabei de receber um Então! Então, Então é hora de cair fora... –digo, pegando a caneca de café do Mikey e levando a até minha boca.
_Sempre? –pergunta ele, com uma face de confuso.
_Sempre!
Tomamos café.
_Você é um idiota.
Assento com a cabeça.
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