Quase Sem Querer...

35 Promessas e pressentimentos...


Notas iniciais
Bom, eu meio que adorei escrever esse capitulo... Sei lá, tava inspirada! kkk Eu espero que vocês gostem tanto quanto eu, e por favor nao me matem! Todos os meus movimentos são friamente calculados, sooo.... Eh, eu quero agradecer a todos que vem acompanhando a fic, e eu sinto em dizer que QSQ está chegando proximo a reta final... T__T Porém nao sofram de vespera... Vejamos o que nos aguarda... P.s.: Eu ja disse, pelo menos eu acho que já, que tenho o costume de escrever minhas historias a base de muitissima musica... Esse capitulo em especial irei colocar aqui as musicas que me inspiraram ok? se tiverem um tempinho escutem... sao otimas musicas! ** Slow Dancing In A Burning Room - John Mayer : http://letras.mus.br/john-mayer/576408/ ** Edge of desire - John Mayer : http://letras.mus.br/john-mayer/1581841/ Bem, como de prache, perdoem pelos erros de ortografia, e nos vemos nas notas finais! :** Ps: LittleHotaiembaixo...

– Nunca mais vou te deixar, Elena...

Sinceridade emanava daqueles olhos, acalmando cada músculo tensionado e aliviando a preocupação da morena aos braços de Damon. Elena relaxou e se aconchegou mais no calor vindo do peito do rapaz. Sem muito esforço, ele se levantou com Elena em seus braços e fez o caminho de volta até a casa, passou a escuridão da cozinha e subiu as escadas e assim que chegou ao corredor se dirigiu para o quarto de Elena, fechando a porta atrás de si com o pé.

Damon colocou Elena delicadamente sobre sua cama. Ela estava encolhida em uma posição fetal e defensiva, seus olhos estavam quase que totalmente cobertos pela cortina de cabelos chocolates, mais ainda era possível ver o quão eles estavam inchados e vermelhos por causa das lagrimas e do choro incessante. O casaco grosso de lã que cobria seus pijamas estava sujo de lama assim como as suas pernas e pés. Damon cuidadosamente retirou o casaco de Elena, e após se inclinar sobre ela e beijar sua testa, ele se pós a tirar as outras peças que cobriam seu corpo, a deixando apenas de calcinha.

_ Vem Lena... – a voz rouca de Damon soou mansamente pelo quarto.

Elena resmungou negativamente, e puxou Damon pelo pescoço e o abraçou. Ela não queria que ele saísse de perto dela nem por um segundo. Um vento gelado passou pelo seu corpo, fazendo todos os pelos de seu corpo se arrepiarem, porém as janelas não estavam abertas. Seu coração também parecia sentir a brisa fria que a assolado, e batia descompassado, temendo por algo que ainda não havia chegado mas sabia exatamente o que era.

_ Não me deixe sozinha, Damon... – Elena disse com a voz chorosa, próximo ao ouvido do moreno ao qual ainda estava abraçada – Não me deixe...

_ Ei, não chora Lena! Olha pra mim... – Damon conseguiu separar os braços de Elena de seu pescoço, mas nem por isso se afastou, continuou segurando Elena próxima a si, e com uma de suas mãos ergueu o queixo da morena procurando o chocolate de seus olhos – Eu não vou te deixar, eu prometi... Se lembra?

_ Você não entende... – Elena disse com sua voz embargada pelas lagrimas, e temerosa – Eu sinto aqui dentro...

Elena pegou a mão de Damon que estava em seu queixo a colocou sobre o lado esquerdo de seu peito, para que ele pudesse de alguma maneira sentir o medo que fazia seu coração bater acelerado e descompassado. As lagrimas descerem pesadamente pelo rosto de Elena, e Damon pode ver o desespero que assolava o olhar de Elena, e a puxou para bem perto do seu corpo, a abraçando fortemente para que ela percebesse que também temia o mesmo que ela.

_ Não se preocupe Lena, eu jamais vou permitir que tirem você de mim... Você é minha, e eu sou seu, e vai ser assim pra toda a eternidade...

Damon depositou um beijo no topo da cabeça de Elena que agora soluçava desolada. Ele não entendia, e jamais conseguiria entender. Não era questão de escolha, ou de permissão, algo estava prestes a acontecer e isso os afastaria. Por mais que Damon se negasse a enxergar a verdade, Elena sentia em cada nervo de seu corpo que algo se aproximava e rapidamente. Mas ela não queria falar sobre isso, ela tentava seguir a convicção de Damon e esquecer o medo que lambia as suas veias. Ela queria desligar a sua mente, e se perder no mar azul dos olhos de Damon e se afogar ali para jamais vê-lo partir.

Calma e suavemente, Damon ergueu Elena novamente em seus braços, como se qualquer movimento mais brusco fosse fazê-la se despedaçar. A levou até o banheiro e a colocou sentava no vaso sanitário enquanto ligava o chuveiro, checando a temperatura com as costas da mão, para depois se despir. Com seu corpo apenas coberto pela Box preta, ele voltou sua atenção para Elena e a segurou pela cintura e a guiou até o chuveiro.

A água razoável e confortavelmente quente escorria pelo corpo de Elena, dissipando seus temores e os levando embora. Tudo que Elena conseguia pensar naquele momento era na presença de Damon, e no movimento lento e sutil que suas mãos faziam ao espalhar o sabonete liquido com aroma de morango em seu corpo. Damon se ajoelhou a sua frente, e se pós a ensaboar suas pernas, retirando a lama de sua pele. Suas mãos deslizavam para cima e pra baixo em suas pernas, fazendo um caminho tortuoso e flamejante. Indo da base de seu quadril para a parte interna de suas coxas, nádegas, da parte de trás de seus joelhos para a sua panturrilha, seus tornozelos e pés, e logo depois suas mãos curiosas e exploradoras faziam seu caminho perturbador de volta.

O corpo de Elena estava a ponto de entrar em combustão espontânea, e os dedos de Damon em sua pele sensível pareciam à pólvora que alimentava seu fogo interno. Ela inclinou sua cabeça para trás assim que sentiu as mãos hábeis de Damon serem substituídas por sua boca. Damon explorava a pele de suas pernas com beijos, lambidas e mordidelas, fazendo Elena gemer prazerosamente em resposta e prender suas mãos aos cabelos negros e parcialmente molhados dele, que correspondeu ao seu gesto colocando a perna direita de Elena sobre seu ombro e passar experimentar a textura da parte interna de sua coxa.

Elena não conseguia manter a linha de raciocínio, pois todos os seus sentidos estavam voltados para o caminho excitante e perigoso que a língua quente de Damon estava traçando, e quando ele mordiscou sua intimidade por cima da lingerie de tecido fino, sua mente se explodiu em mil pedacinhos, e tudo que ela queria era que o fogo vindo de Damon a tomasse e a queimasse por inteiro. Elena puxou Damon pelos braços fortes, antes que ele prosseguisse até o final da trilha que ele mesmo estava fazendo, e roubou seu fôlego em um beijo cheio de desejo e volúpia.

Enquanto a língua de Damon guiava a dela em uma dança lenta e prazerosa, as mãos de Elena se agarraram no pescoço do moreno e ela se impulsionou para cima, prendendo, em um movimento único e rápido, suas pernas ao redor do quadril de Damon. Elena estava tão absorta nas sensações que Damon a estava provocando, que quando deu por si, ele a colocava sobre o lençol macio de sua cama e deitava por cima de Elena. Os lábios de Damon saíram dos seus, e seguiram para o queixo de Elena, para depois trilhar um caminho molhado e devastador com a língua quente pelo seu pescoço, ombros, seguindo para seu colo, e enfim se perdendo nos seios de Elena, invadindo os mesmos com o calor abrasador de sua boca.

Em um movimento rápido ela inverteu suas posições, ficando com o quadril sobre a virilidade de Damon. Elena fitou o corpo másculo e atlético abaixo de si, e a pouca luz se pós e com as palmas das mãos e dedos, se pós a analisar minuciosamente todos os detalhes do corpo de Damon. Mesmo que parte da sua preocupação tenha sido dissipada, o pouco que havia sobrado em seu peito a fazia querer aproveitar aquele momento com todas as suas forças. Algo lhe dizia que o fim estava próximo e que desfrutar de seus últimos momentos com Damon era o certo a se fazer, e assim ela faria. Ela queria gravar em sua mente todas as pequenas, mínimas e simplórias particularidades de Damon em sua mente. Se não pudesse tê-lo pra sempre ao seu lado, pelo menos o levaria dentro de si, marcado a brasa em sua memória.

Enquanto suas mãos mapeavam o abdômen maravilhosamente definido de Damon, ela se inclinou sobre ele e lhe beijou os lábios, calma e cuidadosamente, para que nenhum detalhe daquela boca pudesse ficar de fora de suas lembranças. Ela desceu seus beijos pelo corpo de Damon fazendo o mesmo com seus lábios, explorando e redescobrindo todas as partes dele, gravando em sua mente seu sabor e textura para que ela jamais esquecesse. Ao chegar no cós da Box preta de Damon, Elena se refreou e fez seu caminho de volta, sorrindo ao ouvir o gemido aflito que transpassou os lábios de Damon. Elena sabia o por que de seu resmungo, mas aquela parte em especial ela não queria sentir com suas mãos ou lábios, ela queria ele dentro de si, fundindo se a ela por inteiro, como um só.

Em um movimento furtivo, Damon estava sobre ela novamente, e suas mãos apalpavam o corpo da morena com uma ânsia e desejo nunca sentidos antes. Por mais que ele a houvesse prometido que nunca a deixaria, a certeza da duvida ainda teimava em surgir em seu cérebro. E se um dia acontecesse e ele não pudesse fazer nada para mudar aquilo... Após conhecer Elena, ele jamais pensou na probabilidade de um dia acordar e não tê-la ao seu lado na cama, e esse simples pensamento fazia que todos os seus músculos se retesassem em protesto. Ele não sabia mais como viver sem os olhos castanhos o encarando, ou a cascata de chocolate que eram seus cabelos com cheio de morango, ou então seu sabor doce e seu jeito meigo, porém determinado de ser. Pouquíssimos dias com Elena foram o suficiente para que ele esquecesse como era a vida antes dela. Se é que aquilo poderia ser chamado de vida.

Enquanto Damon partia em pedaço a calcinha de tecido fino e rendado, a única coisa que ainda estava em seu caminho, ele se meteu entre as pernas da morena, e adentrou entre as entranhas da mesma, fazendo-a soltar um gemido deleitoso enquanto ela fincava as unhas nas costas de Damon e suas pernas se prendiam ao redor da cintura do moreno, ansiando por senti-lo completa e profundamente dentro de si. Em movimentos calmos, lentos e extremamente alucinantes, Damon e Elena seguiram até o topo de um caminho íngreme, turbulento e prazeroso, explorando e conhecendo os limites de seus próprios corpos, somente para depois descerem ladeira abaixo, sentindo o frio no estomago e o interior de seus frentes se contraírem ao se despedaçarem em um êxtase jamais sentido em suas vidas.

Suados, exaustos, em pleno gozo, sem jamais saciarem a fome que um sentia pelo outro, e por causa disso, extremamente relutantes eles se ajeitaram na cama, Elena deitada sobre o corpo quente de Damon, cobertos apenas por um lençol fino de seda branca. As mãos de Damon traçavam linhas tortas em sua coluna, fazendo choques subirem e atiçarem todos os nervos de seu corpos, porém o cansaço teimava em domina-la e nem as pálpebras ela conseguia manter abertas.

_ Durma meu anjo... – a voz rouca de Damon soou pelo quarto de uma forma tão carinhosa e sensual que era meio difícil se concentrar em algo, muito menos dormir. Elena apoiou seu queixo no peito de Damon para fitar seus olhos azuis brilhantes e incríveis – O que foi meu amor?

_ Nada... – Elena disse depois de um suspirar pesado – Eu só quero ver seus olhos enquanto te digo uma coisa...

_ O que? – Damon perguntou curioso.

_ Eu te amo... – Elena manteve seus olhos nos de Damon, que instantaneamente se tornaram mais brilhosos e calorosos do que de costume – Eu te amo tanto que as vezes esqueço de tudo ao meu redor e só consigo me focar nessas pedras preciosas que você chama de olhos... Não me importa quantas promessas sejam necessárias para que eu entenda que você jamais vai me deixar... Eu só quero que você repita, sempre, ou pelo menos até que eu consiga tirar esse sentimento estranho que me faz pensar o contrario...

_ Eu nunca vou te deixar Elena... E não me importa quantas vezes forem necessárias, eu sempre vou te lembrar dessa promessa... – Damon colocou uma mecha do cabelo de Elena, que atrapalhava sua visão do lindo rosto dela, atrás da orelha – Eu te amo tanto Elena... Tanto...

Por um instante Elena se viu memorizando o brilho e intensidade no olhar de Damon enquanto ele dizia as palavras que faziam seu coração palpitar mesmo depois de muitíssimas vezes repetidas. E em uma fração de segundos, Damon já avançava para os lábios de Elena e mesmo exaustos, eles se amaram novamente, diversas e diversas vezes naquela noite, e por mais que paranoico que fosse, Elena teve a impressão de que aquilo poderia ser uma despedida...

***

A luz do dia invadiu o quarto de Elena pelas cortinas, a fazendo acordar incomodada pela claridade. Sem abrir os olhos, apalpou o colchão, esperando encontrar o corpo quente de Damon para que, depois de algumas poucas horas de descanso eles pudessem repetir a dose novamente, no entanto, tudo que ela encontrou foram os lençóis frios aonde ele deveria estar. Abruptamente Elena se sentou na cama e se pós a analisar o quarto a procura de Damon. A porta do banheiro estava aberta e era possível ver que ele não estava ali.

Se dando por vencida, Elena se levantou, foi até o banheiro, e após um banho morno, ela se vestiu e saiu de seu quarto, descendo as escadas logo em seguida. Assim que chegou ao térreo, ela escutou vozes vindas de alguma parte mais adentro, onde ela deduziu ser a cozinha, então se pós em direção a mesma, com um sorriso enorme no rosto enquanto se lembrava da noite passada, sentindo certo alivio por aquele ressentimento que a afligia ter desaparecido aquela manha. Porém assim que ela chegou a entrada da cozinha, ela viu algo que fez todo aquele pressentimento e temores a assolarem novamente, levando embora toda a sua alegria embora, e trazendo lagrimas aos seus olhos.

Na cozinha estavam os pais de Elena, eles pareciam de alguma forma, preocupados e incrédulos, porém não foram eles que fizeram comprovar a sua teoria de que a noite passada havia sido uma despedida, e sim o casal se beijando a frente deles. Damon estava de costas para Elena, e suas mãos estavam sobre os ombros de Katherine, e a mesma, que o beijava de olhos abertos, assim que viu Elena, deixou os lábios de Damon apenas para fita-la com um sorriso sarcástico e vitorioso nos lábios carnudos. Damon acompanhou temeroso o olhar de Katherine, e Elena pode ver que o brilho intenso havia sido despedaçado e destruído, assim como o coração da morena que tinha agora, seus olhos cheios de lagrimas.

_ Elena...

Continua...

Notas finais
E ai? o que acharam? vao me matar? kkkk Deixem seus reviews com suas opiniões... Bom, eu espero que vcs tenham gostado... Se tiverem oportunidde escutem a musica, elas embalam muito bem o little hot moment delena ... Bom, beijos pra vocês e um feliz natal atrasado! ate o proximo