Quase Normais
15 Que Tal?!
Notas iniciais
Pov: Juliet:
—Eu não vou sair. – ele disse firme.
O Lehing estava fazendo eu perde minha paciência, como ele ousa! Mas eu queria saber como ele me achou.
—Você vai sim, seu Imbecil.
—Porque você acha que eu vou sair? Porque você quer? Porque você sempre tem tudo o que quer? Pois saiba que você não pode querer tudo aos seus pés, o mundo gira em torno de outras pessoas. Se você não sabia, existi outras pessoas ao seu redor, que precisam mais de atenção do que você. – cuspiu as palavras em minha cara.
—Então por que você está gastando sua atenção comigo, enquanto têm várias outras pessoas que precisam de mais atenção do que eu. Por que você não vai atrás delas e me deixa em paz.
—Que saber por que eu não vou? Porque eu quero ficar aqui?
—Você Poderia Falar.
—Porque eu sou um idiota, que gosta de você, de levar patadas mesmo não querendo, de seus chiliques, de suas manias, de sua ignorância, de sua forma de tratar os outros, como você fala, age, como você consegue ser tão madura e insensível ao mesmo tempo, como você não tem medo de nada e de tudo, como você enfrenta tudo de cara, como você briga, fala palavrões, como você fica corada, bem você nunca fica corada – ele sorriu franco, tipo um sorriso sem graça. – eu gosto de tudo em você, mas não gosto de te ver sofrendo. Por que... Eu gosto de você. Gosto muito mesmo cacete!
Gelei. Paralisei.
Eu não conseguia falar estava em pleno choque.
Não da para acreditar que o Lehing disse que gosta de mim! Puta merda.
Ele só deve esta brincando com a minha cara.
Ele virou para ir embora e até rodou a maçaneta, mas eu puxei seu braço mais ele não se virou, então eu entrei na sua frente empurrando a porta.
—Aonde você pensa que vai?
—Embora, onde mais seria?
—É verdade o que você falou?
—Sim. Mas que saber? Vou embora porque eu não sei por que falei isso para você. Por que...
Eu não esperei ele falar e dei um beijo nele, no começo ele pareceu levar um susto mais depois correspondeu, ele apertava cada vez mais minha cintura, e eu dava leves puxões em seu cabelo.
Quando o ar nos faltou, nós separemos.
—O que foi isso? – ele disse com a testa encostada na minha.
—Não sei, mas gostei. – disse dando um leve riso.
—Vamos repetir.
Ele nem esperou uma resposta, e me beijou de novo com mais voracidade, ele pediu passagem e eu concedi. Olha ele beijava super bem.
[...]
Nós estávamos deitados no sofá que havia lá, eu estava no meio das suas pernas com a cabeça encostada no seu ombro, e ele mexia em meus cabelos.
—Como vai ser? – ele perguntou
—Como vai ser, o que?
—A gente.
—Não sei.
—Muita gente não vai gostar. Que tal não falar para ninguém, namorarmos as escondidas.
—Adorei. – disse sorrindo para ele. Que mim deu um selinho.
—É melhor a gente ir devem estar preocupado.
—Vamos. – disse me levantando.
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