Quase Nerd.
2 O pedido.
_Que foi?-ela falou com a voz de tédio e sono, era quase dez horas e ela ainda estava de pijama- Alguém morreu? O que não seria difícil, uma pessoa se mataria para não ver esse... huum... modelito!?
Ela ficava me olhando de baixo a cima como se eu fosse um verme; oque eu, parecia perto dela.
_Pode me ajudar?-perguntei esperando a resposta para TUDO que eu perdia a ela: “NÃO, SOME DAQUI”, e ela bater a porta na minha cara.
_ Huum... Entra.- Estranho, muito estranho, ela nunca, jamais, me deixa entrar no seu “Santuário”.
Seu quarto é perfeito, tem tom mais claros de rosa e branco, e que ao contrario do meu quarto, que dá para a piscina atrás da casa, seu quarto tem a vista para o Jardim do Leste, onde de vez em quanto podíamos ver Unicórnios trotando , e Fadas de todos os tipos voando, e iluminando as arvores a noite. Estava com saudade daquele lugar ela nunca me deixava ir lá desde que eu era beeem pequenina e quebrei um jaro de flores.
_O que você fez?- Perguntou ela com um sorriso no rosto e quando eu fui disser a ela que não tinha feito nada ela continuou.- Perai, deixe-me adivinhar. Roubou bebida na sala de bebidas do pai e da mãe? — A cada palavra ela parecia se divertir mais. É claro que ela estaria feliz se eu me metesse em confusão, o que nunca acontecia e ela poderia provar que não sou a “Filha-Perfeita”.
_Não, não. É claro que não. -falei rápido.
_Sei, pode falar. Se não é isso é o que? Tirou uma nota abaixo de 10? Tirou 9.5? Pode falar você nunca fez nada de mais, você é a preferida deles com essas notas altas e... e … É, é só isso que você tem.- Ela falava com um sorriso zombeiro na cara.
_Não, não é isso. É... isso.-falei apontando pra mim.
Seus olhos ficaram em fendas como se achasse que fosse uma pegadinha, ou coisa do tipo. Ela ficou um bom tempo em silencio e depois disse:
_Porque?
_Porque as pessoas falam mal de mim pelas minhas costas? Porque não tenho amigos? Porque ninguém se quer me fala “oi”?
_Huuuum... Sei não. -Ela parecia estar estremamente consentrada nas minhas roupas.
Olhei pra ela com uma cara de cachorro que caiu da mudança.
_ Tá, tá o.k. Maaas- tinha que ter um mas no meio.- Você promete não questionas, criticar, resmungar e nem reclamar?
Pensei nisso por um momento e conclui que valia a pena arriscar.
_Tudo bem.
_Eee você me deverá essa. — sabia, ela não faz nada de graça, estava sendo boa demais.
_O-o.k- gaguegei. — Então... porque vai me ajudar?
_Ommmg fala serio você é minha irmãzinha querida.
_Aham tá, conta outra. Oque você quer?
_É você é esperta.
_Ah, é claro, como não pensei nisso antes? Já entendi, você quer passar de ano com boas notas.
_É isso ai. Eu te ajudo você me ajuda. Uma mão lava a outra. Um por todos e todos por um. E quando....
_Dá pra parar? Eu VOU te ajudar.
_Eu sei que vai, se não, não te ajudo.
Ficamos em silencio por um momento e derepente:
_PLINIUS.- gritou Pennélope.
_Sim, madame?- Plinius era mais um dos elfos, tinha orelhas pontudas e pequenas, olhos castanho-claro que parecia até opaco, e um nariz fino. Ele tinha aparecino no mesmo instante que a louca da minha irmã gritou.
_ Nos traga minha bolcinha com Pó de Flu._ Assim que terminou de falar ele aparatou e um minito depois apareceu com uma bolcinha de seda rosa nas mãos , a entregou a Pennélope e desaparatou.
_ Chista, vasa, desisfeta, SAI, anda, anda, SAI, SAI, SAII- Cara, essa garota é maluca, a cada palavra ela me empurava mais para fora do quarto.
_Que foi? Porque? Você não ia me ajudar?
Notas finais
Enfim, conversem comigo.
Ahh, minha Internet está horrível, TALVEZ, só talvez, eu demore um pouquinho para postar o próximo capitulo.
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