Quase Nerd.
13 Capítulo 13
Notas iniciais
No capitulo anterior:
–Ah! Santo Merlin da Macaca Albina. — Falou Umy depois de vários minutos que a cabine estava em silencio.
–Que foi agora, Macaca Albina? — perguntei segurando o riso.
–EI, eu passei de gatêêênha pra macaca albina? Ufff, não gostei.
–Então fala gatêêênha: Qual o problema?
–Eu preciiiiiiiso de um companheiro.
Eu gargalhei alto me lembrando do vídeo de um trouxa no youtube.
–Que foi? — ela perguntou seria.
–Nada.
–Vooooooltei! – avisou Nic entrando na cabine com o uniforme sem Casa. – Ai caramba, quem é aquele moreno alto, com uniforme e gravata dourada e vermelha, cabelo rastafári...?
–Dino Thomas. Gatinho, né não? – respondi, eu tinha que admitir aquele corpo, aquele rosto, aquele cheiro, meu Merlin.
Draco me olhou como se disse “Quando vai olhar pra mim?”.
Peguei umas almofadas e deitei no chão.
–Então de qual escola que vocês vieram?
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_Eu viestes...- começou Nic, mas foi interrompida por Umy.
_Não, não, não, não, não, e não. Se você falar “viestes” de novo eu infarto. Vamo: Eu vim.
_Eu vinhes
_Eu vim.
_Eu vins.
_TIRA A PORR@ DO “S”.
_Eu v-vis-vim.
_Melhorou agora continua: DE onde você VE-I-O?
_Instituto Morgan para Juevens Dotados em la Magia.
_Arrrrg, eu vou te bater em garota, vamo de novo: Instituto Morgan para Jovens Dotados em Magia. Tira a “la”.
_Instituto Morgan para Juevens Dotados em l... Dotados em Magia.
_Agora substitui o Juevens por JO-VENS.
Não sei como mais acabei dormindo, não sei quando, só sei que dormi.
Acordei com alguém me cutucando, e cochichando no meu ouvido:
_Ei acorda, já chegamos em Hogwarts.
_Huuum? – gemi não querendo abrir os olhos. A voz era gostosa, arrastada e rouca. A pessoa que tentava me acordar acariciava meus cabelos delicadamente, pude sentir seu halito chegando mais perto do meu pescoço e o beijou, foi descendo até a cavicula, busto, e de pois subiu de novo até o rodulo da minha orelha. Percebi pelo silencio que só tinha eu e a pessoa no vagão. Estava completamente acordada só me recusava a abrir os olhos.
_Marry, acorda, anda logo.- Ai não, não, não, não, nãããããão. Essa voz. Não pode ser. Malfoy. Droga. Pensa. Pensa. Pensa. Oque eu faço? O que eu faço? Oque eu faço? Huum, perai, vamos raciocinar: Ele acha que eu estou dormindo, e se eu estou dormindo, estou sonhando, então:
_Ohhh Blásioo.- gemi e percebi que Malfoy ficou gelado como se tivesse ficado petrificado.
_Eu não acredito que ela está sonhando isso com o Zabine, fala serio. — ele resmungou aos cochichos.- Ah quer saber? Aquamenti.
De repente uma cachoeira de água caiu em cima de mim e é claro ele tampou minha boca antes que eu soltasse um berro.
_Fica quieta, garota.- falou ele bravo e ficou olhando minha blusa branca encharcada que agora estava... estava...
_MALFOY.- gritei dando lhe um tapaço no rosto.
_Não tenho culpa se você é gata, só estou apreciando a paisagem. — disse ele ainda me olhando, e esfregando o rosto que estava vermelho, percebi que seus olhos se encheram de lagrimas de dor.
“Huum, Malfoy, Malfoy, assim você está quase na minha mão, pena que quase não é tão bom, você TEM que estar na minha mão”- pensei.
_Aê, Draquinho?- perguntei de Mansinho, e passei os braços em volta de seu pescoço.
_V-você esta... m-molhada acho melhor você se tro...
_Shhhh fica quetinho- fiz ele se deitar no sofá que tinha ali e me sentei encima dele.
_Você é muito idiota mesmo, viu! Aquamenti, aquamenti, aquamenti.
O garoto tentava se desvensiar de mim de qualquer forma, mas antes que isso acontecesse fiz ele engolir muuuuita água.
_Secus Totalus, cancelar- Lancei um feitiço em mim, para me secar da enxurrada e outro para diminuir a cabine ao tamanho normal. Olhei em volta e percebi que Auxtramaddux não estava por ali.
_Maddux? Auxtramaddux? Auxtra?- olhei para o Malfoy que me olhava com um sorriso divertido no rosto.
_Que foi, coisa chata? Você não devia fazer a sua função de monitor não? Ou você já percebeu que não é respeitavel? Aposto que as criancinhas novatas riram de você.
_Para a sua informação eu já fiz a minha função de monitor e muito respeitavelmente. E aquele bola de pelos já esta a caminho de Hogwarts com a Nagay. Se eu fosse você eu corria, se você chegar depois que o portão fechar estará ferrada.-disse Malfoy saindo da cabine.
Se eu me atrasasse perderia a carruagem, se eu perdesse a carruagem chegaria atrasada.
_Não posso chegar atrasada.- Passei por Malfoy correndo, e ouvi ele murmura algo como “odeio crianças” e começar a correr também.
Quando sai do trem sorri por ver que tinha bastante gente que não tinha pegado as carruagens, mas não demorei nada e pequei uma. Os Testrálios subiam em comboio, e passou pelos grandes e seguros portões de Hogwarts, olhei para a cabana de Hagrid, eu adorava as aulas dele, eram sempre perigosas, aventureiras e malucas. Tudo bem que os vermes foram as coisas mais chatas do mundo, mas eu adorava as aulas tinha cada criatura!!!
Percebi que as luzes e a chaminé da cabana estavam apagadas, então eu lembrei: Hagrid atravessa com as crianças do primeiro ano pelo rio da Lula- gigante. O estranho é que eu não vi Hagrid desde aqueles tempos atrás e ninguém avia dito UMA palavra se quer sobre ele.
Voltei a olhar para os acentos vazios ao meu lado a na minha frente. Fala serio eu estava totalmente sozinha nem MEU Gogritte estava comigo. Tentei pensar positivo: “Tomara que Auxtramaddux tenha medo de água, Lula-gigante e Barcos. Assim ele vai aprender a me esperar”. Você deve estar pensando “Nossa, que garota psicótica”, mas é verdade agora quem está sozinha sou eu, Ô VIDA CRUEU.
As carruagens pararam com um solavanco e eu desci. A noite estava fria, a neblina cobria tudo, parecia até que os Dementadores tinhão voltado a Hogwarts, como no terceiro ano. Entrei para a escola e fui para o Grande Salão e... Porque as pessoas estão me olhando? Porque os garotos estão me olhando? Uhhh, como Umy diz: “Eu tô gatêêênha“,
Ignorei os olhares e os cochichos e fui me sentar em um lugar afastado de todos na mesa da Sonserina. Acenei com a cabeça para Dumbledore e ele fez o mesmo com um simpático sorriso no rosto.
Pela porta ao meu lado entrou vários pirralhinhos fofos e pequenos, meio timidos, curiosos, alguns até com medo. Tinha uma menininha esmirradinha, de cabelos pretos como o cêu lá fora, olhos meio cinzas, chegava a ser olhos mais claros que o do Malfoy, os olhos de Draco eram maravilhosos, mas o dela tinha algo diferente e... QUE? OQUE FOI QUE VOCÊ PENSOU? NÃO FOI EU. EU FUI DOMINADA POR UMA MALDIÇÃO. Eu. Juro.
Hum huum, bom... continuando: A pele da garota parecia ser gelada e ela tinha uma postura angelical. Desviei os olhos da garota e olhei para a cadeira de Hagrid com a intenção de acenar mas eu só vi Grubby-Plank, uma professora que substitui Hagrid quando ele está com problemas de saúde ou precisa fazer algo para Dumbledore, é talves sejá isso: uma dor de cabeça, uma dorzinha no estomago, ou Canino estava doente, tanto faz desde que ele esteja bem.
As crianças tinham sido selecionadas pelo Chapéu, mas não antes dele ter cantada uma fantástica canção, mas parecia que avia mais que uma explicação sobre as Casas na letra desta vez ele disse para ficarmos unidos, que estávamos em tempos difíceis. Bom, ele pode ser um Chapéu mas é um Chapéu que fica na Sala de Dumbledore, o que deve render O-TI-MAS fofocas né não? Pena que eu não sou um Chapéu.
A porta foi aberta de novo, mas vez não foram crianças que entraram, foram adolescentes, posso dizer que tinha até dado uma “espiada” em alguns garotos.
No meio da muvuca de pessoas de preto, pude ver uma bola-de-neve se destacando , Auxtramaddux! As garotas pareciam me procurar, olhavam para todos os lados, mas não precisaram por muito tempo, Auxtramaddux olhou para mim e pulou dos braços de Umy, que segurava também seu gato preto.
Maddux pulo no meu colo e junto com ele veio olhares de todas as mesas até os professores me olharam. Eu disse um 'Obrigada' silencioso para Ayumi e McGonnagal começou chamar as pessoas:
“Ample, Amélia... Lufa-lufa”
Perdedooooooora.
“Arnold, Algusto... Sonserina”
OLHA A COBRAAAA.
“Berretes, Nicolle... Grifinoria”
Isso ai garota, tu tem coragem Nic. Perai, Nic, Nicolle Grifinoria? DROOOOOOOOOOOGA, MERDA, AAAAARRRRRRRRRRRG.
“Celo, Pedro... Sonserina”
Se esse muleque sentar perto de mim, ele morre afogado num copo de suco de abobora.
“Dronttis, John... Corvinal”
Cansei de fazer comentários.
–----------------------------Muitos Nomes Depois--------------------------------------
Eu já estava ficando com fome.
“Nagay, Ayumi... Corvinal”
OQUE??? OTIMO, REALMENTE OTIMO, ACABOU MEUS DIAS BONS EM HOGWARTS.
Eu queria me levantar, gritar e puxa-lás para a MINHA mesa. Mas se eu fizesse isso, Penny me mataria por ter que ser a irmãdagarotaquevirougostosaemalucaquesedescontrolounosalãoprincipal.
Resolvi deixar pra lá afinal agora já era, o pessoal da Grifinoria e da Corvinal dirião a elas que todo Sonserino é mal, que mente, que usa as pessoas e é claro ela não vão querer nem olha pra mim.
“A vida é triste, mas é pra ser vivida” — lembrei da frase da minha mãe.
Eu estava desnorteada. Sem chão. Como se estivesse caindo no espaço, onde não sabemos se á um fim ou não. As únicas pessoas em que eu poderia confiar estavam em Casas rivais. Corvinal. Grifinoria.
Eu sei, parece que eu estou exagerando, mas não, eu não estou exagerando. Ayumi e Nicolle iriam encontrar novos amigos, mas, e eu? Eu não poderia confiar nesse pessoalzinho traiçoeiro de Hogwarts. Então você me diz: “Mas Marry, tem vários estrangeiros em Hogwarts” e eu te respondo: “Oh, claro, que bobagem a minha, tem vaaaarios gringos em Hogwarts, vários gringos QUE EU NÃO CONHEÇO, NÃO GOSTO, NEM AO MININO CONVERCEI”.
Que ótimo (consciência: Oi ironia, quanto tempo ¬¬), e eu pensando que tudo ia ser perfeito. É, eu estava louca quando pensei nisso.
_Houve uma mudança no nosso corpo docente esse ano. Temos grande prazer em dar as boas-vindas a Profª Grubby-Plank , que retornará a direção das aulas de Trato das Criaturas Magicas; estamos também encantados a apresentar a Profª Umbridge, nossa nova responsável pela Defesa Contra as Artes das Trevas. – meus pensamentos foram interrompidos pelos avisos de Alvo Dumbledore.
Aplausos de pura educação rodaram nas mesas e eu acompanhei. Grubby-Plank eu já convivi, mas aquela bola rosa ao lado de Minerva, eu não conhecia, se eu ao menos me lembrasse o que Alvo disse. Eu estava tão absorvida em pensamentos que pequei só meados das palavras dele. Poderia até não me lembrar do nome da fofolete cor-de-rosa, mas que ela me parecia familiar parecia. Falando em “parecer”, a mulher me lembrava fortemente a aqueles bolos de carne que são servidos nas cantinas das escolas trouxas, sabe, aqueles troços gordurosos, redondos, com cheiro de gato molhado e que se você não comer a mulher da cantina se sente extremamente ofendida e te olha com aquele olhar do tipo : Durma-de-olhos-abertos.
A mulher era um bolo de carne com casaquinho rosa e felpudo. A bolo de carne rosa parecia ter se levantado (ela era tão baixinha que quase não fazia diferença), Alvo parou de falar imediatamente. Poucos tinham entendido o porque daquilo, mas logo veio um pigarro irritante, daqueles que se dá quando se tira catarro da garganta em dias de total gripe melequenta:
_Hem hem. – fez a bolo de carne rosa, e ficou na cara que a chucrute de butiquim queria falar. E como esperado os Professores fizeram a mesma cara que eu, cara de “No compreendo”.
A Teletubes Rosa queria fazer um discurso? Discurso só é permitido para o nosso amado e idolatrado Alvo Dumbledore (consiencia: Que hoje é mais conhecido com um velho gagá, que acredita nas “lorotas” de Harry Potter).
Maaaas como o Tio Dumby era gente boa, se sentou com completa elegância em sua cadeira e abriu alas para a Bolo Fofo Pink Power, que ficou a frente de todos que estavam estáticos com a atitude da mulher. As sobrancelhas da Profª Sprout desapareceram completamente por baixo de seus cabelos espetados e rebeldes, já os lábios da Profª Minerva ficaram tão apertados e finos que praticamente sumirão, ela parecia estar se segurando para não grita: “EI, GOSMA ROSA. CHISPA QUE ESSE LUGAR É DO TIO DUMBYYYYY, MEU DIVO... WHUWW TEAM DUMBY”. Tudo bem, é claro que ela não diria isso, ou diria? Eu aposto que atrás dessa mascara de “sou-seria” tem uma Britney Bitch querendo sair, ô se tem. Foi ai que eu pensei: Será que a Minerva iria a um show do tipo Funk Barraco, e dançaria um “Boladona, boladona, sentada na esquina, esperando tu passar, altas hora da matina, cum esquema todo armado...” ou um do tipo “Pa-pa-pa-poker face, pa-pa-poker face mamamama”.
Pensando em não perder mais nenhuma palavra que a My Little Ponny Pink Glitter iria falar pequei um pergaminho e o enfeiticei para que ele escrevesse TUDO que era falado pela mulher.
_Obrigado, Diretor, pelas bondosas palavras de boas- vindas.- a voz era infantil, aguda e doce, não aqueles doces que não cansamos de comer, mas aqueles doces que até o cheiro enjoa, aquele doce que agente prova só pra agradar quem fez.
Hem hem. Ela tossiu/pigarreou parecendo tirar catarro agarrado da garganta e continuou:
_Devo disser que é um prazer voltar a Hogwarts! E ver rostinhos tão felizes voltados para mim. – eu olhei em volta e a única coisa que eu vi foi rostos com fome, chocados, assassinos e pasmos. A maioria dessas expressões é por causa de como a Pantera Cor-de-rosa Obesa falava com a gente. Ela falava como se fossemos criancinhas de três anos. Criancinhas de três anos com problema de raciocínio.
A mulher seiláqualéonome começou a fazer um discurso chato e blá, blá, blá. Qualquer coisa eu leria a encherão de lingüiça mais tarde agora eu estava mais concentrada em olhar a janela onde a chuva chicoteava a vidraça e a copa da Floresta Proibida se remexia violentamente. Quando olhei ao redor o Sr. Barão Sangrento veio se sentar ao meu lado.
_Olá, Barão. Como foi as férias?- perguntei, sempre tive o habito de conversar com ele. O barão era meio na dele, irritadiço, bravo, sem papo, mas era gente boa.
_Hum, normais. Ninguém para falar, ninguém amigável, somente Filch e os outros fantasmas medrosos em Hogwarts. E as sua? – perguntou ele agora também olhando a chuva se jogar de má vontade contra a grande vidraça dos janelões.
_Chata, praticamente na mesma situação que o Senhor, só que em vez de Filch era minha irmã.
_Entendo.
_O chapéu alongou um pouco a canção, não? O que está acontecendo em Hogwarts? Ele disse para ficarmos unidos. Mas... porque?
_Coisas terríveis estão para acontecer em Hogwarts Senhorita Marry, coisas terríveis. Está vendo aquela mulher? A de rosa? – O Barão falava aos cochichos, com a cabeça perto á minha. Para ninguém ouvir nossa conversa, o que era quase impossível, já que eu e ele estávamos no fim da mesa, perto da saída do Grande Salão, e não tinha ninguém por perto.
_Sim, sim. O que tem ela?- perguntei já imitando-o; aos cochichos.
_Como deve saber o Ministério está meio que... hum, torto. Aquela... mulher é Dolores Umbridge, trabalha para Fudge, o Ministro da Magia. – Ele parecia procurar palavras para o que estava acontecendo.
_Para Fudge? Mas como? Por que? Porque Alvo deixou isso acontecer?- Isso era inacreditável: Alvo Dumbledore deixando os idiotas do Ministério intervir na escola.
_Ele não teve escolha, está na lei. Se o Diretor de Hogwarts não conseguir um professor o Ministério pode intervir a historia e colocar um professor de sua própria aba.
_Você acha que acontece algo com ela até o fim do ano?
_Não sei. Mas posso te garantir uma coisa: Desde que Tom Riddle não conseguiu o cargo de Professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, ninguém fica mais de um ano por aqui.
_ O Não-nomeado queria ser professor?- perguntei meio confusa, curiosa e baixinho.
_Querer, queria. Mas Dumbledore não o aceitou. O garoto tinha ótimas notas na matéria, sabia ensinar, gostava de Hogwarts, mas não era bom coração. Eu estive em Hogwarts desde muito tempo, mais de 1.000 anos você sabe, e convivi com Tom por todos seus anos pela escola, era da minha Casa, Sonserina, ele andava com grupos de comparças atrás dele, era admirado, avia uma garota, Amid Roberts, ele se sentia atraído por ela, e ela por ele...
_Porque não estão juntos?- perguntei interrompendo-o. – Desculpe, continue, por favor.
_Digamos que Bellatrix não é uma pessoa amigável.
_... estar torcendo para serem liberados e irem a suas quentinhas e aconchegantes camas. Boa-noite a todos. – A voz de Dumbledore, me sobressaltou, me fazendo levantar rapidamente e ficar tonta. Auxtramaddux, que estava no meu cola, caiu no chão, rosnou e mordeu a palma da minha mão.
_Filho da mãe.-o xinguei.- O que você quer...
_Tenha uma noite agradável, senhorita – Ele mergulhou no ar e desapareceu pelo teto, antes que eu terminasse de perguntar o que ele queria disser.
Olhei em volta e restava no máximo vinte pessoas no Salão, contando com os professores. Pequei o pergaminho enfeitiçado o guardei no bolço dentro do agasalho e fui andando por uma Hogwarts quase deserta, com um Gogritte bravo atrás de mim. Olhei em volta e restava no máximo vinte pessoas no Salão, contando com os professores. Pequei o pergaminho enfeitiçado o guardei no bolço dentro do agasalho e fui andando por uma Hogwarts quase deserta, com um Gogritte bravo atrás de mim, em direção a torre da Sonserina. Sozinha como em todos os meus anos por aqui. Não que eu me sentisse incomodada, só desepsionada. Quando se passa anos sendo ignorada e derepente surge uma pessoa amiga você se sente feliz, mas ela se foi, se foi e levou a esperança.
Salão comunal, Sonserina. 07:00 hr.
Acordei, arrumei minha bolça colocando livros, penas e um tinteiro nela e desci para a Salão Comunal, onde já tinha alguns alunos se preparando para irem para o Salão Principal tomar café da manha e irem para suas primeiras aulas do ano.
Estava passando por um corredor onde Potter, Granger e Weasley estavam na minha frente conversando sobre a canção do chapéu, sobre ele dizer para ficarmos unidos, juntos.
_E Harry entendeu certo ontem á noite – disse o Weasley – Se isso significa que temos de ser amiguinhos do pessoal da Sonserina... pode esquecer.
Não sei o porque mais mas me senti ofendida, andei mais rápido ficando a poucos centímetros deles e disse:
_Pena Weasley, que seu cérebro seja do tamanho de uma rolha. Porque se não, você saberia que nem todo mundo é igual. – As orelhas do garoto ficaram vermelhas como pimenta e eu continuei, mas me referendo ao Potter. – Eu acredito em você Harry Potter, tá na cara que o sem-nariz voltou.
Percebi que o Weasley iria disser algo mas interrompi:
_Tomara que eu não vá para Azkaban por isso não é, Ronald? Ou você vai me lançar um Crucius porque não sou como os outros?
Não esperei o cara disser nada entrei no Salão Principal e fui direto para a mesa da Sonserina, eu tinha orgulho de ser da Sonserina, a Casa onde todos eram batalhadores, faziam de tudo para bater suas metas e serem melhores que os outros. Assim que me sentei num canto sem ninguém na mesa, alguns garotos se sentaram ao meu redor, e infelizmente eram: Malfoy, Grabe, Goyle, Zabine e um garoto novato.
Eu não tinha nada contra Zabine e o garoto novo, mas como eu queria ficar sozinha:
_Que foi? – perguntei azeda.
_Nossa Owen, não irá dizer “Bom-dia, meu Deus Grego” ? – importunou Malfoy.
Para irrita-lo mais ainda me virei para o novato e disse:
_Bom-dia Deus Grego.- o garoto abriu um sorriso triunfante e eu me virei para Malfoy – Pronto, e você não vai dizer “Bom-dia minha gata”?
Malfoy ficou vermelho de fúria e olhou pra Pancy Pankinson que passava com uma garota. Malfoy assobiou (consiencia: fiu, fiiiiiu), Parkinson olhou e Malfoy disse:
_Bom-dia gata. –Parkinson olhou atônica para nós cinco, ficou vermelha e desmaiou. Eu é claro fiquei gargalhando como uma maluca.
_Do qué que tá rindo Owen?- perguntou Malfoy indo socorrer a garota.
_É que você é tão feio e a garota ficou com tanta vergonha que desmaiou. – desatei a rir de novo agora junto com o pessoal até de outras mesas que estava ouvindo os acontecimentos.
_ Leve a Senhorita Parkinson á ala Hospitalar e quando acordar lhe entregue o horário a ela. – Disse o Prof. Snape que acabara de chegar entregando os Horários de Sonserina. Assim que recebi o meu fiquei meio animada afinal não teríamos que ir lá fora nessa chuva.
Horário:
Segunda-feira
Terça-feira
Quarta-feira
Quinta-feira
Sexta-feira
08:00 ás 10:00
Feitiços — L
Adivinhação-C
Defesa Contra as Artes das Trevas- G
Historia da Magia *
Trato das CM- G
10:00 ás 12:00
Poções- G
Trato das Criaturas Mágicas- G
Herbologia *
Poções- C
Transfiguração- L
12:00 ás 14:00
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15:00 ás 17:00
Poções- C
Historia da Magia *
Trato das Criaturas Mágicas- C
Adivinhação-G
Historia da magia.- C
16:00 ás 18:00
Transfiguração *
Defesa Contra as Artes das Trevas- L
Feitiços- G . L
DCAT- L
Herbologia- C. G
L= com Lufa-Lufa.
C= com Corvinal.
G= com Grifinoria.
* apenas sua turma.
# Horário vago para almoço, treinos,atividades, sociedade...
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Os horários das aulas de Astronomia, Astrologia, Estudo Avançado dos Astros, Astrofísica, Astromancia, Astroscopia e Astrostática, estarão pregados no quadro ao lado do Contador de Pontos no Campus, porta da biblioteca, e no quadro do seu Salão Comunal.
Obs: Os alunos interessados nas aulas favor ver as condições com o Prof. Albert, Prof. Anglus e com a Profª Lorganoff.
Assim que Malfoy pegou Parkinson e Snape foi para sua masmorra, o garoto novo veio conversar comigo.
_Oi, meu nome é Gustavo Fronkes e o seu é Marry Owen, certo?
_É.- disse deixando bem claro que não queria papo. Comecei a comer meu cereal com leite tranquilamente enquanto uma chuva de corujas entregava as cartas para os donos, e é lógico Auxtramaddux ficou ganindo pra uma coruja que pousou ao meu lado me trazendo o Profeta Diário, coloquei um nugue na bolsinha em sua perna, acariciei sua cabeça e ela voou para uma janela aberta.
_Fica quieto é só um jornal, tá legal?- disse para Auxtramaddux. — Huum, primeiro horário, primeiro horário. Ah aqui... Feitiços com a Lufa-lufa, iupi Lufa-Lufa.
_Você não gosta da Lufa-Lufa?- perguntou o garoto que se nomeava Gustavo.
_Você é persistente, hem. E não é que eu não gosto da Lufa-Lufa, é que eles não gostam da gente. Afinal eles são os leais e nós somos os traíras, não é?Como diz a Lissa somos Como Aguá e Óleo (consciência: Que propaganda é essa?).
Sai da mesa deixando o garoto lá, sem dizer nem um “xau” e fui para a minha aula de Feitiços. Eu gostava das aulas de feitiços eram tão fáceis que na primeira tentativa eu conseguia. E também o Professor era gente boa, sabia explicar.
Cheguei na sala e me sentei na ultima cadeira no canto onde tinha uma grande janela, mas estava fechada por causa da chuva. Pequei minha bolça e coloquei na cadeira do lado, deixando bem claro que está oculpado. Assim as pessoas foram chegando, e claro Malfoy chegou com seus amigos, Crabe, Goyle, Zabine e Parkinson que já tinha se recuperado do desmaio, mas estava vermelha como pimentão.
_Tá ocupado, gata?- perguntou a anta apontando para a cadeira do meu lado onde estava a minha mochila.
_Claro que tá. Tô marcando lugar para alguém.
_Posso saber quem?- Que entrometido, ele não sabe que a curiosidade matou o gato, não?
_Claro, esse lugar é do... do...- O Barão estava passando por ai, e parou pra ver a cena.
_Esse lugar é do...?- perguntou Malfoy.- Se não tem ninguém EU me sentarei aqui.
_Eu não sou ninguém Sr. Malfoy. Com licença que esse lugar estava marcado para mim.
_A cla-claro Sr. Barão. — Malfoy e sua turma sairam e foram se sentar longe.
_Obrigada Barão. Se eu pudesse até te abraçava.
_Não foi nada. Garotos medrosos.
_Malfoy é assim: Se faz de Super Man mas não passar de um unicórnio.- falei banalmente.
_Acho melhor eu ir. Não posso ficar assistindo aulas ,não é mesmo?
_Nos vemos depois?
_Claro Marry.
Flitwick entrou na sala e sentou na sua cadeira com pilhas de livros.
_Ahhh, atenção, atenção, por favor. Isso... Como já devem saber esse ano vocês vão fazer os N.O.M's, que são exames que podem influenciar no seu futuro durante muitos anos! Se vocês ainda não pensaram seriamente em suas carreiras, agora é o momento de o fazer. Entrementes, receio que teremos que trabalhar com mais afinco que nunca, para garantir que vocês possam provar o que valem!- Depois de tooooooda essa enrolação ele passou sabe o que? Um feitiço convocatório. Isso mesmo um Feitiço Convocatório. Fala serio, um dos feitiços mais fáceis do mundo é só você se concentrar na coisa que está em mente e disser: Accio, lembrando que dois c's tem som de T (então fica Atio), e mais o objeto. Por exemplo: Accio Gogritte e o bicho com toda a certeza do mundo vai ser puxado para você e vai de arranhar, confie em mim: Se você tem um Gogritte não o Convoque nem provoque.
Saímos da sala e eu peguei meu horário de novo.
_Dois horários seguidos? Huuuuum, pelo menos é de Poções.- Eu adorava Poções, era incrível como vários ingredientes super diferentes virava uma cura para algo ou algo para ser curado.
_Entrem -disse Snape quando chegamos na porta da Sala na masmorra. Claro chegamos encharcados e e morrendo de frio.
Lancei um feitiço para me secar e toda a água foi direto numa garota da Grifinoria, sei lá qual era o nome dela, mas antes que ela falasse alguma coisa ela levou mais uma enxurrada de água na cara porque na mesma hora a Granger tinha feito o mesmo.
_Ai desculpa, desculpa mesmo Lilá.- Enquanto ela ficava se desculpando me sentei numa cadeira qualquer.
_Oi, parece que estamos sendo unidos pelo destino.- adivinha quem era o criatura? ADIVINHA? Se acertar te dou um Nuga Sangra Nariz em experimento. Se pensou que era o tal do Gustavo seiláqualosobrenome, acertou.
_Hum. Agora vamos prestar atenção na aula tá queridinho.- disse olhando para Snape.
_Quietos! -Ordenou Snape para a classe.- Antes de começarmos a aula de hoje.- o Professor andou até sua mesa e percorreu os olhos pelos alunos.- Acho importuno lembrar a todos que em junho próximo prestarão um importante exame, no qual provarão o quanto aprenderam sobre a composição e uso das Poções Magicas. Por mais debiloides que sejam alguns alunos desta turma – Fiz força para não rir, mas não consegui esconder meu sorriso.- eu espero que obtenhao no minimo um “Aceitável” no seu N.O.M., ou terão de enfrentar o meu... desagrado.
O que ele queria disser era: EU VOU FUDER COM ESSA BAGAÇA, MANOOOOO.MUAHAHAHAHA. VOCÊS NÃO PASSAM NA MINHA MATERIA NEM COM BENÇA BRABAHAHAHAHAHAHAHA.
Snape olhou para Neville com um olhar do tipo: “Se fudeu, mané” e continuou:
_Quando terminar este ano, naturalmente, muitos de vocês deixaram de estudar comigo – continuou Snape.- Só aceito os melhores na minha turma de Poções preparatória para o N.I.E.M., o que significa que alguns de nós certamente vamos disser adeus.
Ele encarou o Potter e o Potter o encarou, então continuou:
_Mas ainda teremos um ano antes do feliz momento das despedidas, portanto, pretendam ou não tentar os exames dos N.I.E.M.'s, aconselho a todos que se concentrem em obter a nota alta que sempre espero dos meus alunos de N.O.M.
“Hoje vamos aprender a misturar um poção que sempre é pedida no exame: a Poção da Paz, uma beberagem para acalmar a ansiedade e abrandar a agitação. Mas fiquem avisados: se pesarem muito a mão nos ingredientes, vão mergulhar quem a beber num sono pesado e por vezes irreversíveis, por isso prestem muita atenção no que vão fazer”.
O professor bateu com a varinha no quadro e apareceu as instruções e os ingredientes nas nossas mesas. Ao contrario dos outros alunos eu anotei oque estava no quadro num pergaminho e comecei a preparar a Poção calmamente, presa é a pior coisa quando se está fazendo uma poção. Eu sempre tinha um ritual para fazer a poção dar certo:
1° Ler as instruções.
2°Arrumar os ingredientes na ordem certa.
3°Acender o fogo.
4°Pegar o Caldeirão e coloca-lo por cima do fogo.
5°Colocar os ingredientes na ordem correta e no tempo correto.
6° Coloca-lo num vidrinho de amostra para entregar.
7° Ganhar cinco pontos para a Sonserina.
_Um vapor claro e prateado deve se desprender da poção, dez minutos antes de estar pronta.- avisou Snape.
Ótimo, a minha estava assim, agora era só colocar uma gota, nada menos nada mais, de caldo de gengibre.
_E... perfeito.- eu disse baixinho e coloquei a poção em um vidrinho. Snape continuou a sua ronda pelas mesas e parou na minha e do Gustavo seiláqualsobrenome.
_Pelo menos uma pessoa para honrar essa classe. Cinco pontos para a Sonserina.- Ele olhou o caldeirão de Seiláqualosobrenome e fez uma careta mas não disse nada e saiu para rondar.
_Parabéns.- disse Gustavo.
_Não posso dizer o mesmo.- A poção dele soutava uma fumaça multicolorida.
_Então me ajuda?- perguntou o garoto.
_Não, porque eu gastaria meu tempo com você?- Quando o garoto ia responder algo...
_Potter, o que você acha que é isso?- Me virei junto com outros alunos da Sonserina.
_A Poção da Paz !?- parecia que o garoto estava suando frio.
_Diga-me Potter, você sabe ler?- Perguntou Snape.
Malfoy soutou uma gargalhada atrás de mim e eu me virei ao contrario de Snape para encara-lo.
_Idiota, sua Poção seria capaz de matar qualquer um, na verdade você devia ser proibido de fazer poções, elas são como a Maldição da Morte.- eu disse baixinho só pra ele ouvir.
_Sei, sim senhor.
_Leia a terceira linha das instruções para mim, Potter.
_Acrescente a pedra da lua moída, mexa três vezes no sentido anti-horário, deixe cozinhar durante sete minutos, depois junte duas gotas de xarope de heléboro.
_Você fez tudo que estava na terceira linha, Potter?
O garoto ficou meio sem jeito mas disse baixinho.
_não,senhor.
_Como disse?
_Não -repetiu o garoto mais alto.- Esqueci o heléboro.
_Eu sei que esqueceu Potter, o que significa que essa porcaria não serve pra nada. Evanesco!
O Potter ficou lá sem saber oque fazer.
_Os alunos que conseguiram ler as instruções encham um frasco com uma amostra de sua poção, colem uma etiqueta com seu nome escrito com clareza e traga-no à minha mesa para verificação... Dever de casa: trinta centímetros de pergaminho sobre as propriedades da pedra da lua e seu usos no preparo de poções, a ser entregue na terça-feira.- Disse Snape quando a sineta bateu.
Antes de qualquer coisa eu juntei os materiais, coloquei-os no armário. Pequei meu pergaminho e o enfiei na bolça.
_Evanesco.- Ordenei e a poção que estava no caldeirão sumiu, e a poção já arrolhada eu entreguei na mesa de Snape.
BOM. Como o esperado assim que Goyle colocou sua poção no frasco ela explodiu e suas vestes pegaram fogo.
_Aquamenti – Lancei água no retardado antes que ele se desesperasse.- Fala serio.- resmunguei pegando minha bolça e saindo da sala.
Rumei ao quadro das frutas perto do dormitório da Corvinal e fiz cocegas na pera, logo apareceu uma maçaneta na porta e eu entrei.
_Oi gente.- disse para uns elfos que fizeram uma reverencia.- Vocês sabem que não precisam fazer isso. Lembram eu sou a Marry.
_Senhorita Marry? Oh quanto tempo Senhorita Marry.- Disse Norb, um elfo que sempre admirei. Ótimo cozinheiro, gente boa, tinha uma memoria PER-FE-I-TA, e é “meu”. Na verdade foi assim: Norb trabalhava na minha casa, mas como Penny reclamava dele, eu dei uma blusa pra ele, ele adorou no inicio saber que se livraria da idiota da minha irmã, mas queria continuar a me ver então eu falei para ele vir aqui para Hogwarts. Meu esquema com ele é iqual ao Potter com o Dobby.
_Oi Norb, como estão as coisas por aqui?- perguntei indo me sentar em uma mesa e ele me acompanhou.
_Estão ótimas, senhorita Marry. Realmente ótimas. Estou aperfeiçoando uma sobremesa, quer provar minha nova receita? É uma receita trouxa, não sei se vai gostar ainda estou mudando algumas coisas.
_Adoraria, eu realmente amo suas receitas.
_Você será a primeira a experimentar.- Norb correu até o forno e tirou uma bandeja.
_Como é mesmo o nome, é... Ah sim, sim, bolo coberto com chocolate de panela. — Ele tirou um pedaço grande pra mim e também um copo com suco de abobora. Provei o bolo e UAU. Ele era ótimo, realmente ótimo.
_Está perfeito.- disse colocando mais na boca.
Fiquei lá um tempão conversando, mas como estava faltando uma hora para as aulas começarem de novo e eu tinha dever do Snape, pedi para Norb embrulhar um pedaço do bolo pra mim e colocar no meu malão pra mim.
Sai da cozinha e fui para a biblioteca pesquisas sobre pedra da lua.
–-----------------------------Muitos livros depois------------------------------
PAF, uma bomba de bosta é estourada no corredor fora da biblioteca, nem ligo e continuo guardando meu material para ir para a próximo aula. Aula de Poções. Snape. Passei por um corredor, no próximo era a saída que dava para as masmorras.
PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF, PAF.
_DENOVO???- Gritei e senti um futum de bomba de bosta.- Arrg Cabeça de bo... Uuui.- fui puxada pra dentro de um armário por duas mãos desconhecidas.
_Alguém já soutou nove bombas de bosta?
_Ai Fred, que susto, sabia que não é nada legal ser puxada para um armário de vassouras, entupido de vassouras?- Eu e ele estávamos colados um no outro de tão apertado que o armário estava. Tão apertado que seu rosto estava a centímetros do meu, seus olhos azuis estavam olhando para os meus, dava para contar cada manchinha no seu nariz e bochecha, eu sentia sua respiração acelerada.
_Você que pediu para não contar a ninguém sobre nossos encontros... quer dizer, sabe, os... os logros, é os logros e tal. Conseguimos terminar mais alguns.- Eu que estava concentrada na sua boca, parei para responde-lo.
_Serio?- percebi que ele também me analisava, mas fingi que não tinha visto.
_É, tem o Loucura...Loucura Delirante, quer dizer Debilitante e ham...
_Eu acho melhor...nós nos encostrarmos depois, haaaam agora eu tenho Snape, não posso atrasar. Podemos nos falar Sexta-feira anoite? C-conhece a Sala dos Objetos P-perdidos Jamais Encontrados? — Porque eu estou nervosa? PORQUE EU ESTOU NERVOSA???
_Não, mas você pode me mostrar?- Fred estava tão próximo, mas tão próximo, que nossos lábios estavam quase se encostando. Só meio centímetro e eu saberia se aquela boca era tão doce quanto eu estava imaginando (conciencia: Huuum, você ficou imaginando é?), quer dizer, é logico que não, hum eu não fiquei imaginando (conciencia: Sei ¬¬).
_Claro, claro. Xau. Poções. Não posso atrasar. Xau.- disse saindo do armário correndo antes que acontecesse alguma coisa que não deveria acontecer.
Cheguei na porta da aula de Poções correndo e entrei como se não tivesse corrido como uma loca-estabanada que empurrou um grupo de criancinhas da lufa-lufa fazendo as cair uma em cima da outra.
_Senhorita Owen, está atrasada.- Criticou Snape.
_Eu sei. E peço desculpas, a culpa foi de um grupinho da Lufa-lufa que soltou bombas de Bosta pelo corredor. — Me justifiquei.
_Menos quinze pontos para a Grifinoria.- Disse Snape e um amigo da Casa reclamou.
_Você nem sabe se é verdade.- Afirmou o garoto.
“AHHHH, DROGA. CRIANÇAS PETULANTES. QUEM ME DERA PODER PRENDE-LAS PELOS PÉS NAS MASMORRAS, QUEM ME DERA”- gritou Filch e seu eco penetrou a masmorra, fazendo as pessoas se sobressaltarem.
_Ai está a prova que o Senhor tanto queria, Senhor Nichel.- Retrucou Snape.
_Eu não sou mentirosa “Nichel”.- Falei e fui me sentar no único lugar vago. Ao lado da Parkinson.
_Como eu estava dissendo os alunos da Sonserina que conseguiram fazer a Poção da Paz na aula anterior, obviamente, não precisaram faze-la novamente. Mas peço que não atrapalhem a precária concentração dos seus colegas.
Como eu já avia feito a Poção e acertado, fiquei olhando pela janela o pessoal da Lufa-Lufa e da Grifinoria lá embaixo perto da cabana de Hagrid tendo aula de Trato das Criaturas Magica. Tentei achar Nicolle mas ela parecia não estar lá. Olhei envolta pro pessoal da Corvinal e não achei Ayumi. “estranho”- pensei, eu não tinha visto Nicolle nas aulas anteriores de Poções e agora Ayumi não está aqui com o povo da Corvinal. Caraca que estranho.
Não tinha nada para fazer, o trabalho sobre a Pedra da Lua eu já avia feito, a poção eu já avia acertado. Pensei em pegar Auxtramaddux no colo, mas quando eu olhei em volta: Ele não estava, para falar a verdade eu não tinha o visto desde o inicio do dia. Decidi deixar pra lá, afinal ele devia estar comendo alguma coisa por ai, caçando. Me lembrei que não sabia o que ele comia, nem quais eram seus hábitos e nem nada. “Tenho que pegar um livro sobre Gogrittes na biblioteca de Hogwarts”,- disse para mim mesma em pensamento.
Olhei o relógio e não tinha passado nem meia hora que eu estava dentro de sala. Faltava uma hora e meia para o sinal bater e eu ter que ir para a aula da McGonnagal.
Pequei um pergaminho e comecei a desenhar qualquer coisa, um rabisco aqui, outro ali.
_Droga de poção.- Ouvi Parkinson reclamar baixinho.
Parecia que ela não conseguira colocar o tanto certo da pedra da lua.
_Oque que é que está errado? Droga- continuava Parkinson a reclamar baixo.
_Coloca mais duas gramas de Pedra da Lua moída.- disse banalmente.
_Oi?- disse Parkinson parecendo assustada pelo fato de eu estar conversando com ela.
_Você me escutou, coloca mais duas gramas de Pedra da Lua moída.
A garota me obedeceu na hora.
_Agora mexa três vezes no sentido anti-horário.
_Anti-horario?- perguntou a garota com expressão confusa.
_Esquerda, fia. Esquerda.
_E agora?
_Tá vendo as instruções no quadro não? Deixa cozinhar durante sete minuto.
Ficamos durante minutos sem falar, até que a garota pegou a colher de caldeirão, mas antes que ela colocasse dentro dele eu dei um tapa na sua mão.
_Mas vai queimar!- reclamou a retardada.
_Se disse que é sete minutos, é sete minutos. Fica quieta e cala a boca.
Assim que chegou aos exatos sete minutos eu mandei que ela colocasse duas gotas de xarope de heléboro, e ela fez sem pestanejar.
.
.
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O sinal bateu e eu sai da sala, enquanto Parkinson colocava sua poção, que agora estava certa, na mesa do Prof. Snape.
_Ei, Owen. — Me virei e a coisa chata, Parkinson, estava atrás de mim.
_Que é?-disse azeda.
_Obrigada, te devo essa.
_Eu sei que deve.- disse severamente e fui para a Sala de McGonnagal.
A Professora nós fez praticas o Feitiço de Desaparição com lesmas e os que conseguiram passavam para ratinhos.
_Professora?
_Sim?
_Minha lesma já desapareceu.
_Que bom. Venha pegar um ratinho. — Pequei um ratinho em uma caixa em cima da mesa de McGonnagal e tentei faze-lo desaparecer, foi mais difícil, mas na decima vez eu consegui fazer o bichinho desaparecer por completo. Tudo bem que demorou, mas pelo menos consegui, né?
A aula da Professora McGonnagal tinha acabado, e quem não tinha conseguido fazer a lesma ou o ratinho desaparecer, deveria praticar como dever de casa.
_Ai, ai. — suspirei enquanto tomava uma sopa no jantar no mesmo lugar de sempre: no fim da mesa da Sonserina perto da porta, longe de todos.
_Oi Marry.- saudou uma voz atrás de mim. Me virei pra ver e era nada menos nada mais que Malfoy e seus seguidores. Parecia até o Tio Voldy e seus comensais.
_Fala serio, quando você vai se tocar que eu não gosto de você?
_Admite, você me ama.- disse o convencido.
_Eu tenho nojo de você. Só porque rolaram rumores que eu gostava de você ano passado, não quer disser que seja verdade. Agora chispa.
_Sabe quem você me lembra?- disse ele se sentando ao meu lado, e a trupe dele fez o mesmo.
_Não quero saber.
_Minha tia.
_Lestrange?- perguntei esquecendo de esconder a curiosidade. Porque ele estava me comparando com aquela idiota? Aquela crápula. — É, eu acho o cabelo dela legal.- disse escondendo o nojo e repugnância pela mulher.
_O que eu quis disse é que você é maluca como ela.
_Você tá querendo levar um soco é?- Ameacei.
_E você é violenta como ela também.
_Cala a boca Malfoy.
Antes dele falar qualquer coisa, Dumbledore se levantou e disse a todos:
_Agora que já desfrutamos desse belo banquete, quero avisar que teremos novos monitores. Não iremos desbancar nenhum que já foi escolhido, apenas escolheremos mais dois de cada casa, por motivos que será dito apenas aos novos monitores que serão escolhidos daqui a um mês. Teremos uma nova tática de seleção, e preciso disse que todos estarão em teste durante esse tempo. Boa noite a todos. — Sai da mesa e fui para o meu quarto vestir um pijama. Fui ao banheiro escovar os dentes e aproveitei para prender o cabelo num rabo de cavalo. Tirei a maquiagem e preparei a minha cama pra adormecer, o problema é que não estava com um pingo de sono. Me sentei na cama e comecei a ler o livro sobre Gogrittes.
_Boa noite, povo.- Disse Parkinson quando todas as garotas do dormitório já estavam no quarto. -Aê Owen, aquelas garotas que estavam com você no vagão me mandaram te entregar isso.
Levantei os olhos pela primeira vez para Parkinson e vi que ela estava carregando Kia, a gata de Ayumi, Auxtramaddux, meu Gogritte e Lawrent o pequeno leão de Nicolle.
_Porque elas me mandaram eles?- perguntei confusa.
_Uê, não está sabendo? Elas estão na ala hospitalar. Eu as vi lá de manha.
_Alá Hospitalar?- Me levantei da cama e comecei a vestir um robe por cima do pijama.
_Madame Pomfrey disse que não quer ver ninguém lá agora. Ela já até trancou a porta de lá.
_Droga, mas agora eu não vou conseguir dormir... Boa noite, vou ficar no Salão Comunal.
_Noite.-respondeu as garotas deitando em suas cama.
_Maddux, Kia, Lawrent, venham.- os peludos me acompanharam escada abaixo. As velas que geralmente iluminam o lugar estavam apagadas, fazendo o lugar ficar no completo escuro a não ser pela lareira, onde eu vi que não estava sozinha, tinha uma pessoa atiçando o fogo.
_Sabe, minha tia me dizia que saia ao anoitecer, assim como você está fazendo. — disse a pessoa que você já deve ter deduzido quer é, não é mesmo? Draco Black Malfoy.
_Se você continuar a me comparar com Bellatrix Lestrange, vai começar a acontecer coisas.
_Coisas?- perguntou o estrupício.
_É, e ninguém vai conseguir explicar como elas aconteceram.- Me sentei num sofá de frente para a lareira e fiquei observando o fogo.
Ficamos calados por muito tempo, pareciam horas para mim, mas quando olhei meu relógio de bolço eram apenas minutos. Desviei por um momento o olhar da lareira e olhei para Draco, quer disser Malfoy, olhei para Malfoy (consciência: “olhei para Malfoy”, é? Huum), Cala a boca consciência, você demora aparecer mas quando aparece faz aquele estrago, sabia? (consciência: Ai, magoou).
Bom, continuando:
_Porque está aqui? Quer disser, porque não está dormindo?-perguntou Malfoy sem jeito.
_Nada não.- menti. Malfoy se levantou e se sentou ao meu lado no sofá, mas continuou a olhar o fogo crepitando na lareira.
_Alguém já te disse que você não sabe mentir? — perguntou ele.
Dei uma risadinha nervosa.
_O que está perturbando o seu sono?- quis saber ele de novo.
_O que está perturbando o SEU sono?- retruquei virando o jogo.
_Nada, só não... estou com sono.- bufei com a resposta do cara de pau, estava na cara que era mentira mesmo não olhando em seus olhos que estavam pregados na lareira.
_Se... eu falar a verdade... você fala?-perguntei queimando de curiosidade.
_Eu.. é... t-tudo bem.
_O.K, não estou na cama porque... eu estou preocupada com as garotas, sabe, as do trem. O primeiro dia delas por aqui e já estão na Alá hospitalar.- disse murchando.
_Ah sim. Isso?- perguntou ele banalmente.
_Como assim, “isso”?-perguntei nervosa.
_Ei, não me entenda mal. É que não é nada demais, são só furúnculos, parece que amanha mesmo serão liberadas.
_Ah, hum... desculpa.
_Tudo bem.- disse ele tombando a cabeça para traz.
_Mas, e você?
_Eu oque?
_Porque não está dormindo?
_Nada.
_Se não fosse nada, você estaria dormindo.
_Estou me sentindo em um psicólogo, daqui a pouco vai me mandar deitar.-disse ele e déu uma risada rouca, a risada que eu sempre gostei.
_Se for ajudar, pode ir se deitando.-falei e ele me olhou pela primeira vez, seus olhos não tinham aquele brilho irônico e nem debochado, muito pelo ao contrario, seus olhos estavam tristes, opacos, cansados.- Vem, eu sei que tem um ploblema ai, vem cá.- chamei dando um tapinha no meu colo. Ele me olhou como se perguntasse se era serio, acenti, e depois se deitou no sofá apoiando sua cabeça no meu colo.
_Então loiro? Qual seu problema?-perguntei alisando aqueles cabelos absurdamente claros, aqueles cabelos que mesmo eu teimando não gostar eu tinha que admitir estar mentindo.
_É tão difícil.
_Eu me abri agora é a sua vez.
_Você promete não contar a ninguém?-perguntou ele meio na duvida.
_Claro que sim. Huuum, já sei, vamos fazer um pacto.
_O que? Não, é claro que não. E-e-eu confio em você, serio. Serio mesmo.- desaprovou Malfoy tentando se levantar, mas eu não deixei. O Maximo que ele conseguiu foi agarrar o jornal do dia que estava no chão. _Arrrrg, meu Merlin que susto.- arfou ele olhando para o jornal em suas mãos, onde Bellatrix Lestrange ria loucamente em silencio.
_Fala serio, essa mulher tá me percequindo.
_Nem me diga.- concordou Malfoy.
_Coitado de você, agora que essa louca está souta provavelmente vai procurar a sua família e...-foi ai que a ficha caiu: Ele estava preocupado com a família.- É isso, não é?
_Oi?- disse ele parecendo ter saído de um devaneio.
_É isso, você está assim por causa dela. Não consegue dormir por culpa de Bellatrix Lestrange.
_É, é por isso.- concordou ele fechando os olhos ainda com a cabeça no meu colo. De repente fui atingida em cheio por uma vontade de beijar cada milímetro daquele rosto perfeito, mas resisti fortemente, como se a minha vida dependesse disso. Malfoy se levantou e ficou sentado ao meu lado no sofá, de cabeça baixa. Mesmo parecendo ter tirado um peça de suas costas, ele parecia triste, desolado. Por puro impulso eu o abracei, ele pereceu assustado no começo mas logo correspondeu ao abraço.
_Você está melhor?-perguntei ao pé de seu ouvido, e o senti estremecer.
_Você é demais. Obrigado, por tudo.- sua voz estava mais rouca e arrastada que o normal. Antes de me separar dele inspirei de seu pescoço um perfume magnífico. Mesmo nos seperando continuamos um perto do outro, talvez um ou dois centímetros de distancia. Meus olhos verdes estavam hipnotizados nos cinza azulados de Malfoy. Olhos perfeitos o dele, tão... únicos.
_Seus olhos são únicos, sabia?- disse ele, e eu sorri pensando em como nossos pensamentos eram iquais.
Tentei ser modesta, mas a perola que saiu da minha boca foi:
_Se não percebeu os olhos da minha irmã que você acha gostosa, da minha mãe e do meu avô são exatamente iquais aos meus.
_Não, não são. Seus olhos teem um brilho diferente da sua família, você é tão diferente deles, tão... sei lá.- disse ele meio atrapalhado.
Malfoy virou as paginas do Profeta Diario e começou a ler em voz alta.
_Antigamente os jovens falavam uma linguagem certa, sem tantas gírias e esse jornal é uma merda.- reclamou o garoto amassando o jornal e o jogando em um canto da sala.
_Bela observação, meu caro. Eu, acho que meus olhos são comuns, mas se o senhor discordas.- falei pomposamente e ele entrou na deixa.
_Sim, milady. Discordo de ti, teus olhos teem um brilho inconfundível de esmeraldas, mesmo que discordes, eu sou um bom observador, minha bela.- ficamos olhando um para o outro, e derepente começamos a rir. Aquela cena era tão idiota que não dava para ficarmos sérios. Suspirei depois dos risos com o Malfoy e depois de um longo tempo nos olhando, ouvimos alguém dessesndo as escadas.
_Se alguém nos ver aqui, sozinhos, juntos.- cochichei no ouvido dele e olhei para os lados, encontrei uma colcha e tive uma idéia.
_Deite-se.- ordenei e ele me obedeceu em um segundo. Deitei ao seu lado e joguei a colcha encima de nós dois de forma que só eu aparecesse.
_Ah, oi Owen, você AINDA está aqui?- perguntou Margarida Mongleguel, uma das três garotas do meu dormitório.
_Pois é, não consigo dormir. – torci para que ela não percebece qualquer anormalidade (consciência: Tipo um garoto deitado por ai?), FICA QUIETA CONSCIENCIA.
_Hum, vim pegar água.-disse ela mudando de assunto.
_Porque não usou magia?
_ Serio bem mais fácil, não? Mas sempre vira rum.
_Q-que estranho.- disse me apertando mais contra Malfoy.
_Concordo, então até mais.- depois de encher um copo de água ela se virou e subiu para o dormitório novamente.
_Ela já foi? – cochichou Malfoy saindo de debaixo da colcha-salva-vidas.
_Já, e já deve estar na cama.- mesmo tento jogada a colcha para o lado ele continuou deitado ali, assim como eu.
_Ei, você diz que o meu cabelo é de água oxigenada, mas... você não era ruiva? – analisou o enxerido, diminuindo ainda mais a nossa o espaço entre nós me puxando pela cintura. (consciência: AHÁ agora ele te pegou, Miss-meu-cabelo-é-naturalmente-loiro-de-mechas-rosas), Já mandei FICAR QUIETA.
_Cala a boca, cabelo-boi-lambeu.
_O que ? Mas eu já parei de usar o cabelo com gel para trás.- reclamou ele.
_Ainda bem, você parecia um bezerro recém nascido.- provoquei ainda mais a fera.
_Olha quem fa...
_Shiiiiii, fica quietinho tá, fuinha albina quicante.- interrompe me virando para ele e colocando o indicador em seus lábios.
_Quantos apelidos você tem?- perguntou ele incrédulo.
_Sei lá, vem na minha mente como uma obra-prima para um poeta, ou uma imagem magnífica para um pintor. Mas relax Malfoy....
_Você vai continuar a me chamar de Malfoy? Até quando?- perguntou ele com cara de indignação.- Fala serio, á dois segundos eu me abri falando sobre meus problemas e você sobre a sua preocupação com suas amigas, e á um segundo nós estávamos deitados de conchinha, nos escondendo, e continuamos deitados só que agora você está virada para mim e eu estou com a mão na sua cintura, você não deu um chilique até agora. Ou seja: — ele acalmou a voz.- me chama de Draco.
_O.k... Draco.- disse ainda provavelmente roxa de vergonha por ele ter jogado na cara que estávamos parecendo um casal a um minuto, (consciência: Não era um segundo? ) ¬¬.
_Marry? Você está ai? – perguntou o loiro colando sua testa na minha, assim nós fazendo ficar a centímetros de distancia.
Fiz o maior esforço para não gaguejar e falei:
_Oi? Foi mal, o que disse?
_Que já está tarde, é melhor irmos para os nossos dormitórios, amanha temos aula. Se demorarmos mais é capas de dormirmos na sala, e você sabe nenhum professor toleraria isso. Se... você quiser vou com você, ver as garotas de manha... com você.- disse ele meio gago e se levantou do sofá assim como eu.
_Talvez. É então... boa noite, Draco.- disse ao pé da escada do dormitório feminino.
_Noite.- falou ele e me deu um beijo, (consciência: Ah, faça-me um favor, foi mais um selinho do que um BEIJO ), e antes que eu pudesse processar o que aconteceu, ele já avia subido escada a cima, do dormitório masculino.
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Logo de manha, quando eu acordei, percebi a diferença entre dormir cedo e dormir tarde. Mas me animei de imediato de ontem a noite. Assim que terminei a minha arrumação matinal e vesti meu uniforme, nada igual ao dos outros alunos, fui para o meu malão e pequei um nada pequeno pacotinho com bolo que Norb avia colocado ali ontem, como eu estava sem intenção alguma de ir ao Salão Principal fiz meu café da manha ali mesmo. Me olhei num espelho pela ultima vez e fui em direção ao hospital da escola.
_Pena que você não você tem que ficar naquele quarto sozinha, Sharla. Seria tão bom que você fosse do meu dormitório. Deve ser horrível, dormir no ultimo quarto, sozinha, e tal.- dizia Parkinson, enquanto passava ao meu lado com uma garota gringa.
“Que pena que eu SOU do seu dormitório”- pensei
Tomei fôlego, e abri a porta da ala hospitalar. Eu não sabia de nada. Como as garotas iriam me receber? Iriam me ignorar? Iriam estar com raiva por eu ser de uma Casa mal conhecida? Iriam me desprezar?
Mas o que aconteceu não passou nem perto do imaginado.
_MARRY. –gritou Nicolle em sua cama-maca.
_Caraca, eu achei que tinha esquecido a gente...- disse Ayumi energeticamente.
_Ou pior: que estivestes com raiva por não termos caído na mesma casa que você.- completou Nicolle e Ayumi continuou como uma bala.
_Ou nós achado chatas, sabe, tipo eu com as minhas neuras com aquelas roupas que a minha mãe me obrigou a usar e eu gritando que ia matar a Ninic se ela não falasse certo, sem sotaques. Mas eu juro: eu não sou uma assassina, quer disser, eu sou uma assassina só se for de formiga. Sabe oque eu estava pensando? Como os gigantes devem se sentir sendo daquele tamanho, mas ai eu pensei: as formigas são tão pequenininhas que nós somos gigantes para elas, então eu conclui que os gigantes se sentem super normal, porque nós nos sentimos normais. Você está se sentindo normal? Eu estou me sentindo suuuuuuuuuuuuper normal. Eu sou normal? A Ninic é super normal, SOMOS NORMAIS.- Ayumi falava como se não precisasse de fôlego.
_O que está acontecendo com ela?- perguntei baixinho no ouvido da “Ninic”.
_É o efeito colateral da poção que Madame Pomfrey nos deu. Ela passou a manha inteira assim: rindo como doida, falando de tudo quanto é coisa.
_Porque você não está assim?
_É por causa, da minha...hum... genética.-respondeu ela meio corando.
_Legal.-respondi com os olhos brilhando.
_Nhé nem tanto. Mas mudando de assunto: Você não está mesmo brava com a gente, por não estarmos na mesma Casa que você não né?- perguntou ela parecendo na duvida , então eu optei por falar a verdade.
_Claro que não, é lógico que seria super legal ser da mesma Casa que vocês, mas oque eu posso fazer? Eu amo vocês.
_Ai que linda , ela ama a gente, ela me ama, ela ama você, nós te amamos. Sabe o que eu percebi? Meus aparelhos trouxas não funcionam em Hogwarts, como eu vou ouvir Jessie J? E 2 ne1? E o Ná-nánáná-ná-ná-náááá da Pink? E o...
Puff.
Eu e Nic olhamos para Umy e vimos que ela estava desmaiada com a cara afundada no travesseiro.
_Muito fofo seu pijama e o pijama da tagarela ali.
_Ah valeu, aqui você percebeu?
_Percebi o que?
_Tô quase sem sotaquÉ. – disse ela como se fosse a melhor coisa do mundo inteiro. – É claro que quando eu estou com raiva ou uma emoção a flor da pele eu dou minhas escorregadas, mas fora isso não tenho quase nenhum sotaque, né? Acho que isso foi um Record, essa maluca ficou gritando comigo até eu acertar. Mas ela é super gente boa.
_É, a sua pronuncia está super.
_Eu sei.- disse ela toda feliz.
_Metida.- falei e começamos a rir. – Onde está Madame Pomfrey?
_Dumbledore chamou ela. Ela disse que se não voutasse em meia hora eu e a Ayumi podemos nos vestir e irmos para as aulas. Quer dizer: Ayumi só vai sair daqui se voltar ao normal.
_Então vai. – disse puxando Nic.
_Vai onde?
_Se arrumar para as aulas, garota.
_Aê, me ajuda? Vai na minha sala comunal e pega uma caixinha mais ou menos desse tamanho, está encima da minha cama.
_Você tá doida? Quer que eu seja lixada? O povo me odeia, gata.
_O QUE? Como eu vou pegar minhas coisas? Eu só tenho um uniforme aqui.
_Talves se... Norb?-chamei e em meio de três segundos meu elfo apareceu com um espalo ao pé da maca de Nicolle, que soutou um gritinho abafado pelas mãos.
_Desculpe, eu... eu nunca tinha visto um elfo, entende? Minha família... Enfim: porque chamou ele?- perguntou ela desviando de assunto... denovo.
_Ele pode nós ajudar, não é mesmo Norb?
_Sim, minha senhorinha.- disse ele me fitando com seus imensos olhos cor de chocolate.
Notas finais
Ei pooooooooooooooooooooooooooovo, como vocês estão?
Bom gente, eu estava se boa, em casa, no meu quarto, derepente BUM... Uma musica sobre as pessoas que fazem xixi na rua passa na TV, mas eu duvido que quem faz isso viu, porque na verdade eles estão ocupados demais FAZENDO XIXI NA RUA.
Foi mal começar falando de propaganda escrota. Algumas pessoas me perguntaram como eu e a Jay estávamos (obrigada!).
A Jay está ótima, mas meio que ela se afastou com raiva de mim, quando ela disse que não iria no show do David, sim, o David Guetta, adivinha porque? PORQUE ELA TINHA PROVA NO OUTRO DIA. O-que-fi-ze-ram-com-a-mi-nha-a-mi-ga? Aconteceu o seguinte: Eu e ela estávamos com o dinheiro na mão, iríamos ficar num hotelzinho da amiga da minha mãe , num quarto de casal , mas minha mãe meio que proibiu a gente de fazer um bilhão de coisas (valia a pena mesmo assim).
Ai eu fiquei com raiva e disse que ela estava mentindo e que na verdade ela estava era no clube de xadrez e namorando e João Victor (cara nerd que coleciona figurinha de albuns da sala), lógico ela ficou puta da vida e foi embora.
Eu meio que entendo ela, porque ela precisava ter tirado a nota maxima na prova (ela conseguiu) ou ela bombaria.
Enfim esse sábado meio que estamos nos reconciliamos, vamos ir , quer disser, ERA para irmos ao sitio de um amigo, o Rodrigo. Iria eu, o Rô, a Jay e o Lipe, mas sexta vai ser a formatura da minha mãe (ela cursava Administração na PUC Minas) e a família toda vai estar aqui, entende?
Então, talves, vamos ir sábado que vem (04/02), e talves vá o grupo todo: Eu, Rodrigo, Jay, Felipe, Joás, Matteus e Matheus.
Bom pelo que eu estou lembrando é isso! Perdi o show da minha vida, perdi um dia numa piscina, mas a Jay me perdoou o/(isso me lembra historia da Disney).
Ah, vim pedir uma coisa; como se escolhe um MAIO? Garotas e GAROTOS TAMBEM me falem como fica bonito e como fica feio. Me mandem fotos.
Obriiiiigadaaaa.
Beijos da Kah.
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