Quartet Loving
7 Trancada no Céu.
Notas iniciais
Dessa vez eu me superei na demora em?
Bem, eu podia dar um milhão de desculpas pelo atraso, mais só tem um motivo. O meu avô ficou muito doente, em estado grave, deram no maximo 72 horas de vida pra ele. E pra mim foi muito dificil. Eu não conseguia escrever coisas boas, estando triste e pra baixo. Enfim, sem momento terapia online HAHUAHAUSHAUSHAUSH
Espero que vocês entendam e não abandone a fic :)
Este capitulo é pras Team Jacob OOOOOOOO/ preparem-se.
Agradecimentos: A Bia linda que betou esse capitulo, a Dan que me deu ideias maravilhosas, a Laura gostosa que me deu um super apoio e super ideias, a Dressa que me aguentou até agora, a Thefy que tbm me deu um super apoio, a minha N. que me deu super ideias e ao Fabito o ser mais pervo desse mundo.
Dedicado: Lita Black e a Gisele Souza dos Anjos que me mandaram recomendações linda *-*
Avisos: Me perdoe se tiver alguma frase doida ou algo do tipo. Eu sempre leio o capituloa ntes de postar, mesmo betado, só que a dona STHEFANI FIRMO ficou me enchendo. Capitulo para maiores de 18 anos,ou seja, tem putaria no meio KKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Extras#
1ºRoupa da Nessie.
Roupa do Jake
Flores :
Motos:
Meu corpo travou e minha voz sessou. Minha mente girava de tal forma com que meu pensamentos se dissolvessem. Sem que percebesse, as mãos geladas deles estava acariciando minha face levemente. Descendo com exatidão, seus dedos separaram os meus lábios com apenas um toque, fazendo com que meus olhos se fechassem. Ele mordeu os lábios levemente e aproximou seu rosto. Suas mãos geladas passaram pelo meu pescoço abrindo espaço para seus lábios se pousassem ali. Ele roçou os lábios em meu pescoço subindo e descendo em um ritmo delicioso. Levemente seus lábios foram subindo quase se separando do meu pescoço, fazendo com que minhas mãos se apertasse escondidas com o receio de perder a deliciosa sensação dos seus lábios. Seus lábios pararam sobre o lóbulo de minha orelha. Ele deu um leve beijo seguidos de uma mordiscada, era totalmente uma tortura. Me sentia presa de uma grande fera.
Ele desceu seus lábios ao meu pescoço novamente e dessa vez espalhando beijos quentes. Ele explorava cada parte da minha pele como um animal faminto. Uma fisgada repentina me atingiu quando seus dentes gravaram no meu pescoço como um sanguessuga. Ele tirou seus dentes e depositou um beijo no lugar. Senti suas mãos em meu rosto e logo após ele tirou meus óculos. Seus lábios colaram nos meus depressa e foi como se tivesse encostado em uma corrente elétrica. Só quem já havia lhe provado sabia o quão toxico ele era...
Seu cheiro doce era como uma droga pra mim, cada vez mais necessário. Seus lábios se moviam com a fúria de um leão faminto. Meus dedos estavam entrelaçados nos seus cabelos negros o puxando pra mim. Nossas línguas travavam uma batalha misteriosa. Ele mordeu o meu lábio inferior o chupando em seguida, fazendo as minhas mãos se prenderem mais ao seu cabelo. Suas mãos navegavam pelas minhas costas, até estranhamente pararem no meu abdômen. Estava tudo bem até sua mão subir até meu seio. Confesso que pensei em deixar as coisas como estavam, mais considerando os fatos pensei duas vezes. Eu não queria perder a virgindade com Alec Volturi, na enfermaria da minha casa, com pessoas no outro cômodo ouvindo absolutamente tudo.
Suas mãos se moldaram contra meu seio, prontas para aperta-lo, mais eu impedi, afastando ele com as mãos:
– O que foi? — perguntou ele bufando. Ok, acho que Nahuel e Alec resolveram fazer um complô contra, só pode ser. Eles não falariam comigo nem tão pouco me provariam se não quisessem algo, como as vezes eu posso ser tão tola?
– O que você quer? — perguntei cruzando os braços.
– Eu tenho que querer algo? — ele retrucou arqueando as sobrancelhas.
– Pra me beijar... Sim. — debochei e ele riu, mais pareceu sem humor.
– Só a uma coisa que eu quero de você, e não é meu trabalho de literatura... — ele disse mordendo os lábios, fazendo com que meu coração saltasse.
– Realmente, deve estar escrito "Vadia" na minha testa... — disse me levantando pronta pra chamar Edward.
– Ei, — ele segurou meu braço. — Eu não posso ter... Mudado?
– Alec Volturi mudar? Só quando o sol ficar cereja. Se você acha mesmo que não te conheço, tá muito enganado. Por que se você quer um prostituta, sugiro ir na casa da Lizzie — rolei os olhos e fui em direção a porta. Quando abri me deparei com olhares curiosos. Me apoei na porta e dirigi meu olhar a Edward.
– Ele tirou o ombro do lugar... Pode resolver isso pra mim? — perguntei sorrindo e ele me devolveu o sorriso.
– Com prazer. — seus olhos brilhavam com maldade, e isso me fez rir.
Edward se levantou e passou pela porta sorrindo. A porta se fechou nas sobre minhas costas, dei passos lentos até o meio da sala. Eu odeio que as pessoas olhem pra mim diretamente e nesse momento as coisas não estavam muito legais.
– Cadê... A Jane? — perguntei pra Claire, tentando ignorar os olhares.
– Ela disse que ia pegar alguma coisa na casa dela. — respondeu Claire serena.
– Entendi...- respondi. Os olhares começavam a me incomodar. O modo como eles me olhavam era diferente, curioso. — Ok, dá pra parar de me olhar por um minuto. — disse meio irritada e todos voltaram as suas conversas paralelas como se nada tivesse acontecido.
Ouvi um ruído dentro da sala. Fechei meu olhos e contei até 5 mentalmente.
5,4,3,2,1... O terror vai começar.
Os ruídos, se transformaram em gritos de dor. O clima ficou denso e era visível que as pessoas nem respiravam.
– Pensa na próxima vez que for se meter em uma briga inútil. — disse Becca irritada dirigindo-se a Jacob. Ele bufou e olhou pro lado.
Me recostei na parede esperando Edward sair da sala. Demorou um tempo razoável até ele sair e nesse tempo ninguém disse sequer um palavra dês do que Becca disse. O silencio era tanto que podíamos ouvir as respiração um dos outros e até o que Edward falava para Alec dentro da sala, eram recomendações de remédio quase ele tivesse dor.
Finalmente a porta se abriu e de lá saiu Alec com o braço enfaixado e Edward com o mesmo sorrisinho. Provavelmente ele descontou sua raiva de Jacob em Alec e eu até podia ter pena dele, só que não.
Agradeci Edward e entrei na sala novamente, mais não antes de receber um olhar malicioso de Alec. Logo em seguida Embry entrou na sala. Seus cortes eram leves, não demorou muito, mais nesse curto tempo ele falou como um papagaio. E adivinha sobre o que ele conversava?
Sério, quem adivinhar ganha um premio...
Começa com J...
Terminar com B...
Bingo. Ele mesmo.
As coisas estavam ficando mais estranhas que o normal. E quando eu achei que fosse só coisa da minha cabeça, eis que me aparece Jared . E adivinha sobre o que ele queria conversar? A beleza estupenda de Jacob.
E calma, eu ainda não terminei. Depois veio Paul e Sam e Seth. Tudo bem, Seth foi o que menos falou, era como se ele quisesse me contar uma coisa... Creio que seja sobre Jane provavelmente, mais ainda sim, meu pressentimento diz que tem algo errado.
A ultima pessoa a qual restava era Jacob. Nesse momento eu já estava exausta e irritada demais pra ter conversinhas, então pedi a Deus mentalmente que ele calasse a boca. Por ironia ou não, foi exatamente assim. Ele estava tenso, com os punhos apertados e o olhar atordoado. Ficava olhando pros lados e mexendo os pés freneticamente.
– Você tá bem? — perguntei parando de limpar o corte de sua testa por um momento.
– Não... To, to. — ele respondeu. Franzi a testa tentando entender o que se passava, mais não tive sucesso. Sendo assim voltei minha atenção a sua testa. O silencio começou a ser perturbador, e eu sei que havia pedido por ele mais de certa forma algo me incomodava. De repente ele começou a pigarrear irritantemente. Suspirei terminando o curativo em sua testa e me afastei um pouco para ele tirar sua blusa.
Tentei reprimir meu olhar de seu abdômen, mais era quase impossível. Os flashs de seu corpo nu a algum tempo atrás viajaram pela minha mente. Pude sentir minha garganta se fechar como de costume e me voltei ao seu rosto imediatamente. Ele me olhava com curiosidade, como se quisesse ler meu pensamentos. Tirei uma mecha de cabelo do meu rosto e me voltei ao corte. Apoiei minha mão no seu abdômen o que foi... Delicioso. Céus, podia sentir cada gominho de seu abdômen por debaixo do meu toque. Quando subi minha mão devagar pude sentir seu corpo reprimir um arrepio.
– Desculpa. — disse corando. Ele só abriu a boca mais nada saiu de lá.
Ignorei e me dediquei ao corte, mais continuei com meu dedos bem ali no seu abdômen.
Seus dedos começaram a ficar inquietos ao lado do corpo, enquanto ele pigarreava, seus pés ainda se mexiam freneticamente e seus olhos procuravam algo inexistente no quarto...
– Ok, o que é? Se você quer me falar alguma coisa, sugiro que diga logo. — disse rudemente. Seus olhos se arregalaram e sua boca abriu algumas vezes mais nem um som saia. Cruzei meu braços impaciente e o olhei nos fundo dos olhos, o que não foi muito bom, pois com certeza fez eu ficar com uma cara de idiota. Aquele mar negro... Era hipnotizante...
– Eu... — ele começou me tirando de meus devaneios.
– Você... — incentivei.
– Você sabe... — ele tentou explicar rindo.
– Não sei não — disse rindo.
– Sabe, você e eu... Nós...
– Nós... — continuei incentivando com a testa franzida.
– Tipo, aquela coisa e...
– O que?
– Quer ir ao cinema... Comigo? — ele disse e riu em seguida. Eu arqueei a sobrancelha e ri sarcasticamente.
– Pode começar a me contar. — disse cruzando os braços.
– O que? — ele perguntou confuso.
– O que você, Alec e Nahuel querem? Por que seja o que for a resposta é não, então pode parar com esse joguinho.
– O que? — ele repetiu ainda confuso, mais uma confusão meio teatral.
– Black, todos os seus amigos vieram aqui e ficaram falando da sua beleza extrema e é meio impossível que todos os seus amigos sejam gays. E a proposito, eu tenho uma sala de cinema em casa, por que eu iria sair com um cara que vai me usar, me comer e pegar a próxima da fila? Se você acha mesmo que eu não te conheço e sei do que você é capaz, você está enganado. Comigo não, Black. — disse freneticamente. Fechei os olhos e contei até 10 mentalmente, mais quando abri os olhos novamente ele não estava mais lá. Pude apenas ouvir a porta bater. Me senti um pouco culpada por ter sido rude, mas ele mereceu... Eu acho.
Pov Jacob
Os olhos de Renesmee se fecharam depois de seu discurso. Idiota. Pensou Jake de si mesmo saindo dali e batendo a porta. Eu tinha que fazer tudo errado. Quando atravessou a sala pode ver o sorrisinho vitorioso de Alec Volturi o que tornou as coisas piores do que já estavam. Dirigiu a sua casa, adentrando pela porta da frente sem nem sequer dar explicações a Mãe. Correu até seu quarto e se trancou lá, amaldiçoando Deus e o mundo. Ela me paga.
Ele não acredita no que tinha feito. Diante dela ele parecia um adolescente, e isso ele não é. Jake dizia a si mesmo que só tinha começado do modo errado, na hora errada, mas ele já sabia o que ia fazer. Renesmee que se preparasse, por que depois dessa final de semana ela nunca mais ira dormir uma noite sem pensar em Jake.
Quando ele fechava os olhos podia imaginar ela gemendo seu nome e implorando para que ele continuasse com suas caricias.
Ele iria conquistar ela, e ninguém iria o impedir...
... Ou pelo menos é o que ele espera...
Pov Renesmee
Depois do surto de Jacob, todos foram embora e eu dei instruções para Chelle já que não havia terminado o curativo. Me despedi de todos que tinham uma cara de tacho em sua maioria, exceto Alec e Riley.
– Tchau — sorri para Seth dando um ultimo aceno antes de virar para Jane e Claire.
– Ok, pode começar a contar... — disse Jane com os braços cruzados quando me virei.
– Contar o que? — perguntei confusa.
– Quantos anos tem o Papai Noel — respondeu Jane um pouco alterado e eu ri.
– Qual é Nessie? Eu vi como Alec estava te olhando...- começou Claire mais Jane a interrompeu. Merda.
– É, eu também vi — ela disse com um sorriso forçado e recebeu um olhar de reprovação de Claire.
– Como eu ia dizendo... Alec saiu daquela sala como uma criança que ganhou um brinquedo novo. A questão é que, Nahuel entrou na sala e saiu resmungando, Alec entrou e saiu feliz, Jacob entrou e saiu com raiva e até o Quil entrou lá e falou comigo quando saiu. — disse Claire com os olhos brilhando.
– Ele falou? — perguntei metade curiosa, metade tentando fugir do assunto de Alec.
– Falou e me pediu desculpas, disse que era um idiota e se sentiu mal por ter me magoado. — Claire respondeu mordendo os lábios e olhando para chão quando suas bochechas coraram. — O quer que você tenha feito, funcionou! — ela sorriu voltando a olhar para mim.
– Blablabla, o que você fez com meu irmão? — perguntou Jane autoritária.
– Nada, ué — disse começando a rir.
– Você menti tão bem quanto a Bella. — disse Claire rindo.
– Eu ouvi isso — resmungou Bells no corredor.
– Ah... Eu... — comecei a dizer mais fui interrompida pela voz de Esme nos chamando para almoçar. — Depois do almoço eu conto.
– Espertinha — disse Jane ainda irritada fazendo uma careta.
***
– Obrigada Sra. Cullen, estava tudo delicioso. — agradeceu Claire.
– De nada Querida- sorriu Esme docemente. — Sobremesa?
– Claro — disse sorrindo.
– Então vamos — sorriu Jane maliciosamente.
– Ir aonde? — perguntei fazendo uma careta de confusa.
– Ué, eu te prometi um sorvete se você me ajudasse no plano.
– Prometeu é? — perguntou Claire arqueando a sobrancelha e lhe dei meu melhor sorriso.
– Já está tudo arrumado no porão. Se quiser já podem ir. — disse Esme.
– Obrigada Esme. — agradeceu Jane e Esme sorriu para ela.
– Então vamos — disse animada.
– Sorvete é? — Claire insistia a me olhar selvagemente — * I love you * — gesticulei com os lábios para ela.
– Edward pode tirar a mesa por favor? — pediu Esme.
– Claro.
– Hum, eu vou tomar o banho. Foi uma longa manhã. — disse Bella.
– Eu que o diga — riu Edward.
– Vamos — disse Jane me arrastando até o corredor.
– Sorvete... — resmungou mais uma vez Claire quando chegamos a porta do porão.
– Claire supera — disse Jane segurando o rosto dela entre as mãos. — Toma uma pirulito, vai te fazer mais feliz. — ela disse colocando um pirulito dentro da boca de Claire.
– Melancia. — anunciou Claire rindo.
A porta se abriu e expliquei o esquema a Claire.
Alguns gritos pelo caminho, mais nada demais, quando chegamos lá em baixo o queixo de Claire caiu e ela começou a pular que nem um criança.
– Que legal, que legal, que legal. — ela dizia enquanto eu e Jane riamos.
Mostramos o porão a Claire rapidamente e nos jogamos na mesa com sorvete. Jane havia trazido um pote, mais Esme era Esme, e logo a mesa estava cheia de guloseimas.
– Então... Eu achei que o que você disse ontem sobre o Alec, era tipo parte do plano. — começou Claire enquanto sentava-se no pufe com sua taça de sorvete. Senti meu coração saltar com que veria seguir.
– Eu também achei. E mais eu jurava que você não iria beijar meu irmão nem que ele fosse o ultimo homem do planeta e você tivesse que sacar com um macaco dentro de um vulcão em erupção. — completou Jane com a sobrancelha arqueada.
– O QUE? Eu não beijei o Alec... Eca Jane... — disse começando a rir e sentindo todo o meu sangue se concentrar nas minhas bochechas. Jane me encarou seria enquanto Claire segurava o riso.
– Vocês são meio indiscretos, Nessie — disse Claire colocando um colherada de sorvete na boca pra segurar o riso. Abri a boca algumas vezes mais não saia nada.
– Eu não beijei ele! Ele me beijou. — disse.
– Você disse o mesmo do Jacob. — disse Claire caindo na gargalhada.
– VOCÊ BEIJOU O BLACK... TAMBÉM? — perguntou Jane indignada.
– Você não sabia? — perguntou Claire entre gargalhadas.
– Quem é você e o que fez com amiga? — perguntou Jane com os olhos arregalados. Deu de ombros e comecei rir assim como Claire.
Depois de comer, assistimos um filme e conversamos coisas sem sentido. Claire contou sobre o quão Quil foi doce com ela hoje e que ela achava que talvez houvesse uma luz no fim do túnel e toda essa baboseira, mais sem nunca deixar de me zoar pelo meu incidente duplo.
– Incidente? — perguntou Jane.
– É — respondi. Estamos na cozinha do porão lavando a louça.
– Mais você bem que gostou. — disse Claire jogando água em mim.
– Claro que não — eu ri lançando o guardanapo em minhas mãos contra ela. Vi de relance Jane fechar a cara e suspirei. — Tá brava comigo?
– Não brava, incomodada. Quer dizer eu não quero saber se meu irmão beija bem... — ela disse parando para uma careta engraçada — Não é você, é ele.
– Ah, sem problemas... Podemos falar do Jacob — disse Claire sorrindo.
– Isso. — comemorou Jane.
– AH NÃO! — eu disse erguendo as mãos até meu rosto.
– Ele te beijou... — começou Claire sorrindo maliciosamente.
– E ele estava pelado... — completou Jane rindo.
– Ah pelo amor de Deus. — resmunguei fechando os olhos.
– O mais engraçado — começou Claire — é que ela fala como se fosse ruim. — ela completou com um olhar cumprisse para Jane e eu rolei os olhos.
– Não foi nada de mais, só um dia complicado... E algo me diz que eles estão armando pra mim. — disse pensativa.
– Armando? Quem? — perguntou Jane curiosa.
– Jacob, Alec e Nahuel. — respondi bufando.
– Por que você acha isso? — perguntou Claire.
– Motivos óbvios — respondi impaciente.
– Tipo o que?
– Eles tentaram agarrar ela. — disse Jane rindo por um momento.
– Sério?
– É... Eles vieram com um papinho suspeito.
– Talvez não seja nada.
– Eu não sei. Os amigos do Jacob ficaram tentando me convencer do quanto ele era bonito e Seth e Jacob pareciam nervosos, escondendo algo.
– O que Seth disse? — perguntou Jane em um só folego. Claire e eu olhamos para ela imediatamente fazendo ela corar instantaneamente — quer dizer... O que ele disse, pra mim saber se é suspeito.
– Claro, claro. Só que não. — disse Claire rindo.
– Cala a boca — ela disse para Claire rindo um pouco. — Fala Nessie.
– Na verdade, foi o que ele não disse. Ele ficou mudo e inquieto, assim como o Jacob... Ai depois ele meio que me chamou pra sair... — disse rindo quietamente.
– O SETH? — perguntou Jane com a boca cheia de sorvete.
– Não, — disse rindo mais alto — O Jake... Jacob...
– Jake é? — perguntou Claire, e eu a olhei com cara feia.
– Tá, o ele disse o que exatamente? — perguntou Jane curiosa.
– Ah, sei lá, algo do tipo "Você quer ao cinema?" — disse fazendo um voz grossa no final.
– Ele disse isso? — perguntou Claire largando sua taça de sorvete em um canto e se aproximando de mim.
– Disse. — respondi fazendo uma careta pela ansiedade desnecessária.
– Mais foi tipo " Ei, gata quer sair comigo?" — ela disse fazendo voz grossa bizarramente e olhando pra mim enquanto mordia os lábios. Jane e eu caímos na gargalhada.
– Claire, você acabou de me conquistar. — disse Jane ainda rindo. Claire se virou pra ela e mostrou o dedo do meio. — Wow, parei.
– Continuando... Foi isso, que eu acabei de fazer e não vou fazer de novo — ela disse olhando pra Jane que ergueu as mãos em defesa — Ou... "Quer ir ao cinema...Comigo?" — ela representou de modo vergonhoso... Exatamente igual a ele...
– Como você sabe que ele disse isso? — perguntei abismada.
– Ai. Meu. Deus. — disse Claire perplexa.
– O que garota? — perguntou Jane.
– Jacob Black está apaixonado por você, Renesmee.
– Você tem que ir mesmo? — perguntei a Claire enquanto íamos até a porta. O Sol estava se pondo. Ainda era possível ver a ponta de luz sobre as montanhas, enquanto as cores do céu se colidiam entre o dia que se ia e a noite que chegava, fazendo uma mistura de tons alaranjados e púrpura. As árvores negras moldavam a paisagem insana e rara de Forks através do vidro.
– Preciso. Você sabe... Jantar de família... — ela explicou e eu ri.
– Sei.
– Tem certeza que não quer que a gente vá com você? — perguntou Jane.
– Técnicamente não somos da família... — disse.
– Ei — Claire socou meu ombro. — Claro que são! Mais não, eu agradeço. Hoje é sábado, não vou fazer vocês ficarem um jantar chato até altas horas.
– É, na verdade eu não queria ir, só falei pra ser legal. — disse Jane torcendo o nariz.
– Jane e a verdade. — brincou Claire. Eu abri a porta e uma olhada no céu que já estava sendo tomado pela escuridão em poucos minutos. — Tenho que ir, não posso me atrasar. Vejo vocês amanha?
– Claro — disse Jane.
– Então tchau. — disse me abraçando, seguida de Jane. Ela sorriu e caminhou até seu carro. Mando um beijo antes de abrir o carro.
– Amo vocês. — ela gritou e depois se adentrou ao carro.
– Também te amamos — gritamos em uníssono e logo apos o carro mergulhou na estrada. Suspirei.
– Você já vai também?
– Tá me expulsando da sua casa? — perguntou Jane.
– Não... — disse rindo — Talvez... — completei e ela deu um leve soco no meu ombro.
– Se eu for pra casa agora só vai ter a Suplicia dando centenas de sermões no Alec, e por mais que isso seja divertido... Eu ainda prefiro ficar com você. — ela disse.
– Awn — disse fazendo um careta e ela rolou os olhos.
– O Jantar estava absolutamente perfeito Sra. Cullen e os seus muffins... Nem preciso dizer — disse Jane colocando um muffin na boca me fazendo rir junto com Edward.
– Obrigada querida. — disse Esme sorrindo.
– Vai de vagar com os muffins... — disse Bella pra Jane tentando não rir.
– É o ultimo. — ela disse pegando um e colocando na boca.
– Se não parar de ter umas daquelas diarreias feias que nem no natal retrasado — disse. E ela largou o muffin imediatamente. Todos na mesa riram e Bella piscou pra mim e eu ri.
– Obrigada Renesmee. — Jane disse me encarando com cara feia.
– De nada — disse rindo.
– Que dia é hoje? — me perguntou Edward e eu o olhei confusa.
– 7? — disse.
– 7? — perguntou Jane pra mim.
– Da semana. — disse Bella.
– Sext... Ah, é hoje que passa aquela serie incrível?
– Exatamente. — disse Bella e eu sorri.
– Você precisa assistir é a melhor serie de todos os tempos. — disse para Jane. Dei uma espiada no relógio da parede — 20:28 — Ih, já vai começar. Vamos? — disse olhando para Edward.
– Você precisa de ajuda? — perguntou Edward para Esme.
– Tudo bem querido, seu pai me ajuda. — ela disse docemente para Edward e depois pousou sua mãos delicadas sobre o braço de Carlisle ao seu lado que sorriu.
Saímos da mesa e fomos até a sala onde nos acomodamos.
– 23:45 —
– Te vejo amanhã? — perguntou Jane se encostando na porta.
– Claro. — disse simplesmente. Jane me analisou por um minuto, seus olhos azuis brilhando de forma estranha.
– Tá balançada com o que Claire disse mais cedo? — perguntou ela.
– Não. Eu não acho que seja verdade. Ele é o Jacob, é obvio que ele quer algo em troca.
– E se não quiser? E se... Ele realmente gostar de você?
– Impossível.
– E se...
– Ai, eu sei lá. Teria que pedir desculpas por ter sido grossa com ele. — eu disse e ela sorriu. Foi ai que eu me toquei. — Acha que eu fui grossa demais? Justo você.
– Eu não sei Nessie. A única coisa que eu sei é que algo de errado vai acabar acontecendo...Então é melhor cortar isso pela raiz, mas não antes de saber o que eles sentem primeiro, se pessoas vão sair feridas desse meio. Pode ser você ou pode não ser.
– Sentimental. — disse quebrando o gelo. Jane não falava de coisas sentimentais frequentemente, só quando tinha certeza que era isso ou nada. — Eu vou pedir desculpas e depois... Cortar o mal pela raiz.
– Melhor...- ela disse suspirando e mais um segundo de silencio de passou. — Nessie, você não é apaixonada pelo Alec, é?
– Não. É obvio que não. — eu disse em tom de indignação.
– E pelo Jacob?
– Nunca. — respondi ríspida.
– E pelo Nahuel.
– Jamais.- disse erguendo as mãos.
– E pelos três? — ela perguntou por fim com as sobrancelhas arqueadas.
– Não. — disse silenciosa, foi quando um pontada de duvido ecoou dentro de mim.
– Toma cuidado. — ela disse. — Mas agora, chega de sentimentalismo.
– Claro — disse rindo. Nos abraçamos e ela caminhou até sua casa. Acenou pra mim antes de entrar e eu devolvi o aceno.
Fechei a porta e a tranquei como Esme havia pedido.
Um pouco antes de Jane ir embora, Esme e Carlisle se recolheram. Edward, Bella e eu ficamos assistindo TV até por volta de 00:30 até que resolvi ir para meu quarto.
– Eu vou dormir — disse bocejando falsamente, e talvez ele tenham percebido mas não falaram nada. — Boa noite — disse abraçando Bella que devolveu o abraço com um forte aperto e um beijo na bochecha. Ri com a cocegas que vieram em seguida de Edward. Ele me segurou pela cintura e depositou um longo beijo em minha testa.
– Boa noite, Ness — ele disse sorrindo e lhe devolvi o sorriso.
Subi as escadas até meu quarto, onde o show já havia começado.
Tirei minhas roupas agilmente colocando uma camisola simples e confortável. Posicionei minha câmera ao lado da poltrona e peguei uma * no que estava escondida no meu closet.
Me sentei na poltrona aproximando meu rosto da lente.
Analisei as figuras uma a uma.
Primeiro Alec.
Sua cama era de frente para a janela, então só tinha visão parcial da situação.
Eles, quer dizer, ele e sua nova peguete que eu havia visto outro dia, ainda estavam nas preliminares.
Agora você se pergunta: Mais ele não tinha deslocado o ombro? Sim
E isso não significa que o sexo é praticamente impossível e pode até pior a situação? Sim de novo.
Agora se por causa disso ele deixou de ter uma noite quente? Não
Apesar do cuidado visível que ambos tomavam, era incrível sua agilidade com apenas um braço.
Ele estava de joelhos na cama enquanto ela fazia sexo oral nele. As mãos dela ficavam presas nas coxas dele, enquanto uma mão, a que o braço não estava machucado, se prendia as cabelos loiros dela. Ele mordeu seu lábios selvagemente enquanto ela tirou a mãos de suas coxas e arranhou seu abdômen. Ele apertou mais sua mão nos cabelo dela, a guiando para uma velocidade mais rápida. Sua cabeça se voltou para trás e então ele atingiu o ápice. Era visível o que viria depois. Ela bebeu todo seu sêmen e ele a jogou na cama como um leão em fúria...
Pulei então para o quarto de Jacob onde a coisa já estava em chamas.
Sua cama ficava de lado dando mais visibilidade a cena. Ele dava fortes estocas enquanto as mãos da garota se agarravam ao lençol. As estocadas começaram a ficar mais rápidas e ele riu de alguma coisa. De repente reconheci a garota na cama. Era a Professora de Física. Vadia, até ela?
Ela atingiu o ápice largando o lençol, mais ele continuava dando estocas continuas. As mãos dela estavam mortas ao lado do corpo enquanto ele continuava a se movimentar. Então ele saiu de cima dela meio irritado.
Eram raras as vezes que Jacob saia com garotas que o conseguisse acompanhar. Não que deixasse de ser noites incríveis para ambos, mais sempre na hora na penetração nenhuma delas conseguia o acompanhar. Era visível sua cara de irritado, ele disfarçava sorria um pouco, murmurava algo, ia para janela suspirava e voltava para cama onde a garota pulava para o plano B... Sexo oral.
Talvez seja por isso que ele transa com tantas garotas, sempre procurando uma que o alcance como ele tanto queria. Mas isso parecia algo inalcançável, então era quase uma rotina a olhada na janela.
E assim se fez. Ele caminhou até a janela suspirou e coçou sua barba saliente. Mais dessa vez, pela primeira vez ele olhou para mim. Não diretamente para mim, mais era como se fosse. Ele voltou a cama com passos lentos. Pegou algo no armário e se sentou na cama. Eles tiveram um breve conversa e a principio o rosto dela era confuso, ele disse algo e ela riu colocando a mão no ombro dele. Ele riu também e ela disse algo. Ele assentiu e lhe mostrou uma faixa preta. Ela mordeu os lábios e ele a vendou. Depois ele pegou mais uma venda e se vendou. Então eles começaram um jogo divertido e talvez estranho pra quem via do lado de fora, mais para mim já era conhecido. Eles começaram a se apalpar sem pudor algum, mapeando o corpo um do outro. Cada pequeno pedacinho enquanto seus lábios estavam colocados. Ela se sentou em cima dele e eles começaram o segundo round, se é que me entendem.
Por ultimo vinha Nahuel. Ele estava com uma ruiva que eu já tinha visto em algum lugar. Assim como Alec, sua cama ficava posicionada de frente para a janela dando visão parcial. O que eu podia ver era uma ruiva montada em cima dele vestida de bandido? Acho que era isso. Ela rebolava encima dele sensualmente enquanto lambia os lábios. Vi uma mão agarrar a cintura da garota e ele inverteu a situação. Agora eu podia ver ele e sua fantasia de policial.
...
...
...
Como se respira mesmo?
Ele ficou ajoelhado e ela ficou de quatro. Então ele começou a bater no bumbum dela continuamente. Ele ria divertido e puxava o cabelo dela com força. Ele disse algo mordendo os lábios e depois riu novamente. Ela se levantou, ficando de joelhos e segurou os ombro dele como se suplicasse algo. Ele segurou uma boca rudemente e chupou o pescoço dela fazendo com que ela arqueasse. Ela voltou a ficar de quatro e ele abaixou o short que ela vestia. Tirou também sua cueca boxe e penetrou sem dó nem pena da garota. Pude ouvir uma espécie de ruído que muito provavelmente veio de lá. Ele dava estocadas enquanto puxava o cabelo dela mais uma vez. Essa seria uma daquelas noites quentes.
*
– Nessie, Nessie... Acorda! Renesmee, levanta.
– Que foi? — perguntei murmurando enquanto abria os olhos lentamente enxergando uma silhueta feminina com longos cabelos castanhos... Bella.
– Você precisa ver isso. — ela disse rindo enquanto minha visão começava ficar mais clara. Meu corpo estava dormente, minha cabeça latejava um pouco devido a bebida. Não estava nem um pouco afim de levantar.
– Que horas são? — disse com uma voz embargada pegando o relógio ao lado da cama.
8:00.
– Seja o que for, é sábado e está cedo demais pra surpresas.
– Se você não se apressar nossa casa vai virar uma floricultura. — ela disse tirando o cobertor de cima da mim e me arrastando pra fora da cama.
Ela me arrastou pelo corredor e eu quase cai ao descer as escadas.
– Mais o que?... Ai meu Deus do céu — disse ao chegar na sala.
A sala estava repletas de flores. O cheiro de lavanda estava impregnado em todo lugar. Lavanda erma minhas flores preferidas desde sempre. Lavanda e rosas. E agora minha casa estava cheia delas. Eram arranjos e buques. . Andei pela sala perplexa, dando passos lentos já que minhas pernas estavam bambas. Senti meu coração palpitar e minhas bochechas corarem, aquilo não era pra mim, ou era?
– Quem... Quem mandou isso? — perguntei rindo enquanto olhava ao redor.
– Só tem um jeito de saber. — disse Esme sorrindo e apontando um buque ao canto. Caminhei até ele e o peguei. Era lindo, tinha lavanda e rosas em tom lilás misturados, me aproximei exalando o cheiro delicioso. Sorri meu boba sentindo minhas bochechas corarem. Havia um pequeno cartão entre as flores, o peguei lendo a letra caligrafada que dizia:
Pode me perdoar? Seu Jake
Bufei irritada sentindo minha cabeça girar e meus pulsos se fechar.
– Idiota! — andei até a porta dando o buque em minhas mãos para Edward que me devolveu um olhar confuso.
Caminhei até a porta e a abri dando de cara com um entregador.
– Renesmee Cullen? – ele perguntou,
– Infelizmente.
– Nós temos uma entrega... – ele começou e eu o interrompi.
– Pode levar pro orfanato ou coisa e tal – disse irritada. – Com licença – disse passando por ele.
Marchei até o meio da rua onde vi Jacob na sua janela com um sorrisinho de galã de cinema. Ele saiu da janela então imaginei que ele estivesse descendo e assim ele fez.
– Nessie... – ele disse sorrindo vindo até mim.
– Renesmee, meu nome é Renesmee. E vem cá quem você acha que esta enganando com essa pose de... – comecei a murmurar mais ele pousou um de seus dedos sobre meu lábios.
– Deixa eu falar, só dessa vez. – ele pediu olhando pra mim com aqueles mar negro. Por um momento me perdi neles mais logo quando sua voz rouca começou a soar eu me concentrei em suas palavras.
– Eu fui um idiota , eu sou um idiota – ele disse rindo logo após um suspiro – Mas isso só acontece quando eu to perto de você. Eu não sei o que acontece comigo quando eu to perto de você, é como se eu resumisse em nada, é como se só você existisse. E eu mal sei o que eu to fazendo direito, a única coisa que eu sei é que a vida é curta demais e se eu não tomar uma atitude agora, amanha pode ser tarde demais. – ele disse me encarando profundamente. – Eu só te peço um chance pra mostrar que eu posso ser diferente, porque eu posso. Eu posso voltar a ser o Jake... O seu Jake. – ele disse acariciando minha bochecha.
Então eu me lembrei o que Jane tinha me dito. Descubra, e corte o mal pela raiz.
– Jacob... – comecei.
– Por favor – ele implorou com olhos de filhote – Se não eu não vou parar de mandar flores para você sua casa até que vocês não consigam mais sair de lá – ele disse e eu ri.
– Eu não sou muito afim da ideia de prisão na selva... – disse olhando parar o chão e tirando um mecha do meu rosto.
– Isso foi um sim? – ele perguntou sorrindo. Aquele sorriso que fazia o mundo parar um segundo só para admirar sua beleza.
– Talvez – eu disse rindo e ele sorrindo mais ainda.
– Então eu te pego hoje as 19:00. – ele disse.
– Tudo bem. – disse suspirando, ele começou a caminhar de costas.
– E ei, é melhor você colocar uma roupa. – ele gesticulou – Eu não quero que as pessoas te vejam assim – ele disse mordendo o lábio e coçando a cabeça.
– Assim? – perguntei confusa.
– É, assim tão... Sexy – ele disse umedecendo os lábios fazendo com que minha pernas ficassem dormentes e meu coração parar por um segundo. Ok, se controle.
Ele entrou em sua casa e eu continuava no meio dá rua perplexa. Ouvi passos e Bella se aproximou de mim.
– Foi ele? – ela disse sorrindo e eu assenti coma cabeça. – O que aconteceu?
– Ele me chamou pra sair... E eu aceitei... – eu disse balançando a cabeça.
– Sair? A onde? – ela disse meio não acreditando.
(Nota da autora: Ouve algum problema então o capitulo não está inteiro, a continuação deste capitulo estano capitulo seguinte — Trancada no céu — parte 2)
Notas finais
Quero agradecer mais uma vez as recomendações. Façam como as lindas da Lita e da Gisele :) E pra quem é curioso, elas ganharam digamos um mini premio, mais eu não vou falar o que é. Então se você quiser saber corre e recomenda a fic KKKKKKK'
E façam como a Dan também, ela expressou sua opinião e acabou me dando boas ideias. Ideias nunca são demais, então falem mesmo, talvez eu não vá usa-la exatamente como vc disse, mais pode me ajudar a ter outras ideias maravilhosas.
A enquete da semana é:
* Você escuta alguma musica lendo o capitulo?Se sim qual?
Essa enquete é mais pra mim conhecer vcs, até pq eu tenho adoro montar trilhas sonaras pras fics que eu leio AHSUSAHUHAUSUHAS
Por hoje é só. 35 DIAS PARA BREAKING DAWN PART 2 *OOOOOOOOOOOOOOOO*
Beijooooooooooooooooooooooooooooooos ;)
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