Notas iniciais
Não havia tempo para lamentar, não havia tempo para desistir se ela ainda conseguia ficar de pé porque não ajudá-la a ser feliz quem sabe tentando realizar cada um dos seus desejos.

Quarta-feira dia 21 e agosto de 2010 O diário de Katlyn Bennet: Tudo começou no colegial, e é acho que tê-lo conhecido poderia ter sido a melhor coisa que já me aconteceu nesta vida no começo ele parecia não ligar muito pra mim bom nós nunca fomos tão próximos desde aquele dia em que eu apenas tive um pequeno distúrbio Gemma era uma velha amiga minha mais nunca tinha visitado sua casa em Los Angeles. O colégio parecia um dos piores filmes de terror que já vi odeio ter que estar lá todos os dias, odeio ter que olhar para cada uma daquelas garotas elas são sempre tão bonitas nunca consegui ver algum tipo de beleza em mim o que eu vejo quando me olho no espelho? Uma simples, garota bom meus olhos são azuis mais e daí o resto não passa de um pequeno defeito meu, meu cabelo não se encaixa com o meu rosto branquelo e com pequenas sardas ao redor da minha bochecha ainda por cima tenho de usar óculos qual é? Óculos no ensino-médio e a pior coisa do mundo eu ainda não sei qual vai ser o meu destino ou o que ele reserva pra mim tenho que me esforçar muito pra poder entrar em uma faculdade quero fazer medicina sou apaixonada por tudo o que ela tende a nos oferecer... –Harry sua namorada chegou! Era mais ou menos meio dia Julie chegou do colégio num entusiasmo só vazia tanto tempo que ela não o via mais ele estava enfrentando alguns problemas com sua melhor amiga Katlyn passava por momentos difíceis tinha depressão e não queria voltar a escola por um simples motivo ela estava tão pálida além da depressão ela foi diagnosticada com Leucemia seus pais Hellen e Guerrit tentaram pagar o tratamento em casa eles fizeram uma campanha na internet e conseguiram arrecadar um bom dinheiro para pagar o tratamento da filha. Katlyn Bennet tinha só dezessete anos e já estava á beira da morte algo que ela achava injusto. –Desculpa, eu não vou poder ficar hoje. –O que? Mais tem um tempão que a gente não se ver e... Ele beijou-a antes de poder terminar a frase Harry pegou o casaco e saiu ia á casa dos Bennet. Chegando a humilde residência dos Bennet Katlyn estava no sofá assistindo TV ela não estava nem um pouco animada seu rosto estava pálido demais e quem diria? Ela não era aquela garota cheia de sonhos e feliz que sua irmã havia lhe apresentado agora tudo parecia estar indo por água a baixo um dos sonhos de Katlyn era visitar Paris só que nada disso fazia sentido não mais agora. –Oi. Ele ficou de pé apenas aguardando um abraço apertado e por fim foi isso que aconteceu. –Porque esta aqui? Não tinha que esta no colégio. Coçando a cabeça ele inventou uma desculpa para coisa toda. –Bom é eu vou pra aula. Mais antes e Katlyn se jogou no sofá endireitando-se e tentando encontrar palavras para explicá-lo o que definitivamente estava acontecendo. –Eu... Eu estou bem, devia ir pro colégio antes senão vai perder a aula. Neste momento a senhorita Hellen desce ás escadas atrasadíssima para o trabalho: — Querida viu seu pai? Já era pra ele estar me esperando. –Mãe o papai acabou de sair. Ligando para o marido que não atendia o celular ela ficou totalmente desesperada porque podia perder o emprego e isso era algo que não podia de forma alguma acontecer. –Droga! Eu tinha que estar lá ás oito e meia e... –Hellen eu te dou uma carona até o emprego, eu estou indo pra aula e... Hellen trabalhava como professora no mesmo colégio em que sua filha estudava então é claro que o grande amigo de sua filha poderia ser gentil como sempre era e lhe oferecer uma carona seria um enorme favor. A mãe de Katlyn o beijou na bochecha dizendo que ele era um amor de pessoa. –E então te vejo mais tarde? Harry queria ajudá-la ele se sentia péssimo por ver Katlyn daquele jeito passando por um momento tão difícil como aquele e esconder dele só deixaria ás coisas um pouco mais, ruins do que já estavam. –Pode ser. Antes de sair ele olhou para ela que estava de costas sentada no sofá apenas esperando que ele fosse embora para que aquelas lágrimas acumuladas ali dentro fossem embora. No caminho para o colégio o amigo de Katlyn quis saber o que realmente estava acontecendo ele nunca tinha visto ela assim meio que aquilo lhe fez sentir um vazio por dentro como se ela fosse deixar de existir. –Senhora Bennet. –Sim. –Eu queria saber uma coisa. –Houve uma pausa atordoada mais logo ele prosseguiu- O que esta havendo com a Katlyn? Tem tanto tempo que ela não vai á escola. –O meu querido Katlyn esta tão desanimada nós estamos enfrentando um momento difícil á três semanas atrás ela passou mal no colégio levamos ao medico e descobrimos que nossa única filha tem câncer... –O que?! Mais que tipo de câncer seria? Katlyn sempre foi tão animada nunca pensei que um dia chegaria vê-la assim. –É e nem eu Katlyn tem leucemia agora que descobrimos meu marido trabalha mais eu trabalho mais pra podermos pagar o tratamento dela. Parando o carro para estacionar os dois ficaram completamente em silencio e quando saíram ele apenas olhou á senhora Bennet ir embora. –Senhora Bennet! –Ela olhou para trás esperando que Harry dissesse algo- Eu sinto muito. Ela sorriu para ele e depois partiu para a sala dos professores em seguida Julie o assustou chegando por trás tapando os seus olhos. –Advinha quem é? -Hum deixa eu adivinhar... Conheço essas mãos só podem ser da Julie! -Que droga isso não tem mais graça. Pegando a mão dela e trazendo-a pra mais perto para beijá-la ele diz: — Sabe o que tem graça ainda? Ele colocou uma mecha de cabelo enorme atrás da orelha dela Julie respondeu: — Não eu não sei o que tem ainda tem graça. –A é vamos ver o que me diz disso aqui então. Os dois se envolveram em um beijo e logo o sinal de irem para aula tocou eles correram do estacionamento de mãos dadas para poderem chegar a tempo. Em casa Katlyn penteava os cabelos em frente ao espelho quando viu alguns fios de cabelos saírem na escova de pentear. -Isso é injusto! Porque eu? Mais que droga! Katlyn deitou-se na cama e adormeceu. Seu pai chegou da farmácia que lhe trazia mais remédios Guerrit viu que sua filha havia dormido então embrulhou-a saiu do quarto se sentou na cadeira do escritório colocou a mão direita na cabeça procurando uma solução para os seus problemas. –Porque a minha filha Deus?! Naquele dia no inicio da noite Hellen trouxe Harry para ficar ao lado de Katlyn que estava no quarto ela queria apenas fazê-la feliz por ter alguém ali que se importava com ela porque eles ainda eram amigos. –Você de novo? A filha dos Bennet sempre brincalhona e gentil mesmo não estando nada bem ela ainda conseguia tentar sorrir. –Ué você quer que eu vá embora? Ta bem eu vou. –Não! Harry eu só estava brincando. Ele voltou e fechou a porta. –Eu sei. –O que isso? Katlyn viu uma caixinha que parecia brilhar era apenas o reflexo do papel de presente. –Há isso. Tirando a caixinha do bolso ele entregou a caixinha a ela Katlyn abriu havia uma colar em forma de coração. –Isso é pra quando se sentir sozinha. Mesmo quando eu estiver longe. Ela ficou feliz por tê-lo ali como um único amigo, pois em todo o colégio de quase cinco mil alunos ela só conseguiu fazer amizade com um deles. –Nunca tinha ganhado um desses antes, nem mesmo de quem eu pensei que fosse minha melhor amiga. Obrigado. Eles se abraçaram. E depois tudo ficou em silencio ela apenas ficou brincando com a caixinha. –Posso ter a honra de colocar pra você? –Há mais é claro. Katlyn fez um coque com o cabelo ele colocou o colar em seu pescoço quando viu uma pequena manchinha roxa perto da nuca dela e aquilo demonstrou que sua amiga estava mesmo doente. –Por quanto tempo ainda vai ficar aqui? -Você diz por causa dos shows? -É. –Eu ainda não sei começamos agora e... É tanta coisa pra fazer. Ela deitou no colo dele e segurou a sua mão Katlyn sabia que estava segura e não queria pensar na morte por nem um segundo. –Como esta você e a Julie? -Nós estamos bem, ontem á noite dormimos juntos. Mais um tempinho de silencio mais logo Katlyn tinha tanta coisa pra perguntar. –Harry! -O que? -Como é ter a sensação de estar apaixonado por alguém? -Cara agora você me pegou. Eu não sei exatamente explicar espera você nunca se apaixonou por alguém antes? -Acho que não, acho os garotos do colégio uns bobões sabe eles só pensam em você sabe aquela palavra com S. Ele soltou uma gargalhada boba ela ficou totalmente sem graça e sem saber como continuar a seção de perguntas. –Me desculpa só achei um pouco engraçado... Mas respondendo a sua pergunta sobre estar apaixonado bom eu sinto um pouco de medo a respeito de tudo. –Espera eu pensei que só ás garotas sentiam medo e os rapazes só enxergavam isso como um tipo de diversão sabe do que eu estou falando não é? -Sei, sei daquela palavra com S. Agora a minha vez de perguntar falando sério. Você nunca... Nunquinha nem uma vez? -Não. -Surpreso? -Um pouco. A senhora Bennet bateu a porta para dizer que o jantar estava pronto. –Pode entrar! -Há é você mãe. –Desculpe interromper mais o jantar está pronto. –Há serio eu estou cheio de fome. Enquanto caminhava em direção a porta Katlyn ficou um pouco tonta sua visão um pouco embaçada ela tirou os óculos esfregou os olhos mais mesmo assim ainda continuou fraca sua mãe já tinha voltado para cozinha Harry ainda estava ali esperando Katlyn. – Katlyn ta tudo bem? Sem poder respondê-lo ela caiu no chão desmaiando seu corpo ficou fraco demais para poder ficar de pé. –Senhora Bennet! Ele gritou porque ficou apavorado com medo de que algo acontecesse com Katlyn sua mãe veio correndo ao ver sua filha desmaiada no colo de seu melhor amigo Bennet correu para pegar ás chaves do carro enquanto Harry descia as escadas com Katlyn nos braços. No hospital de Los Angeles eles ficaram na sala de espera esperando apenas para saber como estava o estado de saúde de Katlyn. Passando-se horas o médico de sua filha queria conversar com ela Hellen ficou na sala com o doutor Bruno e não saiu de lá com uma expressão boa no rosto Hellen apenas começou a chorar seu esposo estava no trabalho quando tudo aconteceu então Harry abraçou-a tentando consolá-la. A noite foi longa o desespero maior ainda quando o sol começou a nascer eles finalmente poderiam visitá-la.

Notas finais
Realizar todos os sonhos dela sera que ele seria capaz de fazer isso? Essa resposta é só o tempo que poderia responder.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.