Quando o coração chama!
14 Capítulo 13: Correndo contra o tempo
Notas iniciais
Anteriormente...
– Alguém ou você usou o seu cartão de crédito e chegamos até você.
– Tá, mas o cartão foi usado para que?
– Alguém retirou dinheiro da conta e pagou as flores que o entregador me entregou. Você acha que não chegaríamos até você? — a detetive gritou.
– Peraí, mas eu emprestei meu cartão de crédito a um amigo. Eu juro.
– Há sim, quem é esse amigo então? — disse Ryan.
— O nome dele é Smith, James Smith. Por favor, eu juro que é verdade.
O nome do entregador de flores também era James Smith, Beckett e os meninos fizeram a ligação na hora. Eles informaram a capitã e mantiveram o suspeito sob custódia, porque eles não sabiam se ele ajudava o Stalker.
Um alerta foi emitido e todos estavam procurando o assassino, agora que sabiam o seu nome ficaria mais fácil. Na hora do almoço uma transmissão ao vivo no computador de Beckett a interrompeu. Os policiais que estavam na delegacia chamaram Castle os meninos.
— Boa tarde detetive Beckett! Espero que a disputa para me pegar seja mais acirrada agora que vocês sabem meu nome. Bom, vou dar uma dica para vocês de onde está a policial Lavinsky, está perto da água e perto do mar, mas não pode se molhar. A encontrem até as 4 p.m se não ela vai se afogar! — riu malignamente — E Beckett espero que você esteja aproveitando a estadia na casa do escritor. Vamos ver se vocês conseguem me pegar, eu estou mais perto do que vocês imaginam!!!
A tela voltou ao normal e todos discutiam onde a policial poderia estar. Após procurarem por câmeras de vigilância descobriram um carro abandonado no porto de Manhattan na 12ª avenida no cruzamento das ruas 48 com a 52. Correram para lá e ao chegarem eles encontraram o carro abandonado, o carro estava ligado e não haviam puxado o freio de mão, então ele estava sendo segurado pela grade enferrujada que tinha ali. Alguns policiais foram averiguar o resto do porto, enquanto a detetive, Rick e os meninos foram até o carro.
Beckett abriu o porta malas e encontrou a policial Lavinsky com os pés e mãos amarradas e um pano amarrado na boca. Kate desamarrou os braços e as pernas da policial e tirou o pano da boca de Lavinsky, a detetive e os meninos ajudaram a policial a sair do carro.
— Obrigada por me resgatarem, se vocês tivessem demorado mais um pouco a grade iria ceder.
— Tudo bem. Agora você está segura. Você sabe para qual lado o Stalker foi? — disse a detetive.
— Não, ele sempre foi muito esquisito, não falava quase nada e quando falava parecia um psicopata, gritava e ria ao mesmo tempo. Graças a Deus ele me alimentava, e nem sei porque ele fazia isso, eu achei que ele quisesse me matar.
— Não ele só queria a nossa atenção. — disse Beckett.
— É e ele tem! — disse Espo.
Todos foram para a delegacia e começaram a falar sobre o que fariam para prendê-lo de uma vez. Alguns policiais estavam procurando pistas de James Smith, mas ele era meticuloso.
— James Smith é um sociopata, ele só foi descoberto porque queria que a polícia soubesse seu nome, ele quer se vangloriar, quer que a imprensa fale dele e de seus crimes, isso para ele é como um prêmio. Precisamos tirar esse monstro das ruas. — disse Kate revoltada.
— Eu também acho Beckett, precisamos pegá-lo! Ao trabalho! — disse Gates.
Espo e Ryan correram para contar a Kate o que descobriram.
— O nome de James Smith era Charlie Johnson, o ex presidiário que foi condenado por matar duas mulheres e tentar matar uma terceira mulher, ele era o nosso primeiro suspeito. — disse Espo.
— Após cumprir pena por esses crimes, ele foi solto e mudou seu nome, aí foi preso de novo por cometer mais dois assassinatos e aí conheceu Victor Parker. — disse Ryan.
— Ok, vocês acham que os dois estão juntos nisso? — disse a detetive.
— Não! Achamos que o Stalker usou Parker para poder sair da cadeia e cometer mais crimes. — disse Kevin.
— Ok, então interroguem o senhor Parker novamente e descubram se ele sabe onde James Smith, Charlie Johnson ou Stalker como preferir chamar está. — disse Kate.
Os dois policiais foram interrogar o homem que afirmou não saber a localização do assassino.
— Ele falou a verdade? — disse a detetive.
– Achamos que sim, parece que ele não sabia da história do James Smith direito, só sabia que ele havia cometido alguns erros, Parker saiu da cadeia e tentou ajudar, pagou um advogado para Charlie Johnson e o ajudou quando ele foi procurar emprego, o indicou para o trabalho na floricultura. E depois disso não se viram mais. — disse Javi.
Todos na delegacia estavam em alerta, mas o assassino estava tentando deixá-los irritados. No final do dia Beckett resolveu passar na sua casa.
– Castle, eu acho que eu vou para a minha casa hoje ok?
– O que? Nada disso.
– Bom, mas eu quer ver como tudo está lá e não quero atrapalhar você, Alexys, Martha e Gina.
– Gina? O que ela tem a ver?
– Nada eu só... bom você disse que fo se encontrar com ela né? Então eu só não quero atrapalhar nada.
– Kate, não é o que você está pensando.
– Há sim claro Rick! E além do mais eu não preciso de babá então... -
– Não precisa? Você está louca? Quer morrer? Tem um assassino obcecado por você por aí e você não quer proteção quer ir pra sua casa? Onde ele já foi? — disse o escritor indignado.
– Você não é nada meu para falar isso comigo!
– Eu... o quê?
– Isso mesmo que você ouviu! Você é meu parceiro ou melhor, você é o cara chato que fica me seguindo sem eu pedir.
– Beckett!
– E agora vem você fingindo se preocupar comigo?
Ryan e Espo saíram da sala de interrogatório com o suspeito algemado, e assistiam a cena junto com todos os policiais alí, sorte que a Gates ainda não havia chegado.
– Eu não finjo me preocupar com você! É claro que eu me preocupo, você é minha parceira, minha amiga! Ou isso não significa nada para você? Ou eu não sou nada para você?
– Há Castle, por favor. Sim, você não é nada para mim! Nada! Só um cara irritante que fica me seguindo e me atormentando! Então por que você fica me enchendo com esse lance de que ele pode me machucar? O quê? Ciúmes?
Pararam por um momento.
– O quê? Sério? É só isso que eu sou para você? – parou um segundo — Não... claro que não é ciúmes, é só que...
– O que?
– Bom, é...
A capitã Gates chegou na hora e eles perceberam que estavam gritando, todos ali olhavam para eles.
– O que está acontecendo aqui? Que gritaria é essa?
– Capitã, é... — Kate começou, mas foi interrompida.
– Beckett e senhor Castle na minha sala agora!
Os dois caminharam com ela para a sua sala. Enquanto isso todos os policiais estavam estagnados e cochichavam entre si, uns riam e comentavam que os dois ainda iriam ficar juntos. Espo e Ryan ainda estavam estagnados.
– Nossa, as detetives daqui são bem nervosas não é? — disse um dos policiais ali.
– Sim, e a Beckett acabaria com você lá dentro! — disse Javi.
Dentro da sala da Capitã, o silêncio pairava, os dois estavam nervosos e Gates furiosa.
– O que foi aquilo? — Os dois fizeram que ia falar.
– O que vocês dois pensam que estão fazendo na minha delegacia?
– Capitã... — disse Kate.
– Beckett, Castle os senhores estão com dificuldades de se relacionarem? Estão tendo algum problema? Se for sobre o caso, quero que me contem, mas se não, por favor resolvam isso!
– Não senhora, não é sobre o caso!
– O que faz os dois gritarem desse jeito, então? Algum problema que eu não saiba?
– Senhora, eu...
– Beckett e senhor Castle, vocês estão com algum problema de se relacionarem? Não está dando mais certo isso? Provavelmente é culpa do Castle, mas o que está acontecendo? Vocês querem parar com isso? Beckett você quer que Castle pare de te seguir aqui na delegacia, por que dá para ver que ele te incomoda, é isso? E Castle, você pode parar de atormentá-la? Você está deixando ela uma pilha de nervos!
– Não Capitã, tudo bem. Não é culpa dele, eu que me estressei sem motivo, ele pode ficar!
Por mais que tenham brigado, não queria que ele fosse embora da delegacia, ele tornava seu dia melhor, mais alegre, feliz. Não queria perder isso, por mais que dissesse o contrário.
– Senhor Castle?
– Não, Capitã! Como você bem disse, a culpa é minha! Kate só estava irritada. Eu sou o culpado. Eu a irrito e estresso. Dá para ver que não está funcionando. Por isso, eu vou parar de vir aqui e atormentá-la. Ela não precisa mais se preocupar comigo!
– Castle...
Ela não havia falado sério. Tentou dizer que não falou sério quando disse que ele não era nada para a detetive. Tentou dizer que se importava sim com ele. Castle era tudo, era uma parte dela, ele a ajudava a não ser tão sozinha. Precisava dele, o queria por perto. Mas, ele não deixou.
– Não, Beckett. Eu entendi! Você não me quer aqui, eu não sou nada para você, nada! Você mesmo disse. Não vou mais te incomodar, pode ficar tranquila. Adeus Beckett! — Disse e saiu da sala de Gates rápido, se despediu dos meninos e pode ver ele indo para o elevador e sumindo de sua vista. Gates a repreendeu
– Beckett, por Deus. O que você disse à aquele homem?
– Eu... — a detetive não sabia oque dizer.
Ela queria chorar, queria gritar para Castle ficar, mas não conseguia. Por que o queria tanto ali agora? Sempre ficava irritada com ele ali, se sentia desconfortável, mas quando o viu sair, alguma coisa nela gritou por ele. Por que sentia isso agora? Mas que droga, o que ela sentia por Rick afinal? Com o coração partido foi para a sala da Lanie, com a Capitã a chamando por trás e os meninos querendo sua atenção perguntando o que havia acontecido.
Kate foi para a casa sentindo que alguém a estava seguindo. Estacionou o carro e quando foi abrir a porta, ouviu passos atrás dela.
— Beckett! — Castle disse.
— Castle, o que você está fazendo aqui?
Ele tampou a boca dela com a mão e a fez virar de novo para a porta do apartamento dela. Uma luz estava acessa, a detetive ficou gelada.
— Como você... -
— Eu sabia que ele iria atrás de você, eu só não queria arriscar e te deixar sozinha então eu te segui. — falou sorrindo para ela que sorriu de volta.
— Ok, obrigada! Agora liga pra delegacia. — disse e viu uma sombra andar pelo seu apartamento.
Rick ligou para os meninos que avisaram a capitã e estavam indo o mais rápido que podiam para lá. Beckett resolveu entrar na do Stalker.
— Castle, eu tive uma ideia.
— Qual?
— Que tal entrarmos?
— O que? Você está doida de jeito nenhum te deixo entrar ali.
— Rick, eu tive um plano. — disse sorrindo.
— Pegar o Stalker fazendo ele provar do próprio veneno?! Ok! — disse sorrindo também.
Kate piscou para Castle e o puxou para si. Os dois olharam nos olhos um do outro e ela o beijou ao mesmo tempo que abria a porta do apartamento.
— Bom, já que o assassino deu um atrégua que tal nos divertirmos um pouco?! — disse olhando para o escritor que entendeu na hora.
– Claro, e achei uma ótima ideia. — disse sorrindo para ela. e pegando uma mecha do cabelo dela com as mãos.
— Que tal eu pegar uma bebida para nós? Vodka? — disse indo para a cozinha.
— Claro, o que você quiser querida.
Continuando com a cena, Castle ficou olhando ela ir para a cozinha.
— Nossa, em plena guerra para encontrar um assassino, mas a mulher tem fogo para isso, nossa! Bom, eu sei que eu me dei bem. — disse para si e para o assassino.
Charlie Johnson ouviu e percebeu a encenação e pulou nas costas do escritor.
— Vocês acham que me enganam com essa encenação toda?
— Não senhor! — disse Rick nervoso.
— Castle, você quer com ou sem gelo? — gritou Kate da cozinha tentando disfarçar, mas isso era um código para apontar ou não a arma.
— Com gelo, por favor. — disse o escritor, dizendo a ela para apontar e atirar com tudo.
— Quem deveria estar pegando ela sou eu. — disse o Stalker — Uma mulher dessas deveria estar comigo, a detetive Heat deveria ficar comigo e não com você. Sabe o que me chamou a atenção nela? Porque eu escolhi ela?
– Não, me diz você?
– Porque ela é linda!
– Estou lisonjeada. — disse Beckett apontando a arma para ele. — Largue a arma ou eu atiro!
– Vai atirar no seu namorado?
— Não, em você! Castle!
Ao gritar o nome do escritor ele se soltou do assassino e Kate atirou nele, não dando a ele chance de revidar. Ela correu até o assassino e pegou sua arma. As sirenes dos carros da polícia surgiram e Espo, Ryan, Gates e vários policiais entraram no apartamento. Rick e Beckett se abraçaram e o escritor deu um beijo em sua cabeça. A detetive percebeu que Castle estava sangrando então olhou para ele, que sorria para ela.
– Castle, você está sangrando.
– Não é só o sangue do Stalker.
– Rick, tem muito sangue aqui. — ela sentou com ele no chão — Por favor chamem uma ambulância e um paramédico.
A ambulância chegou e Kate e Castle foram par ao hospital. Espo prendeu o assassino e ele e Ryan o levaram para a delegacia junto com os outros policiais e a capitã.
Na delegacia todos comemoraram a prisão de Stalker. Kate e sua equipe foram parabenizados por todos e a imprensa noticiou que o 12º departamento de policia de NY era um distrito preparado para as mais diversas situações e os elogiou muito. Todos se preparavam para ir para casa.
Na ambulância...
– Beckett, eu... — o escritor tentou dizer.
– Eu sei, eu também Castle. Só aguenta firme, eu estou aqui. — disse segurando a mão do escritor.
No hospital Rick foi levado para a sala de cirurgia para retirar a bala que ficou alojada na barriga, mas Beckett não sabia onde e se deixaria sequelas porque os médicos não sabiam informar ainda. Beckett ligou para Martha e Alexys e as duas foram correndo para o hospital.
– Kate, como ele está? — disse Martha aflita.
– Bom, parece que a bala ficou alojada na barriga, mas eu não sei de mais nada, porque os médicos ainda estão lá e quando chegamos eles disseram que precisavam examinar primeiro. — disse segurando as lágrimas.
– Ai, tomara que meu pai fique bom. — disse Alexys chorando e abraçando as duas.
– Ele vai ficar querida! — disse Kate afirmando isso para si mesma também.
Duas horas depois os médicos voltaram, Beckett levantou rapidamente e silenciosamente para não acordar as duas que estavam dormindo.
— Doutor, por favor me diz como ele está?
— Ele está bem. A cirurgia foi um sucesso, mas ele precisa descansar.
— E ele vai ficar com alguma sequela?
— Não, a bala se alojou numa região e não se moveu, então foi fácil tirá-la. Ele vai ficar bem. — disse colocando a mão no ombro da detetive que suspirou pesadamente.
— Graças a Deus! Obrigada doutor.
— De nada e eu sugiro que vocês durmam, no quarto dele tem um sofá e uma poltrona grande, leve elas para lá e durma um pouco. Acho até que o senhor Castle está melhor que os médicos daqui.
— Porque você diz isso?
— Ele tem três mulheres esperando por ele. Nós só temos uma. -disse rindo.
Kate riu também, ela acordou Alexys e Martha e as três foram para o quarto de Rick. O escritor estava dormindo profundamente e a enfermeira disse que não era bom acordá-lo. Então as três resolveram dormir um pouco. Martha e Alexys ficaram no sofá e Beckett na poltrona perto da cama de Castle. Ela não queria tirar os olhos dele e não tirou. A detetive passou o resto da noite toda acordada esperando ele acordar. Eram 5 a.m. quando ela relutantemente e finalmente caiu no sono, após Martha dizer que iria ficar de olho nele.
Rick acordou as 7:30 a.m. como sempre, olhou par ao lado e viu Beckett, ele sorriu. Olhou para sua mãe e filha dormindo e então percebeu que estava no hospital. Uma dor o incomodava na barriga, nessa hora uma enfermeira entrou e lhe deu seus remédios. Ao sair a enfermeira fechou a porta e Martha acordou.
— Oi querido. Você está se sentindo bem?
— Sim, mas o que aconteceu? Há sim, o Stalker me atingiu com um tiro.
Ele olhou para Kate que ainda dormia.
— Ela ficou acordada a noite toda esperando você acordar, só dormiu depois que eu prometi ficar de olho em você. — ele sorriu.
Alexys acordou e foi correndo abraçar o pai.
— Pai, graças a Deus você está bem.
— Sim, eu estou!
— Eu vou pegar algo para a gente comer, vocês querem?
— Sim., claro.
— Por favor.
A menina foi com a avó e deixou o escritor a sós com sua musa. Beckett dormia tranquilamente e isso o deixou mais calmo. Ficou assistindo ela dormir por um tempo, até que ela se remexeu.
— Oi! — disse Kate sonolenta.
— Oi!
— Como você está? — disse ela preocupada.
— Estou ótimo, juro! — disse sorrindo para ela que sorriu de volta.
— Se você tivesse... -
— Nada vai acontecer comigo ok, eu estou bem. O médico disse que beijar ajuda na recuperação. — disse sorrindo e Beckett riu de volta.
— Há sei, não foi isso que ele disse para mim ontem.
— E o que ele disse então?
Eles foram interrompidos por Martha e Alexys que voltaram com o café da manhã e o médico entrou junto.
— Bom dia, senhor Castle. Como se sente?
— Estou bem doutor. Acordei do jeito que eu gosto, cercado por mulheres. — todos riram.
— Bom, uma de vocês aqui chama Kate?
— Eu, porque? — disse a detetive.
— Ontem na cirurgia ele estava delirando por causa dos sedativos e dizia o tempo todo o seu nome. — Todos riram e os dois ficaram sem graça.
— Senhor Castle, qualquer coisa é só chamar, dependendo da sua recuperação daqui a 3 dias você pode voltar para casa.
— Ok, obrigado doutor.
O médico saiu do quarto e Alexys disse que precisava ir ao banheiro e chamou a avó para ir com ela, mais uma tentativa de ajudar o casal a ficar junto.
— Bom, então você vai ficar aqui ou vai para a delegacia?
— A capitã me deu a semana de folga depois do que aconteceu.
— Há sim. Gostei da ideia, então você pode cuidar de mim aqui né.
— Bom, se você quiser.
— Claro que eu quero, acordar com você dormindo do meu lado, ter você a minha disposição sempre que eu quiser vai ser uma maravilha. — disse sorrindo malicioso.
— Castle! — disse a detetive — Pare com as suas gracinhas, se não eu vou para a delegacia e te deixo aqui sozinho até a Martha e a Alexys chegarem.
— Ok, eu paro!
— Certo.
Os dois começaram a conversar sobre o Stalker no apartamento de Kate.
— O que você pensou quando viu ele na janela do apartamento? — perguntou a detetive.
— Eu pensei que ele poderia te machucar, então eu fui até você. E você o que pensou quando teve aquela ideia de pegá-lo de surpresa?
— Bom, eu pensei em usar o jogo dele contra ele.
— Por isso você me beijou, sei.
— Sim! Eu precisava de um disfarce e você me ajudou.
— Há Beckett para, eu sei que você me beijou porque quis.
— Rick, é claro que eu quis. Eu precisava fazer você se concentrar e me ajudar.
— Quando você me beija querida, é claro que eu te ajudo, em tudo o que quiser. — Kate ficou sem graça e ele riu.
— Você é terrível, Castle!
— Sou mesmo, mas acontece que... — respirou fundo — Beckett me ajuda que eu tô sentindo um pouco de dor. — ela se debruçou na cama na hora aflita.
— Me fala em que região Rick?
– Eu não sei, em tudo. Eu só estou meio esquisito. — ela chegou mais perto dele e olhou nos olhos do escritor.
– Castle, você quer que eu chame o médico ou a enfermeira? — eles ficaram a centímetros um do outro, as respirações aceleraram, os corações bateram forte e os dois ansiavam pelo beijo, então...
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