Notas iniciais
Oi, pessoal!
Cá estou eu de novo, hehe.
Dessa vez não demorou tanto, viram?
Isso pq váááárias pessoas lindíssimas comentaram bastante ^^
Muito obrigada pelos comentários e pela mais nova recomendação: jackiew, valeuzão!
Eu gostaria de justificar a questão do "lemon" que a BiaWinamoto colocou nos comentários. Eu também estava acostumada aos Lemons como relações sexuais entre homens, mas eu tenho visto cada vez mais pessoas usando com o mesmo sentido de Hentai, então achei por bem usar. Sorry se te confundi, hihihi.
Leiam as notas finais também!
Boa leitura!

MPOV

Eu estava de costas para a porta, passando xampu nos cabelos. Quando entrei embaixo da água para tirar a espuma, escutei o box se abrir e ele entrar no chuveiro comigo. Fingi que não percebi e comecei a passar o condicionador, desembaraçando os fios lentamente, enquanto via, pelo canto do olho, que ele estava parado me olhando com cara de embevecido. Virei de costas para ele novamente e comecei a enxaguar os cabelos, passando as mãos por eles devagar. De repente, senti um par de mãos se juntando às minhas, acariciando meus cabelos. Logo aquelas mãos começaram a passar sabonete nas minhas costas, descendo até minha bunda, que ele fez questão de apertar e acariciar o máximo que pôde. Depois, subiu pela minha barriga e começou a ensaboar meus seios, já muito eriçados àquela altura. Quando apenas uma de suas mãos continuou a trabalhar em meus seios, enquanto a outra descia e começava a circular com o indicador o meu ponto de prazer, eu soltei um gemido involuntário e joguei a cabeça para trás, me encostando em seu ombro.

- Isso, gata, geme pra mim. Quero te fazer gozar de novo. – E encostou sua ereção em mim por trás.

- Então… está no caminho… certo! – Falei, ofegante, quando ele me penetrou com dois dedos.

- Você ainda não viu nada. – Falou, me prensando contra a parede, ainda de costas para ele, me fazendo sentir toda a sua excitação entre minhas coxas e, ao mesmo tempo, mordendo minha nuca, meu pescoço, minha orelha. Ele começou a acelerar as investidas de seus dedos em mim, enquanto pressionava meu clitóris com o polegar. Eu já estava gemendo, sentindo que estava próxima do ápice, quando ele tirou os dedos de mim. Gemi em protesto e ele me virou de frente pra ele, dizendo baixinho no meu ouvido:

- Nos meus dedos, não. Quero você gozando no meu pau. – Quase gozei sozinha só de ouvir aquilo. Ele sabia exatamente quando eu queria romance e quando eu queria putaria. E olha que era só a nossa segunda vez. Rapidamente, ele ergueu minha perna direita, a segurou na altura da sua cintura e me penetrou de uma vez, aproveitando toda a minha lubrificação. Duas estocadas foram suficientes pra eu gritar seu nome e arranhar suas costas, num orgasmo avassalador. Pude senti-lo sorrir no meu pescoço, dizendo:

- Isso, gostosa. É muito bom saber que eu provoco isso em você. Ouvir meu nome na sua boca enquanto sinto você me apertando dentro de você. – Ele dizia isso entrando e saindo de dentro de mim bem devagar, enquanto eu me recompunha. Eu nunca tinha me sentido daquele jeito. Eu estava deixando fluir a puta que existia dentro de mim. Eu faria absolutamente qualquer coisa com ele naquele momento. Aquela lentidão das investidas dele estava me irritando e ele parecia se divertir com a situação:

- Pede o que você quiser, que vou fazer. É só pedir. Quer que eu vá mais rápido? – Ele falava enquanto me espremia contra a parede com seu corpo, segurava um seio com uma mão e apertava minha perna sobre a sua cintura com a outra. Já que ele tinha se libertado da vergonha, eu me libertaria também:

- Me come. Depressa. – O gemido dele quase pareceu um rugido nesse momento. Ele entrou em mim tão forte e tão fundo, que eu quase gritei. Aquilo estava ficando cada vez melhor. – Isso, mais rápido. – Mas ele saiu de mim. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele me virou de costas para ele, me deixando inclinada para a frente, com as mãos apoiadas na parede.

- Abre as pernas. – Ele disse se inclinando sobre mim, roçando a minha entrada molhada. Afastei as pernas e ele me penetrou, me segurando pela cintura. Ele estocava firme e fundo, me fazendo gemer alto. Segurou meus cabelos num rabo de cavalo e se inclinou sobre mim, sem perder o ritmo, dizendo, muito ofegante, em meu ouvido: — É assim que você quer? Ou assim fica melhor? – Ele deslizou uma mão por baixo do meu corpo e começou a estimular meu ponto sensível com o dedo médio.

- Muito… melhor ass…ssim… — Eu mal conseguia falar. Ele soltou meu cabelo, desceu a mão deslizando-a pelas minhas costas, acariciou a minha nádega direita e PLAFT! Me deu um tapinha estalado. Eu gemi muito alto, quase um grito.

- Ai, Mônica, você é tão apertada! Eu não vou agüentar por muito mais tempo. – E intensificou o trabalho de seus dedos em mim. Eu também não ia mais agüentar, mas eu queria que ele gozasse também. Antes que eu pudesse dizer isso, uma onda incontrolável de prazer me atingiu e eu gritei o nome dele. Quando parecia que estava passando, uma nova onda me atingiu, seguida de mais outra. No limiar da minha consciência, eu o escutava gemer meu nome, também atingindo o seu ápice. Quando eu finalmente consegui voltar ao meu normal, eu consegui compreender:

- Eu… E-eu acho… que tive um orgasmo múltiplo. – E pude sentir que corava violentamente. Ele deu um sorriso no melhor estilo “eu sou foda” e eu dei um tapinha nele, depois escondi o rosto com as mãos, morrendo de vergonha.

- Pára de ser boba, Mô! Isso só quer dizer que a gente se ama, combina direitinho juntos, que sabemos o que o outro quer. Não tem que ter vergonha de mim, oras.

-É fácil falar.

- Tem razão. É fácil falar quando eu tenho uma namorada linda, gostosa, inteligente, divertida…

- Assim eu vou ficar convencida, hihihi.

- Verdade. Chega de babar ovo, hehehe. Vamos, eu vou preparar alguma coisa para nós comermos.

- Achei que eu devesse fazer isso!

- Não, senhora! O cavalheiro aqui sou eu! – E foi saindo do banheiro, enrolado em uma toalha. Terminei de me secar, passei um hidratante no corpo, fui para o quarto e ele já não estava mais lá. Devia ter ido para a cozinha preparar alguma coisa. Eu estava num êxtase de felicidade tão grande, que não estava prestando muita atenção em nada. Coloquei um conjuntinho de lingerie que as meninas tinham deixado preparado para mim (elas pensavam em tudo, mesmo!) e um vestidinho leve. Penteei os cabelos e passei reparador de pontas, depois desci para a cozinha para ver o que o DC estava aprontando tão quieto. Desci as escadas pulando os degraus de dois em dois (eu teria que limpar aquilo antes que meus pais voltassem, porque as pétalas de rosas eram bastante “reveladoras”). Quando cheguei à cozinha, ele não estava lá. Nem na copa, nem na sala, nem no banheiro ou em nenhum dos quartos.

- Do Contra, cadê você? – Falei alto. Que brincadeira idiota! – Você não vai conseguir me assustar. Pára de graça! – Comecei a me desesperar. Aquilo não estava certo! Voltei a procurar pela casa toda e nada dele. Peguei o telefone e disquei seu número. Tocou três vezes e caiu na caixa postal. Tentei de novo e caiu direto na caixa postal. Ele desligou o celular pra não falar comigo?! Eu não conseguia entender! Estávamos tão bem, juntos, nos divertindo. Como ele podia ter feito isso tudo comigo, dito que me amava, tirado a minha virgindade e ido embora sem nem me dizer o porquê? Entrei em desespero. Comecei a chorar descontroladamente. Peguei o telefone e disquei o primeiro número que me veio à mente:

- Alô? – Falou uma voz sonolenta do outro lado da linha.

- Alô, Magá? Amiga, vem pra cá agora! Preciso de você!

- O que houve, Mônica?! Aconteceu alguma coisa? – Ela estava sobressaltada ao perceber que eu chorava convulsivamente.

- Eu… Não sei bem… O DC foi embora…

- Ai, caramba! Chego em dez minutos.

MAGÁ POV

- Eu mato o filho da puta do Do Contra. – Falei baixinho enquanto me trocava. Escrevi um bilhete para os meus pais explicando pra onde eu ia e inventando um motivo. Eles sabiam como meninas adolescentes eram complicadas, então não se incomodavam muito com as nossas crises.

Saí correndo de casa, cheguei à casa da Mônica em tempo recorde. Ainda bem que eu ainda estava com a mala da casa da Denise pronta, assim não precisei demorar arrumando minhas coisas. Algo me dizia que eu ficaria lá por alguns dias. Toquei a campainha e, no mesmo instante, ela abriu a porta. A cena que eu vi foi desesperadora. Minha amiga descabelada, inchada e vermelha de tanto chorar. Não pude me conter e gritei:

- EU VOU MATAR AQUELE MOLEQUE SEM NOÇÃO!

Notas finais
Não odeiem o DC ainda ;) Muitas águas rolarão.
Eu sei que esse capítulo está curto e que eu ainda não respondi a todos os reviews, mas é a falta de tempo. Tenho duas provas OGRAS semana que vem, mas aqui estou, hehe.
Vou tentar postar o próximo ainda neste feriado, ok?
Sem mais, aguardo meus reviews e recomendações!
Mil Beijos!