Quando eu acordar

11 Capítulo 11


Notas iniciais
Olá meus queridos leitores! Não esqueci de vocês não, ok! Haha Só estava meio ocupada; mas aqui está, um capítulo fresquinho para vocês; aproveitem!

— E você deve ser a Marian;
— Sim; Obrigada Regina, por tomar conta de Roland hoje; eu e Robin precisávamos mesmo de um tempo para nós, sabe como não é ? — Regina força um sorriso; — Vamos meu amor, se não perderemos nossa reserva; — Marian beija Robin, e o mesmo fica sem graça;
— Tchau Regina; — Robin lhe beija o rosto; — Tchau Roland — Robin grita, e o menino vem correndo para abraçá-lo — prometa que irá se comportar; — Roland dá um beijo em seu pai, e vai para o lado de Regina;
— E o meu beijo filho? — Marian pede; Roland abraça Regina forte; — Marian ri sem jeito, e segue seu caminho para o elevador;
— Eu busco ele logo cedo, o uniforme tá na mala, a mochila tá no carro...
— Não se preocupe, Robin; vai ficar tudo bem;
— Eu confio em você! — Robin afirmou — me ligue qualquer coisa. — Beijo-a novamente;
— Tchau; — Regina fecha a porta; — Então, está com fome? — diz voltando-se para Roland;
A noite segue tranquila; Regina e Roland se preparam para assistir um filme, quando a campainha toca; Regina levanta-se para atender à porta;
— Graham?

Enquanto isso, no restaurante...

— Você e Regina se tornaram grandes amigos, não é mesmo? — Marian pergunta curiosa;
— Regina tem sido ótima; seu pai me deu uma ótima oportunidade; e ela adora Roland, e o sentimento é recíproco; — Marian observava a maneira como Robin falava de Regina, era com carinho e admiração;
— Eu queria que Roland gostasse de mim do mesmo modo... — Diz cabisbaixa
— De tempo ao tempo, Marian; Roland só tem quatro anos; é complicado para ele; afinal, foram dois anos; ele era ainda menor, quando ocorreu o acidente;
— Eu não tive culpa;
— Não estou te culpando; mas você poderia ter evitado, e sabe disso.
— Eu não quero mais falar sobre isso; — Marian bate a mão na mesa, fazendo com que todos os presentes, olhem em sua direção; — eu não quero mais falar sobre isso; — Repete, quase em um sussurro; Robin se silencia; — Você me ama? — Ela pergunta;
— É claro que amo! — Robin reponde de imediato;
— E Regina?
— O que tem Regina?
— Você gosta dela?
— Ela uma ótima amiga, já lhe disse isso. — Marian é quem fica em silencio agora; — Eu to tentando Marian;
— Eu sei!
— Achei que depois de tudo, seria mais fácil; mas nosso casamento já estava por um fio; às vezes o amor não basta;
— Eu sinto muito! — Marian pega na mão de Robin; ele sorri, e a retira; e agora Robin pensará sobre seus sentimentos, e pensará em Regina, mais do que podia admitir;

No apartamento de Regina...

— Eu precisava te ver! — Graham diz parado na porta;
— Como você sabia que eu morava aqui? — Regina indaga curiosa;
— Sou um Xerife, oras; e Emma pode ter me passado algumas informações...
— Como... — " Emma!", Regina pensou com uma junção de raiva e agradecimento;
— Não vai me convidar para entrar?
— É que na verdade eu estava.... — Roland então surge atrás de Regina, pedindo colo;
— Porque está demorando tanto? — Ele pergunta;
— Eu não sabia que tinha um filho; — Graham diz surpreso;
— Ele não é... Ele é filho de Robin;
— Claro, Robin! — Graham pronuncia com desdém; Regina ri;
— Você é amigo de Regina? — Roland pergunta;
— Sou sim! Um grande amigo;
— Porque você não assiste filme com a gente? Regina ia colocar um filme bem legal;
— Ah é? — Graham conversa com Roland, enquanto Regina os admirava; jamais pensará que Graham se daria bem com crianças;
— Por mim tudo bem; se Regina aceitar, é claro; — Regina olha para os dois pensativa;
— Tudo bem! — Roland desce do colo de Regina e pega na mão de Graham;
— A gente vai assistir "os minions" — Ele diz animado;
Enquanto o filme passa, Regina e Graham, trocam olhares e Roland conta cada parte antecipada a eles;
Após o término do filme, Roland estava a dormir no sofá; Regina o carrega até o quarto; ao voltar ela se encosta no portal entre o corredor e a sala, e o observa em silêncio; ao notar sua presença, Graham ri;
— o que veio fazer aqui? — Ela pergunta;
— Temo que estava lhe devendo uma visita...
— No meu escritório! — Ela completa, ele ri;
— Fiquei com medo do seu amigo, ele parecia meio ciumento. — Regina ri
— Robin é casado, não tem que se preocupar com ele; — Regina senta ao lado de Graham no sofá; – Não sabia que era tão fã de crianças.
— Eu sempre brinquei muito com meu sobrinho... — Graham se arrepende no momento seguinte; Regina o observa pensativa;
— Sobrinho? Tem outro irmão; — Ela conclui
— Eu... Eu... — Graham gagueja; Regina ao observar seu nervosismo, reforça;
— Tem outro irmão Graham?
— Não queria que descobrisse desse jeito.
— Descobrir o que? O que está me escondendo?
— Eu posso ter omitido um pouco da história de meu irmão;
— Um pouco? Graham, isto não é um pouco! um filho? Daniel sabia?
— Não!
—como não? Vai me dizer que ela não sabia; — Regina diz irônica;
—ela mentiu a ele; falou que iria fugir, pois encontrou outro alguém, ficou com medo, constrangida; ela voltou dois anos depois a cidade, mas Daniel já havia encontrado outro alguém; — Graham olha em seus olhos, ele havia encontrado ela; Regina se sente culpada; — Ela achou que não seria justo atrapalhar; ficou mais uma noite na cidade, com o intuito de fugir novamente; mas mamãe a descobriu antes disso; uma criança no colo, contendo exatamente a idade, em que ela e Daniel se viram a última vez; Ela ligou os pontos... Mas Jade implorou para que mamãe não contasse nada a Daniel; disse que se Daniel descobrisse, ela nunca mais poderia ver o neto;
— E você, porque não contou a Daniel?
— Eu ia visitar mamãe às vezes... Eu e Jade...
— Não precisa continuar; — Regina manteve seu tom de voz baixo, para que Roland não acordasse; se afastou de Graham; — Como você pode? Brigou com seu irmão por causa de uma mulher; uma mulher que estava grávida; dois anos depois, você descobre que ela estava à espera de um filho de seu irmão, e ao invés de tentar contar a ele, você simplesmente fica com ela; como uma vingança tola... seu irmão morreu Graham! e tudo que ele sempre mais quis foi ter um filho, algo que infelizmente eu não o poderia dar; mas que Jade havia dado, e você... Você... — ela vai até a porta; — vai embora!
— Regina eu...
— Vai embora! — ela altera a voz, fazendo com que Graham saia; ao fechar a porta, A morena se escorrega ao chão, e chora;
Regina passará a noite em claro, pensando em tudo que descobriu; pensará em Daniel, e em seu passado; pensará na mentira de Graham; e se sentia impotente, por nunca ter sido capaz de ter dado a Daniel, algo que ele já possuía; ela precisava achar Jade; precisava entender tudo aquilo, e ela iria fazê-lo;
O dia amanheceu; Roland acordou Regina antes mesmo do despertador; Robin já havia chego; aceitou convite do café da manhã; notou que Regina estava meio aflita;
— está tudo bem? — Ele questiona;
— Sim!
— Queria ter brincado mais com o tio Graham — Roland diz fazendo bico;
— Graham esteve aqui ontem? — Robin indaga;
— Esteve; ele... Veio conversar; mas eu não quero falar sobre isso. — Robin ao notar a expressão de Regina, prefere o silêncio;
— Vamos filho, se não vamos nos atrasar.
Regina os leva até a porta, Roland diz que adora ficar com ela, e que Robin devia ficar com eles a próxima vez, os fazendo rir;
— espero que tenha conseguido se acertar com Marian; — Regina diz curiosa;
— É... Acho que sim...
— Depois conversamos então; — Robin estava se afastando, quando Regina o chama;
— Eu tenho que resolver algumas coisas; vou chegar um pouco mais tarde, tudo bem?
— Claro; só não esqueça que temos que resolver a viagem;
— Tinha esquecido completamente; — Robin ri
— Que bom que você tem a mim, para não esquecer; — Regina cora
— Claro; conversamos depois;
— Regina!
— Robin!
Regina fecha a porta, e liga para Emma;
— Emma? Oi, preciso que encontre alguém;

Notas finais
E então? O que houve entre Robin e Marian no passado? E essa descoberta? E a viagem? Explico mais no próximo capítulo; até:*