Notas iniciais
segundo capitulo.

Boa leitura.

Passaram-se anos e algumas famílias se enteressavam. Mas desistiram logo pois ouviram gritos e passos pela casa. Mas nunca viram niguém. As vezes ouviram vozes com a da Helena que dizia algo como : " Saiam da minha casa. Meu irmão não vai gostar de vocês aqui e os matara como papai fez conosco." Claro que uns não acreitavam, mas ninguém podia negar que naquela casa havia alguma coisa fora do normal. Daniel, morrera com ódio, e esse ódio fazia com que ele fizesse maldade para que ninguém ficasse muito tempo naquele local. E sempre deixava alguém louco. Pois quem acreditaria que você acabou de ver um espirito?!

Apenas uma familia decidiu ficar naquela casa. Luciano era o filho. Era filho único e tinha 16. Seus pais não davam muita atenção para ele, então quando ele dizia que via algum espirito de uma garota, para eles, era só para chamar atenção.

Certa noita, Luciano ouviu a voz da garota que o levou até o porão. Ele avistou umas caixas e decediu abri-las. Aou fazer isto, avistou umas fotografias antigas. Ipnotizou-se pela foto de uma garota de cabelo médio e preto e um belo vestido de época, segurava um filhote de cachorro. Era uma garota linda aos seus olhos.

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— Porque você trouxe ele até aqui?! — eu perguntei para Helena.

— Porque eu quis que ele me visse como eu era antes de morre. E eu gostei desse garoto. Ele é lindo.

— Você sabe que pelas leis da morte, não se pode apaixonar por humano! Isso é praticamente um crime! O que acha que o Daniel vai dizer sobre isso?

— O Daniel não precisa se meter na minha vida. Eu posso me cuidar sozinha e não sou mais um garotinha de cinco anos! E ele tem que parar de assustar essas pessoas de casa. eu quero fazer novas amizades com os vivos. Não quero mais fazer amizade com gente morta.

— Então minha amizade é um lixo?! Que legal....

— Não foi isso que eu quis dizer. Você é minha melhor amiga que me acompanhou até agora. Mas eu quero me apaixonar como os vivos. Algo que eu nunca pude ter.

— Bom, mesmo assim, isso ainda é um desrespito a lei dos mortos. Mas a vida, ou a morte, é sua. Faça dela o que quiser.

— É lógico que ainda não vou aparecer na frente dele agora. Ele pode se assutar e ir embora. Não é isso que eu quero. E muito menos que Daniel saiba dele. Você promete que não vai contar para meu irmão?

— Minha boca é um tumulo mais fechado do que o meu próprio.

— Que bom que sempre posso contar com você.

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É claro que a Helena não me ouve nunca, o que levou o garota a querer saber mais daquele retrato.

Você quer saber mais daquele retrato também?