Notas iniciais
Hisana e seus amigos ficam diante de um grande problema que não só revela sua verdadeira identidade como também intenções. Junto ao choque da verdade e conflito que se cria, algo inimaginável e que tanto lutaram para evitar acontece e no meio do desespero que nasce em seus corações, nossos heróis se veem diante de um terror que já haviam esquecido que existia graças à presença de Hisana. Nota da tia Lyel. Este capítulo está cheio de revelações, por isso demorou um pouco mais já que precisei pesquisar os fatos que iria encaixar aqui neste instante e que são mencionados posteriormente, então leiam com cuidado e sem pressa para não perder os detalhes. Além do mais foi um capítulo trabalhoso e recomendo que leiam ouvindo música para sentirem melhor a emoção. Falando em música tem uma música no meio do capítulo chamado "Attack on Titan" cuja letra reflete bem o que se passa no coração dos personagens diante dos fatos revelados. Usem o que tempo que precisarem para ouvi-la enquanto leem. Boa Leitura galerinha.

Abertura de Ascensão

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Tokyo Ghoul 1st Mini Soundtrack — im dankeln

Hisana olhava confusa para Andressa e de certa forma paralisada pelo susto do golpe que havia recebido pelas costas que passara milímetros do coração e em agonia ela ativa os olhos esmeraldas da forja e percebe algo atracado ao espírito de sua tia.

Andressa rindo retira seu braço de dentro do peito da jovem que cospe mais sangue e cai de joelhos, então a latina some com um shunpo aparecendo alguns metros de distância do grupo.

— HISANA! — seus amigos gritam e Tomoe corre até ela lhe amparando.

— Andressa o que você fez? — Sado demanda uma resposta.

— Desde quando a senhora usa shunpo? — Katsuya estava mais confuso pela habilidade da tia.

— E-ela não tem c-culpa... — Hisana suava.

Nii-san! O que deu em você? — Tomoe grita para o irmão.

— Oi! Que merda está acontecendo aqui? Quem são vocês? Se não responderem... — Ichigo furioso invoca Zangetsu.

— Fantoches malditos eu vou aniquilá-los! — Rukia saca sua zanpakutou.

— Esperem! — Hisana se volta para os amigos. — E-eles não são fantoches... São nossos amigos e estão sendo controlados. — revela.

— Controlados? Por quem? — Ishida perguntava em posição de alerta.

A regeneração de Hisana começa a curá-la e ela se ergue gritando com ódio na voz:

— APAREÇA SEU MISERÁVEL!

Seus companheiros acompanham seu olhar no campo de batalha e começam a ouvir aplausos lentos e abafados.

— Como esperado da minha melhor criação. — a voz dizia se aproximando por entre a multidão de shinigamis de olhares fixos.

— N-não pode ser... — Tomoe gemia com a boca trêmula.

Zerus Rose?! — o grupo exclama surpreso e obviamente assustado.

— Só pode ser brincadeira... Capitão!? — Renji olha para Byakuya.

— Eu... Matei você... — Byakuya suava frio.

O homem olha confuso e deveras curioso para Byakuya e os outros, então ele começa a rir de uma maneira bastante simpática.

— Eu entendo a confusão que está sendo me virem assim, contudo não sou o que pensam e logicamente nem teriam como imaginar quem eu sou depois da batalha que travaram, não é mesmo... “Experimento Primordial”? — sua última sentença sai com uma voz profunda que faz Hisana arrepiar.

— Esse jeito de falar... Essa maneira de me olhar... Essa sensação familiar... Não... Não pode ser verdade... Você... Você não é Zerus Rose... — suava nervosa.

— Hisana? — Sado que estava ao lado dela olhava confuso, assim como seus amigos que estavam cercados e pareciam cair em um abismo de confusão cada vez mais profundo.

— Que bom que nossos anos de convivência tenham criado este vínculo tão forte “minha criança”.

— Solomon...

O grupo fita Hisana espantado.

— SOLOMON!? — exclamam.

— Mas como isso é possível você acabou de destruí-lo na Soul Society! — Katsuya gritava de volta.

— E por que ele parece tão jovem quando o que enfrentamos era nitidamente mais velho!? — Rukia pergunta.

— Não faço idéia. — Katsuya sussurra como resposta.

— Porque é óbvio que o Solomon que destruíram não era eu.

Hisana e seus amigos ficam mudos.

— Você veio do futuro... — Hisana sussurra, uma ansiedade e nervosismo tomando conta de sua cabeça. — Mesmo assim não explicaria sua aparência...

A sensação perigosa de estar diante de um pesadelo vivo e traumatizante tomando conta de todo seu ser acaba fazendo Tomoe ficar paralisada.

— Tomoe? — Inoue a ampara.

— Isso é impossível!

— Nem tanto. — outra voz alerta Hisana e seus amigos que viram para o lado.

— O que... Significa isso...? — Byakuya sussurrava com certo frio na espinha.

Outro homem semelhante ao que estava diante deles se aproxima pelo flanco, a diferença estava na rosa cerúlea no bolso do paletó social e cabelos mais alongados e em tom azul escuro.

VOCÊ É Zerus Rose... Mas meu tio o matou. — Hisana repete os fatos outra vez.

O abissal ri.

— Ele matou mesmo. — olhava para Byakuya. — um brilhante desempenho eu devo confessar, mas uma vitória vazia e bem longe da realidade.

— Então foi você que atravessou o portal meses atrás naquela batalha sobre Karakura! Nós sabíamos que um abissal havia atravessado e sempre suspeitamos ter sido você, quer dizer que o Solomon desta época trabalhou durante os últimos meses na criação do exército simbionte e na criação de outro abissal semelhante a você para nos atacar e enfraquecer! Mais que isso! Solomon aproveitou esta oportunidade para atravessar a fenda e nos atacar enquanto estávamos enfraquecidos e desprotegidos! — Katsuya encaixa as peças de suas suspeitas.

Solomon e Zerus Rose começam a rir.

— Do que estão rindo seus desgraçados?! — Katsuya se revolta.

— Uma dedução brilhante meu querido Katsuya, pena que está totalmente errada. — Solomon responde.

— Errada? Como assim? — ele pergunta.

— Porque era exatamente isso que nós os induzimos a pensar.

Os jovens ficam confusos.

Zerus olha para Solomon que parece se prontificar a explicar.

— O que atravessou o portal ha seis meses foi de fato Zerus, eu o enviei em uma forma parasitoide que o tornaria indetectável... Mas a função dele não era ajudar meu “falecido eu” desta era a construir algo tão medíocre quanto um exército que pode ser construindo em meros dois meses e sim algo muito maior...

— Obviamente que ao chegar ao laboratório meu Solomon querido imediatamente teria dúvidas sobre minhas reais intenções, mas mero detalhe comparado ao pensamento mútuo que compartilhamos, o que planejávamos criar era um portal, mas não do tipo dimensional que tivesse a capacidade de atravessar matéria física, mas sim espiritual e inerte.

— O quê? O portal da Soul Society... Ele deveria ter sido criado para libertar Magnus não é?! — Katsuya tinha dúvidas.

Hisana fica pálida e começa a olhar para o vazio como se tivesse lembrando-se de algo muito importante.

Zerus gargalha.

— Quanta ingenuidade... — ele olha para Hisana e sorri. — Parece que sua amiguinha já descobriu o que eu quis dizer.

— Por que eu não pensei nisso antes... — ela se ajoelha. — Por que eu não me lembrei disso antes!? — ela desfere um soco no chão.

— O quê foi Hisana?! — Ichigo se aproxima junto a Rukia, mas ela estava rangendo os dentes.

— Ela sabe que cometeu um erro óbvio que poderia ter sido evitado se ela se lembrasse de Karakura na batalha de 15 anos atrás no futuro. — Solomon fala.

O grupo olha para o cientista.

— O ano da batalha sobre Karakura onde nossos corpos do futuro morreram? — Ishida comenta.

— Vocês se preocuparam tanto com a suposta ressurreição de um Magnus nesta dimensão que esqueceram alguns detalhes, nossos planos iniciais sempre foram de abrir um portal, mas não para libertar Magnus. — Solomon fala.

— O senhor Magnus não pode atravessar dimensões habitáveis devido à maldição do grande rei, portanto libertá-lo nesta era tornaria inútil o esforço de leva-lo à nossa dimensão onde a base de operações está além do mais... — Zerus olha para o cientista.

— Para que desejar dois Magnus quando só precisamos de um que tenha o poder completo? — Solomon complementa.

— Não me diga quê?! — Ichigo lembrava claramente agora.

— Exatamente! — Solomon abre os braços. — Nosso objetivo sempre foi libertar Cronos!

O grupo entra em choque.

— Mas isso é impossível mesmo para você! É necessário uma força oposta ou capaz de distorcer o espaço para que a fenda da dimensão onde Cronos está seja aberta e mesmo assim as correntes que o prendem são praticamente indestrutíveis! Mesmo Magnus não conseguiu usando seu poder e o de Ichigo combinados com Mugetsu! — Urahara exclama.

— É ai que a aparência jovem de meu mestre precisa continuar a ser explicada. — Zerus sorri.

— O portal que foi criado sobre os céus da Soul Society estava longe de ser uma mera distração, como explicado, ele servia para o transporte de matéria espiritual e inerte e a matéria que era transportada... — Zerus explicava.

— Era o poder espiritual de Solomon Bloodfield desta dimensão para mim. — o cientista completa.

— O QUÊ?! — Hisana exclama.

— Hisana... Rukia... Ichigo... Se vocês fossem mais zelosos com suas lembranças e não se focassem apenas em suas memórias felizes teriam lembrado que o portal que estava prestes a libertar Cronos não foi aberto na Soul Society e sim em Karakura e sabe por quê? — Zerus pergunta. — Porque a energia que ata Cronos à sua prisão é mais forte no mundo espiritual e Karakura possui uma concentração de reishi muito alta e por ser no Mundo Humano o selo de Cronos enfraquece e a energia se condensa mais facilmente em um único ponto que naquela época direcionamos nas coordenadas que usamos para abrir o portal.

— Além do mais, assim que o portal se abre, Cronos fica visível... Vocês não o viram dentro da fenda da Soul Society ou viram? — Solomon pergunta.

O grupo de Ichigo estava sem palavras.

— Mas sua aparência...? — Hisana estava confusa com aquilo.

— A reiatsu do Solomon que se perdia durante a luta contra Kurosaki Hisana era concentrada em uma dimensão nula e sem vida, Zerus só teve o trabalho de coletá-lo e selá-lo enquanto esperava você “me matar” para liberá-lo nesta dimensão onde ele se fundiu a mim que estava em um estado inerte dentro do corpo de Andressa esperando pela hora certa de despertar, por causa da grande concentração de reishi em um núcleo espiritual do mesmo indivíduo meu corpo rejuvenesceu para a época em que eu estava em meu auge! — o cientista explica.

— Espera ai... Quer dizer... Que o Solomon que eu derrotei... Estava ficando mais fraco a cada segundo que passava durante a luta? — Hisana pergunta.

— Correto.

— Você... Sacrificou a si mesmo nessa dimensão para chegar a este ponto? — Hisana fica pensativa ao passo que se lembra da dificuldade que teve para vencer aquela luta.

— Agora você entende o que é um sacrifício de verdade. — Solomon responde. — Minha aparência é apenas um reflexo do meu verdadeiro poder imortal.

— Mas e quanto a este Zerus?! Por que são tão parecidos? Quando foi que você criou outro abissal? Quando foi que você chegou aqui!? — Katsuya estava intrigado.

Solomon balança a cabeça decepcionado. Zerus dá um passo à frente.

— Que bobinhos... Não consegue ver algo tão explícito? Eu tenho o poder de um abissal, mas nunca fui um, apenas andava entre eles para monitorá-los a mando de meu mestre Solomon. Além do mais... Vocês já me conheceram há muito mais tempo que isso... Byakuya, Unohana, Ishida, Inoue, Soi Fon, Yoruichi... Hitsugaya... Vocês me conheceram no dia que a Soul Society foi destruída...

Byakuya, Yoruichi, Inoue e Ishida se entreolham confusos.

— No dia que a Soul Society foi destruída? Mas naquele dia nós enfrentamos somente Magnus e Solomon e... E..!? — Rukia fica surpresa repentinamente e tem um rápido flashback daquele dia.

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(Crônicas: Capítulo 19. — Lapsos de Destruição).

Durante o caos que se sucedia na Soul Society e logo após a morte de Yamamoto, Yachiru e Zaraki, Rukia e Ichigo sentem as reiatsus de seus amigos em conflito, mas o que no momento fazia um suor gélido descer de seus rostos era que a mesma presença que sentiam lutando com seus amigos estava ali, próxima a eles.

— Como isso... É possível... — Ichigo olha de lado para Solomon que sorria para eles.

Rukia se vira com vigor para seus inimigos, sua boca falando o que estava entalado há segundos.

— Como você conseguiu entrar no meu domínio sem que eu percebesse, como é possível que eu esteja sentindo sua reiatsu aqui e lá fora lutando contra os meus amigos! Que porcaria de brincadeira é essa!?

— Isto é ciência minha cara Rukia, vou lhe explicar de uma forma simples para que possa entender, eu utilizei meu DNA espiritual e clonei os meus atributos em um corpo artificial que Urahara Kisuke chama de gigai, mas infelizmente não consegui clonar minha zanpakutou... Pelo menos não ainda. — ele sorri. — Foi o mesmo principio que utilizei quando criei um corpo, na verdade uma casca qualquer para que Magnus pudesse entrar em Seireitei e ficasse mais próximo de Genryuusai, infelizmente para vocês naquela ocasião ninguém percebeu que a zanpakutou ao lado do "corpo" de Mayuri não era sua Ashisogi Jizou...

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— Um gigai?! Você é um gigai!? — pergunta Rukia ainda surpresa logo após seu rápido flashback.

Zerus ri.

— Não. Eu não sou um gigai, eu sou aquilo que o gigai portava... Você está esquecendo que meu mestre destruiu aquele corpo diante de seus olhos e somente uma coisa prevaleceu em suas mãos...

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The Amazing Spiderman 2 — The Electro Suite.

(Crônicas: Capítulo 19. — Lapsos de Destruição).

Unohana e Inoue também tinham visto o mesmo e estavam assustadas.

— Mas o que significa isso! — Ishida fala alto demais e chama a atenção de todos no campo de batalha.

Eles queriam acreditar que estivesse vendo coisas, uma ilusão, uma brincadeira de suas próprias mentes, porém aquilo era real, aquele indivíduo era tão real que fazia seus corações acelerarem na ilógica presença daquele shinigami.

— Solomon? Mas como podem existir dois? Vocês são irmãos? — pergunta Renji tentando acreditar na única coisa que seria mais lógica.

A única diferença dos dois Solomons que viam ali era que um sorria cinicamente para o grupo, como que se deliciando com a cena de espanto de todos. O outro que chegava não parecia muito feliz, ele olhava zangado para o grupo resmungando coisas desconexas do qual não era possível saber do que se tratava.

— Aqueles malditos irão me pagar pela humilhação que me fizeram passar na frente dele... — Solomon fica ao lado de seu clone olhando para o grupo que ainda parecia confuso.

— O que houve mestre, não parece muito contente.

Solomon olha para ele com sua expressão ainda inalterada.

— Quem são vocês? — pergunta Shunsui finalmente.

— Eu sou Solomon Bloodfield e este é meu clone inútil que não soube aproveitar as vinte e quatro horas de vida que lhe dei. Solomon estica seu braço degolando seu clone, ele engasga tentando puxar o ar e segurar o braço de seu criador, mas de repente ele solta um ganido e começa a murchar na mão de Solomon até virar apenas uma casca vazia, Solomon o joga no chão e em seguida pega a bengala que ele segurava.

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Quando a memória daquela cena passa em suas cabeças, o grupo finalmente havia realizado de quem se tratava aquele ser.

— N-Não pode ser... Você é a...! — Rukia olhava sem acreditar.

— Exatamente! Eu sou a primeira arma espiritual criada no mundo, o Judicantis ZERUS: MORPHEUS! E o motivo de eu ter essa aparência? Parece que não preciso responder-lhes não é mesmo? — Zerus responde cinicamente com os braços abertos.

— Uma zanpakutou... Baseada nos aspectos e aparência do próprio criador... — Urahara conclui.

— Correto. Na época em que foi criado Morpheus era o princípio de todos os sonhos que eu pretendia realizar, o primeiro e por causa disso... Imperfeito. — Solomon responde olhando para sua zanpakutou. — Como eu não tinha idéia de como uma arma deveria ser eu projetei algo que pudesse seguir o coração de seu mestre, portanto para tal a primeira arma precisava ser espelhada em mim para que eu pudesse aprender com minha própria criação como fazer outras.

— Por ter sido o primeiro eu era cheio de falhas, mas meu mestre se apegou a mim por ter sido fruto de um pensamento inédito e revolucionário, por isso ao invés de me descartar ele se aproveitou de minhas falhas para dar a mim os mesmos atributos que existiam nele: A inteligência e capacidade de evoluir com o aprendizado. Por isso, mesmo sendo o mais fraco e falho eu era o único que tinha capacidade de evolução baseado naquilo que eu tinha a liberdade de aprender... Como uma criança que dá os primeiros passos e aprende coisas novas cada dia. — Zerus explica com ar saudoso.

— Então... O que eu derrotei foi uma zanpakutou sem mestre... — Byakuya suava frio.

— Não se menospreze Byakuya querido, você lutou muito bem, mas como eu já estava destinado a ser morto por você nesta dimensão para que nossos planos pudessem ter sucesso, era de se esperar que se sentisse enganado depois de tanto esforço.

— Não temos mais tempo, venha. — Solomon dirige a palavra à sua zanpakutou.

— Eu sei. Parece que está na hora. — Zerus se vira para o grupo. — Adeus meus caros amigos, nos veremos em alguns instantes. — ao dizer isso o corpo da zanpakutou começa desvanecer e em um feixe rápido de luz surge na mão de Solomon como uma asauchi.

— Contemplem... Aquele que torna meus sonhos realidade... MORPHEUS!

Quando finalmente chama Zerus por seu verdadeiro nome Hisana sente a diferença de poder espiritual que emana da lâmina e o turbilhão de reiatsu que a envolve como a noite estrelada dando-lhe forma e mostrando sua verdadeira aparência.

Morpheus era uma zanpakutou envolta em espinhos e cardos do cabo à empunhadura que tinha esculpido em sua extensão uma rosa azulada com tonalidades roxas, mas este aspecto espinhoso não incomodava Solomon, sua lâmina era em um tom cerúleo cálido como se fosse resultado do reflexo do sol lhe dando vida, ao mesmo tempo em que emitia uma pequena sombra de reiatsu que envolvia todo seu corpo.

Morpheus era uma zanpakutou muito linda e nas mãos de Solomon propagava uma pressão espiritual imensa que fazia shinigamis caírem como moscas ao chão, Inoue e Tomoe vendo o perigo criam uma barreira, mas Alessa, Soryuu e Andressa ficam do lado de fora como se não estivessem sentindo nada.

— Q-que poder espiritual é esse?! — gaguejava Ichigo.

— Esse poder está fora da realidade! — Yoruichi sussurrava.

— Tsc! — Urahara olhava de um lado para o outro, sua cabeça pensando em mil coisas para resolver aquele problema.

— Não adianta, tudo que estão pensando em fazer eu já pensei antes de vocês e calculei a maneira como irão reagir... Tudo é inevitável. — Solomon fala olhando do pináculo de sua arrogância. — Chegou o momento que tanto esperei... CRONOS!

Ele grita erguendo sua espada e olhando para cima um feixe de luz é emitido de sua lâmina com uma potência tão grande que rasga os céus e faz o impensável: Cria uma fenda no espaço acima das nuvens.

É quando Hisana e seus amigos ficam boquiabertos vendo a mesma coisa que viram anos atrás em suas memórias, mas sendo feita de maneira mais simples utilizando apenas puro poder primordial e expondo a criatura que mais haviam lutado para evitar que se libertasse.

O gigantesco pássaro de fogo acorrentado chilreando ao sentir a presença da liberdade iminente.

— Eu não vou deixar! — Hisana pula para fora da barreira ficando em posição de combate.

Mas assim que o faz, Alessa, Soryuu e Andressa aparecem em sua frente.

— Pare Hisana não os machuque! — Rukia grita.

— Hisana! Por favor não faça nada com Alessa! — Sado pede com voz de súplica.

Soryuu invoca seu arco e Alessa sua armadura e partem para cima de Hisana.

— Eu não tenho tempo para isso. — os olhos da jovem ficam verdes.

Seus amigos se espantam.

— Ela vai usar a forja contra eles!? — Katsuya exclamava preocupado.

Soryuu atira a primeira flecha que Hisana quebra com a mão nua, ela some com um shunpo e desfere um soco no rapaz que fica desacordado antes mesmo de cair no chão, ela sem perder tempo o joga dentro da barreira com o punho ainda cravado em seu estômago, Ishida o apara no ar. Hisana sente a presença atrás de si e some com outro passo rápido antes do chão ser destruído pelo soco esmagador de Alessa.

— Pare Alessa, você não pode se esforçar! — Tomoe gritava suando desesperadamente, seus amigos faziam o mesmo.

Ela surge atrás de Alessa e quando a morena se vira para golpeá-la Hisana atravessa seu punho dentro do peito da jovem para desespero de sua família que pensa que ela havia perdido a cabeça.

— ALESSA! — gritava Sado estupefato.

Hisana levanta Alessa no ar e olha para Katsuya:

— Agarra! — ela avisa e joga a morena na direção do rapaz. Assim que a arremessa Hisana vem arrancando algo de dentro do corpo da latina que saia com muita dificuldade de uma maneira que parecia agarrada ao espírito da morena. Alessa grita desesperadamente, mas a dor dura apenas os segundos que leva para a coisa se desprender de seu corpo e ela voar desacordada nos braços de Katsuya. Hisana olha para o “monstro” ainda vivo se debatendo em sua mão e o queima com a forja.

Andressa vendo o que havia acontecido com Soryuu e Alessa retira uma faca e leva ao pescoço para se degolar, Hisana pisca surpresa e desaparece surgindo milionésimos de segundos da tragédia que aconteceria se ela não intervisse segurando a faca com as mãos.

— Desgraçados, dessa vez vocês passaram dos limites! — ela braveja quebrando a lâmina e pressionando um ponto no pescoço de sua tia que desmaia em seus braços. Ela pega Andressa nos braços e leva de volta à barreira colocando-a no colo de Sado que a abraça.

— Inoue, retire a mesma porcaria que eu removi em Alessa nee-san de dentro do Soryuu e da tia Andressa.

— O que era aquilo? — Byakuya pergunta.

— Um parasita espiritual, ele se agarra ao seu espírito e se alimenta dele até matá-lo. — ela responde.

— Então por que só removeu o de Alessa? — Sado pergunta.

— Porque o parasita que estava dentro dela já estava começando a se agarrar ao espírito do bebê. — Hisana olha para o grupo. — Nós temos que fechar aquele troço.

— Planos?

— E eu lá tenho cara de quem faz planos?! — Hisana sai correndo.

— OH! — seus amigos veem logo atrás sacando suas armas, Somente Sado, Inoue e Tomoe ficam para trás.

— Parece que vocês ainda não compreenderam o significado de “inevitável”. — Solomon aponta sua mão para o grupo e dispara uma rajada de energia tão forte que mesmo Hisana se assusta com o estrondo.

— SE AFASTEM! — ela grita desesperadamente para todos e começa a fugir.

Seus amigos fazem o mesmo e a explosão gigante destrói tudo em um raio de três quilômetros restando somente a barreira de Inoue e Tomoe, assim como seus amigos em meio a escombros, porém muito machucados.

— Q-que força... — Renji tenta levantar, mas cai de rosto em terra.

Rukia tenta levantar, mas suas pernas estavam presas e esmagadas sob os escombros que com muita dificuldade ela tenta começar a tirar.

— Rukia... — Ichigo parecia preocupado, mas só tinha um olho bom já que o outro estava fechado evitando que o sangue que escorria da cabeça entrasse.

Byakuya, assim como Komamura e os demais estavam no chão restando apenas a consciência que lutava para não se esvair.

O capitão do sexto esquadrão vira o corpo para o lado ainda atordoado pelo golpe e sua expressão desaba.

Não somente ele, mas Ichigo e Rukia sentem como se seus corações parassem de bater quando eles e seus amigos olham para Hisana de pé longe deles sem o braço esquerdo e boa parte do tórax. Ela sangrava descontroladamente e sua regeneração parecia estar com sérios problemas.

— H-Hi-Hisana... — Byakuya mal tinha forças para chamá-la.

Ela segurando a grande ferida olha de relance para o grupo, seus olhos com olheiras profundas e suor frio por todo corpo.

— V-vocês estão... Bem...? — ela cai no chão.

O grupo caído ouve as gargalhadas de Solomon.

— Que grande idiota! Ela viu que vocês não conseguiriam manter uma distância segura do meu ataque e voltou para tentar desviar a direção do meu golpe e acabou sendo atingida pelo epicentro de meu poder! Quanta tolice!

— Hisana... Hisana... — Ichigo tentava se arrastar até sua filha.

— D-droga. — Os olhos de Ishida começavam a perder o brilho da consciência.

— PESSOAL! — Tomoe tenta correr para fora da barreira, mas Sado segura seu braço com força. — Sado-san me solte, por favor!

— Não vá Tomoe! Se você for só vai piorar as coisas! Não há nada que possa fazer contra ele para ajudá-los!

— M-mas?! MAS!?

— Pense na sua mãe! — ele replica.

A loira olha para trás e vê sua mãe trêmula com lágrimas nos olhos lutando para remover os parasitas dos espíritos de Soryuu e Andressa.

— Mas... Mas... — ela cai de joelhos desferindo um soco no chão. — Não...

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Attack on Titan Movie — “Attack on Titan”.

A respiração de Hisana diminuía e seu corpo ficava frio. Seus olhos já sem brilho conseguem enxergar uma última coisa antes de tudo se tornar escuro: Katsuya rastejando em sua direção chamando desesperadamente o seu nome.

As correntes de Cronos são destruídas e a enorme zanpakutou começa a atravessar o grande portal. Os que ainda estavam acordados não conseguiam respirar vendo um pesadelo envolto em chamas emanando uma presença devastadora surgir diante deles, eles vão fechando os olhos um a um totalmente derrotados e sem esperança alguma.

Now our World is under threat and we must face it.

(Agora o nosso mundo está sob ameaça e temos de enfrentá-lo)

Many years of peace have made us be complacent.

(Muitos anos de paz fez-nos complacentes).

Broken resistance has left us exposed to die.

(Resistência quebrada deixou-nos expostos a morrer).

Solomon gargalhava de prazer vendo a grande zanpakutou se libertar de seu selo milenar e começar a tomar controle de seu próprio corpo.

Greater the fear when the end of the World is now near.

(Maior é o medo quando o fim do mundo está mais perto).

To live in fear it seems is all we have

(Viver no medo parece ser tudo o que temos)

Now that the walls that once repelled attack

(Agora que os muros que antes repeliam o ataque)

Have been smashed down, we have no barricade

(Foram destroçados, nós não temos barricada)

And with no final frontier we can never be free from the Impending Doom

(E sem uma fronteira final nós nunca estaremos livres da condenação iminente)

So indestructible the enemy we face

(Tão indestrutível o inimigo que enfrentamos)

So to overcome such awesome force we fight!

(Portanto, para superar força tão impressionante nós lutamos!)

This is the time we must stand up and face our demons standing tall

(Este é o momento que devemos nos erguer e enfrentar nossos demônios firmes em pé)

No time to pondering our sorrow

(Sem tempo para ponderar nossas tristezas)

If it’s to be the end

(Se é para ser o fim)

Fight to Death to stop this insanity, all of humanity is under threat

(Lute até a morte para parar esta insanidade, toda a humanidade está sob ameaça)

But we are not beaten yet

(Mas nós ainda não estamos derrotados)

Where there’s life there is hope

(Onde há vida há esperança)

With iron will and bravest hearts

(Com vontade de ferro e bravos corações)

We will attack to wreak revenge for our lost souls.

(Vamos atacar para nos vingar por nossas almas perdidas).

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Tudo era um campo destruído naquele momento onde um vento trazia a morte para a jovem que tanto lutara contra o inevitável, ela tinha esperanças... No fundo ainda queria acreditar que podia fazer alguma coisa, mas já era tarde demais.

A respiração ficava pesada e seu corpo leve parecia flutuar, não havia dor, não havia voz, não havia mais a cor de seus olhos, tudo ficava no mais absoluto silêncio...

O coração de Hisana havia parado de bater.

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After Forever — Ex Cathedra- Ouverture

— Hisana! Acorda por favor! HISANA! — Katsuya balança sua companheira com desespero no olhar.

Mas ela sangrava sem parar e seu sangue manchava seus joelhos e roupa rasgada, ele olhava sem saber o que fazer, então vira a cabeça procurando por ajuda em todas as direções... Mas... Quem ali não precisava de ajuda?

— O que eu faço? O que eu faço? Hisana não faz isso comigo de novo não...! — ele toca em seu rosto.

Um estrondo no céu acompanhado de uma explosão preenche o ar e queima as nuvens de onde o grande pássaro envolto em chamas desce de maneira rasante e majestosa em direção ao chão. Assim que seus pés tocam o solo um tapete de fogo se espalha em onda e seu corpo começa a se transformar, onde suas asas regridem e encolhem desaparecendo, seu corpo diminui ao tamanho de um homem de grande estatura e cabelos rubros, ele tinha um olhar sereno e profundo e sua presença era marcante embora tão jovem e simples.

— Essa não... — Ichigo sentia a enorme pressão espiritual emanando de seu olhar.

— Droga... Nós falhamos... — Byakuya bate no chão.

— O que poderemos fazer? — Komamura sussurrava.

— Katsuya... — Yoruichi sussurrava vendo seu filho paralisado olhando para o corpo de Hisana no chão... Mais uma vez...

— Hisana... — os pensamentos de Rukia ficam vazios.

A grande fenda se fecha e Solomon olha em direção ao novo visitante.

— Após longo tempo... Finalmente... Liberdade... — ele olhava e mexia as mãos como se estivesse voltando a se acostumar com o próprio corpo.

Cronos.

O homem de cabelos vermelhos olha para trás.

— Mestre Solomon...

O cientista se aproxima e sua zanpakutou começa a tomar a forma de Zerus.

— Morpheus? — Cronos parecia surpreso.

— Já faz um bom tempo irmãozinho.

Cronos fica em silêncio analisando o lugar onde se encontrava.

— Que lugar é este? Eu não reconheço onde estamos. — comentava.

— Você esteve preso por muito tempo irmãozinho e há muitas coisas a serem ditas e relembradas, mas por hora nós devemos partir. — Zerus conta.

— O que aconteceu enquanto estive preso?

— É exatamente sobre isso que precisamos conversar.

— Cronos, eu entendo que está confuso, mas eu sei que já deve ter percebido algo diferente. — Solomon diz.

—... Sim. Há uma anomalia no alinhamento temporal que causa uma distorção crescente no Tempo-Espaço criando uma congruência entre duas dimensões... E nela eu sinto a presença de Magnus. — analisava o homem de cabelos rubros.

— Seus poderes continuam afiados como sempre... Você tem razão, o senhor Magnus não está aqui e nós pertencemos à dimensão onde ele vive. — Zerus explica.

— Depois que você foi selado, Magnus ficou impossibilitado de transitar entre estas dimensões, por causa disso aproveitamos o ponto onde a anomalia era mais forte para abrir o portal e quebrar seu selo. — Solomon revela.

— Entendo... Mas eu acredito que somente quando estiver com meu mestre eu poderei compreender melhor o que significa tudo isso não? — Cronos deduzia.

Zerus assente.

— Tudo bem, então eu estou pronto para...?! — Cronos sente algo e se vira para o campo de batalha ficando em estado de alerta.

— O que houve? — Solomon pergunta.

— Aquela humana... Uma anomalia atemporal. — Cronos ficava mais sério. — “Epicentro devorador”... “Núcleo sem luz”...

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Fairy Tail OST 3 #24 Ryuusahou

Katsuya chacoalhava o corpo de Hisana, mas quando finalmente percebe que era tudo em vão apoia os braços sobre seu peito e começa a soluçar sussurrando seu nome.

— Hisana idiota... Você disse que não morria... Que venceria não importasse o preço... Mentirosa... Você mentiu para mim sua grande idiota! — ele exclama.

Assim que grita seu nome Katsuya sente o corpo de sua amiga se mexer, mas o gesto é quase imperceptível e por isso o deixa na dúvida, então o loiro aproxima seu ouvido do peito de Hisana e abre um largo sorriso cheio de esperanças, ele ouve as batidas tímidas do coração de sua companheira que vão ficando cada vez mais fortes até começarem a realmente ficarem fortes demais, quase como um estrondo lhe assustando e fazendo-o se afastar um pouco.

— Hi...!?

A cada batida forte do coração de Hisana, era como se uma onda ecoasse de seu corpo pelo campo de batalha deixando todos em alerta, contudo, as ondas que saiam de seu corpo pareciam atrair algo para si até que repentinamente a jovem abre os olhos e eles estavam totalmente escuros e vazios.

Hisana solta um grito assustador e monstruoso seguido de uma explosão de pressão espiritual que joga Katsuya para longe.

Um buraco se abre em seu peito e começa a sugar todas as sombras ao redor em um turbilhão violento, enquanto seu grito começava a se tornar um rugido furioso e irracional, o braço da jovem e demais partes do seu corpo destruído começam a se regenerar, mas como sombras simbióticas que tomam a forma original de seus membros perdidos, ela é envolta por aquela energia negra que se converte em uma espécie de fumaça, a pele de Hisana enegrece e suas veias ficam douradas, até que finalmente ele fica em pé ofegando e encarando o chão.

— Hisana... — sussurrava Katsuya com um frio na espinha.

Ichigo e seus amigos viam algo inédito, mas para Byakuya, Renji e Komamura aquilo não era nada bom.

— Essa não... Isso é...?! — Renji se vira para Byakuya. — Capitão!

Byakuya rangia os dentes, aquele não era um bom sinal.

— É igual ao que aconteceu no Deserto das Almas...

— O que aconteceu com ela? — Ichigo não tinha palavras para tentar descrever o que via na sua frente.

— Minha... Filha...? — Rukia fica muda em seguida.

Inoue cai de joelhos com um aperto muito grande no coração.

— Mamãe! — Tomoe a segura.

— F-Fujam... — sussurrava.

Hisana ou o que quer que aquilo fosse tremia confusa, enquanto o buraco em seu peito desaparecia lentamente, a jovem para de tremer e começa a ranger os dentes balbuciando algo inteligível até que leva as mãos à cabeça em agonia e por fim ruge insanamente.

— Solomon-sama... Aquilo é...? — Zerus suava frio.

“O Vazio...”. — sussurrava o cientista com seriedade no olhar.

Cronos observava a criatura com olhos fixos enquanto o ar da cidade destruída era preenchido pelo eco perturbador do rugido de uma fera sem consciência.

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Continua...

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Notas finais
Gostaram do Capítulo? Espero que sim. Altas revelações e coisas que eu tenho mais do que certeza que haviam esquecido ou que sequer havia passado pela cabeça de vocês. Lembram da luta do Byakuya contra Zerus na Soul Society? Lembram que quando o abissal morre ele volta a ser uma zanpakutou "quebrada"? Lembram da invasão em Karakura alguns dias antes da galera entrar no deserto das almas? Ninguém deve ter notado, mas enquanto Byakuya lutava, no meio do caos ele sente um cheiro de ROSAS no ar, mas não dá importância. Nesse capítulo vocês sabem o motivo agora. Lembram da batalha final em Crônicas? Viram como fez diferença mostrar o passado para encaixar com o presente? Espero que tenham apreciado estes detalhes que sai jogando ao vento e encaixando aos poucos, mas como sabem eu adoro revelar umas coisas e criar outros mistérios no lugar. Agora sobrou um novo acontecimento a ser revelado... Hisana... Quem é você? PS: À galerinha na dúvida sobre o que aconteceu em Karakura para todo mundo ficar "possuído" acredito que já ficou bem claro nesse capítulo o que aconteceu nas 5 horas que o grupo ficou longe da cidade antes de voltar, então eu meio que não achei necessário criar um flashback explicando isso, pois ia quebrar a narrativa presente com fatos que nem tinham tanta relevância diante da diferença de poder clara que ficou explícita nesse capítulo. Todo mundo foi sobrepujado sem esforço algum, então se eu tiver que mostrar isso farei em outra ocasião como memórias dos personagens "possuídos" ok? Qualquer dúvida não esqueçam de postar nas reviews tudo bem? Bjus da tia Lyel e até o próximo capítulo: "O Vendetta di Dio".