Notas iniciais
Bem estou feliz porque recebi alguns reviews dizendo que eu estou salvando a fic e isso me deixou alegre =D rs'. Bem nesse capítulo as coisas vão começar a acontecer entre o pedro lanza e a Thayná e a pobrezinha vai ficar com um grande peso na consciência e um coração atordoado. O que será que vai rolar? Leiam e descubram!

POV’S Thayná.

No outro dia acordei com a luz do sol entrando pela janela e refletindo em meu rosto. Putz hoje era sexta ainda tinha escola e a maldita premiação que eu era obrigada a ir com Pedro, beleza pensei. Levantei, tomei um banho e me arrumei para a escola. Desci e peguei a minha bolsa e o meu skate. Fui pra escola e lá me dou conta que esqueci a merd* do meu celular em casa. Ok, eu posso sobreviver sem ele (mentiraaa). Estava indo pra sala quando sou agarrada por Isabella. Que papo é esse? Eu me perguntava, afinal ela estava me odiando.

_ Ei Isa o que te deu? – perguntei sem entender.

_ Desculpa amiga por não ter acreditado em você! Ontem eu peguei o Rodrigo com a minha vizinha, e o pior na frente da minha casa!

_ Não queria que você tivesse sofrido tanto pra descobrir que eu falava a verdade, mas já que isso nos juntou novamente obrigada vizinha vadia da Isa. – disse e a abracei novamente. Nós riamos litros de toda aquela história. Entrei na sala e Thaah estava lá com um imenso sorriso no rosto.

_ o que foi amiga? – perguntei a ela.

_ bem.. Meus pais deixaram eu fazer um luau! Não é perfect? – ela perguntava extremamente feliz.

_ Ô se é. Mas quer dizer que eles liberaram a casa de praia? — perguntei

_ Sim. – ela dizia toda toda.. rs’. _ E outra eu quero vcs lá. Que bom que vc e a Isa fizeram as pazes. Ah! E eu já chamei a Luh.

_ Humm.. Ok. E quanto aos garotos? – Isa perguntou. Pow a garota não perde tempo mesmo! Ficou solteira ainda a pouco e já está de volta à ativa.

_ Bem.. ai está o problema. Meus pais só deixaram os garotos irem se fossem namorados da gente.

_ Ah então ta tudo bem. Eu ia ter que levar mesmo o mané do Pedro. E outra ele tem amigos pegáveis. – eu disse e pisquei. Elas riram.

_ Então ta combinado. Sábado, semana que vem, na minha casa de praia. Você sabe o caminho né Thay? – Thaah concordou e me perguntou.

_ claro! – pelo menos eu acho que sim. A aula prosseguiu. E na hora do intervalo nos encontramos com a Luh no pátio.

_ e ai peguete do Thomas? – eu disse e ela me olhou assim: ¬¬

_ Muito engraçado. – ironizou. – Alias você não é esposa do Pedro Lanza?

_ sou. – disse.

_ Então porque estava se agarrando com o Pedro Lucas ontem? – ela perguntou indignada.

_ Porque a gente ta ficando, e o Lanza também pode ficar com quem ele quiser. Gente esse casamento é de mentira. Hello! Eu não ficar sem beijar na boca durante um ano por causa dessa farsa. – disse.

_ ok então. Só cuidado com herpes – Luh disse e eu a agredi violentamente (Mentiraaa, mas deu vontade #fato)

_ Vai levar quem no luau sua cachorra? – perguntei.

_ O Thomas óbvio. – Luh disse, debochando de minha pergunta.

_ parece que você ta se apaixonando por ele, que ironia não é mesmo?! – eu disse fazendo ela se exaltar.

_ Ei! Eu NUNCA vou me apaixonar por aquele coloridinho! NUNCA escutou! Vc sabe muito bem a razão dessa aproximação patética! E NUNCA fale isso novamente! – ela disse e saiu dali batendo o pé. A sorte dela é que eu não estava bem para discussões e deixei passar. Aonde já se viu falar nesse tom comigo?! Essa garota não me conhece.

(...)

A aula acabou e eu ia voltar pra casa quando vejo. Quem foi o desgraçado que fudeu com o meu skate? Caralhooo ô vontade de matar! Estava puta da vida e o pior sem meu celular. As meninas já haviam ido, nem dava pra pedir carona. Como eu queria enfiar a minha cabeça, ou melhor a cabeça do puto que fez isso em uma colméia. Já vi que eu ia ter que andar. Fui caminhando até em casa, mas durante o caminho tive a estranha sensação de que estava sendo seguida. Ignorei. Cheguei e Pedro já estava estressado.

_ Era pra gente ter saído a 1h! – ele berrava.

_ A culpa não é minha se um viado quebrou o meu skate! – gritei com ele.

_ Pague-se um ônibus.

_ Andar faz bem a saúde.

_ agora você diz isso néh?

_ agora que me é útil. – disse debochadamente e subi para me arrumar. Leni havia trago um vestido pra mim. Eeee beleza. Coloquei e até que não ficou tão mal.

Desci e Pedro me esperava lá embaixo. Ele me olhou dos pés a cabeça e seco disse.

_ vamos. – olhei pra ele assim ¬¬ e fui com ele até o seu carro. A viagem foi silenciosa. Ouvíamos Maroon 5, Oasis, John Mayer, Guns entre outros. Até que as músicas eram boas, muito boas alias. Chegamos ao local e lá estava cheio de jornalistas e fotógrafos. Eeee que feliz – eu irônica. Ia passar reto, mas o infeliz de um jornalista pergunta e Pedro tinha que parar pra responder néh.

_ Como anda a vida de casado? – o jornalista perguntou e Pedro ele respondeu.

_ Ótima, casar com a Thayná foi a escolha mais certa em toda a minha vida! – ele disse e me olhou singelo. Pow exagerou na mentira.

_ Posso tirar uma foto com você? – uma garotinha perguntou a Pedro.

_ Claro vida! – ele respondeu fofo e tirou uma foto com a garota dando um beijo em sua bochecha. Devo informar que a garota era deficiente e aquele gesto mexeu comigo. Deu-me uma vontade de chorar, mas eu segurei. Apenas sorri com a cena. Até que um fotógrafo disse.

_ posso tirar uma foto. – o fotografo perguntou.

_ claro – eu e Pedro respondemos e posamos.

_ Será que você poderia dar um beijo nela Pedro? Isso iria me render uma boa para o Natal. – que ridículo pensei, e uma vontade enorme de socá-lo veio na minha cabeça. Mas segurei firme. Aonde já se viu encenar um beijo pra ter um peru gordo na ceia, aff’s. Olhava indignada aquilo, mas parece que Pedro não se importou com aquilo e quando eu menos esperava ele me beijou. Puta que pariu! Pensei o que aquele viado tava fazendo?! Apenas rolei os olhos e ao ver tinha me entregado aquele maldito beijo. É inacreditável como esse magrelo beija bem. No final aquele fotografo tinha conseguido a sua foto, eu estava com muita raiva de mim mesma, o Pedro fingia um sorriso e Pedro Lucas me olhava feio, fazer o que namora mulher casada dá nisso. Ri desse pensamento ridículo e rolei os olhos mais uma vez. Sentei- me entre os Pedro’s. Ô sorte. Enquanto o evento rolava, eu trocava olhares com Pedro Lucas. Putz nem tive tempo de falar com Pedro sobre o luau de sábado que vem. Deixa eu falo depois. No final da noite os meninos haviam levado o prêmio de Música nacional, com a canção “Pra você lembrar”. Como se eu me importasse com isso ¬¬.

(...)

Ao voltar da premiação voltamos todos no mesmo carro, o do Lanza. Ai eu comentei com o pessoal do luau.

_ Galera sábado que vem vai ter um luau na casa de praia da minha amiga, quem topa? – perguntei aos meninos.

_ Partiu. -Thomas disse afinal ele já iria mesmo, Luh já havia o convidado.

_ Eu topo. – Koba aceitou o convite.

_ Vambora. – Pe Lu disse.

_ Ok então.

_ E eu não vai esperar eu dizer se aceito ou não? – Lanza perguntou. Coitadoo!

_ O que você quer não importa. – disse ignorando.

_ Nossa.. Acaba mesmo comigo! Põe pra baixo! Mas eu vou sim, só pra ferrar com a tua vida! – ele disse e riu.

_ fala sério. – disse, rolei os olhos, me ajeitei no banco e coloquei meus fones de ouvido.

(...)

Chegamos em casa. Os meninos já haviam sido deixados em suas respectivas moradias. Sai tirando sapato e nem percebi quando um acertou a testa do Pedro, fazendo-o cair no chão.

_ To virando alvo nessa casa. Daqui a pouco vou morrer por traumatismo craniano. – ele disse ainda do chão e eu o ajudei a levantar rindo da situação, é eu não presto. Fui até a cozinha e peguei gelo. Ele estava deitado no sofá da sala com a mão na cabeça. Aproximei-me e coloquei o gelo em sua testa. Ele estava com os olhos fechados e eu estava ajoelhada ao lado do sofá cuidando daquele bebezão.

_ Pedro você não pode dormir. – eu disse o chacoalhando.

_ Eu não to dormindo eu só to pensando. – ele disse e sorriu fraco.

_ Então abre os olhos, se você morrer a culpa vai ser minha, e eu não quero ir pra cadeia, odeio listras. – disse arrancando um sorriso dele. Mesmo ele sendo a maior parte do tempo insuportável, ele tinha uma carinha tão angelical e aquele sorriso sei lá, era estranho o que eu sentia quando eu o via sorri. Resolvi abortar esses pensamentos incômodos de minha mente demente. Comecei então a fazer cafuné nele. Seus cabelos eram tão macios, suaves. Estava ali só acariciando sua cabeça quando Pedro solta uma risada.

_ Ei o que houve? – perguntei sem entender.

_ Acabei de lembrar de uma vez em que o Thomas quase morreu envenenado. Ele achou que o rótulo com uma caveira, era bebida de pirata. – ele disse rindo mais ainda e eu o acompanhei.

_ Não é só o Thomas que é meio lesadinho, a Thaah também paga seus micos. Teve uma vez que estávamos na casa dela e estava chovendo muito e de repente caiu um relâmpago, a Thayane bobinha perguntou inocente “Isso foi um relâmpago?”. E eu como sempre tive que fazer piada dizendo “Não amiga, foi o Google Earth tirando foto da terra com flash”. O pior é que ela acreditou. – rimos os dois.

_ Amigos: com eles você faz as maiores loucuras, paga os maiores micos e tem os melhores momentos da sua vida. – Lanza disse e eu sorri. Nossos olhares se cruzaram e por um curto período de tempo ficamos nos encarando. Nossos olhos estavam fixos um no outro e eu senti como se uma corrente elétrica passasse por mim naquele momento. Era tudo tão estranho, tão incompreensível. Nesse instante me lembrei de uma fala da Thayane “O beijo é a menor distância entre dois apaixonados.” E porque raios eu estava querendo acabar com essa distância? WTF? Comecei a ficar confusa e para não fazer merda me levantei e fui até a cozinha, deixando o Pedro as moscas. Peguei uma Heineken na geladeira e voltei para a sala dessa vez me sentando no outro sofá. Distância, sim eu preciso de espaço. Comecei a virar a garrafa. E estava desconexa do mundo, tanto que nem percebi que Pedro já estava ao meu lado. Minhas conclusões a respeito: acho que ele é mutante. Olhei assustada pra ele que riu e tirou a garrafa da minha posse sussurrando algo como “Não seja egoísta”. Apenas bufei com a atitude dele afinal a geladeira estava a poucos metros de distância, mas o Pedro é perturbado e tem prazer em me encher o saco. Quando novamente o olhei ele me encarava com um sorriso no rosto. Fiquei sem entender e logo após ele soltou uma gargalhada tosca.

_ O que houve idiota? – perguntei pasmada.

_ O melhor movimento feminista continua sendo o dos quadris. – Pedro disse rindo feito um tapado.

_ Nossaa! Um gole e você já ta assim. Não posso deixar você beber. – disse tirando a garrafa da mão de Pedro, fazendo surgir um bico na boca do mesmo. Gargalhei e novamente virei à garrafa, que aquela altura já estava quase vazia. Fechei os olhos e suspirei lentamente. Até que fui cutucada por Pedro.

_ Nunca feche os olhos para o mundo, pois há pessoas que precisam do seu olhar. – ele disse se aproximando mais de mim. O que eu aquele garoto estava fazendo? Em um primeiro momento fala asneira e no outro me vem com isso? Só pode ser brincadeira. Virei o rosto para lhe falar, e eis o meu maior erro. Nesse momento Pedro me lascou um beijo. Mesmo eu querendo me separar dele havia uma parte de mim que por uma razão desconhecida queria permanecer ali ao seu lado. Por isso fiz o improvável me deixei levar. Agarrei seu pescoço e ele a minha cintura. O beijo estava cada vez mais ardente, e a cada toque eu necessitava mais de Pedro, mais de seu corpo, mas de seus lábios. Estávamos os dois colados, respiração descompassada, coração acelerado e pensamentos abortados. Eu realmente estava me entregando com tudo para aquele momento e ia continuar até que um lapso de consciência me bateu e eu me distanciei de Pedro rapidamente. Ele me olhava sem entender e eu não sabia o que estava acontecendo. Desvencilhei-me de seus braços e subi as escadas correndo, o deixando na sala sem nenhuma explicação. Entrei em meu quarto e bati a porta, me apoiando na mesma até alcançar o chão. O que estava acontecendo comigo? Respirei fundo e lágrimas caíram. WTF? Estava desorientada. Levantei entrei no banheiro e tomei um banho frio. Depois de ficar sã novamente me deitei e tentei dormir, o que não deu muito certo. Depois de muito me remexer e de meus pensamentos já estarem cansados de pensar no Pedro, consegui dormir por fim, vencida pelo cansaço. Deveria ter dito não. Não ao beijo, não Pedro, não a isso.

Notas finais
Por essa vocês não esperavam não é mesmo?! A bebida sempre ajuda essse casal rs'. A Thayná coitada, está entrando em colapso, daqui a pouco vai ter um troço.O que seguir: cabeça ou coração? E o pedro tadinho, virou alvo haha. Primeiro a queda do sofá, depois um sapato voador, o que mais falta?! Haha =D Bem se curtiram esse capítulo tanto qaunto eu deixem seus comentários viu?! Beijinhos meus amores ;p