Notas iniciais
Espero que gostem, hoje eu vi de novo o filme e fiquei mais inspirada.Esse cap será narrado pelo Jack.

Quando chegamos, eu olhei o rosto dela para ver qual o que ela estava expresando, ela olhava admirada o local, ele se afastou um pouco mais para ver cada detalhe, qunado ela viu o globo, ela parecia que iria derreter ali mesmo.

— Não se emocione demais, eu ainda tenho outro lugar para te mostrar. — Peguei em sua mão e a levei até o escritorio do Norte.

Abri a porta e ele estava motando uma montanha-russa de gelo, ele parecia se divertir fazendo isso.

— Norte temos visitas. — Ele se virou para me olhar e quando ele viu a Lizzy, vish primeira reação: Pânico; segunda reação, alegria.

— Oh minha cara, como é bom conhecer finalmente a namorada do Jack. — Ele se levantou e a abraçou de um jeito que ela nem consegui respirar direito.

Quando ele a soltou finalmente, ela ficou vermelhinha que nem pimenta, que gracinha. Peraí, ele falou que ela é minha namorada?

— Não somos namorados! — Falamos juntos um pouco envergonhados com o que ele disse.

— Ora, não são? Pensei que fossem. Mas mesmo assim garotinha, graças a você, Jack não tem feito mais nenhuma besteira.

— Sério? — Ela direcionou seu olhar dele para mim, com um ar de dúvida.

— Ah por favor, vamos mudar de assunto. — Já vermelho com aquela situação toda.

— Senhor Noel é uma honra . . .

— Me ver de novo? Sabe pequena, muitas crianças quando estão durmindo, eu entro pela chamine e deixo os seus presentes, mais o que me deixa surpreso e feliz também é, como uma garota de sua idade pode acreditar ainda?

— Imaginação, eu nunca esqueci o que eu vi, foi mais engraçado você levando os biscoitos junto. Mas quem falou ao senhor que eu o vi quando criança?

Ele direcionou o seu olha para mim como resposta a pergunta dela, ele olhou na mesma direção.

— Tinha de ser o Jack, né?

— Hehe, bem como eu também quase faço parte desse lugar, vou mostra-la como é a oficina de brinquedos. — Me virei em direção a porta junto com ela até sua voz chamar minha atenção.

— Jack. — Me virei para olha-lo. — Não atrapalhe em nada.

Concordei com a cabeça e sai, fomos até a oficina, só faltava a Lizzy vomitar arco-íris, até que ela viu que eram os yetis que faziam os brinquedos.

— Pensei que eram os duendes que faziam os brinquedos.

— É eu também pensei isso no inicio, mais o Norte deixa com que eles acreditem que façam isso. — Ela olhou para alguns que tentavam arrumar ou construir um boneco, só com a cena de uma quase martelando um ao outro nos vez rir.

— Quer ver uma coisa bem legal?

— O que?

— Venha. — Puxei ela pelo braço em direção onde ficava o treno mais famoso pelas crianças.

Pedimos para que um Yeti abrise as portas para podermos entrar e dar uma olhada.

Algumas das renas ficaram meio irritadas e com medo quando entramos, temi por ela, ela poderia acabar se machucando mais não, ela já não estava mais do meu lado, e sim junto as renas acariciando uma por uma, acalmando a todos, quando eu vi essa cena, eu acho que meu queixo caiu.

— O que foi? — Ela voltou a me olhar com dúvida.

— Você acalmou as renas selvagens do Norte. — Falou outra pessoa do meu lado, era o Bunny.

— O que você tá fazendo aqui? Na boa, você adora me perseguir né?

— E se eu não estiver TE perseguindo.

— Fique longe dela seu pula-pula.

— Bunny, que bom te ver. — Ela andou até ele e lhe deu um abraço bem carinhoso, que foi correspondido, era melhor ele correr ou eu ia fazer dele um travesseiro dele.

— Jack está tudo bem? — Ela colocou sua mão na minha testa. — Você está vermelho.

— Estou sim, é só . . . — Olhei bem para o Bunny, e a cara dele era "Há você está com ciúmes, admita."

— Jack. — ela me chamou de novo me tirando do transce.

— Sim? Desculpe é que. . . eu só estava meio distraido.

— Meio? — Arg será que algum fecha a matraca dele?

— Jack, se não for muito incomodo eu gostaria de ir para casa agora, eu ainda estou com sono, eu não dormi direito noite passada.

— Claro Lizzy, vamos. — Peguei sua mão e sai com ela pela oficina até o escritório do Norte, quando chegamos ele abriu um portal que ia direto para o quintal dela e ela o adentrou, quando eu quase entrei também quando ele me chamou.

— Melhor você pensar bem antes de aprofundar o seu relacionamento com ela Jack, você é imortal, ela não vai viver para sempre.

— Não precisa me lembrar disso, eu sei o que pode acontecer, só . . . me deixe aproveitar o tempo que eu tenho com ela.

— Tudo bem, a escolha é sua. — Eu me virei para o portal e entrei nele.