Quando A Máscara Cai
20 Nunca me canso de te amar
Notas iniciais
Era impressionante o que estava sentindo naquele momento. Aquelas coisas tão lindas saíram da boca de Justin. Aquele anel que ele me mostrava, era tudo fora do normal. Peguei o anel na mão para observar melhor, estava boquiaberta. (http://www.blogdicas.com/wp-content/uploads/2012/05/Alian%C3%A7a-Bem-diferente-de-prata-linda.jpg).
– Que-Quero Justin – Tentei pronunciar, mais minha voz saiu falhada e eu gaguejei. Coloquei o anel no meu dedo da mão direita e a estendi para ver se havia ficado bom. Ele me deu um selinho demorado e o garçom chegou nos atrapalhando.
– Com licença – Disse o garçom meio envergonhado. Justin bufou alto e eu ri pelo nariz.
Eu já nem estava mais com fome, essa surpresa que ele me fez foi mesmo demais. Eu ainda não acreditava no que tinha escutado. Eu podia voltar várias vezes no tempo para ouvir aquilo denovo e quantas vezes fossem preciso. Comemos tudo que havíamos pedido, e depois pedi ao Justin que esperasse. Eu precisa utilizar o banheiro, e ele já reclamão queria quase mesmo me comer no restaurante, mais não custava esperar um pouquinho. Fui em direção ao toalhete, usei-o e retoquei minha maquiagem. Quando voltava para o lugar onde Justin estava, percebi que o mesmo se encontrava falando ao telefone, e pelo seu tom de voz estava muito, muito estressado. Quando me viu desligou na mesma hora.
– O que foi amor ? – Perguntei lhe dando um selinho.
– Nada. Era só o Ryan no telefone, falando sobr.... – não deixei ele terminar pois já sabia que era de trabalho.
– Sobre trabalho. Eu sei, se estiver acontecendo algo tudo bem, pode ir eu não me importo, afinal é o seu trabalho.
– Não, até parece que eu vou te deixar esta noite por causa de uma pequena encrenca. Quero aproveitar a noite, apenas eu e você, sozinhos, sem nada nos atrapalhando.
–Esta bem então, para onde vamos agora ?
– Para onde você quer ir ? – Justin me olhou com aquele olhar malicioso que entendi na hora.
– Áh, não sei, para onde você me levaria ?
–Surpresa ! – Odeio surpresas, ainda mais vindo do Justin.
P.O.V. Justin
Vi Caty entrando no banheiro, e quando eu menos esperei levei um susto com o meu celular tocando desconhecido.
– Alô ?
– Bieber ?
– Ryan ?
– É, aconteceu uma coisa sinistra cara !
– Que merda vocês fizeram desta vez?
– Não fomos nós não cara, foi o James !
– O que aquele filha da puta aprontou ?
[...]
– COMO ASSIM CARA ? QUERO QUE VOCÊS DÊEM UM JEITO NESSE CARA, MATE, SEI LÁ, EU SÓ DESEJO UMA COISA, A CABEÇA ELE PARA MIM. ARRANCA UNS CARAS AÍ, EU TO OCUPADO, NÃO VOU PERER MEU TEMPO COM ISSO. – Isso havia me deixado nervoso e alterado, não consegui me segurar e gritei. Pude ver Caty sair do banheiro e na mesma hora ela ficou com uma cara do que estava acontecendo.
– Ryan, não posso falar agora, Tchau. – Não esperei ele me responder e logo desliguei o celular.
– O que foi amor? – Percebi o tom de preocupação na voz de Caty.
– Nada. Era só o Ryan no telefone, falando sobr.... – Ela logo me interrompeu.
– Sobre trabalho. Eu sei, se estiver acontecendo algo tudo bem, pode ir eu não me importo, afinal é o seu trabalho.
– Não, até parece que eu vou te deixar está noite por causa de uma pequena encrenca. Quero aproveitar a noite, apenas eu e você, sozinhos, sem nada nos atrapalhando.
Não podia acreditar nessa coisa, Caty era tão compreensiva. Não importa se ela está feliz ou triste, mas ela sempre se importará com você. Será calma, te entendera. Independentemente da circunstância. Já saberia para onde levá-la, para um lugar calmo, mais muito romântico !
Já havia pagado os gastos do nosso jantar, só estava sentado na mesa e saímos do restaurante. Peguei em sua mão e entrelacei nossos dedos. Meu carro estava do outro lado da rua e então atravessamos, e eu abri a porta para que ela entrasse. Tenho que colocar meu cavalheirismo em prática. E logo me coloquei em meu lugar. A primeira coisa que Caty fazia quando entrava no carro era ligar o rádio, isso era uma típica mania dela. Coloquei o cinto de segurança e ela fez o mesmo e depois me encarou.
– Para onde vamos ? – Ela me perguntou serrando os olhos.
– É surpresa amorzinho, já te falei – Disse a olhando e depois dei um sorrisinho. E ela balançou a cabeça rindo num sentido negativo.
Levei-a para um motel que tenho certeza que ela nunca havia ido. Nesse lugar só vão casais, já cansei de ver putas. Vejo todos os dias e então decidi que iríamos para um local calmo e romântico. Assim que ela viu o escrito ela olhou pra mim e sorriu maliciosamente mordendo os lábios inferiores. Estacionei meu carro num estacionamento que tinha ali e nós descemos.
– Gostei desse lugar. – Caty disse observando a paisagem escura e as luzes de neon que tinham do lado de fora.
– Gostou ? Então vai se acostumando – Respondi debochado e ela riu pelo nariz.
– Então quer dizer que vamos vir aqui mais vezes ? – Ela disse mordendo os lábios novamente e me puxando pelo colarinho da blusa selando nossos lábios.
– Ao que tudo indica, sim. – Respondi me soltando dela e pegando em sua mão para entrarmos.
– E o que tudo indica ? – Ela estava me irritando de propósito. Ela riu depois dessa pergunta mas eu não soube responder.
Passamos pela recepção e a recepcionista já me conhecia, mas tive que dar meus dados novamente e assinar um papel.
– Quero o melhor quarto que vocês tiverem. – Disse seco e ela me encarou. Aquela vadia recepcionista nunca me trata bem. Prefiro uma outra que fica de madrugada, ela sim é um doce de pessoa. Mas nada comparadas a Caty.
A moça da recepção nos acompanhou até o quarto. Caty observava tudo, realmente o lugar era bem legal. Ela nos entregou uma chave e saiu. Abri a porta e era uma suíte presidencial gigante, as paredes eram de papel de parede felpudo vermelho, o chão era de carpete de madeira e era tudo trabalhado nos mínimos detalhes. Havia uma mini piscina no quarto e vários doces em formas picantes e taças com champagne em cimas de umas mesinhas. Entrei com Caty e fechei a porta. Pude perceber que ela adorou o lugar.
– Olha esses docinhos. – Ela apontou e riu.
Cheguei bem próximo dela e ela sorriu. Comecei um beijo calmo cheio de desejo. Nossas línguas se encontravam e a cada toque delas, se desejavam mais e mais. O beijo calmo foi se transformando em algo feroz e devorador. Joguei Caty na cama e ela mordeu os lábios inferiores me olhando com uma cara maliciosa. Eita mulher provocativa. Subi em cima dela controlando meu peso para não machucá-la e comecei novamente o beijo. Mordia os lábios dela para que tomasse ar, realmente aquilo era de tirar o fôlego. Tirei a minha blusa e meus sapatos. Tirei os sapatos de Caty e ela sorriu, fui subindo depositando beijos em suas pernas até alcançar o começo de seu vestido. Tirei o vestido que ela estava usando e lancei em algum lugar do quarto. Me livrei da minha calça e estávamos apenas com nossas peças íntimas. Caty me virou na cama e tomou controle da situação. Ela me beijava com voracidade e desejo. Ela tirou minha boxer e meu pau estava ereto, já latejava de tanto tesão que estava sentindo. Caty começou a fazer movimentos de vai e vem, tombava minha cabeça pra trás, aquilo me dava prazer pra porra. Logo depois ela abocanhou meu membro e começou um sexo oral maravilhoso. Puta que pariu, parece que Caty tinha especialidade nisso. Ela subiu depositando beijos em meu tórax e chegou até minha boca. Tomei controle da situação e num movimento rápido tirei seu sutiã. Seus peitos estavam enrijecidos, vi o paraíso e mete minha boca lá. Chupei seus seios e desci até sua intimidade. Rasguei sua calcinha e ela estava molhada. Penetrei dois dedos e fiz ela pular, aquilo seria só o começo. Já não me aguentava mais e penetrei meu membro nela. Me virei deixando-a sentada sobre mim, comecei a entocá-la e era prazeroso demais. As entocadas eram calmas e ritmadas, mas logo aumentei o ritmo. Senti a mesma sensação de uma outra vez que fiz amor com Caty, uma sensação agradável e ao mesmo tempo estanha. Já transei com muitas garotas mas com Caty era totalmente diferente, era com amor e eu podia sentir amor. Senti o líquido dela escorrer pelo meu membro e logo gozei também. Caty caiu deitada do meu lado com a respiração muito ofegante, assim como eu. Chegamos ao ápice, e estávamos suados. Já transei com muitas garotas mas com Caty era totalmente diferente, era com amor e eu podia sentir amor. Sentia meu corpo colar na roupa de cama. O cabelo de Caty estava colado ao seu corpo e ela ainda retomava a sua respiração. Me levantei da cama, coloquei minha boxer roxa e entrei na piscina que tinha ali. Caty fez o mesmo, mas como eu havia rasgado a sua calcinha, ela entrou pelada na piscina.
– Vai entrar pelada ? – Perguntei debochado e ela riu.
– Se o senhor não tivesse transformado minha calcinha em trapo talvez eu estivesse usando ela. – Ela me respondeu, e nossa, que patada.
– Ui, estressadinha. – Disse me encostando nela e selando nossos lábios com um beijo calmo e ritmado, completo de amor.
Continua ...
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