Putz, Tô Ferrado!
6 Capítulo 6
Notas iniciais
Bom vou postar só esse hoje!
Boa Leituraaaaa!!!!!!!!
Estava na sala quando Jess e Mateus entraram, ele pegou as suas coisas e sentou no seu lugar de sempre – que estava vago – era assim, sentávamos no meio eu, Mateus ao meu lado, atrás Jessica e agora Pedro sentava-se ao seu lado – posso dizer que eles ficaram amigos – Mateus e Jess sorriam para mim.
- O que foi? – Perguntei.
- Mat terminou com a Bianca.
- Não tava namorando, só ficando. – Ele fez questão de deixar bem claro. – E fala sério foi só um dia.
Caimos na gargalhada e Pedro, quando se sentou, logo quis saber o que provocara tanto riso.
- O Mateus... hahahahaha... Ele não aguentou... hahahaha... A Bianca... hahaha... Nem dois dias inteiros. – Eu disse entre risos.
Mateus me olhou com cara de bravo e depois sorriu. Pedro começou a gargalhar no meio da sala, todos o olharam – ele envermelhou – logo depois o professor de história entrou e começou a dá a sua aula.
As duas últimas aulas – de matemática – eram chatas, então – por algum milagre – Mat iniciou uma conversa de bilhetinhos e nós quatro ficamos conversando até dá o horário da saída, conversamos sobre tudo por isso rendeu bastante.
Quando estávamos saindo da sala Bianca nos lançou um olhar de ódio, ih!
- Tá encrencado mano! – Disse Pedro.
- Acho que não. O máximo que ela consegue é dá chilique toda vez que uma garota vir falar comigo.
Tive que ri dessa.
- Então ela vai dá chilique todo o tempo. – Eu falei divertida. Eles riram.
- Bom, então até amanhã! – Disse Jess me abraçando e dizendo. – Quero os detalhes amanhã.
- Eu também. – Disse percebendo que Pedro a esperava. Pisquei para ele, que riu. Ela me olhou com uma cara... E eu ri.
- Tchau, gente! – Disse Pedro.
- Tchau. – Eu e Mateus respondemos.
Jess e Pedro foram para suas casas juntos – que perfect! – enquanto nós dois fomos para a minha casa – não pensa maldade, tá? – em silêncio, quando estávamos perto de casa ele me parou.
- Vou em casa primeiro. Mas não demoro! – Ele falou e me beijou na bochecha.
- Tudo bem. – Sorri e vi seus olhos... Brilharem? Então ele acenou e foi para a sua casa.
Fui para casa muito feliz – óbvio! – afinal não é todo dia que ele ia almoçar em casa, entrei e fui logo chamando.
- MÃÃEE!! Chegueeei!!!
- Oi filha! – Ela disse sorrindo e eu sorri de volta. – Está feliz.
- É. Mãe, o Mateus vem almoçar aqui, ok para você?
- Hum, então por isso essa animação toda. Tudo bem, não tem problema.
Eu fiquei vermelha que nem um camarão, minha mãe riu e apertou minha bochecha.
- Agora sobe e se arruma, que você tem um encontro.
Fiquei pensando no que ela disse isso era um encontro? Porque eu não sei. Então tomei um banho e vesti uma roupa mais confortável, arrumei meu cabelo e passei uma maquiagem leve, para finalizar um gloss. Pronto! Desci meia hora depois, Mateus já estava lá no sofá conversando com a mamãe, percebi que havia feito o mesmo que eu, trocado de roupa.
Quando entrei na sala ele abriu seu lindo sorriso e, automaticamente, sorri também, mamãe saiu da sala e discretamente piscou para mim. Mães! Ele deu um tapinha no lugar ao seu lado e eu sentei.
- Tá bonito, tudo isso para almoçar na minha casa? – Eu falei.
- Olha só quem fala você tá toda arrumada para almoçar na sua própria casa. – Ele falou e nós rimos.
- Não vale, eu que tinha que fazer as observações aqui. – Eu disse fazendo bico.
- Está na mesa! – Avisou minha mãe. – Vic eu vou ter que dá uma saída, eu já almocei, antes de você perguntar. Mateus fique à vontade a casa é sua. Juízo, os dois. – Ela disse abrindo a porta e saindo.
Por que as mães são tão... Deixa para lá. Depois de a minha própria mãe ter me abandonado – um draminha não vai fazer mal – fomos para a cozinha e sentamos na cadeira – dããã! Óbvio!
- Hum, lasanha! – Ele disse sorrindo.
- Isso me faz lembrar quando a gente era criança.
- Ah, que eu vinha aqui só para comer a comida da sua mãe. – Mateus falou tirando um pedaço de lasanha e colocando no meu prato e em seguida no dele.
- Obrigada... Então era isso seu interesseiro. – Brinquei jogando um guardanapo na cara dele.
Ele riu e ficamos uma hora almoçando e relembrando quando éramos crianças. Depois de lavarmos a louça – e de ele ter espirrado água “acidentalmente” em mim e eu ter revidado – fomos sentar no sofá.
- E então? – Perguntei.
- Então o quê?
- O que a gente ia conversar? – Perguntei realmente eu estava curiosa.
- Ah tá, o que eu tenho para dizer é um pouco... Delicado, digamos assim, e é realmente sério. – Ih, não to gostando nada desse papo! Será que ele sabe que eu gosto dele e quer se afastar? Peço que não seja isso. – Eu to até com vergonha e quase desistindo, mas eu preciso saber o que você acha.
- Desembucha homem! – Falei nervosa.
- Eu não vou consegui assim, pode me emprestar seu violão? – Que pergunta mais sem sentido.
- Para quê?
- Por favor, não pergunta nada só me empresta. – Ele disse nervoso e percebi que ele estava suando.
Rapidamente subi e peguei meu velho violão – que eu amo! – me perguntando para que ele o queria. Desci e o entreguei, nossas mãos se tocaram e uma corrente elétrica percorrer meu corpo. Sentei.
- Olha me desculpa se depois que eu fizer isso você me odiar, mas é o que eu to sentindo e isso que eu vou fazer agora exprime bem tudo isso. – Ele disse sem fazer contato visual.
Ah! Meu Deus! O que esse garoto vai fazer?!
Notas finais
Quero as reviews de vcs!!!
Ah, o capitulo 7 já está pronto, mas to pensando se vou postar ou não esses dias... Vou deixar vcs na curiosidade. Muaháháhá!!! Se vcs forem boazinhas, eu posto essa semana!
Bjos!!!!
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