Notas iniciais
Bom, eu não sei como farei para escrever a continuidade dessa história, por ser bastante ocupado e já postar semanalmente uma aqui (Afterlife). Acredito que continuarei com essa, porém não posso dizer que ficarei postando semanalmente, ou quinzenalmente, ou de mês em mês. Pelo menos não nesse primeiro momento. Talvez quando terminar Afterlife possa dar mais atenção a essa história :).

Era uma vez três irmãs: Aurora, Helen e Luna. Deusas, Aurora representava o amanhecer; Luna, a lua; e Helen, as estrelas, a luz, o sol. O que se sabe sobre elas é baseado em histórias onde Helen, com o auxílio de suas irmãs, fez com que no mundo vida existisse. Não só isso, mas também com que no mundo o bem prevalecesse. Mas é imprescindível que exista, assim como o bem, o mau. É uma forma de balanço que sempre haverá. Porém, o mau, a partir do deus conhecido como o deus da escuridão, havia tomado uma proporção descomunal.

Em uma guerra que ocorreu há mais de mil anos por causa do mau, as deusas se sacrificaram por seu povo, prendendo os espíritos malignos e desse mundo os banindo. Mas, infelizmente, assim como havia, advindo das três deusas, o bem no coração de cada pessoa salva, também haveria sempre sua relação antitética: o mau intervindo. Caberia às pessoas salvas, então, continuar com o que era pelas deusas pregado. Mas será que seria possível manter um mundo em paz? Sem guerras? Um mundo harmonizado?

***

“Ela é linda, não é?”, uma voz suave feminina disse.

Próxima ao berço, duas mulheres sorriam — uma de cabelos escuros e olhos azuis como o céu; a outra, loira e com olhos cor de mel. Embora ambas estivessem alegres, uma delas, a de cabelo escuro, demonstrava uma felicidade como se estivesse se sentindo completa, serelepe.

No berço cor de rosa, presente naquele quarto recém-reformado para que ficasse mais aconchegante para o novo membro da família, havia uma bebezinha. Sua cor de pele era clara, seus olhos eram como pedaços do céu, e havia alguns fios dourados em sua cabecinha. Ela era claramente saudável e incrivelmente lindinha.

Os raios de sol que passavam pela janela aberta alcançavam a menininha que dormia. Mas aqueles raios não eram necessários, pois ela própria iluminar a todos podia.

“Minha mais pura luz”, a mulher de cabelos escuros sussurrou, com o sorriso que reluz.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.