Notas iniciais
Por não ser boa com sinopse, deixarei o prólogo para vocês lerem. Espero os REVIEWS dizendo que querem mais. ( :P)
Não, sério agora. Digam para mim se interessaram, ok?
Postarei o primeiro capitulo amanhã se tiver alguns reviews.

As pessoas vivem seus dias tão monótonos. De casa para o trabalho, do trabalho para qualquer barzinho, e depois voltam dizendo têr se divertido depois de alguns goles de cerveja com os amigos. A graça não está em fazer da vida algo normal; fazer com que tenha sentido sempre pode deixá-la entediante.

Assassinatos, estupros, seqüestros, tortura. Todas essas coisas maldosas que fazem parte do dia-a-dia de qualquer ser existente nesse planeta chamado Terra. Todas as pessoas — autores desses crimes — nunca pensam em um dia simples de trabalho, ou em apenas sair com os amigos. Elas sim sabem como distribuir muito bem cada batida de seus corações durante esse tempo limitado de vida. Elas arranjaram algo que não seja entediante para elas, causar dor. É entediante para os outros que não vêem nada mais em jornais além de noticias como estas. Mas para eles — os grã sangue ruins da humanidade — é apenas algo que quiseram pra si. Algo anormal, fora de todos os conceitos exigidos por todos na sociedade.

Será esse o ponto de vista certo, ou ficamos com a alternativa de que pessoas como estas realmente nasceram para fazer o mal? Seja o que for, talvez descubram algum dia. Mas o que eu realmente possi afima — com toda certeza que tenho — é que as pessoas que sentem obsessão por matar, essas sim nasceram para fazer isso. Elas nascem com esse dom, não digo exatamente concebido por Deus, porque apesar de minhas descrenças em sua existência, creio que de acordo com o ponto de vista dos fanáticos religiosos, ele não seja um sádico. Porém ainda fico com a certeza de que se ele realmente fosse um sábio, não haveria deixado seus bonequinhos aprenderem a sobreviver sozinhos nesse mundo... Como seus fantoches.

O ser humano criou seus próprios vícios, objetivos de vida: dinheiro, sexo, homem, sucesso, mulher... Infelizmente para uns, mas felizmente para mim, eu descobri meu vício com quatorze anos de idade. Um vício que não se encaixa em nada citado acima, em nenhuma das normas estabilizadas pela sociedade. Poderia dizer que nasci com isso em mim, sem saber de quem herdei — se é que herdei de alguém. Não tenho vergonha de ser quem eu sou, insegurança e muito menos medo. Não me arrependo do que faço, e me orgulho por não fazer parte desses seres humanos hipócritas e fúteis.

Matar pessoas, de bem ou de mau, seja quem for — não importa. É como se fosse a única coisa prazerosa para se fazer. Incapaz de sentir afeição e empatia pelas pessoas. Tenho o poder da manipulação; consequentemente uma coisa que faz parte de minhas estratégias. Eu sei que não sou normal, mas também não há nada mais lindo do que me olhar no espelho e me ver livre. Sem problemas diários, sem metas atormentadoras para o futuro; daquelas quais você tem obssessão em cumpri-la com sucesso, e se por um acaso falhar, a vê como o fim de tudo. Não creio que esse seja o principal principio para se ter uma boa vida.