Psychosocial

20 Capítulo 19


Notas iniciais
Olá meus amores.
Postando penúltimo capítulo, :/
E ele está com um teor sexual bastante elevado. KKK
Então não me responsabilizo por nada x.x
- PROPAGANDA BÁSICA!
nova fanfic aqui no site, descontraindo um pouco dos gêneros intensos. Então quem se interessar, por favor, deem uma olhadinha, ok? :BBBBB
https://www.fanfiction.com.br/historia/204739/Show_Me_What_I_m_Looking_For
so, this is it.
Façam uma boa leitura :B

Capítulo 19

Corey Taylor ft. Walls Of Jericho — Addicted.

Subi as escadas com cautela ao escutar o chamado de Corey. Vi que se dirigia de seu quarto, onde o mesmo me esperava escostado na porta fechada, com as mãos atrás de seu corpo. Um sorriso radiou em seu rosto quando me aproximei, e minhas sobrancelhas não fizeram nada ao não ser se arquearem em confusão. Parei alguns metros de distancia, não entendendo o real motivo de sua intenção a ter um comunicado comigo depois de horas em confinamento dentro de seu quarto.

– Chega mais perto, Emily. — ele estendeu sua mão pra mim ao longe. Ainda desconfiada dei passos controlados a sua frente, onde o mesmo se impôs atrás de mim, tapando minha visão com suas mãos.

– O que está fazendo?

– Te fazendo me querer mais uma vez.

Escutei a maçaneta da porta de seu quarto ser girada por fim, e o rangido da placa de madeira a minha frente denunciou que a mesma já havia sido aberta por completo. Ele me conduziu para dentro do cômodo com um aroma afrodisíaco dopando minhas narinas. Então suas mãos foram soltas de meus olhos e eu pude entender melhor o motivo de sua prisão naquele quarto pelo resto da tarde. As janelas estavam apenas com as folhas de vidro fechadas, deixando o céu escuro denunciar que a noite já havia calado. A luz que iluminava o lugar, no entanto era apenas de velas, essas espalhadas por todo o canto.

Senti seu corpo colar no meu ainda de costas, e sua boca roçar em meu lóbulo.

– Você não vai se arrepender, eu prometo. — sussurrou em meu ouvido, causando aqueles famosos arrepios involuntários. Encolhi-me fechando os olhos para sentir aquele sopro sem meu pescoço. Suas mãos agarraram meus braços, me virando finalmente para ele.

Seus olhos já faiscavam e eu nunca os vi tão sombrios como naquele momento — o que particularmente me rendeu brigas teimosas no meu interior, este que queria ceder meu corpo aquele homem mais do que tudo em todo esse tempo de sua existência. As mãos de Corey espalmaram sobre meu rosto delicadamente, fazendo um carinho ali antes de puxá-lo lentamente para mais perto do seu. Eu estava me sentindo um robô, apenas obedecendo e seguindo os feitos do sedutor.

Então a carga elétrica involuntária foi realmente dada quando nossos lábios se chocaram, calmos e aveludados. Fazia tempo que eu não provava daquele gosto, e algo dentro de mim aparentava ter gostado da reaproximação. Suas mãos desceram para o meu pescoço, onde este recebeu carinhos delicados da ponta de seus dedos. Nossas línguas estavam serenas, apenas explorando ao redor como se fosse a primeira vez. Corey então decidiu deixar minha nuca em paz, e escorregou suas mãos até a minha cintura , onde esta recebeu um puxão para colar meu tronco ao dele.

Eu não sabia se aqueles feitos eram exclusivos ou se eu realmente era uma fraca, mas deixei esses pensamentos de lado para me concentrar naquela língua que já que intensificar o beijo, querendo deixar tudo ainda mais excitante. Corey voltou suas mãos para minha nuca, onde desta vez agarrou meu cabelos dando um sutil puxão ali, fazendo minha cabeça pender pra trás. Nossos lábios letejantes e avermelhados se desgrudaram, mas ainda escarávamos ambas as bocas ansiando por mais.

Corey ainda com os meus fios embrenhados em seus dedos manteve minha cabeça inclinada, deixando meu pescoço livre. Esse que não demorou muito para receber carícias — essas caprichadas que ele fez questão de dar como eu jamais vira. Seus beijos em pouco tempo já passaram a ser languidos e calorosos, fazendo-me agarrar seu corpo ainda mais. O choque de sua língua flexível contra a pele sensível de meu pescoço não demorou muito para me dar uma excitação considerável. Então ele o lambeu até a ponta de meu queixo, dando uma leve mordidinha para o desfecho. Suas mãos foram cairam sobre meus ombros, onde começou o processo de abaixar as alcinhas da minha blusa rapidamente. O tecido fino caiu sobre meu tronco imediatamente, por falta de apoio. Corey não remediou seu olhar intenso sobre os meus seios, mesmo cobertos ainda pelo sutiã vermelho. Ele sorriu de lado, mordendo o lábio inferior — o deixando ainda mais sexy.

Corey me incentivou arrancar a blusa de vez, e em questão de segundos ela já estava jogada em qualquer canto daquele quarto de luz baixa.

O vi então se ajoelhar a minha frente, deixando suas mãos escorregarem pela minha barriga nua. O mesmo quebrou a confusão do porque aquilo quando começou a desabotoar minha calça jeans. Ele o fez calmamente — uma calma sobrenatural — a descendo pelas minhas pernas com trabalho próprio. Corey ergueu uma delas primeiro para poder tirar literalmente o tecido rigoroso de meu corpo, e assim o fez com a outra restante. Suas mãos subiram dançantes pela minha perna depois, no mesmo ritmo que ele ia se levantando também. Essas, desta vez, pararam sobre meus braços me incentivando a virar de costas de novo. O fiz, sentindo sua boca beijar os meus ombros daquele jeito caloroso que me fazia sentir formigamentos por todos os meus ligamentos indesejavelmente rápido.

Seus dedos sorrateiramente foram parar dentro de meu sutiã, onde ele começou a fazer carícias em meu mamilo. Fechei os olhos subitamente com o toque, sentindo meus suspiros já saírem pesados. Corey subiu seus beijos até a minha orelha, onde esta recebeu um sopro leve e refrescante. Com seu corpo colado ao meu e com suas mãos agora precisas em minha cintura, ele começou a me guiar com passos lentos até sua cama forrada com seda.

Quando finalmente chegamos perto do móvel luxuoso, me deitou cuidadosamente de bruço ali. Ele se sentou ao meu lado, sem esconder seus olhares intensos por toda a extensão de meu corpo coberto apenas com peças íntimas. Corey então começou a dedilhar minhas costas, passando os dedos precisos desde minha nuca até o cós de minha calcinha. Virei-me rapidamente, procurando pela sua boca, mas ele recusou. O olhei repreensiva, não entendendo sua real intensão — o que foi esclarecida em questão de segundos. Corey me fez sentar na cama, se ajoelhando atrás de mim, onde abriu facilmente o fecho de meu sutiã. Corey o deslizou pelos meus braços cuidadosamente, o jogando longe em seguida. Sua boca voltou dedicar-se a minha pele, desta sentindo ao mesmo tempo suas mãos agarrarem meus seios com vontade, e já sem toda aquela calma.

Virei-me para o mesmo, acertando-lhe rapidamente com um beijo — o que eu já estava necessitando. Desta vez ele retribuiu, ainda massageando meu seio eriçado, excitado. Mas não demorou muito aquela troca de saliva calorosa, porque logo depois ele me deitou na cama, deslizando suas mãos pela lateral de minhas nádegas. Corey segurou firme em minhas coxas, sentando a minha frente. Ele arqueou minhas pernas até seu ombros, apoiando-as ali. Lançou-me um olhar intenso antes de se curvar para beijar o interior de minha coxa. Lambeu aquela extensão inteira logo após, me fazendo ofegar. Quando viu que aquilo não renderia mais o que queria, deslizou minha calcinha agilmente. O azul era mais intensamente decifrável, excitado com a visão de minha intimidade literalmente a mostra.

Corey abriu as minhas pernas e se encaixou no meio delas, encarando o que tanto queria finalmente livre. Lambeu os lábios descaradamente, sorrindo pra mim em seguida. Então como eu já esperava, no ínicio um selinho fora depositado ali, fazendo-me fechar os olhos para tentar controlar a carga elétrica que queria tomar conta de todos os meus sentidos — estes ainda sãos. Então seus lábios começaram a beijar o local perfeitamente, como se a minha própria boca estivesse ali — o que só me rendeu mais eletricidade. Corey logo começou o processo, lambendo minha inimidade precisamente, escutando meus gemidos reprimidos. Ele alternava os movimentos de sua língua em meu clitóris entre suave e feroz, me fazendo revirar os olhos de prazer e agarrar seus lençóis de seda.

Então com dois de seus dedos ele me penetrou, lançando-me olhares invasivos, satisfeitos ao verem meu rosto se contorcer ao êxtase, assim como o meu tronco já começava a se arquear com o choque das investidas de seus dedos. Não demorou muito para que aquela tortura me desse um orgasmo, qual eu desejava ser o primeiro da noite. Corey chupou seus dois dedos molhados pelo meu clímax, fazendo-me sentir uma excitação raivosa tomar conta de todos os meus sentidos — já sem os seus conceitos normais. Corey deixou seu corpo ainda vestido cair sobre o meu e minha boca instintivamente atacou a sua, com um leve gosto de orgasmo. Do meu próprio.

Mas disposto a não fazer os meus gostos naquela noite, partiu o beijo rapidamente, dirigindo sua boca a um de meus seios, mordiscando meu mamilo primeiramente para depois começar a sugá-lo com cuidado. Uma de suas mãos dava atenção para o outro eriçado, excitado, como todos os meus hôrmonios faltavam sair pelo nariz pelo fervor que eu sentia. Corey querendo ser dono dos meus melhores orgasmos naquela noite, deslizou sua língua desde meu seio até meu umbigo, voltando o percurso do mesmo modo depois. Já ao êxtase puxei-o pela gola da blusa, lhe lançando um olhar raivoso. Ele sorriu de lado entendendo o que eu queria, e então me deixou finalmente arrancar sua roupa — o que eu fiz numa velocidade inacreditávelmente possível. Agarrei o tecido que tanto me incomodava e o ergui, partindo o beijo para que ele lhe passasse por sua cabeça. Logo após parti para o zíper de sua calça, o que ele mesmo fez questão de tirar, deixando sua excitação aparente por debaixo da boxer preta que vestia. Passei a mão por ali, ouvindo o suspiro alto lhe escapar. O empurrei para o lado, montando em cima de si e deixando minhas pernas de cada lado do seu corpo finalmente nu, também sentindo seu membro alto roçar em minha intimidade.Então sem dificuldades alguma, retirei a única peça que restava, deixando seu membro livre para fazer o que bem entendesse. Como esperado, não me restava mais nenhuma sanidade presente, só o prazer me dominando por completa.

Ele por sua vez voltou a agarrar meus braços, me jogando violentamente na cama ao lado.

– Corey... — pedi tentando o convencer. Eu não costumava ser muito forte a provocações como aquelas.

– Só se você disser que é minha. — disse desgrudando sua boca de meu seio molhado por sua saliva. — Só minha.

Agarrei seu membro rapidamente, o conduzindo a minha entrada.

– Calminha... — disse tirando minhas mãos de seu pênis. — Me diz primeiro, Emily.

– Essa noite... Essa noite eu sou sua, Corey. — falei ofegante, tentando reorganizar minha respiração o máximo que conseguia.

– Eu não quero te ter só hoje, você sabe disso Emi.

Senti então ele me penetrar com o começo, fazendo movimentos fracos ali, provocativos.

– E então, será minha noiva de verdade, senhorita Taylor? — perguntou colocando mais uma parte do seu membro dentro de mim.- Estamos quase lá, Emily. Só depende de você pra ter o que tanto quer.

Eu estava incapaz de raciocinar como um ser humano realmente faz, e ouvi minhas palavras saindo automaticamente por minhas cordas vocais:

– Eu sou sua Corey. — afirmei com a voz falha.

Com um sorriso sacana de lado, ele me penetrou inteiro, de uma vez, alternando seus movimentos entre velozes e suaves. E gemidos meus já podiam ser escutados por seus tímpanos, assim como os meus ouviam seus suspiros sonoros e ofegantes. Corey apoiou suas mãos no colchão, se concentrando em sua investidas, tão bem dadas. Seus olhos se mantinham apertados, já tomados pela mesma excitação que a minha.

Como se fosse uma maldição, flashes de mais cedo dele com a vadia sobre aquela cama atormentaram minha cabeça, mas já tínhamos ido longe demais aquela noite e suas mãos me davam a injeção certa para que aquilo não fosse um problema. O que eu sentia na verdade não era ciúmes, e sim a indignação de ser enganada. Mas ele estava disposto a dar continuidade ao que queria e eu não impediria. Iria deixar ser levada por pelo menos aquela noite. Depois pensar no que fazer quando acordasse pela manhã em sua cama... Com suas pernas entrelaçadas nas minhas, nus.

Notas finais
Ainda com raiva do taylor? Tem muita gente querendo matar ele, coitado. Coitadoporranenhuma.