Psicose - the dream.
6 Capitulo 6: ''Primeiro Assassinato''
Notas iniciais
– Você vai ficar mesmo bem?
– Sim — Norma sorriu — Irei ficar bem George. — Te amo, não se esqueça disso.
– E você acha que irei esquecer? — Mark assoviou para George entrar na van.
– Tenho que ir — Norma abraçou George e o beijou — Adeus.
– Adeus — George entrou na van.
– Ele vai ficar bem, se não ficar eu manjo nas urucubaca — Marie falou com senso de humor para animar sua filha.
– Para mãe, só a senhora mesmo — A van partiu.
– Vem, vamos entrar — Norma e Marie entraram na casa abraçadas.
– Mamãe, vou ir na casa de Emma.
– Ei, quem é essa Emma? Pede pra ela vir aqui em casa um dia?
– Cla... Claro mamãe — Norman saiu.
– Filha vou com Katy para mercado, voltamos em três horas.
– Okay mamãe — Marie e Katy saíram, Norman voltou para buscar o casaco que tinha esquecido.
– Norman? Você tem que ir mesmo na casa de Emma? — Não muito, por quê?
– Quero companhia — Norman abraçou sua mãe.
– Você terá minha companhia — Norma ouviu um barulho da porta se abrindo.
– Acho que a mamãe desistiu de ir ao mercado — Era uma fã do The Wilson Van.
– Norma Louise Bates, você acha que vou deixar você ter uma vida perfeita com George? — Norma foi até essa garota.
– Só me faltava essa, olha garota, não é só porque eu e George estamos namorando que você tem a moral de entrar em minha casa e falar essas coisas.
– Eu tenho essa moral sim, George me ama — A garota avançou em Norma, Norma se afastou e deu um tapa na cara da guria.
– Norman pega o telefone e liga pra polícia.
Norman não estava ali no momento, a garota empurrou Norma com tudo na parede:
– Droga — Norma cochichou.
– Está doendo queridinha?
– Antes de mais nada, Norman foi a apunhalou a garota pelas costas com uma faca, a garota se ajoelhou no chão chorando.
– Deixe que eu termine isso Norman — Norma se levantou e pegou a faca na mão de Norman, ela se sentou no lado da garota — Se eu fosse você, viria com quem você se mete — Norma levantou o rosto da guria e passou a faca pela sua garganta, a morte foi lenta até a guria se engasgou com seu próprio sangue.
– Mãe — Norman estava tremendo — O que faremos com o corpo?
– Vamos dar um sumiço com o defunto, vai demorar pra alguém descobrir mesmo.
Norma enrolou o defunto a um tapete e limpou o chão de sangue, teve a ajuda de Norman, eles colocaram o defunto no porta malas do carro:
– Cuidado Norman — Eles fecharam o porta malas e seguiram viagem.
A viagem foi silenciosa, Norman estava apavorado, eles chegaram a um lago que tivera bem longe da cidade:
– Nós iremos jogar o defunto no lago — Norma saiu do carro.
– E o que vai acontecer se alguém descobrir? — Norman abriu o porta malas.
– A gente mata — Norma olhou para seu filho por um instante e retirou o defunto de lá, eles arrastaram até o lago e jogou o defunto água a baixo.
– Agora tomara que ninguém tivera visto.
– Ninguém viu Norman, ninguém viu — Norma voltou para casa com seu filho, ela esperou Marie e Katy chegar.
– Vou tomar um banho Norman — Norma subiu as escadas.
Ela reparou em um bilhete em cima da cama, era de George:
Norma,
Se acontecer qualquer coisa comigo você vai saber que eu te amo, agora te amo mais ainda porque você me deu um presente, um filho, o fruto desse amor, amarei ele como amo você.
Amor do tamanho do espaço, te amo incondicionalmente... Eu te amo Norma Louise Bates.
George Jerins...
– Eu também te amo George — Norma respirou fundo.
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