Psicopata...Talvez!
2 Capítulo 2
Notas iniciais
E puxou a garota pelo braço. Ele caminhou pelo corredor frio e sombrio, até chegar a uma jaula com números na porta ''M185, era uma jaula fechada com furos e riscos nas quatro paredes, parecia alguém já viveu lá dentro com muito dor e muito sofrimento'' . Ele jogou a garota lá dentro, e trancou a porta com dois cadeados, ela bateu na porta desesperadamente, mas a porta nem se movia, não fazia barulho, nada! Ela sentou no chão e chorou, um choro de desespero, como se estivesse pedindo socorro. Cinco minutos depois o cientista Len apareceu na porta com uma meça onde tinha líquidos estranhos, ele destrancou todos os cadeados, parecia esta feliz e falava coisas bem baixas só para ele, colocou luvas, preparou uma agulha, ela era do tamanho do meu dedo mínimo (Conhecido também como dedo mindinho), ele apertou ela e um líquido verde. Ele olhou para a garota e sorriu, um sorriso irônico como se estivesse gostando de maltratar a garota, ela foi se espremendo pro canto aos poucos, ela estava quase atravessando a parede, ele olhou pra menina e falou:
–-Você esta com medo!?- Ele sorriu e continuou falando — Pra que medo....não vai doer nada, e como se você .... e uma dor de arrancar o braço ...mas não se assuste garota tola !
Ele puxou o braço da garota e aplicou a injeção, era a dor de quebrar o braço, quanto mais ela chorava mais forte ele apertava o braço dela. O líquido acabou Len guardou tudo e saiu da sala, trancou todos os cadeados, e começo anotar umas coisas na caderneta dele. Seu braço foi ficando roxo, ela estava com tanta raiva, que poderia arrancar a cabeça dos cientistas, arrancar a sua própria cabeça, ela levantou e deu um murro na porta, a porta ficou amaçada, fez um barulho enorme, todos correram e abrirão a porta estava a garota lá, o dono apareceu, e pendurou a garota na parede com braçadeiras de aço, eram tão fortes que se um martelo batesse ali o martelo que quebrava do que as abraçadeiras o dono olhou murmurou deu dois passos para traz e falou:
–-Pronto garota estranha, sai batendo nas paredes agora! Da próxima vez ...você vai ter oque realmente merece!!
Agora ela estava pendurada na parede, uma criança de 5 anos temidas por adultos, Len fez a seguinte anotação ''Ela agora tem ...consideramos super força...que mais essa garota vai ter''. Um dia se passou a garota estava lá pendurada, Len chegou com uma injeção, a mesma coisa se repetiu, uma dor intensa no braço da menina, ela nem si quer ligou parecia que não sentia mais dor. Um mês se passou, a menina foi retirada da parede, mas ela continuou na jaula. Um dia como outro qualquer a menina estava deitada no chão, quando uma dor forte e intensa em suas costas, a menina começou a se retorce no chão, foi nesse exato momento que uma coisa branca começou a sair das costas dela, minutos depois aquela coisa se formou em uma grande asa que com ela podia até se cobrir, branca como nuvem e macia como lã, todos que estavam do lado de fora se assustarão, o dono chegou empurrando todo mundo que estava ali observando a menina, ele destrancou a porta e saiu correndo em direção da menina, ela voou para o canto da parede, o cientista olhou para ele e puxou seu pé para o chão, agarrando em suas assas puxou elas arrancando de seu corpo bruscamente, sangue espirrou se em seu rosto manchando seus óculos e avental, ele pegou a asa e levou para uma sala para poder estudar mais. Na menina ficou um grande buraco em suas costas, sentada no canto da jaula ela chorou, horas depois os cientistas pendurarão ela novamente na parede, diziam eles que ela estava ficando perigosa, que poderia arrancar a cabeça de cada um deles. Anos se passaram, a menina já estava com seus 14 anos de idade, seu olho ficou mais verdes ainda, apenas um deles, o outro era vermelho como sangue, seu corpo já estava bem modelado do que o normal. A faxineira pediu ao seu chefe implorando de joelhos:
–-Por favor leve-a uma escola ou algo do tipo, a menina esta crescendo e precisa ter contato com as pessoas de fora!! — Disse a mulher de joelhos puxando o avental do cientista -
–-Não! Esta louca, ela pode contar tudo que acontece aqui dentro!! Ou pior acabar matando alguém lá fora — Disse o cientista batendo na mão da senhora -
–-Mas... se vocês colocarem ela em uma escola ''Especial'' ela pode deixar de ser agressiva, e acabar nem ligando pra nada... e se o Governo vier aqui, ela poro menos vai estar estudando!! Eu posso até falar que é a minha filha!-- insistiu a mulher --
–-Você pode até ter razão — Falou o cientista coçando o cavanhaque com um sorriso meio psicótico em seu rosto -- Vamos dar uma chance para o seu plano, mas ! Se descobrirem do seu plano...consideramos um tanto bom quem vai ser preza vai ser a senhora! Ouviu isto bem?!
–-Sim!! — Falou a mulher levantando e correndo para o seu quarto.
Ela correu e arrumou algumas roupas para a menina vestir, enquanto isso o cientista entrou na jaula para poder dar a notícia a garota. Ele chegou bem perto dela e colocou uma cadeira que tinha no canto da sala em frente a menina, e com um sorriso no rosto ele foi explicando algumas coisa:
–-Olá! Quanto tempo a gente não si ver né jovem tola — Ele falou com um sorriso irônico — Então... gostaria de dar uma notícia a você!! Você vai ir a uma escola, onde vai ter meninas ...meninos. — Falou revirando os olhos pro lado — Mas se você contar a alguém oque acontece aqui dentro... você vai estar deitada numa maca fria e gelada na sala 8!! Você esta me ouvindo?? — Ela balançou a cabeça dizendo que sim — Espero que esteja mesmo — Falou isso levantando e indo em direção da porta, mas ele parou e virou para traz como se estivesse se esquecendo deu alguma coisa — Á e sem namoradinhos ou paqueras ou algo desse tipo!! — Falou ele dando uma risadinha. -
A faxineira entrou na jaula e subiu na cadeira e começou a destrancar as braçadeiras, a menina correu em direção a ela como se fosse mata-la, mas ela só queria dar-lhe um abraço, a duas se abraçou lagrimas escorreram em seus rostos, mas a mulher secou-se o seu rosto e o da menina e logo em seguida começou a vestir a menina com um vestido branco que batia em sua canela, pentear seus cabelos a faxineira se animou e foi logo falando para a garota:
–-Pronto!! Você esta prontinha agora, então vamos? — Disse ela com um empolgando a menina -
–-Porque não!? — Disse a menina pegando na mão da faxineira -
As duas saiu para a escola, mas a mulher deu lhe um curativo para tampar o seu olho vermelho para que ninguém desconfiar de que ela de um laboratório. Chegando lá a menina se despediu da faxineira respirou fundo e entrou, ela tinha ficado na sala 9, quando entrou na sala logo foi sentando na primeira carteira do lado da janela, na sala onde a menina estava tinha pessoas com demência ou pessoas que já tentaram se matar de algum jeito, menos as patricinhas.(Patricinhas: Camilla, Flavia, Carla, Maria. Elas eram conhecidas por serem ricas e por serem as mais belas das meninas de lá.) Camila chegou na meça da menina ela chegou bem perto de seu rosto e disse:
–-Olá! Garota estranha...quero que você já vai entendendo uma coisa, minhas amigas e eu é quem manda nessa bosta! Você tem que fazer tudo que eu mandar, ouviu? — Disse a Camilla sorrindo -
–-A mas não mesmo, quem disse que você em mim? — Disse a menina com um sorriso — Se você acha que manda em mim ...continue só achando mesmo!
Quando a Camilla ia responder ela a professora chegou na sala mandando cada um em seu lugar, no fundo da sala estava um menino com um chifre capricorniano, o outro estava quebrado, ele tinha um piercing em seus lábios, seus olhos por conhecidencia também eram verdes (Todos chamavam ele de Khot). Uma aula se passou, bateu o sinal para o recreio todos sairão da sala, a menina nova sentou-se na mesa 58, era a única mesa vazia sem ninguém, Khot estava com seu amigo sentado na mesa 61, ele estava observando a menina nova, foi nesse exato momento em que o seu amigo deu-lhe um tapa na cara:
–-Você esta louco!! Da próxima vez que fizer isso, eu vou enfiar essa faca em seus olhos, e toda vez que você quiser ver de novo, você vai lembrar de mim entendeu ?? — Falou Khot com um olhar maligno em seus olhos -
–-Ta né mas eu sei que você gostou da menina nova!!! — Falou seu amigo olhando com uma cara estranha -
–-Não...mas se eu estiver!! Não posso amar ninguém ?? — Disse Khot dando uma risada e olhando seu prato -
–-Claro! Só que eu não quero ver você amando aquela garota estranha e ...sla meio ..anormal — Disse seu amigo dando uma risada -
–-Olha cara se você quiser falar mal dela, fale na frente dela não pra mim por que eu não sou obrigado a te ouvir! e se você acha ela estranha olhe para mim que tem chifres! Alias eu vou lá falar com ela !!
Khot, levantou pegou seu prato e sentou perto da garota nova ...
Continua no próximo capítulo...
E puxou a garota pelo braço. Ele caminhou pelo corredor frio e sombrio, até chegar a uma jaula com números na porta ''M185, era uma jaula fechada com furos e riscos nas quatro paredes, parecia alguém já viveu lá dentro com muito dor e muito sofrimento'' . Ele jogou a garota lá dentro, e trancou a porta com dois cadeados, ela bateu na porta desesperadamente, mas a porta nem se movia, não fazia barulho, nada! Ela sentou no chão e chorou, um choro de desespero, como se estivesse pedindo socorro. Cinco minutos depois o cientista Len apareceu na porta com uma meça onde tinha líquidos estranhos, ele destrancou todos os cadeados, parecia esta feliz e falava coisas bem baixas só para ele, colocou luvas, preparou uma agulha, ela era do tamanho do meu dedo mínimo (Conhecido também como dedo mindinho), ele apertou ela e um líquido verde. Ele olhou para a garota e sorriu, um sorriso irônico como se estivesse gostando de maltratar a garota, ela foi se espremendo pro canto aos poucos, ela estava quase atravessando a parede, ele olhou pra menina e falou:
–-Você esta com medo!?- Ele sorriu e continuou falando — Pra que medo....não vai doer nada, e como se você .... e uma dor de arrancar o braço ...mas não se assuste garota tola !
Ele puxou o braço da garota e aplicou a injeção, era a dor de quebrar o braço, quanto mais ela chorava mais forte ele apertava o braço dela. O líquido acabou Len guardou tudo e saiu da sala, trancou todos os cadeados, e começo anotar umas coisas na caderneta dele. Seu braço foi ficando roxo, ela estava com tanta raiva, que poderia arrancar a cabeça dos cientistas, arrancar a sua própria cabeça, ela levantou e deu um murro na porta, a porta ficou amaçada, fez um barulho enorme, todos correram e abrirão a porta estava a garota lá, o dono apareceu, e pendurou a garota na parede com braçadeiras de aço, eram tão fortes que se um martelo batesse ali o martelo que quebrava do que as abraçadeiras o dono olhou murmurou deu dois passos para traz e falou:
–-Pronto garota estranha, sai batendo nas paredes agora! Da próxima vez ...você vai ter oque realmente merece!!
Agora ela estava pendurada na parede, uma criança de 5 anos temidas por adultos, Len fez a seguinte anotação ''Ela agora tem ...consideramos super força...que mais essa garota vai ter''. Um dia se passou a garota estava lá pendurada, Len chegou com uma injeção, a mesma coisa se repetiu, uma dor intensa no braço da menina, ela nem si quer ligou parecia que não sentia mais dor. Um mês se passou, a menina foi retirada da parede, mas ela continuou na jaula. Um dia como outro qualquer a menina estava deitada no chão, quando uma dor forte e intensa em suas costas, a menina começou a se retorce no chão, foi nesse exato momento que uma coisa branca começou a sair das costas dela, minutos depois aquela coisa se formou em uma grande asa que com ela podia até se cobrir, branca como nuvem e macia como lã, todos que estavam do lado de fora se assustarão, o dono chegou empurrando todo mundo que estava ali observando a menina, ele destrancou a porta e saiu correndo em direção da menina, ela voou para o canto da parede, o cientista olhou para ele e puxou seu pé para o chão, agarrando em suas assas puxou elas arrancando de seu corpo bruscamente, sangue espirrou se em seu rosto manchando seus óculos e avental, ele pegou a asa e levou para uma sala para poder estudar mais. Na menina ficou um grande buraco em suas costas, sentada no canto da jaula ela chorou, horas depois os cientistas pendurarão ela novamente na parede, diziam eles que ela estava ficando perigosa, que poderia arrancar a cabeça de cada um deles. Anos se passaram, a menina já estava com seus 14 anos de idade, seu olho ficou mais verdes ainda, apenas um deles, o outro era vermelho como sangue, seu corpo já estava bem modelado do que o normal. A faxineira pediu ao seu chefe implorando de joelhos:
–-Por favor leve-a uma escola ou algo do tipo, a menina esta crescendo e precisa ter contato com as pessoas de fora!! — Disse a mulher de joelhos puxando o avental do cientista -
–-Não! Esta louca, ela pode contar tudo que acontece aqui dentro!! Ou pior acabar matando alguém lá fora — Disse o cientista batendo na mão da senhora -
–-Mas... se vocês colocarem ela em uma escola ''Especial'' ela pode deixar de ser agressiva, e acabar nem ligando pra nada... e se o Governo vier aqui, ela poro menos vai estar estudando!! Eu posso até falar que é a minha filha!-- insistiu a mulher --
–-Você pode até ter razão — Falou o cientista coçando o cavanhaque com um sorriso meio psicótico em seu rosto -- Vamos dar uma chance para o seu plano, mas ! Se descobrirem do seu plano...consideramos um tanto bom quem vai ser preza vai ser a senhora! Ouviu isto bem?!
–-Sim!! — Falou a mulher levantando e correndo para o seu quarto.
Ela correu e arrumou algumas roupas para a menina vestir, enquanto isso o cientista entrou na jaula para poder dar a notícia a garota. Ele chegou bem perto dela e colocou uma cadeira que tinha no canto da sala em frente a menina, e com um sorriso no rosto ele foi explicando algumas coisa:
–-Olá! Quanto tempo a gente não si ver né jovem tola — Ele falou com um sorriso irônico — Então... gostaria de dar uma notícia a você!! Você vai ir a uma escola, onde vai ter meninas ...meninos. — Falou revirando os olhos pro lado — Mas se você contar a alguém oque acontece aqui dentro... você vai estar deitada numa maca fria e gelada na sala 8!! Você esta me ouvindo?? — Ela balançou a cabeça dizendo que sim — Espero que esteja mesmo — Falou isso levantando e indo em direção da porta, mas ele parou e virou para traz como se estivesse se esquecendo deu alguma coisa — Á e sem namoradinhos ou paqueras ou algo desse tipo!! — Falou ele dando uma risadinha. -
A faxineira entrou na jaula e subiu na cadeira e começou a destrancar as braçadeiras, a menina correu em direção a ela como se fosse mata-la, mas ela só queria dar-lhe um abraço, a duas se abraçou lagrimas escorreram em seus rostos, mas a mulher secou-se o seu rosto e o da menina e logo em seguida começou a vestir a menina com um vestido branco que batia em sua canela, pentear seus cabelos a faxineira se animou e foi logo falando para a garota:
–-Pronto!! Você esta prontinha agora, então vamos? — Disse ela com um empolgando a menina -
–-Porque não!? — Disse a menina pegando na mão da faxineira -
As duas saiu para a escola, mas a mulher deu lhe um curativo para tampar o seu olho vermelho para que ninguém desconfiar de que ela de um laboratório. Chegando lá a menina se despediu da faxineira respirou fundo e entrou, ela tinha ficado na sala 9, quando entrou na sala logo foi sentando na primeira carteira do lado da janela, na sala onde a menina estava tinha pessoas com demência ou pessoas que já tentaram se matar de algum jeito, menos as patricinhas.(Patricinhas: Camilla, Flavia, Carla, Maria. Elas eram conhecidas por serem ricas e por serem as mais belas das meninas de lá.) Camila chegou na meça da menina ela chegou bem perto de seu rosto e disse:
–-Olá! Garota estranha...quero que você já vai entendendo uma coisa, minhas amigas e eu é quem manda nessa bosta! Você tem que fazer tudo que eu mandar, ouviu? — Disse a Camilla sorrindo -
–-A mas não mesmo, quem disse que você em mim? — Disse a menina com um sorriso — Se você acha que manda em mim ...continue só achando mesmo!
Quando a Camilla ia responder ela a professora chegou na sala mandando cada um em seu lugar, no fundo da sala estava um menino com um chifre capricorniano, o outro estava quebrado, ele tinha um piercing em seus lábios, seus olhos por conhecidencia também eram verdes (Todos chamavam ele de Khot). Uma aula se passou, bateu o sinal para o recreio todos sairão da sala, a menina nova sentou-se na mesa 58, era a única mesa vazia sem ninguém, Khot estava com seu amigo sentado na mesa 61, ele estava observando a menina nova, foi nesse exato momento em que o seu amigo deu-lhe um tapa na cara:
–-Você esta louco!! Da próxima vez que fizer isso, eu vou enfiar essa faca em seus olhos, e toda vez que você quiser ver de novo, você vai lembrar de mim entendeu ?? — Falou Khot com um olhar maligno em seus olhos -
–-Ta né mas eu sei que você gostou da menina nova!!! — Falou seu amigo olhando com uma cara estranha -
–-Não...mas se eu estiver!! Não posso amar ninguém ?? — Disse Khot dando uma risada e olhando seu prato -
–-Claro! Só que eu não quero ver você amando aquela garota estranha e ...sla meio ..anormal — Disse seu amigo dando uma risada -
–-Olha cara se você quiser falar mal dela, fale na frente dela não pra mim por que eu não sou obrigado a te ouvir! e se você acha ela estranha olhe para mim que tem chifres! Alias eu vou lá falar com ela !!
Khot, levantou pegou seu prato e sentou perto da garota nova ...
Continua no próximo capítulo...
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