Psi

2 Capítulo 2


Psi 2

A vida dele estava tudo de acordo com seu plano. Matar um numero considerável de pessoas ate que a morte o leva-se.

Mas algo estava dando errado , nesse plano que deveria ser infalível .

Quando ele ia sequestrar suas vitimas, elas já estavam mortas.

“Quem foi o filha da puta que matou minhas futuras vitimas?! “ . Ele pensava enquanto socava a parede do seu esconderijo.

Conseguiu sequestrar uma garota na rua. A amarrou na maca, e esperava ela enlouquecer com as gotas de água.

Depois do primeiro ato eloquente da garota. Ele calmamente colocou seu hamster no rosto dela, enquanto ele comia lentamente seus olhos. Psi pensava em quem poderia estar matando suas futuras vitimas.

Ele então tomou uma atitude de ir sequestrar suas vitimas mais cedo, assim eles ainda estariam vivas.

Mas se enganou, ao chegar no prédio de um cara que tinha escolhido assassinar, e encontrar uma mensagem em sangue na parede ,

“Seja mais rápido estranho “ .

Ele logo saiu do apartamento enfurecido , logo entrando na casa da sua segunda vitima em mente.

E lá estava a mensagem novamente.

“ Sorria para mim, e eu deixo uma vitima para você”.

Ele soltou um breve grito de raiva.

Ao voltar para seu esconderijo, seu hamster já havia devorado metade do rosto da garota. Psi então pegou uma de suas facas mais afiadas, e brutalmente rasgou a barriga da garota, arrancando todas suas tripas e jogando com força contra a parede, deixando ali uma mancha de sangue.

Ele resolveu sequestrar a primeira pessoa que visse na rua.

Viu uma garota andando apreçada.

Psi então pegou um tijolo na rua, e jogou na cabeça da garota, fazendo ela cair inconsciente no chão.

A levou para seu esconderijo e a amarrou. Começou a pingar as gotas de água na testa da garota, esperando ela acordar.

Depois de alguns segundos, ele houve um riso baixo, ignorou achando que fosse um barulho inútil da rua.

Foi então que escutou um riso histérico , ao olhar a garota chorava de rir.

– Já te disseram que essas gotas de água fazem cocegas? – Ela tentava falar entre os risos.

– Cocegas? Qual o seu problema?

Eles ficaram quinze minutos em silencio. Psi observava que a garota não tinha reação a sua tortura das gotas de água. Então deveria apelar para outro método. Arrancar os olhos talvez, ou pica-la em pedacinhos ainda viva?

Ele então pegou seu facão e foi em direção a ela.

– Se eu fosse você não usaria essa faca, aquela ali é melhor. Corta carne com mais facilidade. – Disse ela , apontando com o olhar umas das facas em cima da mesa.

– E oque você sabe sobre isso fedelha?

– Não sei nada, esqueça.

Ele ignorou o comentário inútil dela , e voltou ao seu objetivo. Ao dar o primeiro corte no braço da garota, ela pede para fazer um ultimo desejo.

– Arg, oque você quer?

– Se eu pedir , você ira fazer? Olha eu estou sendo uma vitima muito cooperativa.

– Diz ai .

– Sorria estranho. – Então ela caiu na gargalhada novamente.