Próximo Momento
2 Perdida
Notas iniciais
Galera! Oi! Sentiram minha falta? Não né? Hahaha então dei uma grande demorada pra publicar, por que rebutei tudo a partir do primeiro capítulo, não tava curtindo o que eu tinha feito e resolvi melhorar, espero que agrade a vocês, boa leitura. ^^
Após o período de internação máximo finalmente tive alta, e este dia é hoje. Visto roupas doadas pelo hospital para poder sair de lá, pois ao que me lembro as minhas ficaram completamente rasgadas. Ando duas quadras para longe e um senhor desesperado corre em minha direção, não havia percebido antes, mas muitas pessoas estão correndo pelo bairro. Isso que dá prestar tanta atenção na arquitetura de Bruxelas e não olhar para as ruas.
– Moça! Saia da rua! Estão atirando em todos que respiram contra o novo movimento! Se abrigue! Rápido!Olho para as ruas e vejo pessoas correndo, apavoradas, mas ninguém armado.– Paola Lengyel, que bom lhe encontrar aqui. Temos assuntos para tratar. Diz uma voz robótica vinda de uma aeronave Venha, não machucarei mais seus compatriotas, só preciso que você venha.– E para onde? – Só queremos conversar. E lhe propor um acordo.Eu subo, encontro uma mesa de ferro redonda e um senhor que me lembra David Hasselhoff, ele me encara, vestido com um casaco vermelho e camisa preta, indicava ser social, sob a mesa se escondiam um jeans escuro e ele me convida para sentar com um gesto.– Acho que você viu o que anda ocorrendo lá fora, não é? Pergunta-me com seriedade.– Sim, qual é seu envolvimento naquilo? – Nenhum, querida, por favor, não pense que eu fiz aquilo, muito pelo contrário quero apaziguar a situação. Seus olhos estão demonstrando tanta intensidade que parece real.– Por que devo acreditar em você? – Porque sei quem está fazendo aquilo, e quero que você impeça.– Por que eu faria isso? – Porque senão seus queridos pais morrerão. Seu tom de voz é frio, me mostrando que não está de brincadeira.– É impressão minha ou você está me chantageando? – Não, não é impressão eu estou te chantageando, ou você faz, ou eles morrem.– Certo o que preciso fazer? – Entrar e ganhar a confiança do inimigo.Traçamos planos mirabolantes, ele me explica o motivo da guerra, parece que parte do abastecimento do estado de ferro está baixo, houveram assaltos nas fábricas, as pessoas estão levando para alguns galpões e forjando, para se proteger do que acreditam ser o inimigo.Passo alguns dias com os homens que me buscaram do caos que está lá em baixo, eles acabam deixando escapar que sabem do meu dom. Não me surpreende, pois quando me encontraram disseram meu nome completo, fico sabendo também que descerei para a rua hoje, para combater e entender o inimigo. Um soldado se aproxima:– Senhora Lengyel, seu equipamento.– Desculpe, mas não sou casada. Me chame de soldado, não sou melhor que você, estamos no mesmo nível aqui. – Perfeitamente soldado. Ele me lança um sorriso tímido, como se tivesse gostado de saber que eu pensava que éramos iguais.Desço para o primeiro andar do avião, eles pousarão em um prédio para que eu desça e já caia no conflito firmado lá em baixo. Todo pouco que consigo ver são ruínas do que um dia foi a linda Bruxelas. Como eles tiveram coragem de destruir toda aquela arquitetura? Como conseguiram dormir depois de fazer séculos virarem pó? Simplesmente deplorável a situação da humanidade.– Não se assuste soldado, o resto do mundo está bem pior. — Diz o mesmo rapaz dos equipamentos, ele se posiciona numa linha protetora, como se estivesse bloqueando todos os outros homens e as poucas mulheres de chegar até mim. – Qual seu nome soldado? – Pedro, sou Brasileiro, soldado.– Entendi. Soldado Pedro, e seu sobrenome? – Soldado Alvarenga a seu dispor. – Perfeito, Soldado Alvarenga, acredito que devo descer. – Sim, claro, perdão por atrapalhar, também irei nessa missão.– Ok, só não me atrapalhe lá em baixo. Certo soldado? – Certo.A porta se abre e tudo que vejo são destroços de que um dia foi considerado uma civilização. O avião está inconstante, eu pularei de uma altura de 3.600 metros direto nas ruínas.– Com medo soldado? Diz o Soldado Alvarenga.– Não, não tenho medo de altura. Só fiquei chocada com a vista.– Entendo bom, lá vou eu. E ele se joga na imensidão de nosso planeta, e então vejo um ponto preto distante e meu instrutor me diz que é o paraquedas dele se abrindo.– Pronta soldado? — Sim — E me atiro no abismo iminente.
Notas finais
Olá de novo! Então, digam-me, gostaram? Espero demais que sim, não gostou? Que pena, mas me diga no que preciso melhorar. Beijos a todos que deram um tempinho pra ler meu capítulo e feliz ano novo!!! Cheio de tudo de bom, recomendações nas suas fics, e muitos comentários ;)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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