Notas iniciais
Oi gente, aki vai um novo cap, e continuem comentando!

OBS: Talvez eu demore um pouco para postar os proximos capitulos pq vou entrar em semana de provas, mas vou fazer o possivel para postar logo.

bjs

Estavam todos reunidos na praia tentando construir uma jangada para atravessar o canal, quando Susana gritou:

-Olhem! – Disse apontando para um barco onde estavam dois homens de armaduras escuras que estavam prestes a jogar um anão amarrado na água.

-Soltem-no! – Ordenou Mabelle apontando-lhes o arco

Logo os soldados fizeram exatamente o que Belle ordenara, ou seja, soltaram o anão (na água). Entretanto ela atirou uma flecha que atingiu o peito de um dos homens fazendo com que o outro fugisse nadando. Pedro mergulhou no canal para salvar o anão, e Edmundo para pegar o barco.

Quando Pedro o trouxe para a praia, Lúcia corou-lhe as amarras e tirou-lhe a mordaça.

-Soltem-no! – Falou o anãoenraivecido dirigindo-se a Mabelle – Foi essa a melhor coisa que pôde pensar em dizer?!

-Ah, o que é isso. Você não precisa agradecer tão gentilmente – Respondeu Belle com doce ironia

-É nisso que dá, dar brinquedo na mão de criança – Resmungou Cathy rindo

-Eu estava m afogando muito bem sozinho! – Falou QCMI

[NOTA: Para todos os efeitos vou chamar o anãode QCMI (Que Cara Mais Ingrato), por ora, já que não sabemos seu nome.]

-Então, por que tentavam te matar? – Indagou Catherine

-Eles são telmarinos, é o que fazem. Onde vocês estiveram nas ultimas centenas de anos?

-Bom, acredito esta ser uma longa história... – Comentou Lu

Então o Pevensie mais velho desembainhou sua espada e olhou com certa “malícia” para o anão.

-Oh garoto. Se eu fosse você não faria isso. – Advertiu QCMI com um ar sarcástico

-Eu não. Ele vai – Falou Olhando para Edmundo

Pedro en5tregou sua espada a QCMI que parecia não agüentar seu peso, e Ed desembainhou a sua.

O anão desferiu o primeiro golpe de uma maneira surpreendente, contudo seu adversário conseguiu defender-se a tempo. QCMI após desferir alguns golpes até conseguiu rasgar a manga da camisa de Edmundo, mas esse foi o máximo que foi capaz de fazer. Pois logo em seguida Ed deu uma sequência de golpes tão bem executados que foi uma questão de segundos para que o anãozinho fosse desarmado.

-Então são mesmo vocês – Falou QCMI surpreso – Os antigos reis e rainhas de Nárnia.

-Sou o Grande Rei Pedro, o Magnífico

-Acredito que você poderia ter omitido esta ultima parte – Comentou Cathy com ar de riso

-È, bem que poderia – Falou o desconhecido rindo

-Este com quem acabou de lutar é o rei Edmundo. E Estas são as rainhas Lúcia e Susana. E aquela é a rainha Catherine, a sábia. E a sua salvadora se chama Mabelle, bem é a primeira vez que vem a Nárnia. – Apresentou-os o Grande Rei

-É um prazer conhecê-lo. A propósito como se chama? – Perguntou Belle

-Meu nome é Trumpkin – Se apresentou

Então o grupo tomou o barco e travessaram até a outra margem do canal, como Pedro e Edmundo remando.

Trumpkin contou-lhes que jovem príncipe telmarino chamado Caspian, ao fugir de seu castelo (pois corria risco de vida) e ser perseguido por soldados tocou a trompa mágica da rainha Susana, a qual se dizia ter poderes de reunir antigos reis de Nárnia.

Contou também que Caspian queria o apoio dos narnianos para receber a coroa que é sua por direito e em troca lhes daria a sua liberdade.

Os aventureiros que eram liderados por Pedro ao chegaram a outra margem seguiram para a mata.

-Não me lembro deste caminho – Disse Susana se desviando de um galho

-É que vocês garotas não tem senso de direção, não guardam mapas na cabeça – Falou Pedro

-É que temos coisas mais importantes para pôr na cabeça – Respondeu Lu rindo

-Só se estiver falando de garotas britânicas Pedro. Porque me lembro muitíssimo bem desta área, você quer atravessar o rio Rush para cortar caminho e chegar mais rápido. Não é mesmo? – Perguntou Catherine

-É de fato, você está certa – respondeu o Grande Rei parando quando a trilha acabado – Eu não estou perdido

-Não. Só está indo pelo caminho errado –Interferiu Trumpkin – Se não estou enganado não há passagem nesta área.

- Ah, então é isso. Você está enganado – Respondeu Pedro continuando a andar

-Pedro, eu acho que talvez você devesse reconsiderar... — Sugeriu Cathy

-Por quê? Você mesma afirmou estarmos indo pelo caminho correto a ser tomado.

-Eu sei muito bem o que eu disse – Assegurou a garota morena – Entretanto você deveria considerar que já se passaram muitos séculos e...

-Então está decidido. Vamos em frente. – Decidiu Pedro

+Não ligue para ele, NCA. Um dia você se acostuma – Falou Lúcia olhando para o anão

-Ou não – Brincou Edmundo

-NCA? – Perguntou o anão

-É Mabelle achou bastante apropriado apelidar-lhe de Nosso Caro Amiguinho – Respondeu Lu com um sorriso para a nova amiga

***

-Eu não acredito! – Exclamou Pedro ao ver que o rio Rush agora ficava no fundo de um precipício

-Com o passar do tempo a água arrasta parte do solo e... – Explicou Susana

-Ah, cale a boca – Falou Pedro irritado

-Eu deveria ter previsto isso – Lamentou Cathy

-Tem algum jeito de descer? – Perguntou Ed a NCA

-Tem. Caindo

-Aslam? Olhem, ele está ali! – Gritou Lúcia apontando para a mata do outro lado do penhasco – Ele estava logo ali

-Você o vê agora – Perguntou Trumpkin por não ver nada além de árvores

-Eu não estou louca. Ele estava logo ali e queria que o seguíssemos

-Aposto que há muitos leões na floresta... – Sugeriu Pedro

-Eu acho que reconheceria Aslam de o visse – Respondeu a mais nova comsarcasmo

-Olhe eu não vou cair precipício a baixo atrás de alguém que simplesmente não existe. Entretanto seguirei o Grande Rei aonde ele for – Falou o anão

-Bom, da ultima vez em que não acreditei na Lúcia, acabei parecendo bem estúpido... – Aconselhou Edmundo

Para não desafiar a autoridade de Pedro que era de fato inquestionável, Catherine deu uma simples e fulminante olhada para ele, que não viu pois disse:

-Desculpe Lu – Respondeu e acrescentou – Qual é a outra passagem possível?

-Poderíamos atravessar a nado o Passo do Beruna – respondeu NCA

Cathy engoliu seco como se estivesse engolindo toneladas de fúria e respirou fundo para prosseguir sua caminhada. Lúcia parecia triste e altamente decepcionada etudo isso tornava o clima intensamente tenso.

Depois de muito andar, os aventureiros chegaram ao Beruna onde havia milhares de soldados telmarinos trabalhando e treinando lá. Felizmente o grupo não foi visto, pois estavam abaixados trás de uma pilha de toras de madeira.

-Irônico, não? – Resmungou Catherine

-O que você disse – Perguntaram Pedro e Susana que não a ouviram, pois estavam mais afastados

-Eu mal abri a boca – Respondeu convincentemente

Edmundo, Mabelle e Lúcia tiveram de comprimir os lábios para que não caíssem na gargalhada.

Já que não podiam seguir em frente, eles deram meia volta e retomaram o caminho que levava ao rio Rush.