...Provoque Enquanto Pode...
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Bom esse capítulo com certeza está cheio de más intenções, e claro a pegação de sempre que eu adooorrro...hehehe, espero que gostem.
E foi exatamente o que eu fiz. Aquele loiro não poderia me fazer de brinquedo da forma como ele estava fazendo e durante a péssima noite sem dormir que eu tive, resolvi que a melhor forma de acabar com aquela tentação, sem dúvida era sucumbir a ela.
Os primeiros raios do sol, ainda nem tinham despontando no leste e eu me encontrava sentado em minha cama após um relaxante banho morno que, eu supunha afastar de mim aquela inquietação, mas sem sucesso. Minha mente vagava nas lembranças daquele corpo perfeito resvalando em mim, provocando meus sentidos. Até quando um homem poderia resistir?
Arrumei-me, e logo em seguida tomei uma xícara de café forte preparado por mim mesmo, empunhei minha maleta de couro e segui para o escritório com um único pensamento: Porei um fim nessa história hoje.
Durante o trajeto até o escritório, ainda tentei reorganizar meus pensamentos e abortar aquelas idéias, afinal, sou um homem de bom senso e sucumbir a uma tentação era demais até mesmo na atual situação em que me encontrava.
No estacionamento do edifício onde funcionava o escritório pude observar que apenas alguns funcionários do local haviam chegado, ainda faltavam cerca de duas horas para o início do expediente. Milo, claro, ainda não estava no prédio àquela hora. Suspirei profundamente e tomei o elevador.
Olhei ao redor e, obviamente, nenhuns dos meus funcionários estavam no local, passei a mão nervosamente nos cabelos e pensei: “Mon Dieu, o que aquele loiro está fazendo comigo?” Caminhei até minha sala, afinal, checar alguns documentos no silêncio das primeiras horas da manhã era muito melhor e quem sabe, aquelas idéias sumiriam se eu me distraísse trabalhando? Talvez seria melhor se elas sumissem mesmo.
Decidi, ao bater a porta atrás de mim, que poria minha cabeça no lugar. Sentei-me em minha poltrona e fechei os olhos por um instante e foi então que tudo voltou à tona, quando inesperadamente a porta de minha sala se abre e tomado pelo susto abri os olhos e senti minha cabeça girar com a figura que vi adentrando a sala. E não era só isso, a figura estava nua, completamente nua.
Fiquei parado, estático e sem fala. Até mesmo os meus pulmões pararam sua função por um breve instante quando aquela criatura trancou a porta da sala e retirou as chaves jogando-as em qualquer canto. Todas as palavras que eu aprendera um dia simplesmente sumiram de meus lábios que agora estavam entreabertos.
Durante toda a noite eu não consegui pregar os olhos, apenas pensando em como acabar com aquela situação e em abordar aquela criatura insolente que agora estava caminhando em minha direção com aqueles cabelos fartos balançando ao movimento do seu corpo escultural. Os músculos bem torneados das coxas grossas contraindo-se em cada movimento em minha direção, seus olhos de um azul tão profundo lançando chamas diretamente dentro da minha alma, aqueles lábios carnudos entreabertos em um meio sorriso de pura sedução. Eu realmente não podia acreditar na visão que estava tendo.
Ele caminhou felinamente até minha mesa, apoiou uma mão sobre ela e inclinou o corpo em minha direção retirando de meu rosto, que eu tinha certeza estar rubro, os óculos que eu usava os colocando em si lentamente e sem desviar os olhos dos meus. Aquilo era surreal demais. Senti meu corpo formigar com aquela situação e eu concluí numa fração de segundos que Milo era realmente louco.
Sem dizer nada após colocar meus óculos, ele rudemente jogou tudo o que estava sobre a minha mesa no chão com uma só mão e em seguida sentou-se sobre ela e inclinando-se até mim lentamente, eu ainda continuava estático, afinal, como poderia reagir? Eu era uma presa acuada, uma mosca na teia.
Milo displicentemente aproximou sua boca carnuda depositando um beijo e uma mordidela no lóbulo de minha orelha esquerda. Aquele contato quente e molhado fez-me estremecer. Fechei instintivamente os olhos, ainda atordoado pela força dos acontecimentos e sentindo-me congelado até os ossos, pois não consegui mover se quer um dedo.
Aquele maníaco, até onde vai a ousadia de um ser humano? Aquele loiro maldito havia me capturado em sua insanidade e agora eu estava sendo um mero fantoche em suas mãos e completamente sujeito ao seu ataque. Ele nada dizia, apenas beijava sedutoramente agora meu pescoço e eu podia sentir o calor e o perfume delicioso que emanava daquele corpo pecaminoso.
Ainda com os olhos fechados, senti-me alheio ao local onde estava, das horas, enfim, de todo o mundo, apenas sentia os toques daquela criatura. Meu pescoço estava sendo marcado levemente pelos lábios macios e língua assanhada que fazia círculos que pareciam queimar a cada toque. De repente uma de suas mãos puxou a minha que repousava sobre o descanso da poltrona, eu podia senti-la fria e suada. Não pus resistência quando o senti puxá-la devagar e levá-la até aquele mastro rígido e quente entre suas pernas, pude sentir aquela rigidez perfeita e a umidade denunciando a excitação em meus dedos. Abri os olhos rapidamente e pude vê-lo olhando em meu rosto ostentando ainda aquele sorriso sacana.
E então ele finalmente abriu aqueles lábios e disse: “Até quando você irá resistir?”
Realmente eu estava completamente excitado, mas aquilo já havia ultrapassado as raias da insanidade e foi então que o meu verdadeiro eu ressuscitou e eu pude finalmente dizer alguma coisa: “Senhor Milo, saia! Eu ainda tenho bom senso, gostaria que saísse a-agora”.
Sim, não posso dizer que não tenha gaguejado naquele instante, mas aquilo já era demais. Realmente eu queria por um fim naquela história, mas não daquela forma, em meu escritório, não, definitivamente eu tinha muito bom senso.
E foi então que ele desceu de minha mesa, ainda me encarando e ainda teve o desproposito de me desafiar: Pois eu quero até ver quanto esse seu bom senso vai durar. Disse, e deu-me as costas, e eu não pude resistir em olhar aquele corpo mais uma vez. Ombros largos, costas bem definidas e aqueles glúteos delineados como se tivessem sido esculpidos pelo próprio Zeus.
Ele saiu de minha sala nu, como se estivesse saindo do banheiro de sua casa, eu fiquei catatônico. Passei as mãos no rosto e senti que algumas gotículas de suor haviam se formado abaixo de meu nariz. Percebi-me tão excitado que minha ereção doía e pulsava pressionando o fecho de minha calça. Levantei-me e fui ao banheiro lavar o rosto e tentar me acalmar. Meu Zeus, como ele pôde? Aquilo era inconcebível. Ele estava ali totalmente à vontade e a minha disposição. Depois de alguns minutos, já mais calmo, o sol já entrava pelas grandes janelas de minha sala e então pude ouvir os primeiros sons vindos da recepção. Eram os funcionários chegando para mais uma jornada de trabalho e eu pensei em Milo. O que ele estaria fazendo? Será que teria coragem de me encarar naquele dia, ou me evitaria depois que eu o pus para fora de minha sala? Lembrei-me dele e de sua ousadia mais uma vez e senti uma fisgada em meu membro denunciando a minha fragilidade mediante as circunstancias, resolvi deixar outras ocupações entrarem em minha cabeça, como se fosse fácil depois de tudo aquilo.
A manhã inteira não consegui sair da minha sala, pedi a minha secretaria para providenciar que todas as reuniões fossem repassadas diretamente para meu sócio. As ocorrências mais importantes tentei resolver em minha sala, não queria correr o risco de encontrar aquele indecente pelos corredores, não, definitivamente não. A manhã passou ligeira e o horário do almoço se aproximando. Esperei que o escritório ficasse em silencio para que eu pudesse sair. Nada de anormal aconteceu, apenas naquele fim de manhã eu poderia ter um descanso emocional. Mas afinal, por que eu tinha que me esconder, não fui eu mesmo quem decidi que poria um fim naquela situação? Tudo bem, confesso que pela primeira vez eu me acovardei.
Em meu apartamento não consegui tocar na comida tão carinhosamente preparada. Meu pensamento vagava na lembrança daquele maldito loiro. Eu sei que deveria por um fim, mas na hora H, acovardei. Será que esse seria o meu primeiro fracasso. Não! Não vou pensar em fracassos. Segui para o meu quarto e pela primeira vez deitei-me para tentar relaxar após o almoço. Pensei em não voltar mais naquele dia, mas eu estava me escondendo de quem afinal? Puxa vida, eu era um dos sócios, eu não poderia abandonar minha empresa por causa de um assédio. Sim, eu realmente estava sendo vítima de um assédio. Fechei os olhos e esperei que o tempo passasse, eu iria enfrentar meu próprio fantasma loiro.
Após o intervalo do almoço retornei para o escritório. Todos já estavam em seus postos e executavam suas atividades. Lancei um rápido olhar para a sala de meu sócio e nada vi, apenas cumprimentei minha secretária e entrei em minha sala rapidamente. Tudo corria tranqüilo até que uma batida na porta chamou minha atenção. Era Milo juntamente com meu sócio.
Eles entraram em minha sala, Milo dessa vez elegantemente vestido, e como se nada tivesse acontecido, entregando-me alguns relatórios, discreto e profissional. Por um momento senti uma ponta de alívio, será que eu o magoara profundamente e agora ele me deixaria em paz? Mas de repente o maldito do meu sócio atende a porra do celular e novamente fui atacado pelo loiro, que para minha total surpresa, retirou de um dos bolsos os meus óculos dizendo: “Acho que isso te pertence”. Fiquei pasmo, não é possível! Quando ergui a mão para pegar, ele lançou-me um malicioso olhar e os colocou de volta no bolso. “Se quiser de volta terá que tirar do meu bolso. Se puder . Ou então me pague um jantar. Se tiver coragem”. Aquilo fez com que meu sangue fervesse e o animal instintivo dentro de mim renasceu. Meu sócio finalmente deixou o celular me questionando por que meu rosto estava tão vermelho, lancei um rápido olhar para o loiro que sorria discretamente e me olhava de relance. A tarde realmente havia esquentado bastante e algo me dizia que ela seria longa.
“Algumas pessoas nunca mudam, outras são mudadas a força, pensei”. Mas eu já não estava mais me escondendo dentro da “fortaleza” de minha sala, e agora eu saía várias vezes para ir a alguma lugar apenas para ver o loiro safado. Ele havia despertado o animal dentro de mim de novo, agora ele teria que aprisioná-lo, e dessa vez, a prisão seria o seu corpo.
Eis que em determinado momento saí para tomar um café na cantina, quando o avistei na sala de xérox. Ele não havia me visto, então pensei em dar a ele uma pequena dose do seu próprio veneno. Sorrateiramente vaguei pelo estreito corredor de acesso à saleta e o abordei quando ele distraído estava em uma maquina. Colei meu corpo ao dele segurando firme em seus quadris pressionando-o contra minha pélvis. Ele não se assustou apenas sorriu quando sentiu meu hálito em seu ouvido: “Você vai me pagar pelo seu atrevimento hoje após o expediente” Eu disse. O maldito estremeceu ao sentir o volume que começava a se formar sob minhas calças.” Adoraria pagar-lhe com juros, senhor Camus”. Foi tudo em fração de segundos e eu já o havia soltado e seguido para minha sala desviando de alguém para que não notassem meu estado de excitação.
Quando entrei em minha sala, fechei a porta e me escorei nela com os olhos fechados não acreditando no que eu havia acabado de fazer. Meu membro latejava e eu respirei fundo tentando acalmar meus batimentos cardíacos.
Aquele havia sido um claro convite que com certeza ele aceitaria. O restante da tarde correu normalmente e o expediente já estava terminando com os funcionários raleando, alguns disfarçando pelos corredores para que vencesse o horário e enfim eu já não ouvia mais os barulhos de impressoras e nem telefones, meu sócio já havia saído e minha secretária também. Meu coração acelerou ao lembrar do loiro safado. Será que ele viria ao meu encontro após o expediente?
Alguns minutos se passaram e eu ainda aguardava em minha sala a visita daquele loiro. Como sempre, atrasado, ou será que ele me castigaria e não viria? Pensei mais alguns minutos e já estava desistindo de esperar. Quando olhei no relógio é já eram quase 18:15 hs, resolvi ir embora. Aquele safado havia me dado um tremendo bolo.
Eu já estava passando pelos batentes da porta quando o avistei indo em direção à porta principal. A passos largos fui até ele, claro depois de da uma olhada relâmpago pelo local e constatar que não havia ninguém. “ Onde pensas que vai?” Eu disse enquanto o segurava por um braço arrastando-o para dentro de minha sala. “ Não me diga que vai fugir sem pagar o que me deve e devolver os meus óculos” Nesse momento ele abriu mais um daquele sorrisos matadores, eu não deixei que ele falasse nada, imediatamente o empurrei para dentro e tranquei a porta, pulando sobre ele em seguida e tomando seus lábios carnudos num beijo de tirar o fôlego. “ Não pense que pode me atacar quando quer, me assediar e depois de tudo me dar um bolo” Beijava-o quase que retirando sua alma e já estraçalhando aquela bela e cara camisa branca a deixando em tiras pelo piso da sala. “ Ora, ora, onde está o seu bom senso agora, senhor executivo?” Ele disse. Ele me provocara os instintos mais animalescos e agora teria que pagar pelas noites de sono perdidas naqueles meses em que me atormentou. Tal qual ele havia feito comigo naquela manhã eu fiz com ele que nada dizia apenas sorria e me encarava com aqueles belos olhos que agora faiscavam de desejo. Fui até minha mesa e com o braço imitei a atitude atrevida de Milo jogando tudo o que havia sobre ela no chão para que desse espaço a uma única peça, o corpo escultural dele.
Aquela cena de manhã me deixou muito excitado e agora eu o possuiria ali mesmo, sobre aquela mesa. Ele arrancou minha camisa em uma fração de segundos enquanto me beijava com desejo, mordendo meus lábios com uma gana de tirar sangue. Eu gemi com aquela postura sádica dele. Apoiado na mesa, desafivelei o cinto de couro de suas calças finas e deixei que caíssem ao chão, ele se agarrava aos meus longos cabelos e os puxava de encontro ao seu rosto quase que querendo se fundir a mim.
Quando o deixei nu, tal como ele estava de manhã explorei cada centímetro da pele bronzeada do peito forte e perfumado descendo pelo abdome definido mordendo e marcando a pele parando em frente àquele mastro ereto e pulsante cujas gotas de desejo já caíam sobre a pele aveludada como orvalho sobre uma pétala de orquídea selvagem. Milo era realmente uma orquídea selvagem e rara.
Não hesitei e abocanhei com vontade aquela carne quente sugando com força arrancando gemidos e ofegos daquela boca perfeita. Senti que seus dedos firmes seguravam meus cabelos com força e pressionava minha cabeça contra sua ereção em alucinantes e cadenciados movimentos de vai e vem. Seu sabor era indescritível. Senti que suas grossas coxas enrijeciam a cada toque de meus lábios, eu não hesitei em mordiscar a glande rósea aumentando ainda mais o delírio dele.
Levantei meus olhos e pude vê-lo mordendo os lábios abafando gemidos e na bela face uma expressão de puro deleite enquanto mantinha os olhos cerrados e uma das mãos acariciava o próprio peito. Só aquela visão já me faz quase ter um orgasmo. Ele era simplesmente demais. Subi em direção a sua boca e o encarei enquanto mordia um mamilo endurecido, a expressão de dor seguida de um sorriso safado me levou a loucura. O virei de costas enquanto beijava seu pescoço e descia as mãos pela lateral daquele corpo perfeito ouvindo-o ronronar como um gatinho. Então o deitei sobre a mesa enquanto abria minha calça para libertar meu membro que pulsava pedindo por alívio encaixando-me entre aquelas grossas pernas.
Pude ouvi-lo gemer rouco ao sentir a intensidade de meu desejo entre suas roliças nádegas. Sem cerimônia penetrei aquele corpo delicioso e não pude deixar de gemer alto ao sentir o calor daquele corpo tão estreito e perfeito. Acostumando-se ao meu volume, pude senti-lo mover-se seguindo meu ritmo. Milo, ah Milo, como pude resistir a esse corpo tão gostoso por todo esse tempo...
Cada movimento era um gemido escandaloso que ecoava pelas paredes daquela sala. Os corpos suados batendo um contra o outro, minhas mãos agarradas àqueles quadris marcando a pele bronzeada, mas isso não importava, apenas o prazer podia ser sentido ali. Eu jamais havia feito sexo daquela forma, uma mistura de desejo e vingança, mas estava me sentindo tão bem, era como voar sobre uma montanha ou sentir a emoção de mergulhar no mar pela primeira vez. Nossos corpos se encaixavam tão perfeitamente que eu por um instante pensei que talvez aquela insanidade até mesmo poderia ter um futuro.
Perdido em devaneios senti uma contração daquele corpo delicioso anunciando a chegada do orgasmo então nos entregamos à ele em uma explosão de sensações indescritivelmente deliciosas. Deixei que meu corpo suado e exausto caísse sobre o dele. Ficamos parados, nossas respirações pesadas enquanto recuperávamos nossas energias. Nenhuma palavra foi dita, apenas ríamos daquela loucura.
Após recuperarmos nossas sanidades puxei-o para um divã onde nos deitamos para descansar. Jamais trocamos palavras que não tivessem sido insinuações ou olhares e de repente toda aquela confusão alucinante. “ Creio ter quitado todas as minhas dívidas agora, sim?” Ele disse. “ Meu caro, fique sabendo que você ainda me deve, e muito!” Levantei-me e peguei uma garrafa de vinho servindo-o em seguida. Ele pegou a taça, sorveu todo o líquido em um só gole e olhou diretamente para o recipiente vazio por alguns instantes e depositou-o no chão. “Bom, já vou indo” Ele disse se levantando e recolhendo suas roupas pelo chão. Não pude deixar de sentir certa inquietação, será que o sexo não havia sido bom? “ Espere, não pode simplesmente ir saindo assim.” Ele então virou-se e retirou do bolso da calça os meus óculos e disse: “ Seus óculos.” Quando estiquei a mão para pegar, ele retorquiu: “ Nada disso! Seus óculos ficarão comigo” Eu estava agora sem entender nada. “ Como assim? Eu preciso deles” Ele lançou mais um sorriso e disse: “ acontece que eles ficarão comigo até que você me pague”. Realmente agora eu não estava entendendo nada: “ Mas acontece que eu não lhe devo e sim você, pelos quatro meses de tortura.” Ele sorriu abertamente : “ Claro que deve!” Eu estava realmente intrigado. “Eu disse que voce teria que tirar do meu bolso se pudesse, ou então teria que me pagar um jantar para tê-lo de volta, lembra-se” Eu o olhei, agora com um sorriso de alívio, ao menos o sexo havia sido bom. “ Há que horas?” Ele sorriu e disse: “ Bom, como você realmente impediu-me de ir embora me arrumar arrastando-me pra sua sala, agora terei que demorar bastante.” Ele saiu sorrindo, deixando-me para trás com a sensação de que aquela ainda seria uma noite cheia de surpresas e que ainda tinha muito a receber daquele loiro “assediador” de empresários indefesos.
Notas finais
Repetindo o mesmo BlaBlaBla, se caso alguém se sentir ofendido com o conteúdo só falar que retiro rapidex ok
para quem gostar, como eu sempre disgo massageem o meu ego e me deixe um review....bjux queridiiissimas
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