Provocante
4 Capítulo 4
Notas iniciais
O baile se você ainda não sabe é para conhecermos umas as outras na CAMA. A instituição realmente existe e nela há uma grife muito famosa de roupas, incluindo roupas intimas ou não. A instituição aborda caridade e entre outros eventos. Parcialmente dizendo, quem participa só ganha.
Quando abro os olhos lentamente encontro a ruiva me olhando com seus belos olhos castanhos. Sorrio e ela retribui.
–Esqueci-me de apresentar noite passada – diz ela enquanto brinca com uma mecha do meu cabelo – me chamo Stephany – ela abre um sorriso sexy e eu retribuo. Vejo por baixo do lençol seus seios e não me contenho em simplesmente pega-los com uma mão. Ela abre a boca e fingi estar excitada e sorri e se levanta. Minha mão cai na cama. Ela leva o lençol com ela e se levanta da cama.
–Ouvi muito sobre você – diz ela enquanto caminha pelo quarto. Me levanto e pego outro lençol e o jogo desajeitadamente sobre o corpo.
–Coisas boas?
–Coisas surpreendentes – ela da um gritinho e sorri. Fico louca para ir até ela e tirar aquele lençol e fode-la mas me contenho ainda na cama apenas sorrindo.
–E o que achou de mim noite passada? – me levanto e caminho até um banheiro e entro para tomar banho. Ligo o chuveiro e deixo o lençol no chão próximo a porta. Enquanto lavo a cabeça vejo Stephany parada a porta sorrindo e me encarando.
–Achei sem palavras de tão maravilhoso – ela aperta o lençol contra o corpo e vejo os mamilos duros se destacando. Ela quer me foder também. Ela fica me olhando tomar banho enquanto sensualizo brincando. Rapidamente termino e me arrumo e ela vai tomar banho. Espero-a se arrumar e quando vamos descer para ir embora. Stephany pega minha mão e a aperta.
–Ficaria comigo hoje? – ela pergunta.
–Claro – digo sorrindo.
Stephany
Mariah é mais do que todas as mulheres já me contaram. Ela ainda estava usando o vestido da noite passada. Posso dizer que o vestido a desvalorizava, tampava a maior parte de sua beleza. Adorava os cabelos delas e aqueles olhos azuis intensos. Eu ficaria louca se me comprometesse com uma mulher como ela. Ela era tão sensual, egocêntrica, gostosa, curvinilia...eu apenas ficava louca. Logico que não ia ser fácil desistir de outras mulheres mas eu sacrificaria tudo por ela. De repente eu soube que a desejava e que ela ia ser minha antes mesmo de ver que me queria. Comecei a cogitar planos para que ela me desejasse com eu a desejo. Descemos as escadas e cada um foi para o seu carro. Peguei o telefone dela logico antes de ir para casa. Chegando la abri o portão eletrônico e estacionei na garagem. Observei que um dos meus carros não estavam, Lia devia tê-lo pegado. Lia era uma prima distante que estava passando um tempo na minha casa e que estava me irritando profundamente desde alguns dias. Era para ela ter ido embora a três dias mas ainda estava ali me infernizando. Passei rapidamente pela sala e subi ao meu quarto. Tomei outro banho me limpando melhor e coloquei uma calça jeans e uma blusa comprida e joguei um casaco de frio por cima. Amarrei o cabelo em um coque e me fui até uma padaria próxima comer. Chegando la pedi pão de queijo e um café. Quando terminei fui até a minha empresa. Chegando la João veio correndo.
–Senhora – disse ele – Don Geraldo quer a entrevista pronta até amanha – diz ele.
–Mande Conrad arrumar isso – digo seria.
–Sim senhora – ele rapidamente sai da minha frente.
–Madame – uma voz que reconheço irritante me chama e eu me viro – tem visita na sua sala, é a sua prima Lia.
Reviro os olhos.
–Quem deixou ela entrar na minha sala? – não deixamos, ela quase arrombou.
–Esta bem, mais próxima manda os seguranças colocarem a para fora – digo severa e Nath se encolhe e volta a caminhar apressada.
Quando chego ao meu escritório encontro Lia e um homem alto com um atlético forte. Ele me analisa e não contem os olhos nos meus e os desceu pelo meu corpo.
–O que faz aqui Lia? – pergunto grossa ignorando o olhar do rapaz ao seu lado.
Me sento na minha cadeira e me acomodo tirando o casaco e o depositando no meu colo.
–Quero lhe apresentar meu noivo – diz ela apontando para o rapaz ao seu lado. Semicerro os olhos – Richard essa é Stephany minha prima que te falei.
Ele da um breve sorriso e dirigi seus olhos a Lia.
–Diga logo o que quer Lia – falo sem paciência – tenho trabalho a fazer.
–Pois então, falei com minha mãe e ela diz que há uma parte dessa empresa que pertence a mim – olho a nervosa com sua enrolação – quero passa-la para o nome de Richard – diz ela.
–Pois o que isso tem haver comigo?
–Você é a representante de toda a empresa e a maiores ações são suas.
–Sim e dai?
–Tem algo a falar, contra a favor...seila – diz ela levantando suas mãos pequenas para o ar.
–Não Lia – digo me levantando e colocando a jaqueta próxima a porta – agora se puder tenho trabalho a fazer – digo irritada.
–Você devia tratar as pessoas com mais educação Stephany.
–Claro agora vá logo antes que eu chame os seguranças.
–Anh tá, mas depois PRECISAMOS CONVERSAR – diz ela caprichando no PRECISAMOS CONVERSAR.
–Tá, tá – digo e volto a mexer nos papeis. Enquanto assino alguns e faço alguns telefonemas minha mente vaga até Mariah, coloco na minha cabeça que vou visita-la quando sair do trabalho.
Quando estou de saída lembro que esqueci a bolsa no escritório. Volto e pego. Finalmente consigo chegar até a casa de Mariah. A casa é dois andares e o muro é fechado junto com o portão mas pelo modo como vejo do lado de fora e o bairro a casa é luxuosa. Começo a me questionar mais sobre a vida de Mariah. Quando desço do carro para tocar o interfone lembro que ela trabalha em uma boate. Olho no relógio de pulso, ela já deve estar na boate uma hora dessas. Alguém atende o interfone.
–Mariah Carter esta? – pergunto sutilmente.
–Não, ela já saiu – diz uma voz feminina.
–Ok, obrigado. Você sabe se ela esta na boate?
–Creio que sim.
–Esta bem – para de apertar o botão e vou até meu carro. Dirijo até minha casa e la tomo um banho e coloco uma roupa um pouco mais quente. Visto uma saia longa floral e um colan preto. Jogo por cima uma jaqueta e deixo o cabelo cair em ondas pelas costas e ombros. Dirijo até a boate. Quando chego já há vários carros no estacionamento. O barulho la dentro é enorme. Caminho até o bar e peço um vodca com limão. Enquanto bebo vistorio o lugar. A boate é enorme e há uma abertura no teto para o segundo andar. Sendo assim mais alto na parte extensa da boate. Olho ao redor e vejo casais dançando, alguns são até bonitinhos juntos outros praticamente quase transam ali mesmo. Vendo uma bar tender loirinha parecendo nova lhe chamo.
–Você sabe como posso falar com Mariah? – pergunto. Ela aponta para cima do lado direito. – É só subir as escadas? – a menina assente.
Vou em direção a escada e subo-a, há três botões ao lado da porta. Há emergência, trabalho, visitante. Aperto visitante e espero. A porta se abre e uma mulher com olhos esmeralda atende. Ela esta usando uma roupa social.
–Sim? – pergunta ela.
–Quero falar com Mariah – digo.
–Anh sim, entre – ela indica para que eu possa entrar.
–Meu nome é Fair, Mariah saiu a algum tempo mas não demora – diz ela e senta-se atrás de uma mesa de escritório – se importa de esperar? – nego. – estava agendado de encontra-la aqui?
–Não – digo – mas é importante.
–Tudo bem, como você se chama?
–Stephany – digo abrindo um sorriso enquanto ela me repara – Stephany Deschaney.
–Anh sim – diz ela como se lembrasse de algo – você é a representante da Deschaney Magazine não é? – não respondi entendo que a pergunta era retorica, ela batuca um dedo na boca e sorri – adoro ler os artigos da sua revista, parabéns.
–Obrigada – digo sorrindo.
Depois de uns vinte minutos Mariah chega. Ela sorri e dispensa Fair e ela sai rapidamente um pouco carrancuda.
–Vocês? – pergunto e ela assenti e eu sorrio – não perde uma em Mariah.
Ela sorri um pouco insegura do que eu quis dizer.
–O que faz aqui? – pergunta ela depositando sua bolsa sobre a mesa.
–Quero saber se esta com saudades – digo sorrindo e apontando para a porta e ela assenti. Tiro a blusa e o sutiã enquanto ela me encara rindo feito boba e após isso tiro a calça. Tiro a calcinha e sensualizo. Vou até ela e giro sua cadeira, sente sobre seu colo e ela beija meu mamilo rígido de tesão.
–Você é uma puta do caralho – digo – faz eu vir aqui só para foder com você.
–Obrigada a mim mesma por ser uma puta do caralho – ela mordica meu seio e eu arfo. Eu olho para ela que aperta seus seios em suas mãos e depois me beija. Ela me joga mesa e abre minhas pernas. Ela investiga o lugar com investidas curtas com seus dedos e após um instante ela esta lambendo tão fundo que eu grito de tesão. Ela chupa novamente e novamente como se não tivesse a oportunidade novamente eu fico louca de tesão. Sinto que o clímax esta perto. Ela esta agarrando meus enormes mamilos em suas mãos enquanto beijava descontrolada como um animal minha parte genital.
Fale com o autor