Notas iniciais
----

Converso com Jenner que é a nova bar tender e Fair. Indico a Júh que termine de mostrar o que é preciso ser feito. Se passa uma hora e a boate é aberta. A boate é enorme sendo a maior do estado, possui a sala de strep , vip, quartos e a boate em si. Minha sala é ao lado da de Fair no segundo andar. A boate é alta e a única coisa no segundo andar é nossa sala e os quartos que ficam do outro lado da boate. Há uma escada em espiral e chegamos a boate. Passando pela uma porta você chega as salas vips. Enquanto assino uns papeis vejo Fair abrir sua porta e entrar na minha sala. A uma porta de mais fácil acesso entre nossas salas sendo ela na lateral de nossos escritórios. Encontro o olhar raivoso de Fair.

–Preciso de algo – pergunta ela. Posso sentir que ela esta pulsando por alguma coisa

–Sim – digo enquanto volto a assinar alguns papeis.

–Preciso que me ajude a beijar – diz ela e caio em uma gargalhada. -É serio! – ela se aproxima e vejo que ela esta realmente tentando.

–Quer que eu beije você? – pergunto e largo o lápis e a admiro de cima a baixo. A pele de Fair é mais morena que a minha mas ainda é branca. Ela possui cabelos que pegam na bunda e olhos escuros. Seu rosto é forte e ela possui um quadril desejoso e seios fartos. Ela se aproxima da mesa e reparo como seus seios parecerem apertados dentro de sua camiseta. Aperto o botão de não incomode na mesa e espero que nada urgente demais aconteça para que alguém venha a me chamar. Me levanto e vou até Fair. Ela respira pesadamente.

–Porque quer que a ensine a beijar? – digo.

–Eu quero conquistar uma mulher e sei que ninguém melhor para me ajudar com isso do que você Mariah – eu a examino de cima a baixo e pego suas mãos e acaricio.

–Porque agora?

–Eu quero ela – diz ela e posso ouvir algo em sua voz – preciso que me ajude a ser sensual e gostosa. Alias todos querem transar com você.

–Todos? – sorrio maliciosamente e vejo que seus olhos estão focados em meus seios.

–Sim – ela levanta o olhar. Pego seu rosto em minhas mãos e sorrio.

–Você me quer? – digo lentamente.

–Quero – diz ela. Sorrio por vencida. Há três anos venho tentando transar com Fair e ela me rejeita e agora ela deseja.

–Quer foder comigo de todos os jeitos? – e ela assente – toque-os – digo e ela levanta a mão devagar – aperte-os se quiser, eles são seus – ela coloca suas mãos quentes sobre meus seios e os aperta e fecha os olhos. Sorrio com a sensação, eu queria negar-lhe meu corpo a ela mas sei que quero aquele corpo a minha frente a muito tempo para que simplesmente possa desistir agora. Ela afasta as mãos e as pego e fixo novamente em meus seios – o que sente quando os toca?

–São um tão moles e rígidos, são deliciosos – diz ela e posso ver uma faísca em seus olhos

– vocês os quer de verdade? – ela assente – diz que quer e eu dar-lhe.

–Eu quero eles – diz ela grossa. Retiro minha regata e desbotoo o sutiã e retiro o jeans e a calcinha. Logo vejo que ela fez o mesmo e suas roupas estão no chão, encaminho até meu sofá de costas e vejo a engolir meu corpo com seu olhar. Sorrio maliciosamente e toco meus seios os amassando entre os dedos – quer isso mesmo?

–Sim – diz ela e se aproxima e toco em seu quadril em quanto ela passa seus dedos por meus seios quentes. Sua mão esta um tanta gelada agora, ela esta com medo.

–Quer transar comigo mesmo? – ela assente – pois prove para mim que você fala a pena e me beije.- Eu sabia que eu deveria fazer isso mas eu queria jogar.

–Preciso que me ensine – disse ela com uma voz tremula enquanto babava olhando meus seios em suas mãos.

–Prove que vale a pena – ela me jogou contra o sofá e se deitou sobre mim e enfiou seus dedos na minha vagina e eu gemi baixinho sentindo eles abrupto.

–Eu vou provar que valo a pena – ela encontrou minha boca e a beijou delicamente. De repente senti um onda forte e quente percorrer meu corpo enquanto ela o possuía. Ela beijou meus seios e acabamos rapidamente no chão.

–Quero que faça algo – digo gemendo.

–O que quiser – diz ela louca para encostar sua língua na minha goza prestes a descer.

–Deite-se – digo e aponto para o chão onde esta o tapete e ela se deita, caminho até a mesa e pego chantilly e jogo em sua vagina. Depois me deito ao contrario e dou-lhe o chantilly e ela faz o mesmo na minha vagina. Ela se vira e encontro sua vagina próxima ao meu rosto. Antes que possa dizer que pode ela invade minha vagina lambendo toda o chantilly. Eu lambo sua vagina que treme de excitação. Eu chupo toda sua extensão sentindo seu calor. O chantilly é doce e logo sinto algo quente entre ele e sei que ela esta gozando e sinto uma onda de gozo descer e sair. Ela enfia a língua tentando não o perder e eu grito de prazer. Fico feliz que as paredes sejam a prova de tanto barulho tanto do que vem de fora como o de dentro. Fico pasma e sou virada antes de beijar-lhe mais sua parte genital. Minhas pernas são abertas e fico louca quando vejo que ela esta colocando um daqueles novos aparelhos de pênis portiço. Ela passa o aparelho pela cintura e aperte dois botões e da um gritinho quando ele se encaixa mais ao seu corpo. O sensor é ativado posso ver e ela o enfia antes que possa protestar em minha vagina. O brinquedo quase parece real, não o tivesse visto diria que era. Ela se impulsiona para frente e para trás o enfiando em mim. Fico louca ao ver seus seios pulando na minha cara. Grito de prazer.

–Mais – imploro e ela sorri – por favor faça mais.

–Diga que eu valo a pena – diz ela enquanto para e coloco seu seio dentro da minha boca.

–Enfie e eu direi.

–Não, fale agora – diz ela grossa e sorri e tira seu mamilo e se afasta.

–Vale a pena – digo sorrindo – agora enfia essa coisa escrota e me faz gozar como jamais gozei antes.- Ela o enfia tão forte que a posso sentir que a unhei sem querer para me firmar de tanto prazer que aquilo me proporcionou. Ela se movimenta mais rápido e sinto que parece que aquilo cresceu. Aquele aparelho pode custar uma fortuna mais vale cada centavo.

–Maaaaaais – imploro – maaaaais.

–Goze – grita ela – gozeeeeee – posso ver que ambas estamos sem folego mas não sem força e eu a viro no chão. Ela cai e eu fico em cima dela. Pego seu brinquedo e o encaixo ainda melhor e me posiciono para frente e para trás enquanto ela grita de prazer por ver minha satisfação de prazer.

Estamos nua uma ao lado da outra. Ela brinca com meus cachos escuros e sorri.

–Sabe uma coisa? – pergunta ela sorrindo – sempre desejei gozar com você

–Porque sempre se recusou?

–Porque eu queria ser a exceção – diz ela sorrindo – mas não quero ser nunca mais.

–Ainda quer conquistar aquela mulher? -pergunto enquanto me endireito e beijo seu mamilo branco.

–Quero sim – ela geme – mas quero transar mais com você – me afasto ela puxa meus lábios até os seus – jamais senti tanto gozo em mim como você me fez sentir, eu quero você Mariah e não aceito não como resposta – sorrio enquanto ela aproxima seu corpo do meu – fica comigo?

–Faair – digo me afastando.

–Não estou pedindo para que fique apenas comigo, estou te pedindo que transe comigo sempre, por favor – ela mordisca meu seios em suas mãos e levanta a cabeça – goze comigo de novo sempre que quiser.

–Sim – sorrio – mas temos que manter isso em segredo.

–Sim senhora – ela se debruça sobre mim e me beija e acaricia meus cabelos carinhosamente – eu sei que é cedo para dizer isso mas eu estou apaixonado por você.

–Sempre esteve não foi?

–Desde o primeiro momento em que a vi – ela sorri e me beija no pescoço. Eu arfo um tanto cansada e ela volta a se deitar ao meu lado. Fica brincando com meu seio e sorrindo feito boba.

–Eu gosto disso – digo enquanto toco sua vagina – não se iluda Fair.

–Só precisava te falar – diz ela em um tom triste.

–Eu gosto apenas de foder – digo sorrindo – mas para não te desmerecer – me aprumo e toco sua mão sobre meu seio farto – adorei me foder com você, você é selvagem e eu adoro pessoas selvagens. — Ela me beija em um impulso e me joga pro lado. Em um segundo ela esta se levantando e no outro esta entre minhas pernas enfiando seus dedos ágeis ali. Eu grito quando ela enfia os docemente e eu agarro a jogo para o lado descontrolado.

–Só mais uma vez – geme ela – eu imploro, mais uma vez.

–Como quiser – digo quando me levanto e pego o brinquedo e o encaixo em mim. Ele me da um choque quando se instala próxima a região sensível da minha parte genital. Eu arfo e enfio o brinquedo com tudo dentro dela e faço a gritar de prazer e gemer. Posso sentir quando algo decai sobre mim e vejo que é o gozo dela. Fico louca e tremo enquanto enfio lentamente o retiro a provocando. Ela arfa e agarra meus cabelos escuros.

–Quero mais – grita ela. Eu me afasto e levanto, ela se vira e fica com seus seios no chão. Eu me deito sobre ela e enfio no meio de suas maravilhosas nadegas e enfio novamente. Faço isso sem parar, pois não quero parar. Ela geme descontrolada de tanto prazer. Só quando se passa mais de uma hora de pura transa selvagem e eu e ela vamos ao banheiro tomar banho. No começo pensei que tomaríamos banho mas então ela ficou louca do nada e transamos novamente debaixo do chuveiro. Jamais imaginei que Fair fosse tão selvagem e gostosa. Sempre tive vontade de foder com ela mas jamais pensei que ela nunca se cessaria. Transamos muito tempo até que ela finalmente se excedeu ao cansaço e deitamos no sofá. Ela não deixou que eu colocasse a roupa e deitamos nuas uma do lado da outra. Enquanto cochilava eu podia sentir investidas dela. Ela queria me foder de novo só não queria me acordar. Mas ai eu abri os olhos e a beijei e nos fodemos de novo e de novo até a boate fechar. E quando íamos embora nos fodemos novamente dentro de seu carro enorme e confortável.

Notas finais
Porque Mariah adora foder