Protesto A Brasileira
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Ishitar: Exatamente! Essa ideia surgiu a partir de smss no momento de tédio onde discutíamos que o Kubo deveria receber os créditos pela criação do meme vira a mesa (Quem leu o primeiro manga sabe)
Helen-chan: Não somos doidas somos pessoas normais, não nos julguem por favor!!
Ishitar: Bom é isso!! Enjoy minna!!!
Yamamoto estava parado em plena central 46. Ele odiava essa parte do seu trabalho, em seus 1000 anos no cargo de capitão ele não tinha se acostumado a isso ainda. Uma reunião com aquele bando de prepotentes, medrosos e sádicos.
– Yamamoto Genryuusai Shigekuni, por causa do longo período de tempo de suspensão do anime Bleach, nós tomamos uma decisão: todos os shinigames, taichos e fukutaichos, além daqueles humanos que vivem por aqui, deverão se reunir naquilo que os humanos chamam de BR naquele tal de Brasil, para protestar e chamar a atenção á esse ponto.
– NANI!!??!! — perguntei surpreso.
– Sem discursões – disse um dos filhos da puta – vá e apronte tudo o mais rápido possível.
“E agora? Como vou contar isso pra aqueles babacas?” pensei saindo pisando duro.
-x-
Amanhecia em Serentei.
O comandante havia convocado uma reunião emergencial. Todos os capitães foram convocados e os mesmos já se encontravam reunidos no grande salão do 1º esquadrão, todos menos o dito comandante que inacreditavelmente estava atrasado, deixando todos nervosos e impacientes, quando as grandes portas se abriram revelando o comandante das 13 divisões Yamamoto Genryuusai, aquele que possuía a zanpakutou mais poderosa de toda Serentei e que a mil anos se mantinha no posto de mais poderoso shinigame de toda SS. Ele se encaminhou para o seu lugar na “cabeceira” das grandes filas e deu a noticia que deixou a todos em grande estado de choque:
Não podia ser verdade.
POVS KYORAKU
“Ele está falando sério?” penso.
O engraçado foi a reação dos capitães depois do choque causado pela noticia:
Soi Fon, a digníssima capitã onmitsu Kidou, estava com os olhos do tamanho de pratos e com a boca aberta em um perfeito “O”. Parecia suar. Mais um pouco e eu conseguiria ouvir o “Tan Tan Tan” característicos dos filmes de terror do mundo real.
Rose, taicho do 3º esquadrão estava aos saltos falando algo como “mostrar seu grande talento artístico para o mundo”.
Unohana continuou com a mesma cara de sempre, mas correu em auxílio á Ukitake que se engasgou com o ar tendo uma crise de tosse.
Shinji, capitão do 5º bantai começou a rir descontroladamente, se dobrando para frente e parecendo sentir falta de ar. Inacreditavelmente ele parou com a face completamente branca, saiu tropeçando nas próprias pernas e se atirou no “senhor canto” com os braços em volta dos joelhos balançando para frente e para traz e murmurando:
- “Hiyori, a Hiyori não”.
Esse aí é sem duvida um cara estranho.
Byakuya não fez mais que um simples aceno de cabeça e disse com a mesma voz serena de sempre:
- Pelo orgulho do clã Kuchiki mostraria a esses vermes como um nobre deve protestar.
Congelado. E o que caracterizaria bem a reação do Hitsugaya taicho. Desde que o anuncio foi dado ele continuou na mesma posição, de braços cruzados e olhando para frente sério. Preocupado, balancei minhas mãos na frente do seu rosto. Nada. Olhei para os lados, ninguém olhando, o empurrei uma vez, nada, outra vez, nada, na terceira vez acho que coloquei um pouco mais de força, por que ele caiu e ficou na mesma posição, até procurei gelo pensando que as zanpakutous tinham se rebelado novamente, mas Hyorinmaru continuava como espada, o melhor que pude fazer foi me afastar como se fosse inocente.
Komamura murmurava algo por debaixo de sua mascara antiga. Segundo minhas fontes, eu mesmo, seu tenente o tinha convencido a sair para beber ontem a noite. Obvio que ele estava tentando esconder os sinais de ressaca, e lógico que eu não estava envolvido com isso o incentivando a tomar só mais um golinho.
Resolvido a tirar proveito da situação cheguei perto e gritei “MAS COMO ISSO!?!”, o resultado foi uma raposa gigante atordoada tropeçando no tachou da 10ª divisão que ainda estava no chão e caindo por cima do mesmo. Acho que o “menino prodígio” quebrou uns ossos.
Kensei, tachou da 9ª divisão, se limitou a pronunciar um “Hump” e a cruzar os braços. Obviamente ele não estava nem aí para a manifestação.
Mayuri soltou um sonoro “Naaaaaaao!!” acompanhado de uma enxurrada de reclamações a respeito de como as experiências dele seriam prejudicadas e todas as perdas e atrasos que ele teria, quando subitamente se calou. A expressão ficou sombria e um sorriso no mínimo sádico apareceu em seus lábios, logo ele começou a murmurar coisas sobre as fantásticas cobaias que ele encontraria no mundo real e a citar tudo que ele precisaria levar para fazer suas experiências naquela tal de “BR”. Está ai, um capitão que conseguiria me deixar desconfortável.
Zaraki estava com uma cara de “Hã?”. Eu quase conseguia ver a interrogação no meio da testa dele, aparentemente ele não fazia ideia do que era um “protesto”. Mas parece que a palavra “Mundo Real” entrou na mente dele, por que segundos depois ele sacou a zanpakutou e começou a girar aquela coisa gritando “Agora vou poder lutar de novo com o Ichigo!!”.
Serio, pobre rapaz...
E eu? Bem, além das minhas tentativas falhas de ajudar meus companheiros, no primeiro momento fiquei chocado, depois tentei segurar o riso, afinal sou um tachou sério, um dos únicos treinados pessoalmente pelo Yama-jii, e também o que minha querida Nanao-chan falaria de mim?
Quem eu estou querendo enganar? Minha força de vontade não durou nem 10 segundos. Comecei a gargalhar puxando meu chapéu sobre o rosto.
E para melhorar, a cara de completa derrota do comandante das 13 divisões ao dar essa expendida noticia.
Notas finais
Ishitar: É isso ai!!! Se gostaram comentem! Isso incentiva a gente a escrever e postar mais rápido o próximo capitulo.
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