Proprietário

27 Por hoje, podes ficar com o teu fígado


– … ele sempre foi muito lindo mesmo… mas… da última vez que vi… — Continua Jaebum, enrolando a língua para falar. — JaeJae não tinha os abdominais muito definidos… Mas aquele rabo compensa qualquer coisa!

Youngjae estava a conter-se para não acertar com uma garrafa na cabeça do perverso do namorado. Todas as perguntas que o seu pai fazia, Jaebum respondia sobre as suas pernas. Tudo bem, aquilo era excelente para a sua auto-estima, mas ele iria ter problemas se o seu pai se lembrasse de alguma coisa.

– Eu só perguntei se tinha irmãos… — Comenta o homem sonolento.

– Não queres beber mais, pai? — Oferece Youngjae, servindo o copo do senhor, já que o mesmo não tinha condições para isso.

– O que queres fazer no futuro? — Perguntou o homem. Conseguia formular frases sem grande dificuldade. O único sinal que indicava a sua bebedeira era a sonolência.

– Ficar com JaeJae! — Respondeu Jaebum com um enorme sorriso infantil enquanto balançava o corpo para trás e para a frente.

Youngjae sorriu corado ao ouvir uma resposta tão honesta do namorado bêbado.

– Como o vais sustentar?

– Eu sei me sustentar. — Rebateu Youngjae mas sendo completamente ignorado.

– Com a nossa banda… — Respondeu serio e pausadamente. — Ou então assalto um banco.

Jaebum começou a rir mas o pai de Youngjae não tinha achado piada nenhuma a situação e parecia chateado.

– Bebe mais, pai! — Exclamou Youngjae, enchendo o copo do senhor.

Jaebum também esticou o seu copo, num pedido mudo de bebida, mas Jae apenas bateu na sua mão e negou-se a servi-lo.

– Olhe como ele me trata! — Choramingou Jaebum, aproximando-se do senhor Choi e deitando a sua cabeça no ombro do homem.

Youngjae arregalou os olhos mas antes que fizesse alguma coisa, o senhor Choi puxou Jaebum para um abraço desajeitado.

– Serve o rapaz, Youngjaeeee. — Disse arrastando as letras. — É um bom miúdo.

Youngjae ficou literalmente de boca aberta a ver o seu pai abraçado ao seu namorado. Aquilo era demasiado esquisito.

– JaeJae… — Jaebum levantou a cabeça e encarou o senhor Choi. — O que aconteceu ao teu cabelo…? Ficas feio careca… — O rapaz levou as mãos ao pouco cabelo cinzento do senhor Choi e começou a aproximar-se perigosamente. Nesse mesmo instante, foi brutalmente arrancado dos braços do homem e atirado contra a parede.

– Eu devia de te arrancar o fígado para te impedir de beber… — Ameaça Youngjae, olhando friamente para o namorado que se mantinha sentado no chão onde caíra, a olhar à volta em busca de equilíbrio. Olhou em seguida para o seu pai apenas para ver o homem a dormir sobre a mesa, como se nada tivesse acontecido. Revirando os olhos, ajudou Jaebum a levantar-se e tirou-o daquela divisão.

– Vai para o meu quarto que eu preciso de falar com a minha mãe primeiro. — Avisou Youngjae, soltando o rapaz no corredor e procurando pela mãe.

J❦B

Mark e Jinyoung teriam continuado os seus beijos selvagens se Coco não tivesse se metido no meio dos rapazes a pedir por atenção.

– A nossa menina é tão mimada. — Sorriu Mark saindo de cima de um Junior de gelatina e agarrando na cachorrinha.

Ficou um pouco a brincar com o animal até Junior recuperar os sentidos e se sentar ao seu lado. Ficaram em silêncio, apenas a brincar de busca com a Coco e um pequeno ramo de árvore. Mark reparou que Junior estava perdido em pensamentos mas não o quis pressionar por isso apenas ignorou e continuou a sua brincadeira com a cachorrinha.

– Mark…?

– Hn?

– Ainda não te perguntei sobre isto mas… o que vais fazer com a tua carreira agora? Vais voltar… para a América? — Perguntou a medo.

– Nunca. — Disse simplesmente.

– Porquê?

– Tu estás aqui. — Atira uma última vez o ramo e vira o rosto para encarar Jinyoung enquanto a cadela corre em busca do objecto.

– É sério! Não queres voltar a cantar? — Insiste. A sua mão inconsciente acaba por encontrar a mão de Mark e entrelaçar os dedos como um reforço da promessa que fizeram.

– Eu perdi a minha voz. — Respondeu e tossiu um pouco em seguida. — Os meus pulmões estão danificados e não vou voltar a cantar como antes. — Jinyoung não sabia o que dizer nesse momento. Sentia-se mal por saber daquilo, era o sonho de Mark desde sempre, segundo o mesmo. — Não quero voltar a subir a um palco, nunca mais… — Continuou, sentido um enorme peso sair dos seus ombros por confessar isso.

– Tu adoravas estar em palco. — Mark desvia o olhar e abraça os joelhos, ficando a encarar o lago. — Isso… Tem a ver com o teu ataque de pânico na esplanada…? — Pergunta a medo, não queria deixa-lo desconfortável ou triste novamente. — Se não quiseres falar tudo bem!

Mark assentiu e respirou fundo. Ele tinha que dizer a alguém, pelo menos a Jinyoung. Ele já o tinha salvo duas vezes e com certeza voltaria a faze-lo se fosse o caso. Era agora ou nunca.

– Fiquei com pânico de pessoas. — Diz rápido.

– Tens pânico de mim?

– Quê? — Pergunta virando o rosto para encarar o rapaz. Junior parecia genuinamente curioso e um tanto preocupado. — Claro que não! Foste tu que acalmas-te os meus dois últimos ataques… — Murmura baixinho a última parte.

– Dois?! Pensei que hoje fosse o primeiro! — Exclama chocado.

– Não… — Ficou quieto por uns segundos até sentir Junior encostar a cabeça no seu ombro. — O primeiro… foi quando eu voltei para cá. Ficaram todos a encarar-me e a pedir respostas com os olhos… Senti-me perdido, como se estivesse a ser julgado…

– Eu não fiz nada nesse dia. Só… fugi. — Comenta calmamente.

– Não, antes disso… Tu estavas abraçado a mim e… — Tossiu um pouco mas desta vez por pura vergonha. — Quando começas-te a chorar eu voltei a mim.

– Aiish… Porque só tens memórias más ou embaraçosas minhas? — Pergunta tristemente. — Sou uma pessoa horrível mesmo…

– Eu tenho boas memórias contigo. — Sorri. Mexesse no local e obriga Junior a sentar-se direito para o encarar. — Vamos escrever uma canção?

J❦B

– Chocolate?

Jackson levanta a cabeça com um olhar confuso enquanto lambe os lábios para limpar os cantos da boca. O herdeiro ainda tinha a visão desfocada e a respiração descompassada devido ao momento intenso que acabara de ter com o namorado.

– Acho… — Começa o rapaz ofegante. — Que vamos ser proibidos de entrar no casamento da tua irmã, depois disto.

Jackson ri ao perceber a situação. Mantendo o olhar fixo no loiro, morde levemente a virilha do rapaz antes de subir para o corpo do mesmo e voltar a atacar os seus lábios.

Continuam os beijos e as caricias durante algum tempo até que Jackson para e obriga Bambam a virar-se de costas.

– Vê se desta vez gemes o meu nome, ok? — Sussurra provocadoramente no ouvido do namorado.

– Jackie… — Geme baixinho em resposta, concordando com o pedido do chinês.

J❦B

Youngjae avisou a mãe que o pai estava a dormir e que Jaebum passaria ali a noite devido ao seu estado de embriaguez. A senhora Choi apenas concordou com a cabeça, sem tirar os olhos da televisão, e avisou que faria uma sopa para a ressaca amanhã cedo. Quando o seu precioso Dorama acabasse iria buscar o marido e leva-lo para a cama.

Youngjae concordou e, após desejar uma boa noite à mãe, foi ter com Jaebum. Não esperava encontra-lo sentado no corredor onde o tinha deixado, sentado no chão e abraçado aos joelhos, com um olhar perdido.

– O que estás a fazer? — Perguntou, puxando um braço de JB para ele se levantar. Assim que Jaebum reconhece o namorado, salta para o pescoço dele e abraça-o fortemente, como se a sua vida dependesse disso.

– DEIXASTE-ME SOZINHO! — Gritou com voz birrenta.

Youngjae encolheu-se um pouco e bateu no braço do rapaz para ele fazer pouco barulho pois iria incomodar a sua mãe.

– Eu disse para ires para o quarto! Aish… Anda… — Afastou facilmente o abraço e puxou o rapaz por uma mão.

Começou a subir as escadas que davam para o quarto mas parou ao ver que Jaebum tinha parado de subir. Ainda de mãos dadas, virou a cabeça sobre o ombro para ver o que estava a impedir o namorado de continuar a andar. Sentiu todo o seu corpo ficar vermelho ao ver o rapaz encarar fixamente o seu rabo. Como JB estava alguns degraus abaixo, o local que apreciava, ficava precisamente em linha reta com o seu campo de visão. Youngjae rangeu os dentes irritado e soltou a mão do rapaz, seguindo o caminho para o seu quarto a passos apressados.

Pouco tempo depois de entrar no quarto, ouviu Jaebum choramingar o seu nome alto. Não teve outro remédio a não ser ir buscar o rapaz antes que a sua mãe partisse outra vassoura na cabeça de Jaebum. Se bem que agora, Youngjae iria ter pena da vassoura e seria ele próprio a parti-la.

– DEIXASTE-ME SOZINHO OUTRA VEZ! — Subiu o resto das escadas a correr e Youngjae quase teve um mini ataque quando o rapaz ia caindo, felizmente agarrou-se à parede a tempo e subiu os últimos degraus até voltar a abraçar Youngjae.

– Eu devia era deixar-te a dormir na rua… — Resmunga enquanto volta para o quarto com Jaebum a abraça-lo como se fosse um grande urso de peluche.

Fechou a porta do quarto e finalmente afastou os braços de Jaebum, sentando o rapaz na cama. Aproximou-se do guarda roupa e tirou dois pijamas, atirando o primeiro para cima do namorado, sem se importar se ele o apanhava ou não. Trocou de roupa no mesmo local por pura preguiça de fazer o que quer que seja. Não se incomodou com Jaebum pois não havia ali nada que ele ainda não tivesse visto.

Quando se virou para voltar para a cama, teve que se conter para não rir da maneira como Jaebum tinha tentado vestir o pijama. A camisa estava ao contrário, a parte dos botões estava toda aberta nas costas, as calças estavam vestidas por cima das calças de ganga e Jaebum lutava com elas para subirem até à cintura e não ficarem presas nos joelhos.

Tentou manter-se serio quando se aproximou do rapaz e facilmente lhe puxou as calças do pijama. Tentou tirar-lhe as calças de ganga mas Jaebum apertou-lhe os pulsos com tanta força que chegou a doer.

– Eu tenho namorado. — Ameaçou com um olhar mortal e desfocado para Youngjae. Se ele não o conhecesse, achava que estava sóbrio.

– É mesmo? Mas eu só quero que vistas o pijama. — Disse calmamente, sem tentar soltar o aperto dos seus pulsos. Por dentro estava a morrer de medo daquele Jaebum alterado mas ao mesmo tempo tinha uma criança apaixonada dentro de si que tinha adorado aquela cena. “Por hoje, podes ficar com o teu fígado.”

– NÃAAO! Eu quero o meu JaeJae! — Gritou alto. Youngjae mordeu o lábio com força e ganhou força para separar o aperto de Jaebum e tapar-lhe a boca com a mão. A sua mãe definitivamente iria mata-lo.

– Eu sou o Youngjae! Idiota. — Só soltou a boca de Jaebum quando teve a certeza que ele não voltava a gritar. — Agora, veste-te que eu quero dormir.

Jaebum ficou parado enquanto Youngjae tentava puxar os lençóis debaixo do namorado para se deitar na cama, apenas quando o empurrou com o pé é que o mais velho pareceu ter voltado à realidade. Ignorando completamente as calças do pijama por vestir e a camisa mal posta, deitou-se ao lado de Youngjae.

– Ao menos veste a camisa como deve ser. — Murmurou Youngjae agarrando o pedaço de tecido para o tirar.

– NÃO! — Gritou abraçando-se e virando as costas para o rapaz. — É do JaeJae! Cheira a JaeJae!

J❦B

Junior tinha estranhado quando Mark lhe pedira para escreverem uma canção mas acabou por ceder. E agora, lá estavam eles, sentados na relva, com Coco ao colo de Jinyoung, enquanto Mark escrevia a letra da música que ambos compunham naquele momento. No início, Jinyoung não tinha percebido o que o cantor estava a fazer, mas com o passar do tempo, percebeu que escrevia uma canção com as memórias felizes que tinham. Não eram muitas, mas eram suficientes para fazer uma canção e Mark deixava bem claro na letra da canção que no futuro iriam ter mais memórias felizes.

Assim que acabaram de escrever, Mark arrancou a folha do caderno e entregou a Jinyoung.

– Foi a primeira música que escrevi. — Confessou. — É para ti… Um presente.

Mark sorria envergonhado enquanto entregava o pedaço de papel a Junior. Ao contrário do que pensava, o moreno não sorriu e não parecia muito feliz com isso.

– O que estás a dizer? Escreves as letras quase todas dos teus álbuns. Isso é alguma cantada que usas para atrair pessoas? — Pergunta com certa desilusão na voz mas aceitado o papel e lendo a canção com uma mistura de carinho e tristeza.

– Isso é mentira… O meu chefe diz isso para vender bem. Nunca me deixaram fazer nada… — Sorriu melancólico com a lembrança. — Diziam que o meu único papel era ser bonito e amável com os fãs.

Jinyoung arregalou os olhos e fintou Mark por alguns minutos. Aquilo era irreal. Junior considerava-se o maior fã do cantor Mark e agora estava a descobrir que o que conhecia dela era mentira. Pior ainda. Junior estava envolvido com o rapaz Mark e descobre que ele não era tão transparente como aparentava. Acabou por sorrir com os seus pensamentos.

– Vamos precisar de mais encontros para nos conhecermos melhor. — Disse voltando a olhar para o papel. Quando Mark o questionou, Junior sorriu e deu-lhe um rápido beijo antes de se explicar. — Acho que não posso acreditar em tudo o que lia de ti ou o que dizias em entrevistas. Quero conhecer o verdadeiro Mar… Yi-En. — Corrigiu-se.

Yi-En abriu um enorme sorriso e voltou a beijar o rapaz. Um beijo rápido mas suficiente para transmitir todo o amor e carinho que sentiam no momento.

– Está a ficar tarde. É melhor voltarmos para casa. — Disse Mark, mantendo os rostos próximos.

Já estava realmente tarde, o jantar deles tinha sido algo simples na esplanada e tinham ficado no lago até ao momento. A lua já estava bem alta no céu e a maioria da população da pequena aldeia já deveria estar a dormir.

– Vem comigo.

– Hn?

– Quando a Yuri e o Yugyeom voltarem vais ficar sem o quarto de hóspedes. Vem comigo… Para minha casa. — Pediu sério.

– E a tua mãe e a tua irmã?

– A minha mãe vai adorar conhecer-te. — Sorriu ao lembrar-se da conversa que tivera com a mãe quando ela descobriu a relação de Youngjae e Jaebum. — E a minha irmã… Apenas…. mantém-te afastado dela até a minha mãe lhe arranjar um psicólogo.

Não era nenhuma mentira. Jinyoung tinha conversado com a sua mãe sobre o comportamento da irmã mais nova e ambos chegaram a conclusão que a jovem estava perturbada com alguma coisa e a decisão mais sensata seria arranjar-lhe um psicólogo. Não era normal uma criança daquela idade ser tão carente com rapazes mais velhos.

– Não estamos a precipitar demasiado as coisas…? Só hoje é que nos entendemos…

– Eu não quero esperar para que sejas um sem abrigo para te apresentar à minha mãe. Vou aproveitar enquanto estás limpinho. — Sorriu cinicamente, levantando-se logo de seguida. Ergueu a mão e ajudou Mark a levantar-se. — É apenas até resolveres a tua situação, tem calma. Não estou a pedir-te em casamento ou que vivas eternamente comigo.

Riu da própria piada mas Mark não o acompanhou. O cantor fez um suspiro teatral e passou por ele, começando o caminho para casa de Junior.

– Que pena… — Suspira. — E eu que sempre quis ser um homem casado….

J❦B

Yugyeom abriu a porta de casa com grande entusiasmo, entrando logo por ela adentro. Yuri tinha dito que ficaria na porta até o noivo fiscalizar a casa e ter a certeza que não encontrariam os dois rapazes em situações impróprios. O rapaz vez a vistoria e logo chamou a noiva. Apenas não entrou no quarto de Jackson mas também não havia necessidade para isso. Sabia perfeitamente que os dois rapazes estavam lá porque a porta estava fechada. Como Jackson vivia sozinha, tinha a mania de deixar todas as portas dentro de casa abertas, mesmo quando a irmã passou a viver lá, ele sempre deixava a porta do seu quarto aberta, mesmo quando dormia.

Só deveriam ter chegado no dia seguinte à tarde, mas uma noticia importante obrigou-os a voltar mais cedo do que o previsto. Eram precisamente nove horas e cinquenta e sete minutos quando chegaram a casa de Jackson.

– Yuri… — Chamou Yugyeom com um enorme sorriso no rosto. — Ainda queres a tua vingança, certo?

A rapariga abriu um enorme sorriso e correu para junto de Yugyeom que se preparava para abrir a porta do quarto de Jackson. O rapaz rodou a maçaneta o mais lento possível e assim que conseguiu entrar na divisão, levou a mão aos olhos de Yuri para os cobrir e acendeu as luzes da divisão.

– ADIVINHEM QUEM VOLTOU!? — Gritou o mais alto que pode.

Yuri tentou destapar os olhos mas Yugyeom era mais forte e facilmente a prendeu num abraço sem tirar a mão dos olhos da rapariga. Não ia deixar que a sua menina se traumatizasse com a cena que estavam a presenciar.

Bambam estava deitado de barriga para baixo, completamente nu, com um braço sobre o peito de Jackson e o queixo apoiado no pescoço do chinês. Já Jackson, estava de barriga para cima, igualmente despido. Ao contrário de Bambam, Jackson acordou com o grito de Yugyeom e a sua primeira reação foi puxar o lençol para cobrir-se a si e ao namorado. Nem com essa agitação Bambam acordou. Agora, Jackson estava sentado, completamente embrulhado num lençol e com um olhar assustado sobre os dois recém chegados.

– NÃO PODIAM TER BATIDO À PORTA, CARALHO?! — Gritou irritado.

– Foi vingança por terem estragado o nosso bolo de casamento! — Contestou Yuri, ainda presa pelos braços de Yugyeom e sem conseguir ver nada. — Nunca mais vou conseguir comer chocolate na vida!

Yugyeom ria divertido de toda aquela situação. Beijou o topo da cabeça da amada e voltou a olhar para Jackson, sempre com um enorme sorriso.

– Acorda o Kunpimook. Tenho novidades do advogado.

Continua...

Notas finais
Hipoteticamente falando... a cena de Jackbam não é considerada lemon, certo? espero que não né.. ^^" eu disse logo que não iria fazer mas aquilo é tudo entre linhas por isso... passou né? E ai o que acharam? Gostaram? Divertiram-se? Espero que tenham-se divertido e que agora possam ir dormir com sonhos felizes recheados de chocolate o/ (eu tenho que parar...) Até ao próximo, kissuuuuus o/