Proposta Indecente

6 Capítulo 6 - Mudando a Estratégia


Notas iniciais
N/A: Paula Margon...
Nusss quanto tempo carak, gente quase dois meses sem postar PI gzuis, mas agora estamos aqui para nooooooossa alegria !!!
Obrigada Bruninha ( Bruna Pattinson Stewart) pela maravilhosa recomendação amore ♥.
Sem mais delongas.... BORA LER O BANQUEIRO FDP GOSTOSO!
N/A: Lokit...
Aproveitem e comentem bastante suas pervas safadas...
Beijos do Lokit.


POV BELLA


O posso dizer daquele homem lindo, mas irritante! Sim, ele me irritou e foi muito mal educado ao me fazer aquele tipo de proposta indecente, como se eu fosse aceitar assim, fácil, de mão beijada. Não, negativo. Mas eu não poderia aceitar aquilo, mesmo que bem lá no fundo de meu âmago, eu tivesse me excitado em ouvir aquilo.

Não posso negar que o Sr. Cullen, mexeu com meus nervos de todas as formas possíveis. Me levou da ira para a excitação em um piscar de olhos. Mas eu não poderia permitir isso, não poderia permitir que isso acontecesse. O Sr. Cullen exalava testosterona somente com sua postura de homem sério, como fez no dia em que fui até seu Banco.

Na noite em que cheguei em casa depois de sua proposta, não consegui dormir direito, praticamente passei a noite em claro e no momento em que consegui fechar meus olhos sendo encoberta pela escuridão, era ele que eu via, somente ele, beijando minha boca, beijando meu pescoço, beijando meu corpo todo, enfim... Sonhei com o Sr. Cullen me possuindo de todas as formas.

Acordei naquele dia toda molhada de suor e muito excitada, isso só me fez ter mais certeza de que eu não deveria aceitar sua proposta.

Hoje ao me levantar, olhei em cada cômodo da casa, me despedindo de tudo que havia ali dentro, me despedindo das paredes, portas e janelas. Sim, sou maluca mesmo, mas foi aqui que fui feliz na minha infância e adolescência, aqui viviam meus pais. E agora terei que entregá-la para um Banco que só Deus sabe o que irão fazer com ela.

Depois do almoço, tomei meu banho e me arrumei, colocando apenas um vestido que batia até os joelhos, justo até na cintura e bastante solto na saia, meu vestido era da cor vermelha, tinha um pequeno decote redondo. Acho que estava bastante apresentável para me encontrar novamente com o Sr. Cullen.

Peguei um Táxi e fui direto para o Banco, sem hora marcada e tudo, não me importava mais, estava decidida a não aceitar o que me foi proposto e sabia perfeitamente que se ele foi capaz de me propor aquilo, eu também poderia aparecer sem ter hora marcada. Estava muito nervosa, não sabia o que dizer ou o que pensar, minha cabeça estava um turbilhão de imagens que passavam em minha mente, e minha emoções estavam a flor da pele.

Chegando em frente ao Banco Financing Cullen, sai do Táxi, mas antes não tivesse feito isso. Minhas pernas tremiam feito gelatina. Minha pulsação estava bastante acelerada, parece que tudo que sentia na vinda para cá, aumentou drasticamente. Respirei fundo algumas vezes tentando manter minha respiração normal, o que valeu de um pouco de sacrifício, mas consegui normaliza-la com sucesso. Bom, pelo menos eu acho que consegui, porque entrei no Banco sem tropeçar em nada e nem virar meu pé em cima desse salto alto preto.

Assim que entrei a mesma atendente do outro dia veio me receber.

– Em que poço ajudá-la Senhora?

– Eu gostaria de falar com o Sr. Cullen, por favor!

– A Senhora tem hora marcada?

– Não, mas tenho certeza que ele irá me receber mesmo assim!

Falei confiante para a moça que me olhou de cima abaixo, nem me importei com isso, já estava no meu limite e ter vindo aqui era a última coisa que eu gostaria de ter feito. Depois que a moça terminou de me examinar, acho que ela percebeu que eu olhava para ela, pois ficou mais vermelha que a cor de meu vestido e logo me respondeu. Acho que ela pensou que eu era quem ou o quê?

– Bem Senhora, vou avisar a secretária dele antes de deixá-la subir. Com licença por favor!

Apenas acenei com a cabeça e ela se foi, até um telefone. Não demorou muito e ela voltou-se para mim me levando novamente ao mesmo elevador onde entrei quando falei com Sr. Cullen pela primeira vez. Assim que pus meus pés ali dentro daquela caixa pequena de aço, toda nossa conversa veio a minha mente como um tapa. Sua proposta, minha casa, passava tudo tão rápido que me sentia tonta.

Ao sair do elevador, tive que me apoiar na parede, minhas pernas ficaram bambas. Respirei fundo algumas vezes e me encaminhei até sua secretária que estava já na porta do Sr. Cullen com ela aberta.

Caminhei devagar com medo de tropeçar no que quer que fosse que estivesse no chão, poderia ser até nos meus próprios pés. Ao passar pela porta, ela foi silenciosamente fechada pela secretária, virei-me e olhei pela sala até visualiza-lo em pé, de costas para mim, olhando para fora de sua sala.

Fiquei a admirar suas costas, ele era alto, tinha as costas largas, sua camisa social longa preta o deixava muito... Meu Pai, preciso controlar minha mente. Sr. Cullen percebeu que não estava sozinho, na verdade ele sabia que eu estava aqui, em sua sala, mas nenhum dois dois disse uma palavra sequer. Foi se virando lentamente até encarar-me nos olhos, estava segurando um copo com um líquido que parecia ser Wishky. Ficamos parados por alguns minutos até que ele resolveu falar.

– Sra. Black — ele me saudou com a voz rouca e sexy.

– Sr. Cullen. Prefiro que me chame apenas por meu primeiro nome. — respondi secamente apenas com um aceno de cabeça.

– Aceita algo, alguma bebida?

– Não — foi só o que consegui dizer.

Respirei fundo mais uma vez, acho que estava se tornando um hábito ter que respirar fundo toda vez que eu pensava na voz deste homem, ou mesmo quando pensava nele. Sua voz saiu rouca o que fez todos os meus pelos se eriçarem. Isso não poderia acontecer, eu vim aqui para confirmar minha repulsa sobre sua proposta, não para sentir esse tipo de coisa.

– Isabella! — disse meu nome saboreando-o — Por favor, sente-se.

Sr. Cullen estava todo de negro, foi impossível não reparar na virilidade deste homem, belo, sua postura transmitia tensão, seus olhos ao caírem sobre mim, transmitia desejo intenso. Não, eu não vou aceitar, apesar de me sentir traída e apunhalada pelas costas por meu ex-marido, não irei me rebaixar a uma proposta deste belo homem de olhos verdes-azulados com uma boca que sonhei a cada noite desde a primeira vez que o vi naquele restaurante, percorrerem meu corpo, aquelas mãos com dedos longos que passavam em seus cabelos bagunçados que o deixava cada vez mais sexy. Balancei minha cabeça para me livrar destes pensamentos, isso não podia estar acontecendo comigo, não mesmo!

Levantei-me de súbito já me encaminhando para a porta de saída.

– Sr. Cullen só vim aqui para dizer-lhe que pode ficar com minha casa. Minha resposta é não, não vou me vender para o Senhor. — virei-me para encará-lo, e ele continuava sentado sem mover um músculo sequer, então continuei meu discurso — Tenho meu orgulho, não irei me ferir agindo do jeito que o Senhor quer me sujeitar a fazer. Não, se é minha casa que quer, por mais que me doa, então você terá ela, só peço alguns dias a mais para que eu possa tirar minhas...

– Espere Isabella! Vamos conversar melhor...

Dei a ele minhas costas como resposta e busquei a porta para minha rápida fuga.


POV Edward — Banqueiro FDP



Eu apenas gostaria de saber como um homem pode permanecer malditamente excitado apenas pensando em uma mulher.

Mas não era qualquer mulher. Era meu atual objeto de cobiça e ela precisava ser minha.

Após Isabella sair de meu escritório a dois dias atrás, deixando meu pau fodidamente duro, passei a primeira noite acordado e suando frio, e quando adormeci sonhei com olhos castanhos misteriosos e uma boca vermelha sexy. Maldição. A mulher era uma bruxa.

Na segunda noite, não aguentando mais estar duro o tempo inteiro, e não querendo me esfolar todo com uma maldita punheta, pois não sou um merda de um adolescente que precisa ficar se masturbando pensando em uma gostosa do caralho, resolvi aliviar minha tensão em um clube noturno que sempre frequento.

O dono do local e meu amigo, ao me ver, me saudou e não demorou muito para que minha mesa estivesse repleta de mulheres semi nuas rebolando em meu colo e alisando meu corpo com muitas mãos. Meu único pensamento era foder todas incontrolavelmente até não poder andar mais. Como um selvagem sem sentido. Mas algo estava errado.

Nem uma garota tinha olhos naquele tom de chocolate, nem a pele branca e cremosa, nem a boca vermelha carnuda e gostosa e muito menos aquelas curvas perfeitas nas quais eu queria me perder por dias sem fim...

Mas que inferno!

Resultado daquela noite. Abandonei a mesa sem explicação e terminei a noite em casa gozando em meu banheiro chamando o nome de Isabella.

Maldita bruxa que atormenta meus pensamentos e não me deixa ser eu mesmo.

Agora aqui estou eu, olhando a cidade aos meus pés. Com milhões de transeuntes abaixo e eu desejando apenas uma única mulher.

São apenas dez horas da manhã e já estou bebendo, sinal de que as coisas não vão nada bem. Dois dias e a única coisa que desejo é ouvir um “sim” de Isabella e obter o que desejo. Ela precisa vir até mim novamente. Preciso vê-la. Preciso que ela me aceite...


(***)



Mesmo de costas para a porta de entrada a presença dela é inconfundível. Seu cheiro, morangos, é a primeira coisa que me atinge em cheio. Então me viro, e seguro uma respiração ao encontrar minha Bruxa espremida em um vestido vermelho. Se antes eu já tinha vontade de devorá-la, agora já não posso responder por minhas ações.

Então permaneci ali, apenas hipnotizado pela beleza natural dela. Sem conseguir esconder minha excitação, com meu pau vibrando e sendo marcado pelo zíper de minha calça social. Comecei a me perder em pensamentos pecaminosos de como meu pau poderia deslizar naquele belo corpo a minha frente. O que não ajudou muito minha ereção.

Levei um minuto para entender que Isabella estava me rejeitando. Mas que porra, ela está me dizendo não. E quando dei por mim, quando acordei de meus devaneios, ela já estava na porta, pronta para sair. Mas é lógico que não vou permitir isso. E sem pensar duas vezes, me levantei, alcançando-a já na porta. Num movimento tão rápido, que nem eu percebi como, Isabella estava imprensada entre mim e a porta. Meu corpo prendendo o dela. Aquele corpo tão macio e farto.

Ela segurou uma respiração. E seus olhos se arregalaram demonstrado surpresa e terror, por estarmos tão próximos, tão colados, tão quentes. Tão excitados.

Sim, ela estava excitada. Se não estivesse, os bicos dos seios dela não estariam tão proeminentes na malha do vestido, e eu me imaginei mamando despudoradamente ali.

Segurei um gemido. Eu aproximei a boca bem perto de seu ouvido e sussurrei.

– Não me rejeite Isabella.

Logo depositei um delicado beijo em seu fino e perfumado pescoço.

– Não sou uma mercadoria Sr. Cullen! — ela me respondeu brava. Minha gatinha brava.

– Tenho a certeza de que é muito melhor do que uma mercadoria querida...

– Me solte por favor...

– Me diga “sim”, eu preciso me perder nesse seu corpo delicioso. Você pode imagina como eu a desejo?

E para confirmar minhas palavras, eu apertei minha ereção contra o ventre dela. A resposta foi instantânea e deleitosa. Isabella soltou um gemido e se esfregou em mim. Involuntariamente ou não ela também me desejava. Ponto para você garotão. E ela vai me dizer sim.

– Me... me... solte... — ela fechou os olhos e gaguejou e sua voz falhou no final. Excitada. Sim, ela estava muito excitada. E essa situação era fodidamente excitante. E pelo inferno como eu não daria a minha alma para conferir quão molhada a boceta de Isabella estava nesse momento. Mas me contive.

– Me diga um “sim” e eu a soltarei.

– Eu já disse que não vou me vender...

Maldição. Maldita proposta. Ela me quer, mas está pensando que está se vendendo para isso. Preciso reverte isso imediatamente.

– Eu retiro a proposta.

Isabella piscou muitas vezes, o que eu achei engraçado. A confusão em seu rosto perfeito.

– O que disse?

– Eu desejo você querida. Em minha cama. De todas as formas que você possa imaginar... — o corpo dela estremeceu. Bingo. — E já que a proposta é a única coisa que está em meu caminho, eu a retiro. Ela não existe mais. Aceite jantar comigo hoje a noite?

Ela estava confusa, mas acredito que meu corpo e minha ereção colado a ela não estava ajudando-a a pensar direito. O que eu acho ótimo.

– E o que acontece com minha casa?

Infelizmente eu não podia fazer nada quanto a isso.

– A casa é um problema financeiro que você resolverá com o banco. Hoje a noite você estará apenas com Edward. Nada de dívidas. Nada de proposta. Apenas aceite jantar comigo.

Algo como decepção lampejou nos olhos dela. Eu sei que fui rude. Mas se ela não quer aceitar a proposta que perdoa a dívida, eu também não posso deixar passar em branco um milhão de dólares pra me divertir em uma boa noite de foda, ou vou a falência.

– Me solte. Eu preciso ir embora...

Mas que porra de mulher teimosa! Já não sei mais o que fazer. O que eu não faço por uma boa gozada.

Eu a solto e ela se endireita. Ainda um pouco ofegante. Sim, ela me deseja então porque diabos não me aceita logo?

Eu me afasto do calor de Isabella e dou espaço para que ela possa abrir a porta. Mas antes que ela saia deixo a ela minha última jogada.

– Estarei esperando por você as oito em ponto no Village Garden.

Sem olhar para trás, Isabella sai de minha sala me deixando sozinho.

Eu e meu pau polvoroso e dolorido em minhas calças. Ambos desejando desesperadamente um “Sim”.



Notas finais
N/A: Paula Margon...
Valeu a espera? Não?!?
Comentem que dessa vez o Banqueiro FDP Gostoso sairá logo logo. Bjssss
PS¹: odeio quando me chamam de querida, até mesmo vc BFDPG
PS²: Edward Banqueiro FDP Gostoso Cullen, às 20hrs estarei lá em ponto, nem um minuto a mais, nenhum minuto a menos.