Notas iniciais
N/A: Paula Margon.

Olá minhas mundiças lindas. Obrigada as que me deixaram parabéns nos reviews e a TODAS que comentaram no último post de PI, vocês arrasaram, ninguém sabe se ficam com ódio da Bella, do Edward ou dos dois kkkkkk ri muito com isso. Eu fiquei PUTA com o Edward e isso me deu uma inspiração para escrever Pi que no dia seguinte já estava pronto o cap kkkkkk e sem demora....

Ps: Obrigada aos mais de 70 reviews que Pi muito, muito obrigada eu e a nossa mundiça Lokit agradecemos a todas vcs de coração.

BORA LER CAMBADA!!!!!!!!!

POV BELLA

Burra, burra, burra... Eu sou mesmo uma idiota. Como me deixei levar tão facilmente por um homem tão cretino e escroto quanto Edward Cullen!

Filho de uma Puta, ele somente me usou, jogou comigo.

- Desgraçado.

A noite parecia tão bom, tão agradável que acabei me rendendo ao prazer que ele exalava por todos os poros de seu corpo. Mas ao chegar em seu apartamento aquele desejo cresceu de uma forma que me deixou cega surda e quase muda, ou talvez muda, por que eu não conseguia pensar direito quanto mais falar alguma coisa sensata naquela hora.

Foi uma rapidinha muito gostosa e o que me irrita tanto não foi isso e sim o que veio a seguir.

Minha mente ficou clara como água. Ele conseguiu. Edward Cullen conseguiu o que sempre quis. Seu objetivo foi alcançado e conquistado.

Ao sair daquele torpor de excitação, no começo sentir muita raiva, minha ira foi ao extremo, mas estava com raiva de mim mesma não de Edward. Eu que fui fraca ao cair em seus encantos, enquanto no fundo eu era apenas mais uma presa para ele enquanto ele era o caçador, mas depois minha ira voltou-se para Edward. Me sentia imunda, suja, e principalmente humilhada com as palavras duras e fortes que ele lançara para mim, ouvir aquilo foi pior do que se eu tivesse tomado um tapa na cara.

Sai de seu apartamento toda descabelada e com a roupa amassada, não me importava nem um pouco para o que as pessoas estavam pensando de mim ao ver-me daquele jeito. Pior do que eu estava seria impossível.

Ao sair do prédio, joguei-me na frente de um táxi que estava passando, nem me importei em ser atropelada, só queria sair dali o mais rápido possível. Entrei no táxi e fui direto para minha casa sem derramar uma lágrima sequer. E não consigo entender porque essa vontade louca de chorar. Com certeza eu era uma burra, uma idiota de marca maior.

Chegando em casa corri para meu banheiro arrancando meu vestido, rasgando-o em alguns pontos, queria me livrar daquilo urgentemente. Minha calcinha foi direto para o lixo. Meus sapatos foram jogados de qualquer jeito pelo quarto.

Entrei debaixo de ducha quente me esfregando fortemente com minha esponja de banho. Não queria resquícios daquele homem prepotente e arrogante em nenhuma parte do meu corpo. Me esfregava forte até que minha pele branca ficasse vermelha, muito vermelha, nem uma parte de meu corpo ficou sem que me esfregasse.

Ao sair do meu banho, senti minha pele queimar de ardência pela esponja. Vesti-me apenas com um blusão velho que eu tinha guardado, ele não era muito comprimido mas era meu e estava precisando de algo antigo e confortável neste momento. Ao ver meu vestido um pouco rasgado no chão, meu canal lacrimal resolveu abrir-se para mim. Chorei. Chorei por ter sido tão idiota. Tão burra, tão infantil, tão... tão vadia, estava me sentindo uma vadia.

Desabei em minha cama com uma puta dor de cabeça, eu sabia o que estava fazendo e sabia muito bem, mas fui idiota em acreditar que ele não queria nada do que me foi proposto, mas agora eu vejo que tudo aquilo não passou de uma simples mudança de estratégia da parte dele. Mas se ele apenas me tratou, me queria como se eu fosse uma mercadoria... Mercadoria eu seria.

Minha raiva, mágoa, ira, estavam se transformando em algo que não desejo que ninguém atravesse meu caminho.

Cheia de rancor e ódio por Edward Cullen, fui levada ao sono desconfortável.

Acordei no dia seguinte com uma dor de cabeça pior do que a da noite anterior, ou madrugada de hoje. Levantei da cama já se passava de uma hora da tarde. Me reboquei para um banho gelado para aliviar um pouco dessa dor que estava sentindo. Ao olhar-me diante do espelho, assustei-me com as manchas e arranhões que estavam pelo meu corpo, principalmente as manchas roxas em meu quadril.

- Com certeza essas marcas roxas são das mãos daquele imbecil prepotente.

Os arranhões tenho certeza que são da minha esponja. Toquei em alguns lugares, uns até que estavam doloridas mas a maioria não sentia dor. Dor pior do que a de minha alma não existia. Homem nenhum neste mundo presta a começar pelo meu ex-marido que desde a última vez que o expulsei quase a ponta pés daqui de casa, nunca mais o vi e nem ouvi falar dele. Não irei me surpreender se algum dia eu ler o jornal e tiver uma notinha dizendo que seu corpo foi encontrado numa vala, em algum bairro perigoso. Sinceramente, se isso acontecer será menos um merda na face da Terra.

Vesti-me em uma calça jeans, uma blusa de manga curta e coloquei uma sapatilha preta. Amarrei meus cabelos em um rabo de cavalo deixando-os no alto, meus óculos escuros estavam em minhas mãos, pequei minha bolsa e desci até a cozinha para colocar algo em meu estômago, ou daqui a pouco passaria mal. Precisava estar “bem” para o que iria fazer a seguir.

Depois de comer dois biscoitos de água e sal, foi apenas o que consegui ingerir, com meio copo de suco de laranja, peguei um táxi e fui para o banco Financing Cullen, chegando lá, passei pela porta giratória sem nenhum problema, a moça que fica para nos recepcionar sempre que alguém chega meio perdido ao banco, veio em minha direção, era a mesma das últimas duas vezes em que estive aqui e sem olhar para ela disse.

- Não precisa me acompanhar sei o caminho.

Entrei no elevador apertando o botão que me levaria até ao escritório de Edward. Tenho certeza que o filho da mãe já está ciente da minha presença em seu Banco. Assim que as portas do elevador se abriram, me direcionei para sua secretária e antes que ela começasse a dizer algo, fui logo dizendo o que eu queria ali.

- Perdão por aparecer assim do nada, mas... Meu assunto com o Sr. Cullen é urgente e muito importante. – disse para ela com toda a educação que meus pais me deram. Seu olhar era de quem se desculpava comigo, só não entendi o por quê dele ser dirigido a mim, quando era eu quem deveria olhá-la me desculpando. Será que ela... não é impossível. Ele não seria capaz de...

Cortei meu pensamento no minuto seguinte em que o telefone da secretária tocou.

- Sim Edward, é ela mesma quem está aqui. – deu uma pausa para escutar o que seu chefe dizia – Okay, ela irá entrar agora mesmo.

Olhei para ela que me retribuiu seu olhar.

- Você pode entrar Isabella, por aqui por favor.

- Não. Pode deixar, eu vou sozinha não precisa me acompanhar. Obrigada. – agradeci com um sorriso.

Entrei na sala de Edward sem bater, ele estava em pé de frente para mim perto da janela do escritório com um sorriso sínico no rosto. Ver aquilo me levou de volta a todas as vezes em que estive aqui. Sua proposta, suas mãos em mim, a imprensada na porta quando ele retirou a maldita proposta. Eu fervia de ódio por esse homem, ele poderia ser rico, poderoso e tudo, mas ele vai aprender a nunca mais mexer, machucar uma mulher. Nunca.

Seus olhos eram analíticos e sem perder mais meu tempo, joguei para cima dele.

- Vim buscar o que me pertence!

Por um momento, vi confusão em seus olhos, enquanto eu me mantinha fria e distante.

- Vou refrescar sua memória. Vim cobrar sua proposta já que você de modo sujo conseguiu o que você queria desde o primeiro momento em que me viu.

De confusão passou para surpresa o seu olhar.

- Não me venha com essa agora Isabella, você me queria tanto quanto eu a queria. – cachorro, como ele ainda me vem falar isso? Mas não era de todo uma mentira, realmente eu o queria, mas não dessa forma.

- Você me tratou como uma prostituta, como uma vadia e foi por eu não me render aos seus atributos masculinos que resolveu mudar sua estratégias comigo não foi Sr.Cullen? Diga-me a verdade, acho que mereço pelo menos isso.

Ele desviou seu olhar do meu e foi em direção ao seu pequeno bar que possuía em seu escritório, servindo de uma bebida de cor ambra, acho que é Wisky.

- Antes de termos essa conversa, aceita um drinque?

- Não. E nós não temos o que conversar, só desejo que me responda sinceramente o que lhe perguntei e me devolva minha casa com direito a tudo o que me foi oferecido. Já que eu fui tratada como uma vadia, mereço tal pagamento não acha Sr. Cullen?

- Isabella, por que você está se rebaixando tanto? – isso já foi longe demais.

- Gente como você Sr. Cullen, devem ser tratados como qual. O Sr. é um home baixo, desprezível, arrogante, hipócrita que não mede esforços para ter o que quer. Eu fui apenas mais uma “mercadoria” para o senhor, e como tal, mereço o pagamento por isso. ou não?

Edward ficou sem fala e não sei por quê, mas eu estava vibrando por dentro, eu sorria por dentro por vê-lo dessa forma, acho que ele nunca pensou que eu faria algo desse tipo.

- Isabella escute...

- Não Sr. Cullen eu já escutei muitas coisas de gente que não merecia um minuto sequer da minha atenção, então por favor, me devolva os documentos da minha casa, agora. Se o Sr. não tem nada mais para fazer eu tenho muita coisa para organizar em minha vida.

Mentira pura, eu não tinha nada. Não sabia nem qual seria meu próximo passo.

- E se eu não quiser fazer isso? – ele estava curtindo com minha cara só pode, dei meu pior sorriso irônico para ele e disse.

- Meu caro Sr. Cullen, se o senhor não fazer isso, eu armo um escândalo que Nova York nunca viu na vida e você e seu status de CEO vai parar no lixo. Sinto muito informa-lhe Sr. Cullen, mas você mexeu com a pessoa errada. Ou me devolve o que me pertence ou eu saio por essa porta e faço o que disse.

Não sei de onde tirei tanta força e calmaria. Encaminhei-me para sua mesa sentando-me sem ser convidada e comecei a tamborilar meus dedos no tampo de sua mesa.

Quando Edward viu que eu estava falando sério, veio até sua mesa retirando de dentro de uma gaveta uma chave de ouro. Bom, pelo menos parecia ser ouro. Logo em seguida ele retirou um quadro da parede revelando um cofre atras dele, voltei meu olhar para minha frente, não queria ser chamada de bisbilhoteira por ele, Vadia foi o suficiente por uma vida toda.

- Aqui está sua recompensa. – disse-me sorrindo torto com arrogância – Pode conferir.

Peguei o envelope jogado na mesa e levantei-me para sair.

- Não preciso conferir, sei que está tudo certo. Edward Cullen preza muito sua imagem de CEO. – virei-me de costas para ele e com a porta aberta falei por cima do ombro – Antes que eu me esqueça, Jake pode ser um dos piores homens da face da Terra, mas a “rapidinha” dele é muito melhor que a sua.

Fechei a porta sem olhar para trás e sai rumo ao desconhecido agora.

Notas finais
N/A: Paula Margon.

e ai, deixem-nos saber a reação de vcs ok e bora bater mais um record mas agora vamos as recomendações? Merecemos? Sim? Não? Isso só depende de vcs. Bj Bj e até ao próximo cap de PI.

Ps: Deem uma olhadinha em outra parceria nossa ( Diário de Um Anjo) Obrigada.