Notas iniciais
N/A: Jaque Lokit
Olá minha queridas!
Cá estou com um capítulo de Proposta Indecente que todas estavam esperando!
E esse eu vou dedicar a minha parceira Paula Margon porque hoje é o aniversário dessa Mundiça! Ela me pediu que postasse hoje e eu não tive como negar!
Eu escrevi as pressas mas espero que goste e saiba que foi de coração!
Me desculpem os erros!
Obrigada a todas que comentaram no último capítulo!
Boa Leitura
Beijos Da Jaque Lokit!

** Capítulo 08 Selvagem **

POV Edward Banqueiro FDP Gostoso

Putaqueopariu!
Que hoje é meu dia de sorte. Eu já tinha considerado a noite como perdida. Eu já tinha me arrependido daquela jogada de retirar a proposta e ser bonzinho e vamos apenas nos conhecer e isso não me levaria a nada a não ser a perca do meu precioso tempo.
Mas eis que aos quarenta e cinco minutos do segundo tempo ela me diz que não quer ir para casa. Se eu não fosse tão centrado com minhas emoções eu tinha feito uma dancinha da vitória bem na frente dela. Mas me contive.
Toda aquela noite tinha sido um teste com meu autocontrole. Eu não estava preparado para ver Isabella dentro daquele indecente vestido vermelho. Aquele cheiro inebriante, a forma como os cachos do cabelo dela balançavam, o sorriso tímido, o olhar cheio de calor. Eu seria capaz de me afogar naquele olhar.
Todos os meus sentido aguçados, prestando atenção a cada mínimo detalhe dela, a ponto de não existir mais nada a minha volta. Mas ela se encarregou dessa parte, estava atenta as mulheres a nossa volta que estavam focando a gente. Ela me surpreendeu por ser tão perceptiva.
A única coisa que Isabella parecia não perceber, era que passei a noite toda com uma puta de uma ereção e meu pau já dolorido de tanto latejar justamente por causa dela.
O pedido dela foi inusitado e até mesmo movida pela quantidade de álcool que ela ingeriu durante o jantar, mas ela não me parecia bêbada, ao contrário, ela estava muito bem disposta a terminar bem com sua noite, e ao inferno se eu não iria me aproveitar disso.
O carro manobrou na rua, e eu tomei a primeira iniciativa da noite, peguei sua pequena mão fria e coloquei entre as minhas. Isabella suspirou e eu sorri. Meu celular vibrou em meu bolso. Porra eu esqueci de Emmett no carro de trás.
- Mas que inferno Cullen! Eu ainda não tenho uma bola de cristal para adivinhar seus passos!
- Mas você tem um salário! Mudança de planos, estamos indo para cobertura. A partir de lá estará dispensado, noite de folga.
- Okay Chefinho!
Desliguei o celular antes que o abusado dissesse mais alguma gracinha. Isabella permanecia calada, estava tensa. Eu não via a hora de chegar ao meu apartamento e tirar a tensão e muitas outras coisas do corpo dela. Levei minha mão ao seu ombro exposto acariciando e logo um arrepio subiu em sua pele. Ela era sensível.
Permanecemos em silêncio enquanto o carro deslizava pelas ruas iluminadas de Nova Iorque. Não havia necessidade de dizer nada, o clima carregado de expectativas por si só já dizia tudo.
Ao chegarmos ao edifício, Alfred nos levou até a garagem subterrânea, e a ajudei a sair do carro. Ela se apoiou em minha mão e eu logo passei meu braço ao redor da sua cintura. Ela parecia uma gatinha acuada, e eu me divertia cada vez mais com a situação. Mal sabia ela que estava entrando no covil do lobo mau e só sairia de lá depois que eu estivesse satisfeito. Os passos de Isabella eram vacilantes, e eu fiz questão de a apertar mais contra mim para que ela não desmanchasse em seus próprios pés. Eu estava bem contente com o efeito que causava nela, e ao inferno se o efeito dela em mim não era a porra de uma maldição, eu me sentia cada vez mais duro.
Ao entrarmos no elevador ela tentou se afastar e eu não permiti, não permitiria, agora que ela pertencia a mim, que passasse um segundo sequer longe. Ela não parecia entender muito bem minha possessão, eu pretendia demonstrar melhor, que naquela noite ela pertencia a mim e ela faria tudo que eu desejasse sem se contrapor. Eu sei ser persuasivo quando quero.
Subimos e as portas se abriram no hall de minha sala de estar futurista, decorada em preto e branco e obras de arte das mais variadas possíveis espalhadas por todos os lados.
- Uau! — foi a primeira palavra dela depois de um longo tempo. Acho que estamos progredindo.
- Gosta do que vê Isabella? — ela ainda continuava presa em meus braços, então eu a soltei para que pudesse apreciar melhor o que via.
- Gostei muito Edward... — meu nome cantado por aquela voz, eu quase conseguia ouvir ela gemendo meu nome pedindo mais. Porra quanta enrolação, porque ela não tirava logo aquele vestido? Eu precisava apressar as coisas se não desejava ficar com uma ereção permanente.
Isabella andou pela sala, observou cada detalhe, todas as pinturas, os olhos dela brilhavam extasiados, era como se ela tivesse tendo um orgasmo e eu queria mais desse olhar.
Ela caminhou até a janela de vidro que ocupava uma parede inteira, e se pôs a observar a cidade que nunca dorme brilhante aos pés dela. Na minha mente eu só conseguia me imaginar fodendo Isabella naquele vidro. Me aproximei e encostei meu corpo nas costas dela.
Ela deu um passo a frente se afastando e eu não lhe permiti a distância, dando um passo a frente junto com ela. Ela se afastou novamente mas acabou ficando entre mim e o vidro e eu sorri.
Game Over.
Eu coloquei minhas duas mãos em seus ombros e desci deslizando por seus braços até seus pulsos, levantei a as coloquei espalmadas no vidro, ela até tentou se desvencilhar, mas eu não permiti e mantive as mãos dela bem ali no alto.
- Seja uma boa menina e fique quietinha... — eu sussurrei em seu ouvido e as pernas dela tremularam em cima do salto. Ao inferno se nesse momento ela não estivesse molhadinha, mas isso eu iria conferir logo logo. Eu beijei o lóbulo de sua orelha e desci por seu pescoço e ombro, a pele dela era quente e macia e tinha um cheiro maravilhoso. Isabella virou o rosto e eu sabia o que ela estava procurando. Minha boca. Os olhos dela me diziam isso, e sim ela teria minha boca em todas as partes de seu corpo que ela desejasse, mas um beijo nessa situação é algo além de íntimo e romântico para ser compartilhado nessa noite, e de romantismo essa noite não teria nada.
Deixei que Isabella entendesse que eu não a beijaria e voltei a sua orelha sussurrando.
- Eu disse quietinha. Mantenha suas mãos firmes no vidro e não pense em me desobedecer, será muito pior se me contrariar... — soltei as mãos dela, e ela não moveu um centímetro. Desci as mãos até a barra do seu fino vestido e suspendi deixando suas torneadas coxas a mostra. Ela gemeu em antecipação. Muito bom. Acariciei a pele macia, me demorando nas laterais de seu traseiro, descendo ao interior de suas coxas e separando suas pernas. A vadia se empinou e eu pensei que gozaria na mesma hora. Que visão.
- Você é obediente e merece ser recompensada... — eu segurei sua cintura e a trouxe de encontro ao meu pau já duro feito rocha. Ao sentir minha extensão e necessidade, ela ofegou e rebolou. Eu gemi. — Sua vadiazinha provocadora...
Eu pensei que Isabella se assustaria com o tratamento, mas como resposta ela gemeu, tão safada quanto eu a gostosa. E eu não queria mais esperar. Desprendi a alça do vestido e deslizei o ziper lateral deixando que o tecido escorregasse até formar um monte no chão.
Isabella usava uma única minúscula calcinha rendada de cor vermelha, tão rendida e com aquela bunda empinada eu estava tendo a visão do paraíso.
- Edward... — Isabella gemeu um pedido. Oh inferno ela estava mesmo pedindo que eu a fodesse? Não sem antes me perder naquele corpo claro e macio.
- Seja paciente vadiazinha. Eu vou foder você logo depois de te chupar gostoso... — eu me afastei apreciando um pouco mais enquanto retirava meu paletó, desfiz o nós da gravata, camisa, sapatos e calça. Eu precisa liberar o meu pau, não queria nada me atrapalhando nesse momento. Me livrei de minha última peça, minha cueca boxer e me ajoelhei atrás dela. Beijando cada uma de suas nádegas impecavelmente brancas. A calcinha, se assim eu poderia chamar aquela linha de renda, era fio dental mas eu não queria nem ela no meu caminho.
Agora eu tinha Isabella usando apenas saltos a minha frente, com Nova Iorque a frente dela e eu atrás, de joelhos. Louco para enterrar minha língua naquela boceta.
Passei meu dedo pela fenda e como era de se esperar estava molhada. Excitada para mim.
Brinquei com seu montículo e espalhei sua excitação pelos lábios lisinhos, e porra que a maldita se depilava e isso me agradava bastante. Ela gemia e se oferecia. Muito impaciente, e eu não a deixaria esperando mais. Enterrei minha língua nela e a mantive segura pela cintura, para que não escapasse do que eu pretendia. Eu estava com fome de Isabella e quando minha língua se enterrou naquele centro pulsante o gosto dela explodiu em minha boca como um delicioso néctar.
Eu lambia desde seu clitóris até sua entrada, penetrando minha língua, descendo mais até seu outro buraquinho, arrisquei brincar ali e ela urrou de prazer. Caralho ela era virgem!
Acalme-se bastardo ou você goza. Respirei fundo, o sangue martelava em minha cabeça. Gostosa da porra quer me matar de tesão.
- Esse rabinho nunca foi fodido dignamente vadiazinha. Podemos resolver isso se desejar, mas antes eu vou me enterrar na sua deliciosa boceta depiladinha...
Procurei uma camisinha em minha carteira, e posicionei a cabeça do meu pau na entrada quente e molhada.
- A noite está apenas começando baby, quero te fazer gozar de todas as formas que possa imaginar...
Isabella procurou meus olhos, e eu vi a luxúria estampada neles, ela estava entregue as sensações e eu me aproveitaria disso
- Por favor Edward... — e lá estava a mulher tormento me tirando toda a razão quando me pedia desse jeito safado.
- O que você quer baby? Peça e eu lhe darei.
- Me fode Edward, por favor me fode agora!
- Quem sou eu pra negar hã?
Eu comecei e me enterrar nela e putaqueopariu! Que apertada! Esmagando meu pau...
- Caralho! Caralho! Caralho!
Eu estava suando e mesmo molhada como ela estava eu entrei difícil, meu pau sendo mastigado. Porra eu gozaria... Acalme-se Edward. Tive que parar. Respirar. Minha excitação a níveis altíssimos. Mas meu pai sempre me ensinou. Nunca confie numa vadia, ela será sua maldição.
E a maldita rebolou no meu pau. Ao inferno que eu a foderia sem dó.
Eu levei minhas mãos aos seios dela, pequenos e perfeitos com os bicos durinhos, eu teria muito tempo para degustá-los mais tardes, por enquanto eu apenas brincaria com eles, apertando, massageando, rolando os bicos entre meus dedos. Minhas costas colada na dela, suados, gemendo incontrolavelmente. Eu estava muito perto e ela também.
Desci minha mão ao seu montículo e brinquei. Isabella de contorceu e gemeu alto, sua boceta apetou meu pau e ela gozou, eu não resisti e me derramei dentro dela consecutivamente. Os dois gemendo feito animais. Eu estava muito satisfeito. Tinha sido incrível.
Essa foda com certeza entraria nas dez mais da minha vida.
Enquanto minha respiração normalizava eu beijei os ombros dela, molhados e salgados com o suor, mas algo estava ficando errado, ao invés de relaxar o corpo de Isabella tencionou e tudo aconteceu muito rápido.
Ela se afastou abruptamente, e em seus olhos que antes havia luxúria, agora estava repleto de pavor. A consciência dela tinha voltado e eu estava fodido. Ela começou a procurar suas roupas no chão e a se vestir sem nada dizer. Ela não poderia sair assim...
- Isabella venha tomar um banho comigo.
- Agora eu virei Isabella? Depois de você me usar? Pensei que eu fosse sua vadiazinha!
Ela estava histérica, a ponto dos gritos e lágrimas. Mas que porra de mulher doida.
- Te usar? Você quis tanto quanto eu quis e enquanto meu pau te fodia não ouvi você reclamar.
- Maldito filho da puta! Como ousa falar assim comigo?
Mas que inferno a mulher estava a ponto de me bater. Pensa Edward, pensa...
- Acalme-se, venha comigo. Depois você se arruma e pedirei ao Alfred que te deixe em casa.
- Eu não quero nada que venha de você Edward Cullen... — nesse momento ela já estava vestida e chorando. Tentei me aproximar, mas foi pior. — Fique longe de mim!
Eu ainda estava nu e bestificado pela reação exagerada dela, se ela saísse pela porta eu nem poderia correr atrás.
- Não me venha se fazer de inocente, eu não fiz nada demais!
- Você me tratou como se eu fosse uma puta de luxo!
Essa mulher estava me tirando do sério.
- Putas de luxo me agradariam a noite toda, você está mais para uma puta fresca histérica!
Mas que porra eu falei sem pensar caralho! Choque atravessou o rosto dela.
Sem dizer mais nada Isabella saiu batendo porta e eu fiquei ali me sentindo o pior bastardo que possa existir na face da terra.
Eu estraguei tudo.

Notas finais
Comentem e Recoemendem também!
Leitoras fantasmas venham para luz queridas!
Até o próximo capítulo!
Beijos da Lokit!