Proposta Indecente

14 Capítulo 14 - Aceitando a Felicidade


Notas iniciais
Olá Pervas e Pervos do meu coração bandido! Eu gosto tanto de escrever Proposta Indecente que em plena sexta-feira eis-me aqui com um capítulo do nosso Banqueiro FDP favorito! Estou triste com o fim dessa história se aproximando, mas também muito feliz em saber que estamos agradando com o que escrevemos! Obrigada a todas vocês o carinhos de recomendar e comentar essa história! Sem mais delongas aqui vamos ao cap! Beijos Jaque Lokit

** Capítulo — 14 Aceitando a Felicidade **

POV Edward Banqueiro FDP Gostoso

Eu me estiquei na espreguiçadeira e observei a imensidão verde do mar a minha frente, o vai e vem das ondas tocando a areia era hipnotizante. Apreciei o vento morno e salgado tocando minha pele e bagunçando meus cabelos já sem salvação de tão bagunçados. O sol já estava baixando no horizonte, mas alguns de seus raios ainda me aqueciam. Eu fechei meus olhos e me deixei vagar por pensamentos e lembranças.

Haviam se passado muitos dias desde que eu encontrei Isabella naquela exposição, e ela me chutou como se chuta um cachorro morto de lá, depois dessa rejeição eu fiquei completamente desnorteado, sem rumo e sem sentido, não sabia aonde ir e nem o que fazer, não tinha mais o trabalho para ocupar minha mente, mas também não queria me entregar a vícios de noitadas e bebedeiras sabendo que essas fraquezas não me levariam a canto algum além do fundo do poço. Então eu me isolei em meu apartamento. Passei meus dias lá, dormindo sem horário certo, jogando Xbox, comendo porcarias e não fazendo a barba e nem cortando o cabelo, por fim eu estava pronto para mendigar debaixo das passarelas e viadutos de Nova York. Acho que eu não me importaria com isso, minha vida agora parecia muito estranha sem um sentido certo.

Então Rose apareceu em minha porta, com Emmett ao seu lado para chutarem minha bunda. Ela preparou minhas malas jogando todo essencial dentro e me enviou para cá, para essa mansão isolada nessa praia praticamente deserta. Eu suspeitei que essa casa poderia ser alguma das inúmeras propriedades do banco, uma das inúmeras ganhas com dívidas de hipoteca, mas sinceramente eu estava puco me fodendo para isso.

Rose me enviou para cá com o intuito de colocar meus pensamentos em ordens, mas céus, eu estava tão confuso comigo mesmo! E sempre que eu fechava meus olhos a única imagem que vinha a minha mente era a de Isabella, ao meu lado, junto comigo aproveitando todas as coisas boas da vida sendo minha, e eu queria proporcionar isso a ela. Como agora. Essa mulher seria minha destruição. O motivo? Eu estava apaixonado por ela.

Sim, eu sou um bastado fodido que se apaixonou pela mulher que eu humilhei e ofendi, e que nesse momento não desejava me ver nem revestido de diamantes reluzentes. Eu me apaixonei pela mulher que me odiava com toda a sua força por eu tê-la tratado como uma mercadoria de um milhão de dólares por uma noite de sexo quente. Eu me apaixonei por Isabella tão profundamente que saber de seu desprezo por mim me doía a alma.

Mas eu merecia todo esse sofrimento. Eu mereço tudo isso e muito mais, pois ela se mostrou ser uma mulher forte, de opinião, determinada, ousada e eu amava isso tudo nela. Um nó se formou em minha garganta, nostálgico e dolorido. Céus eu estava me transformando em um merda chorão. Apertei a ponte do meu nariz com força e soltei um suspiro de desgosto. Eu sairia dessa. Já estava conformado que Isabella não seria minha, mas eu precisava seguir em frente, mas depois desse chute em meu traseiro eu passaria a admirar a vida com outros olhos. Com olhos de quem compreendeu que dinheiro não comprará tudo que desejo e que nem tudo tem seu valor...

Senti uma pequena mão quente e macia tocar delicadamente meu ombro nu. Eu quase dei um pulo na espreguiçadeira com o susto que eu levei, abrindo meus olhos abruptamente para encontrar aquele mar de chocolate derretido me encarando. Santo deus!

Isabella. Aqui. Ao meu lado. Me encarando. Putaqueopariu!

Porque ela estava aqui? Porque ela veio até mim? O que a trouxe aqui? Veio me xingar? Veio dizer que me odeia? Inferno quantas perguntas e minha língua parecia presa em minha boca. Era uma miragem, eu tinha certeza que dias confinado em um lugar isolado estava me fazendo ter alucinações. Será eu ficaria maluco de tanto desejar uma mulher? Vou acreditar que Rose me resgataria de qualquer hospício que eles pudessem pensar em me lavar.

Eu acho que eu entrei em estado de choque com meus olhos arregalados pois passei minutos, ou seriam horas, sem conseguir dizer nada. Ela também não disse nada. Ficou ali, me observando, me avaliando, me sondando e eu respirei fundo sentindo seu doce aroma invadindo minhas narinas. Céus eu amava o cheiro dessa mulher, assim como seu gosto e eu passaria toda a minha vida lambendo e cheirando essa fêmea... Pronto, foi só pensar em lamber Isabella e meu pau já está mais duro do que rocha, mas envio uma mensagem de uma cabeça para minha outra cabeça, dizendo que esse não é o momento para ficar animado, eu precisava dizer a ela antes de qualquer coisa que ela sempre seria a mulher que eu desejo na minha vida. Mesmo que ela me dissesse outro não e botasse a merda toda fora como na exposição.

Isabella continuava a me olhar, a mão ainda em meu ombro, enviando ondas de eletricidade por toda extensão do meu corpo. Ela tocou minha barba por fazer de dias, espetando sua mão em meus fios eriçados. Eu fiquei envergonhado por minha imagem tão desarrumada.

— Está grande, pode machucar você... — eu tentei afastar a mão dela, mas seus olhos me pediram que não. Ela sorriu e eu me derreti. Okay eu tinha virado um viado apaixonado.

— Eu gosto de sua barba, é tão macia Edward... — ela cantarolou meu nome em sua língua, e um arrepio me assaltou com a sensação de prazer.

— Você está aqui? Eu quero dizer de verdade? — ela riu uma risada de sinos que me fez rir também.

— Sim, eu estou aqui de verdade. — se ela fosse uma miragem ela estaria me enganando muito bem, mas aquele toque quente em minha pele, me fazia acreditar que Isabella realmente estava ao meu lado e acariciando minha ríspida barba. Certo, agora deixe de ser um bastardo Edward Cullen e diga a essa mulher maravilhosa tudo que ela precisa ouvir de você.

— Isabella... Eu preciso... Precisamos... Eu... Eu... — porra eu estava nervoso. Minhas mãos suavam e meu coração batia acelerado. Eu queria beijá-la desesperadamente, mas havia o receio de ser rejeitado. Acho que eu não suportaria outra vez.

— Shhh. Não diga nada. Palavras não são importantes agora. — e então o que eu menos esperava que acontecesse, aconteceu. Isabella me beijou. Ela me puxou e colou aqueles lábios vermelhos e deliciosos nos meus. Foi como nos desenhos animados que eu assistia quando era criança, a sensação de fogos de artifício pipocando em minha cabeça por beijar a garota mais bonita.

Minhas mão ganharam vida própria e voaram para sua fina cintura, possessivas e exigentes, puxando seu corpo quente para junto do meu, quase a ponto de esmagá-lo. Isabella enroscou sua pequenas mãos em meus cabelos, puxando e pedindo mais de mim. Eu fiquei com medo de machucá-la com minha barba áspera, mas ela não parecia se importar com isso. Isabella devorava minha boca com luxúria e acendia minha alma com o desejo correndo solto pelas minhas veias.

Quando sua língua pediu entrada na minha boca, eu gemi com esse contato. Eu não havia beijado Isabella ainda, em todo esse tempo, e nesse momento eu queria que alguém me desse um chute na bunda por isso. Inferno eu fui um idiota de marca maior e faria de tudo para Isabella ser a mulher mais realizada ao meu lado. E isso não envolvia apenas sexo, envolvia muitas coisas. Eu não queria que ela pensasse que eu continuava sendo aquele bastardo que a tratou como uma vadia, eu precisava dizer a Isabella meus verdadeiros sentimentos e desabafar com ela toda essa confusão que havia dentro de mim, queria pedir a ela que me guiasse ao caminho certo para o coração dela. E nesse momento, mesmo com o desejo me impulsionando a me enterrar nela sem sentidos, mas não seria agora, precisávamos conversar e colocar tudo em ordem.

Relutantemente eu me afastei daquela boca deliciosa, resfolegando e buscando por ar, Isabella não estava diferente de mim. Seus olhos brilhando e suas bochechas coradas. Meus coração estava batendo no meu ouvido, ensurdecedor. Eu queria beijá-la de novo. Agora. Mas me contive. Eu teria todo tempo do mundo para me perder sem pressa em seus lábios.

— Espere Isabella... Precisamos falar. Eu preciso te dizer... — eu gaguejava buscando as palavras.

Ela me encarou com seus olhos cor de chocolates cheios de malícia e promessas, e esse olhar abalou todo meu corpo fazendo meu pau querer romper a força minha calça. Porra essa mulher me deixa louco de tesão. — Isabella... — ela colocou um dedo em meus lábios me silenciando.

— Cale essa maldita boca Banqueiro filho da puta gostoso! Eu gosto de você quando fala menos e age mais!

Porra!

Foi o que bastou para mandar minha pouca sanidade ao espaço. Eu passei os braços nos joelhos de Isabella, segurando suas costas e a apoiei em meu colo. Ela soltou um gritinho de surpresa para logo em seguida gargalhar. Eu amei o som da sua risada.

Eu corri para dentro da casa com Isabella em meus braços.

Ao inferno eu estava mandando toda razão, que um pedido de Isabella era como uma ordem. E dessa vez eu não a foderia em troca de dinheiro, eu faria amor com ela demoradamente e depois nós teríamos nossa conversa.

Definitiva.

Nesse momento eu tive certeza de três coisas. Primeira, minhas vida estava tomando o rumo certo. Segundo Isabella era a mulher da minha vida. Terceiro eu estava irrevogavelmente apaixonado por ela. Sorrio.

Sim, eu era um filho da puta sortudo e nem estou lamentando por isso.

Notas finais
E então? Gostaram? Detestaram? Nosso Banqueiro gostosão mereceu o perdão da nossa determinada Bella? Será que no próximo capítulo vai rolar uma sacanagem heim Paula Margon? Agora depende de você kk FANTASMAS ÚLTIMA CHAMADA A APARECER! Banquerio Gostosão Safadão manda um beijo a todas que comentarem e uma lambidinha no grelinho a quem recomendar Proposta Indecente dessa vez! Até o próximo capítulo e Beijokas da Jaque Lokit!