Promised the Volturi

7 6- "Dia ruim: Noivado"


Notas iniciais
Olá, tudo bem? Tanta saudade de postar aqui, mas se vocês soubessem. Explico nas notas finais. Apreciem o capítulo, boa leitura vampirinhos!

6- “Dia ruim: Noivado”

A híbrida lia um livro, que havia encontrado escondido entre outros livros da biblioteca do castelo, jogada na cama. Estava tão concentrada que não escutou as batidas na porta, até que uma voz irritante perguntasse por ela enquanto abria a porta. Jogou os pés pra fora da cama ao ver Heide entrar com um ar de superioridade.

— O que faz aqui? – Elizabeth perguntou já procurando “armas” para se defender quando ela a atacasse com suas palavras. – Não é bem vinda ao meu quarto.

Alertou-a, a vampira fingiu desapontamento, em seguida olhou para a porta onde dois humanos carregavam duas caixas colocando no canto do quarto próximo a porta, assentiu para Heide, que os olhava como um humano olha para um peru no forno, e saíram.

— Devia me agradecer, queridinha. Eu os guiei até seu quarto, a Cullen... Alice havia pedido. – Heide respondeu.

— Tudo bem, pode se retirar. – apontou para a porta. Ambas se olharam e faíscas saiam dos olhos das duas.

Heide girou os calcanhares e caminhou graciosamente sobre os saltos até a porta, Eliza a acompanhava com o olhar cuidadosamente. Parou na porta e virou o rosto começando a rir.

— Espero que esteja preparada para a festa de noivado amanhã, queridinha. – Eliza levantou o queixo vendo-a sair e fechar a porta. Quando isso aconteceu ela soltou o ar dos pulmões, olhou para as caixas e andou até eles agachando e abrindo uma delas: haviam candelabros em um tom dourado.

— Porque estas caixas não estão em um lugar seguro? – Elizabeth perguntou quando a porta fora aberta e Alec passava por ela fechando-a atrás de si.

— Irão ficar em uma sala próxima ao salão de festas, mas Alice Cullen recusou de por lá. – respondeu aproximando dela com as mãos nos bolsos.

— Por quê? – voltou a olhar dentro da caixa e até a pegar um dos objetos.

— Porque está empoeirado, e ela exigiu que limpassem o lugar. – falou.

— É melhor limparem logo e tirarem isso daqui. – devolveu o objeto e levantou. – São de luxo e não estarão seguras aqui. É uma das primeiras caixas a chegar, certo?

Ele assentiu e ela acompanhou o movimento. Alec a encarou por um tempo abriu a boca e fechou novamente, murmurando por fim. – Creio que sabe sobre a festa de noivado amanhã.

Foi à vez de ela assentir e desviar o olhar enquanto cruzava os braços, o vampiro estranha.

— Está começando a aceitar agora? Incrível que não ficou revoltada. – Eliza balançou a cabeça e se aproximou dele, dando mensão que iria sair do quarto.

— Quem disse que eu irei aceitar me casar com você? – parou de andar ficando atrás dele e sussurrou em seu ouvido. – E acredite, duvido muito que irei aceitar.

Por fim desfez os braços e caminhou para fora do quarto deixando-o sozinho.

[...]

Elizabeth estava com o olhar preso e pensamentos perdidos naquele pequeno objeto brilhante no dedo anelar da mão direita. Nada naquela festa lhe chamava tanto a atenção como aquele anel. Não fazia tanto tempo que Alec havia lhe pedido a mão publicamente para o mundo vampiresco e Caius estava feliz pela primeira vez em dez anos. Parecia orgulhoso enquanto cumprimentava aos outros vampiros com sua esposa ao lado.

Não havia muitos vampiros, apenas os mais próximos estavam no noivado, mas isso não significava que o salão não devia estar apresentável e bem decorado. Elizabeth só imaginava como estaria no dia de seu casamento ao comparar com aquele momento.

... Casamento. Havia lembrando que no final da tarde de ontem havia experimentado o vestido de noiva e ajustado alguns pontos onde as costureiras iriam passar a agulha. E ao acordar na manhã de hoje, Alice Cullen já estava na sua porta com um livro de amostras de buquês, mas não havia gostado de nenhum dos que ela tinha separado pedindo que se superasse na próxima.

Eliza rolou o olhar pelo local e avistou uma mesa vazia com cadeiras vagas, já estava exausta e caminhou até lá para se sentar. Agradeceu por ser um pouco afastado, porém ainda a vista do publico. Jogou os cabelos para trás dos ombros e cruzou as pernas em baixo da mesa. Alinhou o vaso de flores que estava um pouco torto e voltou a observar o anel. Seus pensamentos voaram para Alec, acabou instantaneamente a procura-lo pelo salão. Ele conversava com Santiago e Felix próximo a porta e acaba sentindo o olhar de Eliza sobre si. Sorri largamente em sua direção e a híbrida retribui com um sorrisinho de lado que saiu sem ela querer.

— Olá. – uma voz de criança chama-lhe a atenção. Renesmee senta na cadeira a sua frente e balança os pés por não alcançar o chão. – Uau, como brilha.

Comentou ao olhar o anel no dedo da outra híbrida, e um outro sorriso sai dos lábios de Eliza.

— Como vai? – a mais velha já havia se acostumado com a presença da Cullen.

— Estou um pouco cansada, quase não dormi na noite passada. – Elizabeth foi sincera, a garotinha assentiu abaixando o olhar. – Tudo bem?

— Jacob está me enchendo. – desabafou. – Ele não sai do meu pé. Acha que sou uma bonequinha de porcelana que irei quebrar a qualquer momento.

Cruzou os braços fazendo bico e desviando o olhar de Eliza para Alec que vinha atrás dela. A híbrida começa a gargalhar, embora sentisse na pele aquele mesmo caso.

— Talvez você seja uma bonequinha de porcelana que ira se quebrar a qualquer contato inapropriado. – Alec piscou para a Cullen, surpreendeu Eliza com um beijo na bochecha e sentou ao seu lado. – Acho que posso entender o pulguento.

O vampiro coloca sua mão sobre a de Eliza, com o toque puxa a mão e a põe sobre o colo. Alec iria comentar sobre aquilo mas as portas do salão são abertas com força chamando a atenção de todos ali presentes. Duas rajadas de vento correm por entre os convidados, alguns guardas entram gritando.

— Olá, Volturis. – Stefan e Vladimir param no centro do salão.

— Senhor, não sabemos como entraram. – Demetri se aproxima de Aro.

— Tudo bem, Demetri. – o interrompe.

— Oh, não nos chamaram para a festinha. – Vladimir fingir uma lágrima teatralmente. Stefan cutucou-o com o cotovelo apontando com o queixo em seguida para a filha de Caius e Athenodora.

— Como está bonita. – Stefan a olhou de cima a baixo. Vladimir corre em direção da hibrida, Alec levanta nervoso e fica em sua frente colocando a mão no ombro do vampiro impedindo-o de chegar perto da garota, que assustada levantou derrubando a cadeira segundos atrás. – Parece o pai, e não estou falando do loiro.

Referiu a Caius, e Elizabeth o encara.

— Como? – perguntou dando um passo a frente pedindo que os vampiros intrusos continuassem, mas Alec pôs seu braço no meio do seu caminho fazendo fica-la atrás dele.

Um silencio se instalou no salão, Stefan e Vladimir se encaram e sorriem. Vladimir se solta de Alec e corre em direção a uma mesa com drinques, misturas de sangue e álcool e petiscos. Segura nos pés da mesa e a ergue jogando contra a parede assustando a todos ali.

— Tirem-nos daqui. Agora. – Caius manda jogando a taça com a mistura no chão sujando o vestido de Athenodora. Uma agitação começa a ocorrer no salão de festas e Alec rapidamente puxa Elizabeth pelo braço e a tira de lá murmurando um “Desculpe.” e apagando-a no corredor com seu dom.

Notas finais
E ae? Gostaram? Não? . Muito comentei no ano passado que está fanfic já estava terminada, só faltava posta-la e estava mesmo, porém um vírus atacou meu not e o disco queimou. Ou seja, perdi todas as minhas fanfics e os capítulos deste. Chorei, esperneei e tive que esperar dias(anos) para concertarem meu notebook. Concertaram, porém eu estava tão triste(até porque perdi todos os capítulos desta fanfic) e não escrevi mais. Olhava pro word e não conseguia escrever (parecia que eu estava numa depressão por ter perdido tudo). Voltei a escrever agora, mas não está mais sendo como antes. Eu quero escrever entendem? Só não consigo. Mas não vou deixar ninguém na mão, vou voltar. Pros meus inimigos, isso não será o fim, sou forte e vou continuar. Beijos leitores lindo, estava com saudades :(.