Promised
14 Careta? Eu?
Notas iniciais

– Filhos? — Damon perguntou durante o jantar no qual só nós dois participávamos.
– Sim! — Respondi e ele deu uma risadinha antes de bebericar seu suco e voltar a fazer suas perguntas repentinas.
Já tinham se passado 3 dias depois da briga do rei com o Damon, ainda sentia um clima bem estranho quando os dois estavam juntos, mas pode-se dizer que já está passando... Motivos por só estarmos só nós dois nessa mesa enorme e farta, bom... Os reis foram a uma festa, nós dois ficamos para esperar um primo de Damon que estava a caminho do castelo, ele seria também um futuro rei, -de um reino bem distante.- mas pelo que Damon me disse, não estava nem aí para as regras e nem se importava com a sua reputação — já que ele era conhecido como o " Príncipe das plebeias ".
Enquanto ele não chegava resolvemos nos deliciar do maravilhoso banquete que nos esperava e enquanto isso, conversávamos sobre coisas que provavelmente e futuramente aconteceriam.
– Quantos? — Ele perguntou enquanto cortava um pedaço de torta em seu prato.
– 1. — Respondi, ele cerrou os olhos e eu o desafiei com o olhar.
– 3. — Respondeu ele de volta com o mesmo olhar desafiador.
– 2 e não se fala mas nisso! — Ele hesitou em responder, mas por fim assentiu. — Quais nomes você daria? — Eu estava realmente curiosa para saber, ele torceu os lábios e pensou um pouco.
– Acho que... Anne Elisabeth e... — Pensou mas alguns segundos. — James II. — James era o nome do avô dele que já havia falecido a alguns anos, lembro bem do enterro, Damon estava bem triste.
– Anne Elisabeth? — Dei uma gargalhada. — Nem em sonho! — Falei e ele fez uma careta.
– Porque não? — Dei de ombros. -
– Porque não! — Disse apenas e ele torceu os lábios, neste mesmo momento ouvimos alguns passos se aproximarem e vozes altas e nada felizes.
– Você é um menino muito mal educado! — Disse uma das criadas do castelo para quem suponho ser o primo de Damon que se levantou e eu fiz o mesmo logo depois para cumprimenta-lo.
– Obrigado! — Ele agradeceu a senhora que se retirou com cara feia. — Damon, Damon! — Ele puxou Damon para um abraço e depois se voltou para mim. — Você é a esposa desse babaca? — Perguntou pra mim e eu assenti dando uma risada ao ver Damon empurrar o primo levemente. — Não sei como uma mulher tão linda quanto você conseguiu se casar com esse feioso. — Apontou para Damon fingindo um pouco de nojo.
Damon bufou e revirou os olhos e logo voltou a se sentar. Klaus pegou minha mão e ali depositou um beijo, dei um sorriso meigo a ele, ele aparentava ser bem mas cafajeste do que o Damon havia me dito.
– Me desculpe por não ter ido ao casamento de vocês, mas é que... — Ele mordeu o lábio e olhou para os lados. — Eu estava com uma plebeia. — Ele fechou os olhos por alguns segundos e mordeu os lábios novamente, olhei para Damon um pouco envergonhada e agora quem ria de mim era ele. — Ela era deliciosa! -Deu um meio sorriso. — Vocês já estão prontos? — Olhei pro Damon um pouco confusa. Prontos pra que?
– Ham? — perguntei receosa. -
– Damon não te disse? — Neguei com a cabeça e lancei um breve olhar ao Damon . — Vamos à uma balada! — Disse Klaus como se isso fosse a coisa mais simples do mundo.
– Que? — Olhei para o Damon que encolheu os ombros e desviou o olhar do meu, voltando a olhar Klaus, como que para ele falar.
– Nós fazíamos isso direto, já está tudo no esquema, não tem com que se preocupar. — Ele disse e eu precisei puxar uma cadeira para me sentar.
Eles estavam loucos em achar que eu iria para uma balada a esta hora da noite.
– Escondidos? — Perguntei repentinamente, tanto Damon quanto Klaus assentiram. — Vocês estão loucos. — Klaus rolou os olhos e se sentou ao meu lado. — Não vou a lugar algum! — Exclamei firmemente.
– Agora eu sei porque se casou com ela, é uma mala sem alça assim como você! — Damon sorriu, algo me dizia que Klaus sabia da nossa história e só tinha dito aquilo para me irritar... Claro, caí na armadilha.
– Não sou não! — Reclamei.
– É sim! — Disse ele.
– Não sou.
– Prova! — ele disse e eu olhei para os lados.
– eu vou... Mas como vai funcionar? Algum segurança vai com... — Ele me interrompeu.
– Só nós três, ninguém mas... Como pessoas normais! — Falou, neguei com a cabeça mostrando o meu total desaprovamento à aquela ideia.
– Só uma coisa... — Dei um sorriso forçado. — Não somos pessoas normais! — Ele voltou a revirar os olhos só que agora também bufou. — Como vamos entrar? — Perguntei um pouco curiosa.
– Um amigo meu descolou umas pulseiras vip's pra gente. — Lançou a Damon um sorriso sacana.
– Tá... E o que eu devo vestir? — Klaus franziu o cenho.
– Talvez... — Fingiu pensar. — Roupas normais? — Dei de ombros.
– Não tenho. — Fiz o sinal de aspas nas mãos. — roupas normais. — Ele respirou fundo.
– Vai com a roupa menos chamativa possível! — Entortei os lábios e dei de ombros.
Agora eu poderia até estar começando a gostar da ideia, mas tenho quase certeza de que me arrependeria no dia seguinte.
[...]
– Vamos Elena, já está tentando escolher uma roupa a séculos. — Damon reclamou enquanto continuava deitado na cama, já estava me esperando por tanto tempo que até resolver se deitar.
– Você não me ajuda! — Proferi enquanto abria o zíper do vestido roxo até o joelho que eu usava. — Sabe muito bem que eu nunca fui nesse lugar! — Ele revirou os olhos e eu bufei tirando o vestido, ficando apenas de calcinha e sutiã, voltando pela milionésima vez ao closet.
– Sei lá, usa uma coisa curta. — Disse alto, ótimo, me ajudou bastante.
A maioria das minhas roupas iam até o joelho ou até passavam um pouco dele, se eu tinha 10 peças de roupas curta eram muitas, nenhuma delas jamais tinha sido usada por mim, não por eu não gostar ou algo assim, mas por falta de oportunidades mesmo.
Coloquei um vestido preto de mangas longas, 4 palmos acima do joelho, era colado ao corpo deixava todas as minhas curvas à mostra, voltei até o quarto e Damon estava de olhos fechados com as mãos em cima do rosto.
– Que tal esse? — Perguntei enquanto dava uma voltinha bem lenta.
– Não tão curto, nem tão apertado... Está conseguindo respirar? — Perguntou ele cínico, entortei os lábios, tirei o vestido enquanto voltava ao closet e procurei por outro.
A segunda opção foi um vestido coberto por uma renda amarela por todo ele, exceto pelas costas que eram transparentes e uma parte da frente tinha uma linha bem no meio dos seios que descia até um pouco acima do umbigo, era bonito, mas não estava me sentindo muito confortável usando ele, não era... Hm, meu estilo.
– E agora? — Saí do closet, Damon deu-me uma boa olhada e sorriu.
– Está deliciosa. — Revirei os olhos.
– Não gostei. — Ele arregalou os olhos e arquejou.
– Porque me mostrou então? — Dei de ombros e tirei o vestido.
– Acho melhor desistirmos. — Reclamei.
– Vai logo, será divertido. — Andei de volta ao closet.
– Tá. — Respondi preguiçosamente.
O terceiro vestido era azul marinho, com mangas que cobriam apenas os ombros, o decote era bem ousado, nunca usaria ele para algum evento ou algo do tipo. Tinha alguns detalhes em tom de preto, bem no decote, no meio de todo o vestido e a barra do mesmo, uma linha grossa de cetim um pouco mas claro que o azul do vestido marcava a minha cintura.
– Nem adianta falar mal, vai ser esse e pronto. — Saí do closet apressada e parei para que ele me visse melhor, na hora soube que ele tinha aprovado, me lançou um sorriso cafajeste e falou.
– Tinha razão, aquele outro era horrível. — Dei uma risadinha e fui até a penteadeira, começando a fazer uma maquiagem pra noite. — Ah, não! Isso é sério? — Ele reclamou. — Já tá linda, não precisa de maquiagem. — Pelo reflexo do espelho fitei-o. -
– Você inventou isso, não reclama! — Pedi enquanto preparava minha pele.
Ele torceu os lábios e cobriu o rosto com as mãos respirando fundo.
♥ ♥ ♥ ♥
Depois de a maquiagem ficar pronta, coloquei alguns acessórios e uma sandália alta.
– Prontinho! — Avisei ao Damon que ainda estava deitado, mas agora assistia à um programa na tevê.
– Até que enfim, pensei que nunca acabaria. — E então ele se levantou, uma roupa na qual eu nunca tinha o visto, totalmente despojado, bem diferente dos look's que ele usava quando estava no palácio.
– Nossa, que lindo! — Comentei apaixonadamente e ele se aproximou, puxando-me pela cintura e sussurrou ao meu ouvido.
– Não tanto quanto você! — Sorri e busquei os lábios dele, iniciamos um beijo calmo e sem pressa, que duraria um bom tempo se não fosse interrompido por Klaus que entrou no quarto sem nem ao menos bater na porta.
– Vamos pombinhos, já esperei tempo demais! — Disse ele um pouco irritado.
♥ ♥ ♥ ♥
– Eu. Quero. Ir. Embora. — Falei próximo ao ouvido de Damon, já estávamos na balada era tudo bem escuro e agitado... Muito cheio e várias pessoas bebiam e dançavam, outras se beijavam, eu não faria nada daquilo, definitivamente, não era um bom lugar para mim.
– Relaxa. — Quando ele terminou de falar me puxou pelo braço e fomos em direção ao bar, Klaus já tinha se perdido por aí, falou alguma coisa ao barman e logo ele trouxe duas bebidas, lancei a Damon um olhar hesitante. — Bebe! — Ordenou ele, um pouco receosa eu peguei, estava com sede, por isso dei um gole bem grande, mas cuspi na mesma hora, aquilo queimou toda a minha boca.
– Damon! — Gritei furiosa, enquanto ele gargalhava. — Porque você não avisou que tinha álcool? — Bufei enquanto fazia uma careta por conta do gosto, eu só tinha bebido uma vez e champanhe, mas aquilo não era champanhe, não mesmo!
– Porque você não beberia! — Disse e eu assenti.
– Com certeza não! — Cruzei os braços e sentei em um banco no qual uma mulher acabara de se levantar.
– Eu sabia! — Ele fechou a cara.
– O que? — Perguntei curiosa.
– Você não sabe se divertir! — Ele estava me provocando ou era impressão minha?!
– Claro que sei! — Respondi.
– Não acredito! — Ele voltou ao seu estado de espírito normal.
Semicerrei os olhos e puxei o meu copo novamente.
– Pode acreditar! — Foi a última coisa que eu disse ainda sóbria, porque depois disso, foi drinque atrás de drinque, nem sabia o que estava bebendo mas eu parecia muito louca e o Damon continuava do mesmo jeito... Ou eu era muito fraca pra bebida ou ele... Hm, não estava bebendo!
– Por que não está bêbado? — Perguntei enquanto tomava mas um gole daquela bebida desconhecida.
– Porque não estou bebendo! — Respondeu ele na maior naturalidade.
– Mas... — Busquei por palavras, isso era sério? Ele disse que eu não sabia me divertir, mas na verdade quem não sabe é ele! — Você disse... — Ele me interrompeu entre gritos por conta da altura do som.
– Às vezes eu não devo ser levado a sério! — Disse em um tom delicado. Suspirei, naquele momento tudo o que eu queria era iniciar uma discussão e ir embora, entretanto, Klaus apareceu e pegou a minha bebida. Fiz cara feia mas ele não se importou.
– Vou precisar da sua ajuda! — Gritou Klaus ao meu ouvido.
– Pra que? — Fiz a pergunta mas óbvia .
– Tá vendo aquela loirinha de vestido vermelho? — ele apontou rapidamente, assenti mas ainda não entendendo aonde ele queria chegar. — Já tentei chegar nela, mas é difícil que só ela... Vai lá e vê qual é a dela. — Pediu ele enquanto me puxava de meu lugar e se sentava na minha cadeira. Olhei espantada para Damon que sorriu e deu um gole na sua bebida.
– E o que eu falo pra ela? — Eu iria, se aquilo fosse deixar o Klaus bem longe de mim, eu faria qualquer coisa, já era a segunda vez que ele me interrompia hoje.
– Sei lá, deixa escapar que eu sou príncipe, rico, um bom homem... enfim, inventa qualidades. — Revirei os olhos e sai a procura da garota, ela estava dançando com algumas meninas ao seu redor, a cada passo que eu dava, mas impressão eu tinha de que eu a conhecia de algum lugar.
Comecei a dançar no ritmo da música pra entrar no meio delas, foi só aí então que eu percebi quem era aquela loira, era a Care. Me infiltrei entre elas e então percebi que não era só a Care, mas várias outras serviçais do castelo, sorri um pouco espantada.
– Pri. Princesa? — Gaguejou Caroline, eu não teria ouvido se não tivesse feito uma leitura labial.
– Aqui eu sou Elena! — Avisei enquanto olhava para o bar onde Damon e Klaus nos olhavam atentamente, acho que agora, Damon tinha a mesma dúvida que eu.
– Desculpe a intromissão mas, o que faz aqui? — Ela perguntou quando se aproximou mas de mim, dei um meio sorriso e respondi.
– Acho que o mesmo que vocês, quero me divertir um pouco! — Caroline soltou uma risada tensa e em poucos minutos já não estávamos cercadas por todas aquelas mulheres, acho que se sentiram intimidadas por ter uma princesa entre elas. — Enfim, vim mesmo pra dizer uma coisa pra você! — Estava um pouco tonta por causa da bebida, eu sentia que estava bêbada, mas não tanto. Segurei de leve o braço dela e a virei em direção ao bar. — Tá vendo aquele homem loiro bem ali, sentado no bar ao lado de Damon? — Ela assentiu e deu um sorriso encantado.
– Ele é bem bonito, mas se acha demais... Ele me paquerou mas eu não dei muita bola. — Ela parou de falar assim que se deu conta de que talvez eu pudesse conhecê-lo, então tratei de falar.
– Pois é... Ele é bem safado, se você estiver afim, tudo bem, mas se tiver só na dúvida, não pega... Ele é bem cafajeste, sem contar que é conhecido como o príncipe das plebeias. — Ela soltou uma risadinha. -
– Ele é um príncipe? — Ela pareceu chocada. — Nossa... Eu tratei ele super mal! — Dei uma risada.
– Parece que ele gostou de você mesmo assim. Mas só um aviso, ele vai ser seu só por uma noite, se é que me intende. — Ela assentiu e mordeu os lábios, foi quando um homem que eu nunca tinha visto em toda a minha vida me puxou pela mão e começou a dançar, eu até que tentei sair de perto dele, mas ele estava determinado a fazer com que eu dançasse com ele.
– É só uma dança, gata! — Disse ele.
– Hm, não obriga... — Ele fez com que eu rodopiasse, olhei para o bar onde Damon estava e vi que nem ele e nem Klaus olhavam mas pra mim, entrei em desespero, mas vi que Caroline ria e dançava ao meu lado, então... Hm, vamos dizer que o álcool começou a fazer efeito.
[...]
Depois de um tempo o homem se distanciou, ficamos só eu e Caroline dançado juntas, sinceramente?! Eu nunca me diverti tanto, mesmo estando a maior parte do tempo totalmente tonta.
– Você acha que eu devo ficar com ele? — Caroline perguntou por entre a dança.
Demorei alguns segundos pra entender do que se tratava.
– O Klaus? — Ela assentiu. — Bom, ele é gato... — Falei dando um sorriso safado e depois olhando para o bar onde eles deveriam estar, mas não estavam! — Meu Deus, cadê eles ? — Se eu estivesse normal, entraria em pânico, mas tudo o que eu fiz foi dar de ombros e continuar a dançar.
– Você está muito bêbada! — Caroline disse por entre risos, tantos meus quanto dela.
♥ ♥ ♥ ♥ ♥
– Vem, vamos pra casa. — Damon surgiu do nada ao meu lado, foi aí que viu que era a Care, franziu o cenho e deu de ombros. — Oi... — Ela sorriu e respondeu, Klaus apareceu bem ao lado de Damon neste mesmo momento.
– Oi... — Ela engoliu em seco e desviou seu olhar do dele, me encarando totalmente sem graça.
– Eu não quero! — Falei sentindo uma tristeza repentina tomar conta de mim. — Você nunca faz o que eu quero, então por favor, me deixa ficar aqui! — Pedi choramingando.
– Não. Olhe bem o que você quer, amanhã você vai querer me matar por ter te deixado beber por tanto tempo. — Revirei os olhos.
– Eu sou muito careta! — Minha voz saiu bem diferente do normal;
– Verdade! — Exclamou Klaus sorrindo.
– Vamos! — Damon me puxou pela cintura e eu segurei a mão da Care. -
– Não, não quero, me ajuda! — Pedi com a fala totalmente enrolada a ela que achou graça.
– Se quiser pode vir. — Disse Damon à Caroline que assentiu, então nós fomos...
♥ ♥ ♥ ♥
Tivemos que andar um pouco, pois não podíamos levar o carro até o castelo, não teria como nós entrarmos pela frente, a não ser Caroline que sempre saia quando podia,bom... Foi o que ela me disse. Todos nós fomos pelas passagens secretas, que tanto Damon, quanto Klaus conheciam como ninguém, quando chegamos ao salão principal alguns guardas vigiavam o lugar, por isso Klaus tratou de ir distrair eles, pelo que eu entendi, quem sempre saia com a fama de errado era o Klaus, mas quem sempre estava junto era Damon... E agora... Eu!
Saímos de mansinho, Caroline seguiu para o seu aposento e eu e Damon subimos para o nosso no segundo andar, entramos no mesmo e Damon disse.
– Direto pro banho! — Mandou Damon, mas já era tarde, já tinha me jogado em cima da cama, ele me encarou incrédulo e foi até a mim, puxando-me para que eu me levantasse novamente.
– Nããããão. — Exclamei preguiçosa, ele continuava a me puxar mesmo depois de ficar em pé, levando-me em direção ao banheiro, quando lá chegamos ele me soltou e ligou o chuveiro. — Eu. Não. Quero! — Comentei infeliz e fazendo bico, tentando miseravelmente que ele sentisse pena de mim, ele negou com a cabeça e achou graça.
– Tira a roupa. — Mandou apenas.
– Uuuh, agora as coisas estão ficando boas. — Fui em direção a ele pronta para beijá-lo, mas ele recuou.
– Nada disso mocinha, você tem que descansar. — Fiz uma cara emburrada e ele me virou de lado, abrindo o zíper do vestido, quando assim feito eu tirei o vestido, ficando apenas com um sutiã tomara que caia e uma calcinha da mesma coleção. Voltei a mirar ele, acho que naquele momento ele percebeu que a melhor opção naquele momento não era descansar.
– Tem certeza? — Perguntei sem deixar de olhá-lo por nenhum momento. Ele não disse nada... Acho que precisava de mais um empurrãozinho.
Com um pouco de dificuldade mas sem deixar transparecer, tirei o sutiã deixando os meus seios amostra, ele desviou seu olhar do meu, olhando pros meus peitos totalmente nus, dei um meio sorriso em ver que ele se aproximava.
Alguns segundos depois nossas bocas estavam grudadas, iniciamos um beijo ávido e feroz, logo as mão de Damon começaram a perambular por todo meu corpo, apressada procurei pela barra da blusa dele e quando encontrei não perdi tempo tirando-a, logo ele buscava por meus lábios novamente, mordi-o bem devagar, depois dei-lhe um beijo na nuca, fui descendo bem lentamente até chegar ao ' caminho da felicidade ' depositando beijinhos por onde eu passava e sem quebrar o contato visual por nenhum segundo.
– Uaau... — Exclamei ao ver o 'volume' do membro Damon por baixo da calça.
Bem devagarzinho tirei as calças de Damon que por sorte, trouxe sua cueca junto, deixando-o maravilhosamente nu, minha boca se encheu de água ao ver aquilo tudo à minha frente minha calcinha já não estava em seu estado normal, ah, não mesmo! Ele realmente era meu?
Acho que eu fiquei tempo demais admirando-o, porque Damon puxou-me suavemente para cima voltando a me beijar, parecia que alguém estava bastante apressado. Guiei-o para dentro do box sem desgrudar nossos lábios famintos , nem a água fria interferiu no que pretendíamos fazer, ele separou nossos lábios para beijar meu ombro e logo depois desceu até o seio, onde o abocanhou e chupo causando-me enorme excitação e vontade de tê-lo o mais rápido dentro de mim.
Em fração de segundos ele parou de massagear os meus seios e desceu até a minha 'intimidade' ainda coberta pelo fino pano da calcinha, que já não existia mas , por ele tê-la arrancado sem nenhuma cerimônia. Sem aviso enfiou seus dedos habilidosos dentro da minha do meu íntimo. Meu gemido foi alto, mas não se comparou ao que dei quando ele enfiou sua língua...
– Hm... Dam... — Não consegui nem falar, aquela altura a minha tontura ou enjoo foi embora, eu só queria dar à ele o mesmo prazer pelo qual ele está me dando.
Ele lambia, chupava, era tão gostoso, eu já não comandava mas o meu corpo, fui tomada pela melhor sensação pela qual eu já tive em toda a minha vida desde que me casei, o orgasmo.
Ele voltou a ficar de pé, me beijou, estava pronto. Empurrei-o, separando os nossos lábios e ajoelhei bem a sua frente, tomando coragem de fazer o que eu estava prestes.
– Elena... — Ele gemeu meu nome e aquilo foi o que me deu a coragem que faltava. Umedeci os lábios e lambi seu membro, quente e duro. Engoli em seco e comecei a chupá-lo com total cuidado, arrancando gemidos altos de Damon, era bom, era gostoso sentir que eu pudia ter o controle sobre ele. Aos poucos fui me 'acostumando' a ter aquilo dentro de minha boca, Damon emaranhou seus dedos em meu cabelo, puxando-o pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, mas ele não deixou com que eu terminasse o que comecei, puxou-me novamente e mordeu meu lábio, me pegou no colo, juntei minhas pernas ao redor de seu quadril e em fração de segundos ele penetrou, não sabia distinguir qual era a melhor sensação... A cada estocada que ele dava, ele aumentava o ritmo e a força, a cada estocada eu me sentia mas fraca e ofegante, o único som que ouvíamos eram os de nossos gemidos. Enfim, ele chegou ao clímax.
Quando as nossas respirações se normalizaram eu me senti à vontade pra dizer.
– Eu te amo! — Sussurrei enquanto buscava forças pra me manter em pé, eu estava tão cansada.
Ele engoliu em seco e não disse nada, apenas me pôs embaixo do chuveiro e me deu banho, enquanto eu me secava ele fazia o mesmo...
♥ ♥
Quando nos deitamos a sensação de que eu não tinha o controle sobre mim, voltou, e mesmo sem querer falar, eu falei.
– A Bonnie não fazia isso, fazia? — Disse enquanto fechava os olhos, mas por um momento consegui ver os olhos de Damon se arregalar e uma expressão curiosidade nascer.
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