Prometida - EM REVISÃO
15 Dor
Notas iniciais
Então mil perdões pela demora, eu odeio demorar a postar, mas eu tenho um motivo para meu atraso.
Estão reformando meu quarto e eu precisei desconectar todo o meu computador. Consequência: Todos os capitulos, rascunhos e ideias estão nele, assim eu fiquei sem postar, eu não estava aguentando hj, então resolvi monta-lo na sala mesmo, mas terei que desmonta-lo de novo :(
Gente assim que essa reforma medonha acabar eu volto com td e não irei demorar nunca mais. Esse capitulo hj é pra mostrar que não abandonei a fic e nenhuma outra e da uma satisfação para vcs, pois vcs merecem td e muito mais xD
Bjão e não se esqueçam PACIÊNCIA É UMA VIRTUDE, embora eu não seja abençoada com ela. O pedreiro nos deu mais uma semana de obra, então acho q ficarei mais uma semana sem postar ou talvez monte o pc de novo. NÃO PROMETO NADA. Bjão fofix.
Itachi tinha o rosto corado, levemente em um vermelho, mas aquilo nem de longe era considerado um rubor de constrangimento, mas sim de raiva.
– Do que você está falando? – Sasuke perguntou finalmente.
– Olha, eu sabia que isso um dia ia acontecer e seu comportamento estava meio estranho a um tempo. A confusão com o Sai foi pra finalizar minha desconfiança.
– Eu continuo sem entender.
– Mandei um ninja para te seguir e na sua volta ele me conta que meu querido irmãozinho estava de saliências com a futura noiva no meio de uma floresta. – esbravejou
Sasuke engoliu em seco, com medo da fúria do irmão, mas logo seu medo foi transformado em raiva, pois tinha sido seguido e ainda mais pelo mandato de seu irmão.
– Quem te deu liberdade para...
– Não me venha com sermões, eu tenho todo direito e ainda bem que eu fiz. Sasuke sabe o tamanho do problema que Sai está metido por ter engravidado Ino? Você faz idéia da gravidade disso? Imagina se o clã fica sabendo dessa história. Como acha que nosso clã irá reagir a esse fato?
– O descuido foi dele.
– E você está indo pelo mesmo caminho. Você ainda é jovem, sei que certas coisas não dão pra se controlar, acredite, eu já passei por isso também, mas sempre mantive minha cabeça no lugar e a honrar o nome Uchiha. Agora eu não falo como seu amigo e sim como o seu irmão mais velho, espero que você também honre o nome do seu clã e não envergonhe o nosso pai.
Itachi saiu do quarto de Sasuke sem dizer mais nada, bateu a porta e deixou Sasuke indignado para trás. Sasuke encarava a porta de seu quarto, raiva, frustração, ódio, tantos sentimentos ruins naquela hora e nem sabia qual realmente estava sentindo. Será que ele estava indo por um caminho errado e talvez o certo fosse deixar se afastar de Sakura até que se casassem? Apenas esse pensamento fez com que um frio percorresse sua espinha.
Passaram-se oito meses e Ino e Sai já haviam se casado, Ino no começo se mantinha mais dentro de casa e usava roupas mais folgadas para disfarçar a barriga saliente, depois de um mês de casados eles anunciaram que a Yamanaka estava grávida e logo depois veio às comemorações. Madara estava mais aliviado, sabia que alguns desconfiavam do casamento relâmpago, mas ninguém ousava questionar o líder do clã Fugaku. Ino agora era mais vigiada e por estar prestes a ter o bebê “prematuro” que seria considerado, já que todos pensavam que ela estava com oito meses. Sai também se sentia mais aliviado com as coisas voltando aos eixos, agora ele era um homem, não um perfeito, ainda tinha muito que aprender e melhorar, mas iria dar orgulho ao seu pai e a o clã e tentaria fazer Ino a mulher mais feliz do mundo, junto com sua filha, uma verdadeira família!
Ino usava um vestido leve, da cor amarela, com flores roxas em estampa, muito delicadas e que marcava sua grande barriga perfeitamente. A loira caminhava ao lado da amiga Sakura que ultimamente estava meio triste, mas...distante. Ino sabia que isso era pelo fato de Sasuke estar meio distante da rosada e quase não se encontravam mais. Sakura não gostava de fala sobre aquele assunto e também não queria ouvir Ino começar aquele assunto novamente, como toda a vez ela fazia, quando se encontravam.
Sakura e Ino estavam indo até um campo onde tinham lavandas e orquídeas roxas, as favoritas de Ino. Sakura estranhou o fato de Sasuke estar mais afastado da mesma e não sabia o porquê do moreno estar fazendo aquilo, justo quando as coisas estavam ficando mais calmas. Seu pai também estranhou o fato de Sasuke não ir muito à casa dos Haruno, mas não questionou, achava melhor que eles ficassem um pouco afastados, já que acabou por saber de toda a verdade de Ino e Sai.
Sakura se sentiu envergonhada quando seu pai disse: Ainda bem que minha filha se dá o respeito e não se encontra as escondidas com garotos por ai. Sakura quis se esconder por tamanha a vergonha que sentia e o fato de estar mentindo para seu querido pai a deixava ainda mais envergonhada, mas sabia que por Sasuke ela faria qualquer coisa. Nos últimos meses a rosada se dedicava mais aos treinos de medicina de Tsunade que aprovara o desempenho da aluna e desconfia de toda aquela dedicação. Sakura preferia se concentrar mais nos treinos, assim ela não pensava em Sasuke e em motivos para ele estar agindo daquela forma. A cada dia estava melhor no que prendia e logo poderia seguir o resto sozinha, assim como Tsunade havia lhe dito, que certas coisas devemos aprender por nós mesmos e aprimorar tudo aquilo que nos foi ensinado e Sakura iria seguir seu conselho a risca.
Naquela tarde resolveu acompanhar Ino até o campo, a loira também não podia andar por ai desacompanhada e Sasuke e seu pai haviam a permitido ir. Sentaram-se a sombra de uma arvore para descansarem, pois a caminhada era longa.
– Ai, essa criança está acabando comigo – resmungou a loira, enquanto passava as costas da mão na testa suada.
– Imagino – sorriu à rosada
– Imagina nada, só quero ver quando for sua vez.
– Isso vai demorar...
– É...Se eu pudesse escolher, também teria esperado, mas...- deu de ombros.
Sasuke nadava no lago, a tarde estava quente e logo iria ir atrás de Ino e Sakura para que não voltassem sozinhas, logo iria ficar escuro e não era seguro. Sasuke estava a cada dia mais sério e pensativo, quase nunca falava e sempre tinha o olhar analisador sobre os outros, calculista. Sua relação com Itachi já não era como antes, desde que o sermão que seu irmão mais velho lhe deu e isso feriu seu ego, e ainda a confiança que sentia pelo mesmo. Seu pai estava mais ocupado do que nunca, sua mãe estava em uma onde de decoração de casa e Mai só queria saber de brincar com as novas amiguinhas de boneca. Eiko era uma das pessoas que nos últimos tempos quase não via, apenas Naruto que marcava presença na sua vida ultimamente, nem mesmo Sai estava vendo, o Uchiha de sorriso falso, estava mais ocupado em missões que quase não estava em casa.
Colocou seu corpo para boiar sobre a água e fechou os olhos, não parava de pensar na ultima decisão importante que havia tomado na sua vida, só esperava não se arrepender, ou que pelo menos não tenha feito muito estrago no coração de sua amada quando fosse reparar seus estragos.
Abriu os olhos e olhou as nuvens brancas que passavam no céu azul, analisou a rapidez que as mesmas iam e deduziu que logo iria chover por ali, suspirou e nadou para sair do lago. Era melhor ir logo atrás das meninas antes que fossem surpreendidos por uma tempestade.
Ino e Sakura encheram a sesta de palha que haviam levado, com as lavandas e as orquídeas, Ino suspirou cansada e se sentou novamente na sombra da arvore, esperaria ali, sentada até que Sasuke chegasse para acompanhá-las. Sakura a disse que iria mais a frente para pegar mais algumas flores e Ino assentiu. Enquanto via a amiga rosada se distanciar, sorriu fracamente, percebia que Sakura estava sofrendo e não queria que a amiga se sentisse assim, decidiu que quando Sasuke chegasse, esperaria uma oportunidade e iria dizer umas verdades para o Uchiha.
Olhou para o alto da arvore e avistou uma maça vermelha, muito saborosa e suculenta aos seus olhos, automaticamente sua boca salivou e tentou se levantar, mas em resposta, sentiu uma pontada em seu ventre, junto com uma dor avassaladora, contraiu o rosto e apoiou as costas no tronco da arvore. Começou a respirar ofegante e desesperou-se quando sentiu escorrer um liquido entre suas pernas.
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