Prometida - EM REVISÃO
37 Lua Cheia I
Notas iniciais
Beijava Sakura calmamente, como se quisesse que o tempo parasse ali, e ele pudesse apreciar cada momento devidamente, como Sakura merecia e ele também. Sasuke não deixava de acariciar todo o corpo da rosada, fazendo com que ela se excitasse e se sentisse desejada pelo amado, ela segurava nos cabelos rebeldes do marido e o puxava pra mais perto dela, Sasuke sentou-se de frente pra ela, Sakura colocou suas pernas por cima das dele, assim ficaram mais confortáveis. A única coisa que impedia os corpos de ficarem mais unidos era a redonda barriga da Uchiha.
Sasuke levou umas das mãos até o rosto da rosada, enquanto a outra estava em sua cintura. Sakura estava ainda insegura com seu corpo e devido a isso, Sasuke pode senti-la tensa sobe suas mãos. Para que Sakura relaxasse mais, interrompeu o beijo e a olhou bem no fundo das belas “pedras” verdes. Sem dizer uma única palavra, o Uchiha levou sua boca até os seios fartos e agora maiores de sua esposa, beijou delicadamente, e acariciou, massageando levemente, enquanto passava a língua nos mamilos sensíveis. Sakura sentia os seios doloridos pelo leite que enchia seus seios e seus mamilos nunca estiveram tão sensíveis. Ao sentir a língua quente de Sasuke ali, não pode deixar de soltar um gemido, logo seu centro estava pulsante, Sasuke sugava seus seios perfeitamente e ela não conseguia parar de gemer.
– Sa-suke...
O membro de Sasuke já estava pulsante, mas ainda queria que Sakura se sentisse desejada, iria fazer com que ela fosse à loucura, que jamais duvidasse de que para ele, ela era a mais bela de todas. Quando se sentiu satisfeito depois de dar atenção aos seios de Sakura, voltou a beijá-la apaixonadamente, seu polegar continuou acariciando o mamilo dela e a outra mão foi descendo até a coxa esquerda dela. Segurou ali de forma firme e deslizou até o intimo, tocando na parte mais sensível. Sakura ao sentir a mão de Sasuke, não pode conter a vontade de gemer, estava sentindo um imenso prazer e o fato de estar grávida parecia intensificar ainda mais as sensações.
– Viu como é linda. – Sakura apoiou a cabeça no peito de Sasuke, suspirava apreciando os toques e Sasuke ali naquele momento com ela. Sorriu ao sentir seu bebê se mexer e pode ver a barriga se mover lentamente. Sasuke colocou a mão na barriga da rosada e pode sentir seu filho mexer, esse sorriu também e puxou o rosto de Sakura para cima, assim poderia olhar nos olhos dela, os olhos que tanto amava – até ele concorda comigo – Sakura sorriu mais, o abraçou, nunca esteve tão bem e feliz como naquele momento.
Sasuke a beijou novamente, mas agora com mais firmeza e paixão, introduziu um dedo dentro da cavidade dela e começou um lento e torturante vai e vem. Sakura segurou seus ombros e apertou, gravou as unhas ali e gemeu entre o beijo, Sasuke aumentou a velocidade e logo em seguida estava alternando, indo hora lento, hora mais rápido, ousou colocar mais um dedo e isso foi o suficiente para que Sakura se soltasse mais. Sakura estava prestes a chegar a seu ápice e logo esse veio, fazendo com que mordesse o lábio inferior com força, seus dedos se contraíram e afundou ainda mais as unhas nos ombros de Sasuke, o ferindo, mas esse não reclamou, pelo contrario, se sentiu mais excitado com aquele ato e com aquela cena, de sua Sakura tão entregue e sensível.
Sasuke segurou mais firme o quadril de Sakura e a fez sentar em seu colo, Sakura não gostou muito daquela posição, devido a sua barriga grande, mas não se queixou, queria saciar seu desejo e o de Sasuke também. Ela apoiou-se em seu joelho e posicionou o membro de Sasuke em sua entrada. Inicialmente Sasuke não havia pensado muito, mas teve medo de que aquilo pudesse machucar o bebê e travou quando Sakura estava sentando sobre ele.
– Espera – pediu
– O que foi? – perguntou desapontada, Sasuke segurou em sua cintura, para que ela não finalizasse o ato, Sakura o olhava confusa e meio frustrada por ter parado justo naquele momento.
– Não podemos, isso pode machucar o bebê – disse sério, em resposta, Sakura sorriu e acariciou o rosto do moreno.
– Não vai, isso faz bem pra mim e pra ele, pois se eu estou bem e feliz ele também fica.
– Mas isso pode machucar ele.
– Não vai, sua mãe disse que até ajuda na hora do parto. Minha mãe também confirmou, mas foi um pouco diferente, ela disse que eu devia praticar até onde dava, porque quando o bebê nascesse ficaríamos sem nos tocar durante um tempo – disse triste. Sasuke ficou um pouco desconfiado no inicio, mas depois suspirou e deixou-se levar.
– Vamos devagar ok? – Sakura assentiu mais animada e o beijou
Voltou a descer lentamente, quando se sentou sobre o membro de Sasuke completamente, gemeu, esse por sua vez se controlou para não explodir naquele exato momento. Sakura jamais havia estado tão apertada como agora, isso lhe dava mais prazer e também não pode conter o gemido. Lentamente, como lhe foi imposto, Sakura começou a subir e descer, Sasuke a guiava pela cintura e hora o outra permitia-se ir mais fundo e aumentar a velocidade minimamente. Começou a dar atenção novamente aos seios da rosada. Sakura estava à beira da insanidade, Sasuke sentiu a intimidade de Sakura se contrair cada vez mais e não agüentou, acabou por gozar e se sentiu leve depois do ato. Sakura ofegava, seu rosto estava posto na curva do pescoço de Sasuke, enquanto ele estava com o dele enterrado no vale entre seus seios, ofegando igualmente.
– Eu te amo – disseram juntos, isso fez com que ambos rissem, se beijaram novamente e logo depois, foram termina seu banho.
Três meses depois
Já havia passado do tempo de Sakura dar a luz, isso preocupava a todos da família e até alguns membros do clã Uchiha. Sakura foi avisada de que às vezes o nascimento atrasar era normal, mas logo ela iria completar dez meses, aquela era a penúltima lua cheia do mês. Como Sasuke estava trabalhando com Itachi na delegacia, Sakura passava a ficar na casa principal, com Mikoto, na companhia de Eiko e Mai, Fugaku sempre estava ocupado resolvendo problemas sobre o clã e somente aparecia em casa quase no final da tarde, como os seus filhos.
As Uchihas estavam na sala, conversando sobre coisas banais, Sakura nunca se sentiu tão incomoda em toda sua vida, sua barriga estava um verdadeiro planeta particular para seu filho de tão grande e esse não parava de se mexer, deixando-a ainda mais inquieta. Mai brincava com suas bonecas na “pequena” varanda da entrada, Eiko a observa hora ou outra pelo canto do olho e dava atenção a sua sogra que não parava de tagarelar.
– Oh Deus – gemeu Sakura impaciente
– Sente alguma coisa, querida? – perguntou Mikoto já preocupada
– Eu gostaria – confessou – ele não para de se mexer.
– Vai ser elétrico como o pai – disse Eiko. Todas sorriram, Sakura sentiu um chute mais forte de se filho em sua costela e foi o suficiente para fazer gemer de dor. Mikoto e Eiko param de rir na hora e se levantaram, tentando ampará-la.
– Calma, está tudo be...- Sakura não pode terminar sua frase, seu grito arrepiante tomou a frente, colocou a mão sobre a barriga e deu outro grito de dor.
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