Prometa Que Não Vai Voltar
40 Capítulo 40 - Incondicional
Notas iniciais
Eu gostaria de dedicar este capítulo a Tainan Viana que indicou o meu conto e eu também fiquei muito feliz. Muito obrigada lindona. Xoxo
Depois de andar muito, estávamos sentado e vimos uma espécie de colchão, em baixo de uma estrutura com cortinas e tudo mais.
— O que é aquilo? — perguntei. — Não sei, mas todas as casas devem ter. Caso algum casal queira deitar. — Atá. — sentamos na areia. — E então, nós vamos voltar? — Eu preciso terminar com o Adrian primeiro. — Vai esperar até segunda? — Não sei. — Sabe de nada também. — ele riu — termina com ele logo pra gente poder curtir a viagem juntos. Vamos voltar sem aquelas coisas de você querer descobrir as coisas e blá blá? — Sim. — eu sorri. — Vamos pra casa, você vai terminar com ele por skype. — Rick! — Vamos. Ele me puxou pelo braço e saiu me arrastando para dentro de casa, ligamos o notebook, entrei no skype e o Adrian estava lá. Logo chamei ele para uma conversa com vídeo.- Oi amor. — Oi Adrian!- Que foi, você está estranha. — ele ajeitou os óculos. — Eu quero terminar.- De novo? — É, mas dessa vez é definitivo.- Porque? Esse idiota do Rick já conseguiu te levar na lábia né. — ele bateu na mesa do computador. — Não Adrian, eu tomei essa decisão sozinha. Eu não consigo me apaixonar por você, eu falei pra você ter atitude e você começou a radicalizar querendo me forçar e eu amo o Rick sim, vou voltar pra ele sim. Não tem jeito.- Volta mesmo, você gosta de ser chifruda. Você é uma idiota, eu aqui cheio de amor pra dar e você cheia de doce de palhaçada, quero que vocês se explodam. Mas isso não vai ficar assim Anne Bergantine, não vai. Ele desligou a conversa. Olhei assustada pro Rick e ele mexeu os ombros, fomos para cozinha preparar alguma coisa pra jantar. — Agora você pode me dar um beijo Anne? — ele pediu mexendo a panela no fogão. — Posso. — eu sorri e o beijei. Ele me abraçou pela cintura, era uma felicidade que não cabia dentro de mim, finalmente tudo ia se resolver e ficar em paz. Ele começou a puxar o meu cabelo e eu o segurei pelo pescoço, ele foi me levando pra sala e caímos no sofá, continuamos ficando, as coisas estavam esquentando como sempre. — Que cheiro de queimado é esse? — ele falou. — A panela! — eu berrei. Ele saiu de cima de mim e correu pra desligar o fogo, antes que começasse a fumaça e apitasse o alarme de incêndio. Rimos mas ainda conseguimos salvar alguma coisa, jantamos e deitamos na sala para tentar assistir algo na televisão, entre beijos e filmes acabamos dormindo no sofá e nem vimos quando nossos pais chegaram. Acordamos no outro dia com o sol invadindo a janela da sala. — Bom dia morena mais linda. — ele beijou minha testa. — Bom dia bê. — eu sorri. — Você é tão linda com cara de sono. — Cara de sono? — eu saí correndo — não vem atrás de mim. Não acredito que deixei você me ver com cara de sono, descabelada. Que vergonha. — Amor para — ele batia na porta do banheiro — Eu vou te ver assim todos os dias quando a gente casar, vou acordar primeiro só pra ver você dormir. — Awn — cedi e abri a porta — que fofinho. — Amor, bê, morena mais linda? É isso mesmo vocês voltaram? — minha mãe perguntou. — Voltamos tia — Rick abriu o sorriso mais lindo do mundo — Finalmente, agora nada mais atrapalha! — ele me abraçou. — Adorei, até que enfim filho reagiu. Se você deixar essa garota fugir de novo, eu te bato. — Olavo riu. — Que garota gente? — Rosalie chegava na sala com um roupão. — Nossos filhos voltaram. — meu pai abraçou minha mãe. Rosalie começou a gritar, me abraçou e abraçou o Rick. — Finalmente. Até que enfim vocês voltaram. Vocês não sabem o quanto eu fiquei feliz por isso. Nós sorrimos e sentamos para tomar café. Depois, resolvemos ir a praia, Rosalie e minha mãe não quiseram entrar na água para não estragar o cabelo, mas eu e o Rick fomos com os nossos pais. E brincamos de correr um atrás do outro, caímos, rolamos. Eu nunca seria feliz assim com o Adrian. — Eu vou pegar você! — ele gritou levantou porque eu havia o derrubado. — Não, por favor! Você vai encher o meu cabelo de areia. — eu corria. — Não quero saber. Corri até cansar, e deitei de costas na areia. Ele ficou me olhando de cabeça pra baixo e sorriu. — Sempre te quis de volta, mas fiquei com medo de que isso nunca mais acontecesse. — Eu sempre soube que voltaria pra você. — sorri. — Eu te amo tanto Anne. — Eu te amo mais bê. — Ama nada, porque eu amo incondicionalmente, irremediavelmente, incansavelmente, infinitamente, inconse — o calei com o beijo. — Eu já entendi, é quase metade do meu amor. Gargalhei e voltei a correr.
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