Projeto Ômega
11 Plantas do chão e tipos de morte
Notas iniciais
PΩV Autor
A clone sorriu e atacou Mellina que defendeu e contra-atacou a outra Mellina defendeu e atacou novamente a verdadeira Mellina defendeu e também atacou e a batalha ficou assim: Uma ataca outra defende, uma ataca outra defende e assim por diante.
Então a Mellina falsa (N/Arthur: Para de falar Mellina falsa e Mellina real e... FALA LOGO CLONE E MELLINA EU ESTOU DE SACO CHEIO! Ai... Minha cabeça...) enfim a clone desviou de um golpe e sorriu maleficamente então... BUM! Uma enorme planta saiu do chão e se enroscou na filha de Hades que tentou inutilmente se libertar, sem sucesso.
–Então Mellina, me diga como é estar presa hein? – Perguntou a clone da filha de Hades.
–O que você quer? – Perguntou Mellina.
–Simples – Disse a clone – Eu quero acabar com os deuses...
–E por que me prender aqui? – Perguntou a General Ômega.
–Para te matar – Disse a clone – E tomar posse do que é meu por direito.
–E isso seria...?
–O seu corpo.
Mellina arregalou os olhos e sua boca formou um “O” e depois sumiu dando lugar a um sorriso sarcástico.
–E como você fará isso? – Perguntou Mellina.
–Te matando...
A clone sorriu maleficamente.
Enquanto Mellina estava presa, Arthur e Amy estavam em frente ao homem que barrava a passagem deles.
–Onde pensam que vão? – Perguntou o homem.
Arthur o olhou de cima a baixo: Uma touca marrom que saia do casaco da mesma cor cobria seu rosto, ele vestia uma calça jeans escura e botas negras pontudas.
–Quem é você? – Perguntou Arthur.
O homem sorriu.
–Você vai me dizer que o Marechal dos Ômegas não sabe quem eu sou? – Ele perguntou sarcástico – Arthur, Arthur, Arthur Tisc, Tisc, Tisc... eu sou Tártaro o primordial das profundezas.
Arthur e Amy arregalaram os olhos.
–O que você está fazendo aqui? – Perguntou Amy surpresa.
–Ué matar vocês...
Tudo tremeu e plantas saíram do chão e prenderam os corpos dos dois, então cães infernais saíram do chão e ficaram em volta dos Ômegas.
–E agora como se libertarão Ômegas hein? Vocês não são nada comparados a mim... CÃES! MATEM-NOS!
Os cães atacaram.
Enquanto isso...
–Te matando...
A clone sorriu maleficamente.
Ela avançou e colocou a espada no pescoço da general.
–Como eu te mato? – Perguntou a clone – Rapidamente e sem dor... Ou devagar e com muita dor? – Ela sorriu maleficamente – Eu acho que fico com a segunda...
Continua...
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