Projeto Valkyria 2025

1 O Início ou o Começo do Fim


1960-Monaco

Era um dia ensolarado em Monte Carlo, dia de corrida ali, os pilotos da época se preparavam quietos em seu canto, alguns andavam pela pista e outros simplesmente ficavam de olho em seus carros, não era o caso de Jean Mason, piloto da Ferrari na época, alto com cabelos loiros e olhos azuis, o estereótipo de cara bonito estava a caminho de seu carro que era para estar em alguma aragem pequena do lado da pista enquanto discutia com sua irmã Jeanne Mason a qual sua aparência era semelhante a do irmão embora com suas feições femininas e o cabelo longo, ambos tinham nascido em mesmo dia e tinham a mesma idade, 20 anos.

—Jean me escuta! Isto não vai fazer sua vida, você só está tendo sorte de conseguir completar corridas com isto e só!

—Jeanne você não entende…

E ele parou a fazendo parar junto, se virando de frente a ela.

—É meu sonho Jeanne, eu nunca me senti tão feliz em fazer algo em toda a minha vida, isto é algo que nossos pais nunca irão entender Jeanne, que eles não podem mandar na vida dos outros.

E nisto ele se virou e foi saindo, ao chegar aonde estava seu carro, uma pequena garagem, porém ali estava Cassian Valentinus, um homem branco também alto porém de cabelos castanhos e olhos verdes, também um piloto, no caso o principal rival dele, no momento ele estava de pé olhando para o carro do outro, uma Ferrari 246.

—Ei!

Exclamou Jean para o outro que se virou para o mesmo e então pareceu que ficou meio sem jeito.

—O que faz aqui? Iria sabotar meu carro?

—Sabotar?

Questionou Cassian de volta.

—Não, eu não sou deste tipo, aliás já está quase na hora da corrida, não vou perder meu tempo procurando coisa minha aqui.

E nisto ele se virou e saiu andando, Jean claro foi andando em direção a ele mas Jeanne o segurou ali.

—Ei espera aí! O que estava procurando!?

—Hey, calma, chegamos antes que ele fizesse algo. Agora vá se preparar sim?

E então Jean se soltou da irmã.

—Se meu carro quebrar é que ele sabotou algo.

Aquele dia de sol parecia sorrir para todos, porém logo as nuvens foram ficando escuras e se juntando aos poucos, meia hora depois estavam alinhados sobre o grid todos os pilotos, o tempo já não era aquele sol todo porém a pista ainda estava seca, naquele tempo a prova tinha 100 voltas e havia uma classificação também para os pilotos, no caso haviam mais de vinte pilotos(24 no total), Jean ficou em segundo colocado e Cassian em primeiro assim deixando uma vantagem sobre o inglês Jean, Cassian estava usando um Cooper T53 na prova e sua rivalidade com aquela Ferrari 246 do Jean estava grande já que estavam atualmente na segunda corrida de dez no total do ano e a primeira corrida os dois disputaram roda a roda o prêmio, o qual Jean levou e Cassian chegou a rodar por conta do outro, tudo aquilo fazia Jean pensar que realmente Cassian teria motivos para sabotar o carro dele, mas daí ele segurou bem com as mãos no volante de madeira e por um momento pensou: "Tudo irá ficar bem".
Nisto ele ficou olhando ao funcionário que chegou na pista ali com a bandeira vermelha a segurando ali, sinalizando para que todos ficassem preparados para a largada, Jean e Cassian ficaram focando naquela bandeira até então depois de cinco segundos o funcionário soltar a bandeira a balançando e daí os carros largarem, alguns fritando pneu, tipo o de Jean que já colou ao lado de Cassian e logo na primeira curva enfiou o bico do carro a frente e ultrapassou o primeiro colocado o deixando para trás, aquela corrida seria muito disputada entre os dois, Cassian fez a segunda curva em aceleração total pegando um traçado de reta o que fez alcançar Jean antes que o outro acelerasse demais, na terceira curva ambos diminuíram para a primeira marcha e ficavam dando leves toques no acelerador para poder fazer a curva a seguir sem trocar de marcha passando pelo Cassino de Mônaco e então seguindo até fazer a curva 180 em baixa velocidade, Monaco tinha um traçado complicado de se fazer ainda mais em tal época, após passarem pelo túnel em alta velocidade e fazerem a chicane a seguir eles diminuíam um pouco a velocidade antes de passar pela curva Tabac, pois havia uma subida um tanto agressiva para os dias atuais e aqueles carros poderiam pular direto para o muro se fossem em velocidade muito alta, assim ao completar a primeira volta Jean estava em primeiro com menos de um segundo de vantagem para o segundo Cassian, a segunda e terceira volta foram normais porém a quarta o pior aconteceu, após passar o túnel e fazer a chicane Jean acelerou pisando fundo e chegando a uma velocidade alta, iria tentar colocar mais diferença já que Cassian não desgrudava, porém antes que pudesse diminuir a velocidade na curva Tabac o seu motor simplesmente estourou fazendo uma fumaça preta sair atrás do carro, não dava para notar mas o motor estava em chamas naquele momento, em alta velocidade e já chegando na subida Jean tentou freiar mas o carro já estava muito em cima e então o carro saltou indo direto para a parede da curva Tabac, o carro bateu de frente na parede acima do que seria a proteção dos pilotos na pista o que era no caso três fardos de feno ali, Jean estava desacordado pelo impacto, tudo podia piorar e a gasolina da Ferrari começou a vazar e o pior aconteceu, junto dos fenos, Jean de um segundo para o outro foi consumido pelas chamas que logo pegaram o carro e ele junto.
Cassian estava a pouco tempo de diferença de Jean e passou pelo primeiro colocado notando o acidente e até diminuindo o ritmo a frente, ele não chegou a ver o incêndio por conta da velocidade que estava mas temeu por algo pior ter acontecido, quando viu vários funcionários em toda a pista dando bandeira vermelha ele já soube o que poderia ter ocorrido.
Jean Mason de 20 anos morreu em sua Ferrari 246 no Grande Prêmio de Monaco de 1960 da Fórmula 1, após uma falha no motor na subida da curva Tabac os freios não o ajudaram e ele foi lançado a 209km/h direto na parede o deixando inconsciente na hora, caindo acima de fenos que logo após o carro vazar gasolina o fogo chegou ao combustível e logo começou o incêndio que consumiu Jean.
Cassian Valentinus foi preso por ter sabotado o carro de Jean na prova e provocado o acidente que consumiu a vida do piloto, Jeanne foi a principal testemunha, Cassian negou todas as vezes que sabotou o carro e disse que estava a procura de uma aliança sua na garagem do rival, de qualquer forma 6 anos mais tarde ele tinha conseguido se livrar da acusação e voltou a competir na fórmula 1 pela Lotus, porém um acidente talvez até misterioso na data de dez anos após a morte de Jean na mesma pista de Monaco fez com que Cassian quase perdesse a vida por pouco e fosse retirado da Fórmula 1 por parecer estar com o psicológico totalmente abalado.

2025-Monaco

Com os mesmos olhos que viam a pista de 1960 antes de seu irmão morrer, Jeanne Mason, agora com seus 85 anos, estava em um apartamento a frente da pista o qual foi reservado apenas para ela, estava tomando um chá ali, seus cabelos brancos presos em um coque, a roupa sempre prta e óculos escuros mostravam o quanto ela era uma pessoa icônica ali, então alguém bateu na porta e logo a abriu, era um segurança dela.

—Perdão dona Mason, mas um dos pilotos disse que não iria correr sem antes falar com você.

A idosa nem sequer olhou o funcionário, continuou seu chá o respondendo com sua voz doce.

—Pode o mandar entrar.

E assim ele fez, fechou a porta e foi atrás do tal piloto até então ele bater novamente a porta e a abrir em seguida dando espaço para o tal piloto entrar, um jovem aos seus 20 anos, cabelos loiros, olhos azuis, pele branca, aquele menino era a cara daquele mesmo menino que morreu nos anos 60.

—Ah… Perdão pelo incômodo…

Disse o jovem piloto, meio tímido, Jeanne o olhou e deu um sorrisinho.

—Sente-se rapaz, sinta-se a vontade… Não te ofereço o chá pois deve sair da sua rotina de dieta para o carro.

—Ah claro…

Respondeu ele em um tom divertido, rindo de leve até, sentando em uma poltrona a frente dela.

—De fato, tenho de estar inteiro para pilotar aquelas bestas lá embaixo…

Se referindo ao carro.

—Porém eu gostaria de saber algo de verdade e que não me responderam...

Jeanne então o olhou.

—Sim, pode perguntar.

—Por que você é uma financiadora do Projeto Valkyria, Jeanne?

A idosa olhou a seu chá e pareceu pensar um pouco.

—Sabe rapaz, pessoas se vão e sempre nos arrependemos de algo que fizemos para ela, então uma homenagem a essas pessoas seria bom… E meu foco são sempre pilotos, meu irmão morreu em um acidente que outro piloto fez ele causar…

—Ah desculpe…

Interrompeu o rapaz.

—Mas como outro piloto fez ele causar? Se não lhe importa a pergunta claro.

—De forma alguma, um piloto chamado Cassian estava na garagem de meu irmão olhando o carro dele, então na quarta volta o motor do meu irmão estourou e ele sofreu o acidente que lhe custou a vida, com toda a certeza aquele motor dele foi mexido… Meu irmão amava velocidade, ao passar dos anos eu comecei a sentir a necessidade de fazer algo por ele e apenas fiquei na vontade, agora com recursos eu ajudei projetarem o carro mais rápido da história e em mesmo tempo o mais seguro, assim fazendo uma homenagem a meu irmão.

—Sim… Mas por que os carros tem o nome de Valkyria?

—Bem…

E nisto o segurança interrompeu o papo dos dois abrindo a porta ali.

—Desculpe, mas faltam quinze minutos para o início da corrida.

Nisto o jovem piloto foi se levantando.

—Bem, tenho de ir Jeanne.

—Rapaz... Qual o seu nome?

E ele já estava na porta, ele parou e a olhou.

—Ah, me chamo Jean Ninnet, prazer.

E nisto ele se retirou, Jeanne sorriu, o rapaz parecia com seu irmão e tinha até o nome igual, não era de acreditar em coisas sobrenaturais porém se acreditasse iria achar que aquele era o seu irmão reencarnado.

Jean Ninnet por sua vez foi andando até os Boxes, entrou no seu para dar de cara com um funcionário ali que estava com fones de ouvido grandes tipo de empresa quase gritando com ele.

—Jean temos poucos minutos coloque logo sua roupa anti G!

Jean não respondeu, passou reto até uma porta para daí em cinco minutos voltar com ummacacão de piloto que tinha um design incomum, o dele tinha partes vermelhas na roupa combinando com o capacete que era vermelho doce e outras partes da roupa eram pretas, embora parecesse que estava andando igual o Exterminador do Futuro aquilo não seria para menos, sua roupa não era apenas um macacão qualquer de piloto, haviam mecanismos ali dentro segurando braços e pernas para não se quebrarem ou terem lesões em uma batida, porém ainda não estava completo, chegou outros dois funcionários cada um segurando o que parecia uma chapa torta preta, Jean ali parado abaixou a cabeça de leve com o seu capacete e esperou que ambos encaixassem um de cada lado aquela placa fazendo aquilo fixar de uma maneira que Jean não conseguia mover o pescoço e iria ficar apenas olhando para a direção certa que a chapa exigia, aquilo era uma proteção de pescoço da mais forte que poderia ter, e também era parte do traje anti g, logo um outro funcionário foi até ele para daí ele ir andando até o seu carro que estava suspenso por um tipo de dois macacos com rodas, o V2025.

O V2025 era o Valkyria 2025, o protótipo da Red Bull continuação do seu antecessor o Red Bull X2010, um pouco mais largo e alto que o antecessor, algumas coisas foram colocadas a mais no carro, as barbatanas nas rodas dianteiras e uma barbatana traseira maior era uma delas, a fibra colocada a frente curvada que segurava o carro e dava uma aerodinamica parecia de frente um coração, o volante com detalhes do touro da Red Bull junto de uma fibra pouco transparente que fazia certas informações aparecerem naquela fibra além de poucos botões que já eram o suficiente para o piloto.
Sua potência? Não poderia ser melhor.
Como uma continuação de um carro absurdamente forte ele simplesmente não poderia ser melhor.
Com 2600 cavalos de potência a 15000 RPM, ele tinha um torque de 1241kgfm, algo absurdo, tudo graças ao seu motor V12 de 6 litros e a imensa ventoinha atrás do carro que o empurrava bem, o X2010 era conhecido por sua Downforce e aqui não foi diferente, embora mais projetado para as retas o V2025 não faz feio nas curvas e para ajudar um pouco nesta parte foi introduzido o Curve Performance System (CPS/Sistema de desempenho em curvas) que faz com que um pincel colocado acima do pneu, o qual serve para limpar detritos dos pneus, também irá servir para lubrificar o pneu com um tipo de cola especial feito para reagir junto do pneu o fazendo ter uma aderência incrível, embora acabe tirando potência em retas, logo cada um sabe quando usar para poder calcular quanto tempo irá levar até a cola de fato sair dos pneus, o CPS é limitado então logo não se pode utilizar muito também além de diminuir a vida útil do pneu já que mesmo sendo desenvolvido para o pneu ele aquece e acaba fazendo desgaste ao pneu como se o queimando.

A cor vermelho doce do carro junto com as peças em carbono o faziam ser um carro bem exótico, embora bonito, as corridas cada um tinha um carro de uma cor diferente, sem números, apenas cores, o vidro imenso do carro estava a frente aberto para o piloto entrar, ele entrou com certa dificuldade, meio travado pelas vestes, porém ao sentar no carro, sem volante por sinal, ele encostou as costas no banco e nisso pareceu fixar ali, um dos funcionários chegou com o volante em sua mão e o colocou ali o encaixando para daí então ele levantar uma pequenina alavanca em meio a várias do lado direito ao volante e nisto o carro pareceu ligar a parte elétrica, o volante se acendeu em mil luzes, no caso todas as que faziam parte dele, e em mesmo momento um funcionário atrás do carro com uma chave especial a conectou abaixo da turbina do carro e nisto o carro ligou seu motor fazendo um barulho estridente, era como se um V10 da Fórmula 1 de 2006 porém com mais barulho ainda, por isto os funcionários usavam fones de ouvido enormes.
Dentro do carro o piloto tinha um fone bem colocado em seu capacete que abafava o barulho que entrava na sua cabine, era o bastante para dirigir sem ficar surdo e escutar a equipe no rádio.
Quatro funcionários se juntaram para poderem ir empurrando o carro suspenso até fora do pitlane para então já na pista ser ajustado ao grid junto dos outros carros, todos eram o V2025, porém com cores diferentes, eles já estavam no chão sem estarem suspensos por algum macaco por terem sido colocados lá um pouco antes, uns carros estavam com o vidro aberto a frente deixando o cockpit exposto com o piloto dentro para eles poderem conversar pouca coisa antes da corrida, como tudo estava acertado com Jean apenas restou ao piloto esperar os comandos da prova.

Era algo totalmente novo, os carros de Fórmula 1 não tinham uma potência tão absurda quanto estes carros e nem tanto barulho, as pessoas próximas eram obrigadas a usarem fones de ouvido para abafar o som estridente que aqueles motores V12 faziam, foi obrigatório a mudança dos vidros das residências que ficavam ao lado da pista por conta do risco de estourarem e tanto sujarem a pista quanto machucar alguém ou terem de pagar reparos de algo.
Mônaco não era a melhor pista para querer testar algo tão inovador daquele tipo, o carro não chegaria a nem metade de sua velocidade máxima e talvez duas últimas marchas fossem inutilizadas perante um circuito com tanta frenagem e curvas, de qualquer forma a corrida era esperada não só por curiosos e amantes do automobilismo como a própria Red Bull e outras marcas, incluindo até que tinham times na Fórmula 1 para observar tal feito, aquilo era história sendo construída em frente aos olhos do mundo, o Projeto Valkyria iria correr pela primeira vez.
Por conta de Mônaco não ser uma pista propícia a tanta velocidade as posições iniciais foram retiradas por pura aleatoriedade, coisa que não deveria ocorrer nas provas seguintes aonde teriam treinos e classificação. Uma medida de segurança e também de marketing, afinal, seria bem melhor fazer com que todos esperassem juntos a corrida daqueles monstros automotivos.

Com todos os vinte carros sobre o chão e ligados a prova pôde começar, mas primeiro claramente uma volta de aquecimento.
Jean em última posição por conta de uma chave que retirou (foi feito chaves primeiramente para poderem ter suas posições, de forma aleatória e feito pela própria Red Bull, uma classificação não seria interessante pois queriam deixar tudo para o dia da corrida em si então os pilotos só puderam treinar em simuladores) restou apenas observar levando os olhos para cima os faróis da pista que em um momento estavam vermelhos e logo verdes, aquilo era normal de voltas de aquecimento.
Um carro saindo atrás do outro um sem se ultrapassarem, Jean pressionou uma alavanca abaixo da marcha, a embreagem, pressionou em seguida a primeira marchae então pisou levemente sobre o pedal do acelerador para primeiramente fazer o motor aquecer um pouco subindo suas rotações até o fim com cautela para quando o décimo nono colocado sair a sua frente seu carro também sair sem fritar pneu ou sair de controle.
Qualquer maior pisada no acelerador o carro iria acelerar demais e poderia perder o controle, ainda era volta de apresentação então sem pensar neste tipo de coisa até então.
Passado a Saint Devote, a primeira curva da pista, bastou apenas seguir o V2025 azul a sua frente sem acelerar nem na metade, era impressionante como o carro respondia bem o acelerador estava nem 25% totalmente pressionado e o carro já estava tendo um rendimento excelente chegando aos 310km/h no fim da reta considerando que não estavam a acelerar tanto e passando marchas cedo, na quarta marcha ele logo diminuiu duas freiando para uma curva a esquerda e entrando sem problemas algum ali em uma velocidade ainda alta devido a aerodinâmica do carro. Alguns pilotos faziam ziguezague nas poucas retas que apareciam para aquecer os pneus e outros, tipo Ninnet, ficavam apenas a memorizar algum estratégia de corrida fazendo o traçado normal.
Tempo depois chegando ao túnel novamente o carro surpreendeu, pôde acelerar um pouco mais e chegou a quinta marcha o qual chegou aos 370km/h embora não tenha chegado a maior velocidade por conta de ter alguém com velocidade também limitada a frente, era volta de aquecimento afinal, no fim do túnel a velocidade obviamente diminuiu quase parando o carro para chegar a uma sessão de curvas.
O resto do percurso foi em ritmo lento pelas várias curvas, chegando novamente a reta principal com todos em uma velocidade extremamente lenta para cada um parar em sua posição de grid todos ficaram de olhos abertos sobre o que iria ocorrer, isto incluía a própria Jeanne que estava a observar a corrida de seu apartamento.

Carros alinhados e parados, não só Jean como todos outros pilotos pressionaram um gatilho da embreagem no volante e pisaram de leve no acelerador fazendo os carros começarem a gritar os motores, os faróis iam se acendendo lentamente para sinalizar o começo da corrida e a atenção de todo mundo estava voltada a aquilo, como tudo iria se comportar, como os carros iriam correr?
Em uma batida o piloto poderia sair vivo?
Aquilo tudo estava prestes a ser respondido…